ʟᴇᴛ ᴍᴇ ᴄᴏᴍᴇ, ᴘʟᴇᴀꜱᴇ 🦇 ݁ ˖ִ ࣪
Onde Louis é um calouro virgem na universidade um pouco perdido entre os dormitórios e encontra um veterano de Gastronomia que o ajuda a se encontrar.
Não há uso de preservativos!
🩸Caso não se sinta completamente satisfeito com os avisos acima, não se force a ler. Me digam se houver qualquer errinho, estou com uma pequena dificuldade na correção! Boa leitura, mwa
Tomlinson não havia imaginado que sua vida na universidade seria tão complicada. Não como um pretexto para dize-lo que é menos inteligente que os outros estudantes, mas realmente se tornou um grande empecilho quando tomou as rédeas da própria vida e saiu da casa dos pais para morar em um país desconhecido e por conta própria.
O moreno é natural de uma cidadezinha pacata no interior da Inglaterra, então tem sido um pouquinho complicado lidar com a nova rotina, mas nada que não consiga superar. No entanto, há algo pior que Tomlinson pode caracterizar como 'complicada' na sua integração no campus da universidade.
As presas afiadas apareciam de vez em nunca entre os lábios fininhos e vermelhinhas do moreno, apesar de conversar o mínimo possível e esconder os lábios assim que o integravam em alguma conversa. E tem se tornado difícil tentar esconde-los. As aulas de cálculo geral eram melhores neste quesito. Não era necessário falar muito. Apenas arrumava os óculos retangulares que escorregavam para a ponta do nariz pontudinho e realizava anotações importantes.
Seu porte não tão musculoso. Era algo que aparentemente chamava muita atenção dos estudantes ao seu redor. Ainda, a atenção que recebia era descomunal.
Louis não se considerava alguém com uma beleza surpreendente ou algo como Damon Salvatore para chamar os olhares de todos garotos e garotas que passavam por ele. Mas por algum motivo acontecia. Então, precisou se acostumar a usar roupas mais grossas e casacos de lã quentinhos quando seu período coincidia com o inverno, ao tentar se esconder. Até que ao menos conseguisse tomar as rédeas e controlar seus instintos por mais tempo.
Nessa noite de novembro, o moreno carregava alguns cadernos pequenos de anotações e seu tablet em uma das mãos enquanto bebericava um copo de chá de limão ao andar de volta para seu quarto individual no grande campus da universidade. Torceu o nariz algumas vezes devido ao cheirinho forte que os outros alunos exalavam e abaixou a cabeça para não lidar com suas pupilas dilatadas. Sua barriga roncava de tanto tempo sem comer com o dia atarefado e se sentia exausto, completamente.
Tomlinson fez uma careta incomoda quando começou a se aproximar da porta de madeira que integrava o grande corredor com todos os dormitórios.
O som estava alto e não esperava algo diferente vindo do campus de exatas. O cheiro de álcool e maconha ardia seu nariz. Torceu para quando se deitasse na cama o cheiro de sangue dos universitários ao redor não o atingisse também, levando em consideração que no fim destas festas sempre aconteciam imprevistos e brigas entre jovens idiotas, ou algum tarado com fetiche em sangue.
O som alto e as sensações causavam calafrios em seu corpo não treinado enquanto continuava a caminhar de cabeça baixa pelos corredores até a porta de seu dormitório individual.
Apertou os olhinhos azuis algumas vezes sentindo a visão embaçar e o corpo querer cambalear um pouquinho por estar tão estimulado e sentir tudo tão intensamente.
Não havia ninguém que soubesse sobre sua 'condição'. Tomlinson acredita fielmente nisso e espera que continue por todo o tempo que precise para graduar.
–Tomlinson, cara.–Sentiu uma mão o sacudir nos ombros, o parando no meio do caminho e tirando um pouco da sua concentração no piso de madeira decorado, quando finalmente olhou para cima pela primeira vez ao entrar na fraternidade integrada.–Já esta bêbado, porra? A festa começou agora.–Niall o olhava animado com duas garrafas de vidro na mão, quase vazias. As pupilas dilatadas nos olhos azuis um tanto menos intensos mostrava como ele estava tão altinho também, assim como o resto dos estudantes que rodeavam a porta aberta com um som alto e muitas vozes agitadas. Niall o tocou no ombro novamente com um sorriso ladino no rosto esperando uma resposta. Achava que o amigo estava bêbado e talvez fosse o motivo de estar meio tonto enquanto andava.
–To' bem, cara. Obrigado, mas não bebo.–O moreno respondeu dando um sorriso amigável enquanto tentava respirar fundo e retomar sua consciência para continuar o caminho. Ajeitou os fios lisinhos que caiam na testa a todo custo e o óculos que escorregou na pontinha do nariz.
–Horan, você pergunta isso toda vez, cara. Não tomo álcool.– O moreno riu, um pouco mais aliviado com a distração da conversa apesar do cheiro forte que vinha do loiro.
–Poxa, é verdade.– A expressão de Horan mudou drasticamente, enquanto entortava os lábios e parecia um tiquinho chateado por não ter lembrado disso do melhor amigo. Louis riu com a expressão dele. Eles tinham a mesma conversa todas as vezes que encontrava Niall em alguma festa do seu curso.
–Tá' tudo bem, amigo. Aproveita aí. Amanhã saímos para tomar um café ou alguma coisa. Vai ser bom pra sua ressaca e preciso terminar a lista de questões de cálculo.– Tomlinson alisou o ombro do amigo gentilmente e sorriu reconfortante enquanto escondia os lábios por trás das mãos disfarçadamente ao sentir um cheiro forte metálico vendo uma ruiva se aproximar de Horan.
A garota usava um vestido castanho e coladinho no corpo, marcando os seios fartos e aparentava estar igualmente alterada como o loiro. Debbie se encostou em Niall se esfregando e cochichando algo indecente no ouvido dele.
O moreno torceu os lábios novamente para o que escutou -e prefere não dizer em voz alta-, tentando esconder os caninos aparentes pelo cheiro forte de sangue vindo da garota, que provavelmente estaria menstruada, e as bochechas carmesim pelas coisinhas ditas. Relaxou os ombros quando encontrou a brecha perfeita para continuar o caminho até seu dormitório, vendo o quanto Niall pareceu se entreter com a ruiva na sua frente, apesar de mais tonto que antes.
Parava no caminho algumas vezes, olhando para o chão e respirando fundo para controlar os instintos. Louis deu mais uma bufada aliviado quando finalmente sentiu as presas um pouquinho menores. Os cabelos castanhos estavam bagunçados e caíam em sua testa pela agitação.
Andava um pouquinho mais devagar, não notando quando passou direto pela porta do seu dormitório, abrindo novamente outra porta de madeira que integrava o restante dos quartos de dentro da grande fraternidade. Não havia uma divisão exata de competição de fraternidades ou algo do tipo como em universidades americanas. A faculdade apenas integrava uma grande fraternidade para todos os cursos e alunos que possuíam a chance de se alojarem nos dormitórios, era fácil acesso para qualquer um dos outros quartos e poderia trombar com um estudante de qualquer outro curso a qualquer instante.
Os barulhos e cheiros diminuíram drasticamente, o que, apesar de aliviar o peso nos seus ombros deixou Louis um pouco incomodado pelo estranhamento. E então notou um cheiro diferente dos provenientes da festa.
O cheiro de comida. Que era tão tão forte, e mesmo que desta vez um pouco mais reconfortante, o fez cambalear mais um pouquinho novamente.
–Obrigado pelo pouquinho de trigo. O meu havia acabado e eu não me atentei. Prometo retribuir. – O moreno escutou uma voz doce e carinhosa vindo de dentro de um dos quartos. Rapidamente levantou a cabeça para a porta a sua frente. Ela era toda decoradinha com pequenas camélias de adesivo em volta da maçaneta violeta e ele acreditaria ser um dormitório feminino se a voz que escutou de dentro não soasse masculina, apesar do tom doce e carinhoso.
O cheiro de queijo grelhado ficava cada segundo mais forte quando misturado com a colônia adocicada que a pessoa atrás dela usava no momento.
As pupilas dilataram novamente e Louis coçou com a ponta dos dedos a barba rainha e ruiva olhando atentamente para a porta.
Por algum motivo estava enfeitiçado pelo cheirinho que dissipava no ar, quando em abrupto a porta abriu e Louis pode ver o rosto que acompanhava voz doce e carinhosa.
–Oops. Merda. – O moreno ralhou baixinho ajustando as mangas do suéter azul enquanto tentava desviar o olhar do garoto a sua frente quando seus olhares se encontraram.
–Oi– O garoto pendeu para o lado apoiando o quadril em uma das pernas e sorriu dócil com as covinhas fundas mas bochechas vermelhinhas a mostra. –Você está bem?– Perguntou com a voz ainda mais dócil e melancólica -se possível-. Se aproximando delicadamente do homem a sua frente e o deixando encarar por mais tempo.
Tomlinson finalmente pode notar e admirar com mais cuidado os cachos castanhos que caiam um pouquinho na testa na tentativa de um rabo de cavalo bagunçado. Os olhos verdes e que tinham as pupilas igualmente dilatadas, juntamente com os lábios grossinhos e brilhosos que acompanhavam as covinhas bonitas nas bochechas.
E, porra. O garoto é lindo.
Usava uma blusa de manga longa preta de gola alta e justinha em todo seu tórax e braços por baixo do avental branco, que não aparentava a sujeira de farinha de trigo como as dobras das mangas da blusinha mostravam em seus cotovelos.
Não era um avental profissional, como utilizado em aulas da faculdade ou em restaurantes renomados por chefes de cozinha, mas ainda bonito. Louis acredita que o acessório talvez nem fosse tão bonito assim, o garoto que era.
As fitinhas que amarravam em torno da sua cintura delineavam a parte do corpo, mostrando o quão fininha e curvilínea ela era. Havia também um paninho pendurado em um dos lados da fitinha, e provavelmente utilizava alguma calça de malha ou moletom como ele estava usando por baixo, mas não notou a tempo suficiente de ser chamado atenção.
As bochechas de Louis coraram pelo tempo que passou observando o garoto com afinco, quase o secando. Dilatou as narinas novamente e respirou fundo o cheirinho bom que conseguiu reconhecer como uma colônia frutada com alguns tons florais.
–Ei, suas pupilas estão grandes, gatinho. Está passando mal? – O menino se aproximou um pouquinho mais se possível para o olhar mais de pertinho, sorrindo igualmente maior ao observar as maçãs do rosto fundinhas, os olhos azuis e chamativos e sua barba ralinha ruiva que completamente chamava a atenção.
O garoto de olhos azuis coçou a barba com a ponta dos dedos novamente olhando para o lado numa tentativa de desviar o olhar mais uma vez. Já foram incontáveis. Fazendo o cacheadinho sorrir o secando um pouquinho mais discreto e lambendo os lábios com a pontinha da língua ao observar as mãos do homem completamente coberto, e como as veias nela se destacavam com tanto afinco nos dedos tatuados e bonitos.
–Meu nome é Harry. Por que não me responde?
–Perdão, foi falta de educação da minha parte. Estou um pouco tonto. Não quis ser mal educado ou te atrapalhar, mas acho que me perdi nos dormitórios. Sou Louis Tomlinson.
–Bem, senhor Tomlinson. – Pigarreou divertido. –Acho que seja calouro para ter se perdido nos dormitórios e vir parar na porta de um estudante de gastronomia.
–Porra, fui tão longe assim? – Louis pestanejou, finalmente se dando conta da diferença da aparência do corredor que estava. —Me desculpe mesmo, Harry. Sou calouro e o cheiro e barulho das festas no meu corredor estavam insuportáveis, não quis te incomodar. –Deu um passo para trás ao mesmo tempo que Styles se aproximou dele.
–Se os barulhos estão tão ruins e altinhos, não tem problema ficar aqui! Desde que não incomode os outros estudantes. –Harry limpou os dedos longos na toalhinha que tirou do avental branco o olhando com um sorriso cafajeste.
—Eu sou quieto, acredite. —Harry soltou uma risadinha pela frase enquanto o moreno torcia a sobrancelhas para tentar entender o que tinha de tão engraçado nisso.
–Não quer entrar, Louis? Pode ficar aqui um tempinho. Até as festas pararem, ao menos. Festas de calouros são realmente um porre, mas se acostuma com um tempinho. –Suspirou.– Mas me parece um pouquinho tonto, posso te pegar um remédio e preparar algum chá para se acalmar, gosta de canela ou lavanda? –O cacheadinho sugeriu carinhoso.
–Me parece papo de psicopata que vai me torturar dentro do seu dormitório, chefe. – Tomlinson riu um pouquinho, tentando soar mais amigável.
E honestamente, o sorriso do garoto bonito era tão contagiante que estava cogitando realmente fazer aquilo. Afinal, seriam só alguns minutinhos até que arrumasse um lugar para passar aquela noite como fez diversas vezes.
Louis tinha um fundo onde guardava dinheiro para possíveis imprevistos, e mamãe era muito gentil e carinhosa quando se tratava de situações como essa. Quando se mudou, sabia que situações assim viriam acontecer e estava completamente disposta a o ajudar como for.
–A menos que queira ser morto e torturado com uma caçarola italiana e um pouquinho de chá. Eu não colocaria veneno, não posso estragar minhas receitas assim, gatinho. Que coisa feia pensar isso de mim. –Fez um biquinho dramático apesar de estar feliz do garoto azulado estar um pouco mais a vontade e distraído. –Vamos, entre. Só até estar um pouquinho melhor. E não me engane, senhor Tomlinson. Pude escutar sua barriga roncando de longe!
–Tudo bem. Mas apenas um pouquinho, não quero te atrapalhar. Até me estabilizar, sim? – O moreno sorriu pequenininho ainda envergonhado do garoto bonito ter o convidado para entrar.
Qualquer ser humano com algum senso crítico teria recusado a oferta, mas analisando a situação, quem realmente estaria em perigo seria o Styles. E Louis espera realmente que o cheiro de dentro do quarto com uma pequena cozinha ao lado não seja tão mais forte a ponto de suas presas aparecerem novamente.
Ao que Harry abria melhor a porta para que ele pudesse entrar e acompanhava para dentro guardando o paninho em suas mãos e desamarrando o pequeno laço do avental atrás da sua cinturinha. Tomlinson dilatou as narinas para a mistura de cheiros que o acoitou de inicio. E com toda certeza, o cheirinho de Harry estava tão mais forte dentro do pequeno alojamento.
Notou a pequena mesa de estudos com um notebook apoiado em cima e uma pilha de livros, algumas fotos e anotações grudadas na parede a sua frente e tudo devidamente organizadinho. A cama do cacheado aparentava ser um pouco maior que uma de solteiro convencional, com o edredom rosa e arrumadinha com algumas almofadas. Tomlinson sorriu ao perceber o perfeccionismo do cacheadinho. E mesmo que sendo um dormitório estudantil, seu espaço era individual e se parecia muito com Harry. Exalava delicadeza, organização e o principal, seu cheiro gostoso.
Andou um pouquinho para frente da bancada com algumas cadeiras onde o garoto provavelmente fazia suas refeições e notou a pequena cozinha com os utensílios que com toda certeza era primordial para suas aulas praticas e receitas feitas em casa.
Tamborilava a pontinha dos dedos na bancada de madeira, ainda desviando o olhar do cacheado para que o outro não notasse seus olhos quase assustadores pela pupila grande.
–Seu quarto é bonito. –Sorriu gentil tampando os dentes com os lábios fininhos. –É você nas fotos? –Apontou com a outra mão para as pequenas polaroides, ainda torcendo o nariz de vez em quando após fungar fundo.
Harry terminava de dobrar o avental e deixar em cima da bancada oposta a Louis, buscando uma luva para retirar a caçarola de dentro do forno sem se queimar. Desviou do objetivo, vestindo a luva e andando ate a frente de Louis.
–Sim. Quando era pequenininho. –Sorria carinhoso com a lembrança.
–Está usando perfume? – Tomlinson corta o assunto, se assustando com a pergunta que até o pegou desprevenido.
–Está te incomodando? Me desculpe, não era para estar tão forte. –Se afastou novamente do moreno para abrir o forno e retirar o utensílio de vidro com cheirinho de coco e queijo ralado da sobremesa.
Apoiou o refratário perto da pia, tirando a luva térmica novamente e retornou o assunto. –E para saber, não uso perfume ou algo do tipo, gatinho. O cheiro me deixa enjoado. –Deu uma pausa. –Não gosto de perfumes em mim.
Tomlinson apertou os olhos ao saber que aquele cheiro gostoso vinha diretamente e naturalmente do cacheadinho.
–Pode se sentar na cama, é mais confortável. Estou terminando de dar os últimos toques na receita, e pode comer se quiser. Tire o casaco, o calor vai te deixar mais enjoado. Quer algum chá? Posso te dar um com todo prazer.
–Não, obrigado. Vou me sentar um pouquinho até conseguir melhorar e ligo pra dormir na casa do meu amigo. – O moreno comentou previamente, aceitando a oferta de retirar o casaco grosso de lã e pendurou em cima de uma das cadeiras, mostrando seu fisico um pouco musculoso na camiseta de gola baixa e de alguma banda hippie desconhecida. –Não se importa mesmo que eu me sente na sua cama?
O cacheado o observou atentamente quando Tomlinson se sentou na pontinha da cama, o viu virar a cabeça um pouquinho para o lado e sorriu maior ao notar a cicatriz em sem pescoço.
Tão sutil mas não conseguiu passar despercebido. Mordendo o lábio inferior com a pontinha dos dentes e um sorrisinho travesso pela recém descoberta, o cacheado deixou a tarefa de terminar a receita de lado quando caminhou para frente da cama e do moreno. Harry não era bobinho, e também não era como se seres místicos ou fantasiosos fossem realmente ficção como os livros costumam demonstrar de maneira exagerada. Eles existiam de uma maneira completamente camuflada entre os seres comuns. Ser algo do tipo não é algo que se deva exibir por ai.
Algo que Styles saberia lidar muito bem, eram com vampirinhos. E não seria necessário que lesse livros e grimórios antigos para que entendesse do assunto. O cacheadinho tinha certeza do que aquela marquinha já cicatrizada no pescoço do moreno com carinha de nerd significava.
Louis finalmente percebeu o quão mais delineado o corpo de Harry era sem aquele avental quando se acomodou na pontinha da cama e direcionava o olhar tímido para o garoto bonito, era quase como se seu corpo o puxasse unicamente para o garoto bonito.
A blusa gola alta apertadinha demais para sua sanidade na cintura delineada do outro universitário, e marcando os mamilos pontudinhos dos peitos proeminentes e aparentemente inchadinhos. A calça moletom que caia em baixo do umbigo de cintura baixa, mas apertavam um pouco nas suas coxas grossinhas, como um fodido modelo.
Styles fez o melhor biquinho que pode, de forma teatral antes de iniciar o assunto.
–Essa marca no seu pescoço...
–Porra. –Tomlinson se assustou com a citação e tentou esconder a todo custo a cicatriz com a mão, mesmo sendo tarde demais. –E-eu não vou fazer nada, eu j-juro. Posso ir embora, me desculpe mesmo. Cacete. –Respondeu rápido demais com um semblante preocupado no rosto e um pouco de chateação ao perceber que pode ter perdido uma possível amizade ou uns beijinhos trocados que poderiam dar por um descuido seu de deixar aquilo aparecer, imaginando que provavelmente estaria assustando o cacheadinho naquele ponto.
–Eu não mordo, gatinho. Quem morde é você. –Harry sorriu ladinho, andando com os quadris de um lado para o outro em direção do moreno, quase rebolando dentro da calça justinha, fazendo Louis perder o ar com a maneira que Styles parecia tão dominante simplesmente com o jeitinho que falava. E não precisaria de muito para o ter na pontinha do dedo, ele tem certeza disso. –Não precisa ir embora. Não tenho medo.
Tomlinson torceu a sobrancelha em confusão mais uma vez.
–Louis, posso te perguntar uma coisinha?
–Está namorando? –Louis corou com a pergunta, se sentindo sem saída a cada segundo que se passava e Harry se aproximava mais dele devagarinho. Parando em pé entre suas pernas afastadas, em uma postura que soaria dominante se não fosse o olhar baixo e o jeitinho que mordiscava o lábio inferior, escondendo o máximo seus dentes proeminentes. Se pudesse classificar Styles em alguma caixinha, certamente ele seria uma loba.
–Não. – O garoto respondeu rápido e desesperadinho. A pontinha do dedo empurrando o óculos que escorria no nariz pontudinho.
–Você me beijaria se eu fizesse?
–Achei que era só uma pergunta, chefe Styles.
–Eu posso te perguntar mais essa, então! Ainda não me respondeu, meu bem. –Se aproximou mais um pouquinho, se possível.
A canela batendo no box da cama e inclinando seu corpo para mais pertinho do de Louis enquanto se abaixava lentamente. Tomlinson, em resposta, começava a se apoiar nos cotovelos na cama com tanta aproximação. Suas bochechas se tornando quase violeta de tão vermelhas e as narinas largas para respirar bem fundo o cheiro gostosinho que Harry exalava como um maldito pecado, assim como o dono.
Tomlinson definitivamente não se importaria de ir ao inferno se Styles fizesse o pecar.
Louis apenas acenou com a cabeça, parecendo desesperado suficiente para que Harry desse o próximo passo. E ele o fez.
O cacheadinho se aproximou finalmente, juntando seus lábios em um selinho dócil e carinhoso. Sentindo a barba crescendo na palma das mãos quando acariciou o rosto do moreno com afeição.
Tomlinson suspirou baixinho com o selinho e se deleitou quando iniciaram um beijo lento e envergonhado ainda por sua parte, se deitando completamente na cama e deixando apenas o tronco um pouquinho levantado para que o cacheadinho pudesse subir em cima dele. Harry sorriu quando suas línguas se encontraram e começou a ser um pouquinho mais afoito, explorando a boca do moreninho com os lábios vermelhos. Subiu mais um pouquinho em cima dele se possível, com os joelhos em cada lado das coxas abertas para sentar-se em cima delas, manhoso.
Soltou um gemidinho com o jeitinho delicado que Tomlinson o beijava o imitando. Sentindo o cheirinho de perfume floral do garoto e esfregando um pouco nas coxas musculosas do moreno.
Soltou um ofego baixinho, separando o beijo com uma mordidinha no lábio fininho de Louis e o lambendo logo a seguir. Encarou Louis, os olhos azuis brilhantes, e riu baixinho quando o outro tentou juntar suas bocas novamente para continuar se beijando.
—Tá' animado, gatinho? -- Louis concordou afoito com a cabeça tentando novamente voltar o beijo gostoso, mas Harry o segurou no lugar com a palma da mão, ainda acariciando a barba ralinha. —Faz tempo que não beija ou me quer tanto assim?
Tomlinson desviou o olhar pela primeira vez depois daqueles longos minutos.
Harry sorriu maior, exibindo os dentinhos de coelho e mordendo o lábio com a informação nova. Se ajeitou sentando um pouquinho mais para frente no colo de Tomlinson e sentindo seu pau durinho por baixo do pano moletom com tão pouquinho. As bochechas do bumbum gordinho quase que instantaneamente abrigando o volume longo que sentia pulsar gostosinho perto do seu cuzinho.
Sua pupila dilatou, quase consumindo complentamente as íris verdinhas do cacheadinho, enquanto suas covinhas apareciam mais fundinhas com o sorrisinho que dava.
— E está assim com tão pouquinho, Tomlinson?
—Desculpa. N-não era para-
–Shh, eu quero. Seu beijo é uma delicia, gatinho. Mas eu posso fazer muito mais, sabe...— Tirou uma das mãos do rosto de Tomlinson, levando a pontinha dos dedos para a barra da calça do moreno e riu baixinho quando escutou um ofego vindo dele, sem nenhuma hesitação. —Você parece tão grosso, Lou. Será que sabe só morder ou me comer gostoso também, vampirinho?
—Porra. —Louis revirou os olhos azuis com o palavreado, sentindo a calça apertar com o cacete durinho ardendo em baixo da boxer e juntou seus lábios novamente em um ato de impulso. Feliz que Harry retribuiu ele muito muito bem.
Styles voltou a o beijar com mais afinco. Se encontraram agora de maneira desesperada um pelo outro, as línguas enroladas e se esfregando rapidinho de uma maneira que quase soaria vergonhosa, acompanhando Harry dando gemidinhos manhosos na pontinha da sua língua em cima do caralho gostoso, o apertando. Tomlinson sentia a cabecinha dolorida no tecidinho mole pulsar deliciosamente e revirando os olhos desta vez tão fortemente ao sentir Styles sentar mais forte e apertar seu membro entre as bochechas do bumbum enquanto tinha a barba ralinha na palma da mão do outro.
E ele tinha certeza que gozaria vergonhosamente rápido com o jeitinho que o cacheado conseguia o dominar.
Harry mordeu o lábio inferior dele, expondo os dentes afiados do moreno e sorrindo ladino quando escutava o nerdzinho gemer extremamente alto. Retirou os óculos retangulares do rosto do moreno, jogando em qualquer canto da cama, o dando mais liberdade de beijar gostoso o moreno.
Deu mais uma lambidinha em cima da boquinha rosada de Tomlinson, apertando suas bochechas fundas com a palma da mão e não deixando de olha-lo nos olhos por um segundo sequer quando desceu um pouquinho os dedos da mão livre.
A pontinha do indicador delineando seu maxilar e descendo lentamente pelo peitoral magro até que pudesse acariciar os pelinhos ralos em baixo do umbigo do vampiro, se afastando um pouquinho e perdendo o contato do seu cuzinho tão perto do caralho grosso. Desceu o olhar enquanto passava a pontinha do indicador, delineando o contorno do pau duro por cima da malha fininha.
Contraindo o cuzinho ao sentir Tomlinson gemendo na sua língua conforme retornavam o beijo desengonçado e seu próprio pau pulsando dentro da calcinha fininha, completamente molhadinho e gemendo manhoso com o leve toque da pontinha do dedo se lambuzando de pré-gozo.
A pontinha do polegar e indicador com as unhas pintadas de um lilás brilhante e tão delicadinho como o cacheado, contornavam a cabecinha inchada, sentindo a boquinha carnuda salivar com a grossura que conseguia sentir, apertando delicadamente a pontinha gostosa e rodeando onde sentiu ser a fendinha, já que sentia sua ponta do dedo mais molhadinho ao apertar naquele ponto.
Tomlinson gemia audível e manhosinho na boquinha do cacheado, mas arregalando os olhos abruptamente quando sentiu perder o contato gostosinho e ao mesmo tempo preguiçoso do garoto em seu colo.
—Você pode gozar comigo rebolando no seu colo, gatinho? — Harry perguntou baixinho e com um biquinho para ele quando se desencaixou do beijo molhado, apertando as sobrancelhas e com um olharzinho pidão, mas que não conversava com seu impulso ao voltar a se sentar em cima do cacete pulsando do moreno. Apertando a bunda gorda no seu colo e girando os quadris gordinhos em movimentos circulares, como se estivesse o cavalgando.
—H-Harry-, eu — Tomlinson jogou a cabeça para trás, expondo as veias tortuosamente grossas no pescoço bronzeadinho e arrancando um sorrisinho maior de Styles. As mãos ainda espalmadas do lado do seu corpo no colchão, envergonhado de segurar na cintura delineada e bonita. —Eu vou v-vir rápido, e depois não v-vou conseguir, oh, isso.
Harry rebolava mais forte em seu colo com afinco, girando o bumbum cheio de um lado para o outro, mas mudando o ângulo para se esfregar para frente e trás, como se o vampiro fosse seu cavalo e ele estivesse o cavalgando deliciosamente.
Sentia o pau longo e pulsante esfregando entre as suas bochechas abertinhas e tão próxima do seu buraquinho o fazendo sentir a pré-porra encharcar sua própria calcinha através do tecido da calça. O suor escorrendo e grudando alguns cachos rebeldes no seu rostinho e pele leitosa que se tornava avermelhada.
O próprio pau esfregando na renda da calcinha igualmente lilás e sentindo os poucos músculos do abdômen de Louis roçarem sua glande, molhando a malha fina da camiseta do nerdzinho e aumentando os movimentos, ficando cada vez mais rapidinho ao que sentia Louis respingar e sentir seu pré-semen em todo seu cuzinho, mesmo com tanto tecido. Seu próprio pênis estocando e esfregando por cima do abdomen contraído e delicioso.
—Essa será a primeira vez, amor. Quero fazer muito mais com você, vampirinho. Não estamos nem perto de acabar. —Levou a própria mão para a sua cabecinha inchada, levantando a camiseta de Tomlinson para acariciar a pontinha melada nos gominhos enquanto se esfregava mais forte, rebolando como uma maldita putinha. Com a outra mão, largou de apertar as bochechas vermelhinhas do mais novo, descendo a ponta das unhas por seu pescoço e simulando apertar o pescoço bonito, o segurando levemente para testar o limite do garoto. —Goza gostosinho pra’ mim, gatinho- oh porra. — Revirou os olhos com o gemido muito mais escandaloso dos que Tomlinson estava soltando, o sentindo esporrar em toda cueca apenas com os dois se esfregando gostosinho.
— Porra, porra, porra, O-oh Hazz. —Abria a boquinha bonita, sem vergonha de soltar sons deliciosos com o garoto gostoso o dando prazer.
Ele praticamente se sentia no paraíso.
— Gozou tão rapidinho, amor. — Harry se sentou para trás, em cima das coxas grossas e torneadas de Tomlinson. O pau durinho ainda dentro da calcinha apertada naquele ponto e sentindo a renda arranhar sua cabecinha deliciosamente.
Passava a palma da mão em cima do membro ainda duro do moreno, olhando pra bagunça que tinha em sua calça e ansioso para finalmente tirar aquele tecido que atrapalhava sua visão.
Apertou o caralho grosso e pulsante, mal fechando a palma em torno dele e levantando o olhar novamente para encara-lo com as pupilas dilatadas. Lambendo os dentes superiores com a pontinha da língua e sorrindo maior do que já fez ao mostrar suas presas aparecendo, igualmente as de Tomlinson, apesar de bem mais afiadas e grandes do que do universitário, arrancando um suspiro surpreso do outro.
— Harry. Você também… — Suspirou pesado, torcendo a sobrancelha grossa e sentindo o pênis voltar a endurecer, mesmo que sensivelzinho por ter gozado vergonhosamente rápido.
— Foi um garoto tão bom me obedecendo, Lou. Nem preciso te estimular para ficar durinho pra mim novamente, não é? Já está latejando na minha mão, gatinho, tão obediente. Bom menino. —O apertou mais fortemente, quase próximo de o machucar mas ao observar as expressões do moreno, percebeu que ele amava a dorzinha tanto quanto ele. — Deixa seu pau livre pro seu Harry, meu bem. Quero te mamar agora, mhm?
E Tomlinson então, tão rápido como sentiu a mãozinha de Styles o apertando deliciosamente, sentiu o contato se dissipar, não largando o olhar dos movimentos delirantes do cacheado e a forma bonita que ele conseguia performar cada passo que dava.
Descendo a calça e a boxer até o meio das coxas, o suficiente para sentir o peso do caralho longo encostar em seu umbigo por cima da camiseta e expor suas bolas inchadas, ansioso para o que viria a seguir.
Styles se levantou, virando de costas para o moreno parcialmente deitado na sua cama ainda, puxando a camiseta de gola alta por sua cabeça e bagunçando um pouco mais seus cachos chocolate que retirou o elástico o prendendo, e expondo a cintura delineadinha de costas.
As unhas lilás rodeando a barra da calça e descendo ela lentamente pelos quadris e coxas grossinhas enquanto virava o pescoço e olhava para o membro grosso e arrocheado de Louis por cima dos ombros, empinando para trás ao descer o tecido por seu bumbum em exibir a calcinha fininha que mal cobria seu cuzinho piscante para o calouro.
Sentiu o buraquinho contrair quando observava o moreno de canto rodear o próprio pau com a mão, punhetando o caralho devagarinho e gemendo baixinho pela visão gostosa do cacheado empinadinho na sua direção, não largando os olhos do cuzinho apertado e sentindo que poderia gozar novamente apenas observando o cacheado assim, como um maldito punheteiro.
—Vai gozar tão gostoso dentro de mim, não é, Lou? Vai esporrar todinho dentro de mim e vai durar bastante quando eu sentar forte em você. — Passou a calça finalmente pelas suas canelas, andando para a pequena mesinha próxima a cama e retirando um vibrador grande de dentro, para voltar a cama e joga-la ao lado de Louis, o vendo arregalar os olhos com o brinquedinho.
Mas o dildo grosso do seu lado no lençol não seria nada obsceno comparado com a visão de Harry caminhando e rebolando os quadris para ele, ainda vestido naquela maldita calcinha. O pau de Styles esturricado dentro da renda com pequenos desenhos de corações por toda ela e que mal conseguia cobrir sua protuberância em um volume delicioso, aumentando o movimento preguiçoso da punheta que Tomlinson fazia unicamente para o cacheado.
E porra, Louis tem certeza que poderia observar o garoto por toda eternidade.
Harry chegou finalmente pertinho dele, mordendo o lábio inferior de um jeito safadinho e deixando alguns filetes de de sangue escorrerem pelo seu queixo ao que suas presas machucavam ali, deliciosamente.
A coxas grossas bateram no box acolchoado novamente, posicionado entre as pernas grossas de Louis que estavam abertas, o fazendo parar a punheta imediatamente, observando os movimentos do cacheadinho.
—Vem mais pra pontinha da cama, Lou. Quero te mamar gostoso. Quer isso?
—Porra, sim. — Engoliu em seco, obedecendo o garoto bonito prontamente e disposto a fazer absolutamente qualquer coisinha que ele quisesse fazer a partir do momento que seus olhares se cruzaram.
A mão quentinha do cacheado circulou o membro espesso de Tomlinson, agora, devidamente sem qualquer peça o impedindo.
Sentindo a boquinha salivar com a espessura e as veias grossas e pulsantes com o pouquinho toque. O caralho tão duro como se estivesse para gozar pela primeira vez e não tivesse feito isso anteriormente.
Começou com movimentos delicadinhos, punhetando o membro grosso quando se ajoelhou no chão, empinando bem a bunda gorda e lambendo os filetinhos de sangue que escorriam dos próprios lábios, desviando o olhar de Louis que tinha as pupilas dilatadas e bonitas em sua direção para focar unicamente no cacete.
Observava o jeitinho que a cabecinha do pênis inchado ficava esporadicamente mais rubra em um vermelho escuro e sentindo saliva descer pelo seu queixo. A glande sumindo deliciosamente na punheta e deixando o prepúcio completamente coberto e voltando a mostrar a fenda jorrando uma quantidade grande de pré-porra.
—Quer que eu te chupe, Lou? —Apertou o punho em volta da grossura gostosa. Girando o pulso e continuando a masturbação preguiçosa, acompanhando os gemidos manhosos que saíam da boca fininha de Tomlinson que acenou freneticamente para a pergunta.
—Implora, caralho. — Parou abruptamente com a punheta, s0ltando o membro e sentindo o seu próprio pingar enquanto apertava as coxas grossinhas, com os joelhos um pouquinho doloridos por cima do tapete felpudo. Recolheu com a pontinha do polegar a lubrificação do vampirinho, levando para seu próprio pau esturricado no meio das coxas e provocando a cabecinha sensível, enquanto o olhava esperando que Louis o obedecesse.
— Por favor, por favor, por favor, Harry. Por favor, eu- oh. Harry eu quero sua b-boca, por favor.
— Assim que eu gosto, gatinho. — Sorriu ladino para o moreno, esticando a língua e voltando a fechar a mão em volta da grossura. Deixando um pouquinho da saliva acumulada pingar em cima da fenda melada e escorrer pelos lados do membro e suas bolas. Com lambidinhas de gatinho na ponta grossa, o gosto salgado tomando conta do seu paladar e gemendo manhosinho na cabecinha inchada somente em sentir a grossura do homem e como ele gemia desesperado, soltando muxoxos desconexos e desesperado para sentir o aperto quente da boca de Styles.
Harry percebeu que o garoto não duraria tanto com as suas provocações, tomando início de rodear a cabeça grossa inteira nos lábios cheinhos, espalmando as mãos nas coxas de Louis e gemendo em seu caralho quando sentiu os pelinhos finos de Tomlinson se arrepiarem com a boquinha quente e apertada em volta dele.
O cacheadinho apertava cada vez mais forte o cuzinho pulsante, querendo se acabar no membro de Louis o mais rápido possível, mas tão tão satisfeito de ter Tomlinson se acabando de gemer com pouco tempo que o colocou na sua boca quentinha e apertada.
Os lábios grossinhos tentavam ao máximo proteger as presas para que não o machucasse naquele momento. As unhas se agarrando nas coxas do moreno enquanto seus movimentos com a boca aumentavam. Lambendo e mamando Louis, com a cabeça se movimentando para cima e baixo. Gemia manhosinho na pontinha do caralho pulsante na sua boca.
—H-harry, eu, cacete, gatinho. —O moreno gemia mais audível do que havia feito, e suspeitava que naquele ponto sua garganta arranharia na manhã seguinte, mas Harry não parecia se importar nem um pouquinho com os sons altos. Ele amava um homem gostoso gemendo daquele jeitinho pra ele. —Eu vou gozar, eu, mhm.
As presas de Styles ficaram mais aparente do que estavam antes, de quando estava tentando esconder, levando o calouro ao limite com as pontinhas dos dentes afiados arranhando sua carne grossa e sensível.
Sentiu os músculos das coxas sob suas palmas endurecerem, percebendo que o moreninho realmente estava pertinho de gozar.
Tirou o membro babado da boca inchadinha e quase tão rubra quando o caralho delicioso de Tomlinson com um barulho audível, em uma linha fininha da sua saliva ainda conectando sua língua habilidosa na cabecinha gorda, quando usou uma das mãos para o rodear novamente e apertar a fenda da cabecinha com força, o impedindo de esporrar novamente.
—Shhh, gatinho. Você não vai gozar agora, mhm? Vai esporrar só quando estiver dentro do meu buraquinho, meu bem. —Apertou o polegar mais firmemente, observando o membro se tornar um tom arroxeado e gemendo juntamente com Tomlinson ao que levou a pontinha da língua para lamber os filetes de sangue que escorreram dos arranhões que saiam da coxa de Louis. Aumentando suas pupilas dilatadas e sorrindo ao que o caralho pulsou mais firmemente na sua palma, o soltando rapidamente para perder o contato.
— Você não vai se tocar. – Ordenou.
Styles se levantou de onde estava ajoelhado, sentindo os joelhos avermelhados e doloridinhos. Subiu devagarinho em cima do moreno, de quatro e engatinhando em sua direção. A palma da mão molhadinha empurrou o peitoral de Louis comprimido e contraído por ter sido impedido de gozar, o forçando para que se deitasse completamente na cama.
O cacheadinho então se sentou em cima do quadril do outro, sentindo seu próprio membro durinho e negligenciado se esfregar deliciosamente e delicado sob o membro do outro, se empinando um pouquinho para que aproximasse seus rostos mais uma vez. As duas mãos, desta vez, acariciando a barba ralinha de Tomlinson, delineando com carinho o rosto avermelhado por se segurar tanto, deixando selinhos delicados sob os lábios fininhos e machucados enquanto era igualmente retribuído. Iniciando mais um beijo calmo, para que Louis regulasse a respiração enquanto esfregavam as línguas lentamente.
Tomlinson finalmente tomando coragem de segurar e acariciar os cachos suados de Styles em um carinho delicado, movimentando suas cabeças de um lado para o outro e deixando Harry chupar a pontinha da sua língua em um certo ponto, com selinhos estalados entre os beijos cortados e calminhos, gemendo extremamente manhoso com o garoto empinadinho em cima dele.
— Está sendo um garoto tão bonzinho para mim, Lou. É meu bom garoto, não é? —Apertou os fiozinhos da sua nuca, os cabelos castanhos e escorridos ainda suados como seu pescoço, sentindo a respiração do moreno se regular um pouco mais, apesar do membro arroxeado e sem qualquer toque ali continuar pingando, com um olhar pidão é completamente submisso.
— Sim, sim, eu sou seu bom garoto, Hazz.
— Uhum, você é, meu vampirinho. Quero sentar bem gostosinho no seu caralho, Lou. Você quer?
— Sim sim, hmpf, por favor. —Deixou um selinho novamente, carente dos toques do cacheadinho e finalmente quebrando o contato de olhar os olhos bonitos e verdinhos do garoto quando o observou de canto Harry recolher o vibrador esquecido ao lado deles na cama e o lançar um olharzinho inocente, deixando Tomlinson sem imaginar qual seria seu próximo passo para prosseguir com aquilo.
— Sei que vai gozar rapidinho quando eu sentar em você, Lou. Mas vai me deixar usar seu pau como brinquedinho pra mim. Não é?
— Eu sou seu. Faço o que você quiser. —Soltou uma lufada forte de ar quando via o mais velho delinear o vibrador com a pontinha dos dedos, torcendo as sobrancelhas curioso sobre o que Harry faria ali.
Sem perder mais um minuto, Harry segurou o membro inchado de Tomlinson com a outra mão assim que largou o toque em suas bochechas fundas. Rodeando a cabecinha no seu cuzinho pulsante ao levantar o quadril mais que necessariamente costumava fazer pelo tamanho do mais novo, introduzindo e sentando no cacete e Louis de uma vez.
O pescoço branquinho e leitoso jogado para trás, junto com seus cachos bagunçadinhos e formando um biquinho ao gemer escandaloso como era, pela grossura dentro do seu cuzinho tão apertadinho.
— Caralho, Harry. Que cuzinho gostoso. Mhm. — Louis apertava as sobrancelhas apertando os dentes afiadinhos com o olhar grudado no pau meladinho de Harry roçando em seu abdômen contraído. Ainda segurando o vibrador grossinho com a outra mão branquinha enquanto mantinha a palma espalmada sob o peitoral de Tomlinson, sentando com força no caralho grosso.
Subia as coxas grossinhas e descia sentando forte sob as bolhas inchadas e prestes a gozar de Tomlinson, contraindo o buraquinho guloso e rebolando em círculos lentamente. Gemia escandaloso com o tamanho e grossura do calouro, mas tão ansioso por mais, porque sabia que aguentaria e levaria Louis igualmente a loucura, que não deixava de intercalar os olhos azuis brilhantes da cabecinha inchada e rosadinha pingando sob seu umbigo; as sentadas gostosas do cacheadinho, observando o jeito que seu caralho entrava quase explodindo de prazer no cuzinho apertado e era esmagado pelas paredes quentinhas; e a outra mão de Harry ainda segurando o vibrador grosso, quase como se o provocasse a pensar o que fariam com aquilo.
— Q-que boquinha afiada, amor. Mhm. Seu caralho me come tão bem. — Circulou o quadril, com um grito e soluço engasgado ao que sentiu a cabeça gorda apertar no seu pontinho sensível quando finalmente o achou e se levando ao limite. Contraindo tão mais forte que havia feito antes e arranhando o peitoral magro do moreno, arrancando filetinhos de sangue dele. Observou o abdômen dele se contrair sob seu próprio pau negligenciado, sorrindo pequenininho entre os gemidinhos.
—Vai gozar pra mim, gatinho?
— Eu OH. Porra, Harry. M-me desculpa, eu não v-vou aguentar.
— Vai gozar tão rapidinho, não é? — Tomlinson acenava freneticamente para a pergunta de Styles, completamente submisso para qualquer coisa que o outro vampiro quisesse fazer com ele. Absolutamente qualquer coisa.
E Harry estava feliz em testar todos os limites possíveis do moreno. Ele ama um nerdzinho sob a palma da sua mão.
Mas então o mundo de Louis desabou.
Harry saiu rapidamente do seu colo ao que os gemidos se tornavam mais grossos e as veias grossas de Tomlinson ficavam mais estufadas ao que estava pertinho de gozar.
Levantou os joelhos, sentindo o membro grosso deslizar para fora do seu cuzinho e despencar na própria barriga de Louis sob a poça de pré-porra que Styles havia deixado ali.
O polegar do cacheadinho rodeou a cabecinha de Louis novamente, apertando a fenda com firmeza e rindo sarcástico com o desespero do moreno em baixo de si.
— Não, não, não, não. Por favor, n-não. —Apertou os dedos no lençol bagunçado, levantando o tronco um pouco e revirando os olhos brilhantes pelas lágrimas que ameaçavam cair, retorcendo o rosto magro por ter sido impedido de gozar mais uma vez.
— Shhh, gatinho. Você vai gozar em mim. Mas quero você esporrando bem forte no meu cuzinho, sim?
Louis engoliu em seco, tentando controlar a respiração aos poucos e acenando para o cacheadinho.
— Bom garoto. Agora deita. — Harry comandou, e sendo obedecido prontamente enquanto finalmente levava o vibrador em frente ao seu corpo, soltando o polegar da glande de Louis no pau arroxeado e inchadinho, ligando o brinquedinho para brincar e massagear a própria glande. Sentado sob as coxas grossas de Tomlinson e sentindo crescer as presas ao lado dos seus dentinhos de coelho. Gemendo dengosinho e formando um biquinho por finalmente ter algum estímulo no pau negligenciado, mas que não durou muito porque seu objetivo era outro. —Está mais calmo, Lou?
—Uhum. —Respondeu preguiçosamente, lambendo os filetes de sangue da sua boca machucada e se deliciando com o gosto no seu paladar.
Styles ligou o vibrador do dildo, apertando um pouquinho sob a sua fenda meladinha e gemendo manhoso enquanto buscava o membro de Louis com a outra mão, voltando a enfiar no seu cuzinho, sentando lentamente nele e contraindo o buraquinho em volta dele.
Tirou o vibrador do próprio pau durinho, se deixando cair sob o abdômen do calouro novamente e se empinando ao espalmar a mão no peitoral de Louis novamente. Subindo um pouquinho mais a mão para perto do pescoço bronzeadinho e levando o brinquedo grosso, mesmo que não tanto quando o caralho de Tomlinson, para perto do seu buraquinho, introduzindo de uma forma grosseira e gritando um gemido engasgado ao que sentiu o cuzinho dilatado por ser rasgado pelos dois ao mesmo tempo, sem qualquer preparação, se deliciando com a dor.
O gemido que acompanhou o grito delicioso de Louis, arregalando os olhos em estado de choque com a sensação deliciosa de dividir o espaço apertadinho com o brinquedo e sentir a vibração por toda sua extensão negligenciada.
— Pode gozar quando q-quiser, mhm, Lou. — Arranhou o pescoço bronzeado com a pontinha das unhas pintadas, ainda empinadinho para que pudesse enfiar o dildo no próprio buraquinho tão tão tão aberto e gulosinho.
Tomlinson gritou mais um gemido engasgado, soltando lágrimas pelos olhos brilhantes e as sobrancelhas apertadinhas ao esporrar jatos grossos imediatamente, como um cachorrinho que obedece os comandos do seu dono.
E seu dono era completamente Harry.
A visão se tornando turva enquanto esporrava pelo que pareciam horas a fio, sem parar um segundo sequer e tornando o buraquinho do cacheado em uma bagunça melada, facilitando o deslizar do vibrador que Harry socava forte e gritava gemendo para ele também.
— M-mas eu só vou parar quando eu gozar no seu abdômen t-todinho Oh, Lou. Mhm. —Sorriu sapeca, soluçando os gemidos e se empinando mais, se possível, em cima do moreno quando sentia o caralho dele continuar duro apesar de ter acabado de gozar e sentindo melar ainda mais sua barriga com a expressão desesperada de Louis, ao que ele aumentou os movimentos do vibrador e rebolava mais forte em seu colo.
— Ha-Harry, p-para. E-eu não vou oh, caralho. — Gemeu entre-cortado, revirando os olhos ensopado de lágrimas. —Eu não vou a-aguentar. Por favor.
— Shh, gatinho. Eu tô’ quase vindo, o-oh. —Apertou o cuzinho mais forte ao redor dele, babando por todo seu queixo ao sentir os dois o rasgando completamente em uma dor extremamente deliciosa, sentindo ser deliciosamente arrombado. Mas deu uma risadinha sarcástica quando sentia o desespero de Tomlinson. — Como tem coragem de dizer que não vai aguentar se é você quem está me comendo, Lou? Olha como você está empurrando seu caralho no meu cuzinho. Mhm, porra, que delicia.
— Harry, Harry, Harry. Caralho. — Gemeu, a garganta rasgando por tanto estímulo no pau sensível, sentindo Harry se deitar um pouco mais em cima dele e rodear sua traqueia completamente, desta vez com a mão que antes estava em seu peitoral, ao mesmo tempo que sentava mais forte sob suas bolas doloridas, o enforcando e fazendo de um jeitinho que Tomlinson nunca imaginou sentir quando sua visão escureceu com a respiração cortada pela forma que o cacheadinho o enforcava. Gozando mais uma vez e esporrando pouquinhos jatos dentro do cacheado juntamente com Harry, completamente super estimulado pelo pau sensível, enquanto contraia o cuzinho e gozava pela primeira vez, ambos juntos e sensíveis.
Harry parou com os movimentos aos pouquinhos, soltando o pescoço de Tomlinson e o deixando respirar finalmente. Retirou o brinquedinho de dentro dele, jogando em qualquer canto da cama e saindo devagarinho de cima do pau do calouro, observando admirado como Louis parecia tão acabadinho em baixo dele.
Buscou uma das mãos de Louis, que continuava obedientemente espalmadas no colchão, juntando dois dedos dele e levando para o seu cuzinho, enfiando devagarinho para manter a porra grossa dentro dele.
Se deitou sobre o corpo de Louis delicadamente, ainda mantendo os dois dedos tatuados e grossinhos de Tomlinson dentro do seu buraquinho, controlando a respiração juntamente com ele.
— Respira fundo pra mim, gatinho. —Deixou beijinhos delicados no pescoço vermelhinho, subindo para seus lábios fininhos em um selinho carinhoso. — Estou aqui, mhm?
— Caralho, Harry. —A voz saiu fininha através da garganta arranhada, soltando um sorriso completamente satisfeito quando conseguiu finalmente controlar a respiração e sentindo toda sua porra na pontinha dos dedos dentro do buraquinho do cacheado.
—E dizem que vampiros são imortais, Lou. Espero que tenha gostado. Quero sentar no seu pau gostoso pelo resto da nossa eternidade.
oioi, amores! Me sigam o que acharam e me perdoem qualquer errinho de escrita. Estou um tiquinho insegura pois me sinto enferrujada em escrever, mas me digam por favorzinho o que acharam! Aceito sempre críticas construtivas e ideias do que gostariam que eu escrevesse!! Amo vocês, mwa mwa 💋💋