Oii! Essa não é minha conta principal, mas estarei interagindo mais com o fandom nessa aqui, porque a outra é uma bagunça. Então se chegar notificação de @luxcandy é a minha outra conta.
Letterboxd
SOBRE MINHA ESCRITA:
Escrevo exclusivamente com o cast de lsdln, sendo com mais frequência o Felipe Otaño, mas também tenho hiperfoco em algum específico por certo tempo😛No entanto, os principais são o Esteban, Enzo, Fernando e Della Corte.
Escrevo as ideias somente de acordo com a minha vontade e fantasias, então se mandar algo que não gosto, irei ignorar🧍♂️vale o mesmo para tópicos problemáticos.
Estou em um hiatus de escrever então conteúdo novo está meio escasso.
Conteúdo +18! Por favor, não interagir se for menor de idade.
Todas as publicações são fem!reader.
Não autorizo que postem nenhuma das minhas escritas em outras plataformas!
Também sou fluente em espanhol e inglês caso alguma gringa queira interagir! (I also speak fluently English and Spanish so if you don't speak my language, feel free to send anything)
rereading my own writing is just a constant fluctuation between “damn, girl, you wrote this? (affectionate)” and “damn, girl, you wrote this? (derogatory)”
[✶] wagner como seu professor (e como algo a mais também…)
– age gap não especificado (os dois são maiores de idade), wagner!professor (de faculdade), degradação, sugestivo
wagner odeia te comer com pressa. comer não, fazer amor.
ele normalmente faz amor com você, fora do local de trabalho dele e quando você não inventa de irrita-lo quando o humor dele já não estava muito bom.
mas só pelo fato de você ter conseguido acabar com o último fio de paciência que ele tem os toques não são mais tão gentis. ele se aproxima te cercando contra uma parede.
“você não consegue ficar sem encher a porra do meu saco por um dia não, hein?” ele questiona frustrado. “tá choramingando porquê?” e quando um murmúrio sobre ‘notas’ e ‘injustiça’ saem da sua boca ele suspira, tentando se recompor.
“eu disse que nada ia mudar só por que eu tô te comendo.” ele nota você abrindo a boca. “eu não faço essa porra, eu avisei. se quiser passar na minha matéria vai ter que estudar.”
você fecha a cara, determinada a causar uma reação.
“então pra que caralhos eu tô dando pra você? pra nada? sendo que eu poderia dar pra qualquer um? porra, vai se fuder!” ele franze as sobrancelhas incrédulo com a sua audácia.
“tu quer saber porquê, é? porque tu é uma piranha. porque eu fodo bem e sou o único que aguenta os teus showzinhos. quer razão melhor?” a mão grande se firma nas suas bochechas, aperta até abrir um espacinho. te olha com certa superioridade e cospe na sua boca, de forma desumanizante. “só eu consigo te tratar como a cachorra que você é. agora você vai parar de gracinha ou eu vou ter que calar a sua boca com o meu pau?”
poderiam ter esperado, não é como se fossem morrer se não tocarem um ao outro por mais de vinte e quatro horas. Poderiam, simplesmente, começar o dia com um simples selinho e sentar à mesa pro café. Poderiam — mas não o fizeram. A toalha de fundo escuro cobre o lençol clarinho da cama, a persiana densa deixa o quarto abafado.
“vem cá”, você escuta o homem te chamando e acata. Está na pontinha dos pés para alcançar a boca dele, deixar os lábios se tocarem. O beijo é suave, encaixado, a sua língua perpassa por cima da outra. A saliva acumulada deixa tudo tão molhadinho que você nota um pouco escorrer. Ele só queria te dar um beijinho, um tapa na bochecha que te deixa atordoada e logo fala, “deita, abre a perna”, enquanto rasga o preservativo. desliza pela ereção até se proteger, ajoelhando-se na beirada da cama. A sua panturrilha descansa no ombro masculino.
a pontinha mira na entrada, força um bocadinho pra dentro, porém arrasta-se dali até o monte de vênus. Teria reclamado do rastro úmido e rubro se já não fosse um consenso que qualquer bagunça seria resolvida debaixo do chuveiro em breve, então apenas aceita o pau pesando, quente, no seu baixo ventre, feito marcasse território. Pequeninha sob a sombra dele, deitada na cama. Ele te olha com um sorriso de canto, deixa um beijo no seu joelho, quando finalmente empurra pra dentro. Nesse instante, você jura, nunca sentiu entrando com tanta intensidade. Sente mais, muito mais. A bucetinha sensível parece ter dificuldade pra acomodá-lo, num incômodo tão gostosinho que engolir o gemido é impossível.
te completa, abarrota. O corpo dolorido recebe tudo com ainda mais umidade e calor, latejante. “Tão quentinha...”, ele começa a meter devagarinho, indo e vindo, “gostosa.”
você guia as mãos dele pros seus seios inchados. Gosta da sensação reconfortante de como a palma aparenta aliviar a angústia do peso e dos bicos durinhos. Fecha os olhos, se entrega à sensação aflorada, como ele acerta deliciosamente uma região prazerosa dentro de ti. Leva o indicador até o próprio clitóris, massageia.
ele gosta do que vê: seus lábios entreabertos, o cenho se franzindo, enquanto se masturba. É estímulo o suficiente pra acelerar o ritmo, preencher o quarto com o som de pele com pele. Você sincroniza os ritmos, cada vez mais próxima do clímax. Abre os olhinhos para encará-lo, com aquela carinha de coitada, como se não curtisse ser amassada logo pela manhã dessa forma. O homem não resiste, uma das mãos abandona o seu seio para rodear o pescoço. E aí, poxa, quem não consegue mais aguentar é você... Automaticamente, o tesão ameaça transbordar, só te dá tempo de avisar vou gozar, okay?, com a voz docinha. “Vai, goza pra mim”, é alucinante ouvir a voz rouca murmurando palavras sujas ao passo que o orgasmo te domina, “goza com o meu pau dentro de você, te comendo. Hm? Tá pertinho, tá? É agora?”, ao que você faz que sim, mordendo o lábio, angustiando, “Isso, vem, deixa eu sentir essa buceta apertando o meu pau... Isso, linda, assim...”
ᡣ𐭩 ─ notas da autora: oioi meus aneizinhos de saturno, como vão? espero que gostem viu? se cuidem e bebam água, um beijo. 😽💌
Enzo somente ficou encarando de lado a sua mulher o dia todo. S/n por outro lado não conseguia mas notar a semelhança entre seu namroado e um homem que viu na Internet.
Assim que a noite chegou e o casal jantou, subiu para o quarto, tomaram banho ─ primeiro Enzo e depois a brasileira ─ e vestiram para dormir, Vogrincic se deitou primeiro e já se cobriu, virando para o canto e mantendo uma certa distância de S/n.
─ Oh amor… ─ A garota fala tentando não rir e se aconchega atrás do mais velho, sendo a conchinha maior. ─ Tu ficou assim só porque eu falei que você parece o Palhaço Rolinha?
Enzo encara sua mulher pelo ombro e se deita novamente com a cabeça no travesseiro. A brasileira umedeceu seus lábios, abraçando o uruguaio e com isso fez os pelos do corpo dele se arrepiarem.
─ Enzo… Fala comigo, amor. ─ Ela diz com falsa manha e balança o ombro uruguaio para frente e para trás.
─ Rolinha, S/n… Rolinha! ─ Vogrincic se vira de barriga pra cima e olha indignado para sua garota enquanto cruza os braços. S/n só o olha com gozação e tenta não rir. ─ Gostava mais quando você me chamava de Ayrton Senna uruguaio ou Réplica de Adam Driver… ─ Enzo conversa e solta um arzinho pelo nariz, ainda sério.
─ Mas veja pelo lado bom, mi vida, a lista de apelidos só aumentou! E a partir de hoje você é meu Rolinha uruguaio também. ─ A brasileira não se aguenta e começa a rir de sua própria frase.
Enzo não tardou em puxar ela para cima de seu colo, deixando uma perna de cada lado e segura firme na cintura dela.
A risada de S/n para na hora e quando ela olha para Enzo, nota que ele tem o semblante fechado, seus olhos estão escuros e sua boca fechada.
─ Parece que eu vou ter que te mostrar a tal “Rolinha” de novo, não é? ─ Ele pergunta se senta na cama ainda com S/n em seu colo.
Parece que a certa comparação deixou Enzo Vogrincic irritado, não é mesmo?
ᡣ𐭩 ─ notas da autora: oioi meus aneizinhos de saturno, quanto tempo 😭😭😭 como vocês estão? resolvi tomar vergonha na cara e terminar de postar meus imagines aqui 😝 espero que gostem viu? se cuidem e bebam água, um beijo. 😽💌
S/n sorria contente consigo mesma quando se deu conta que as aulas de canto e violão estavam fazendo efeito.
Sentada no puff que tinha comprado para colocar no quarto mas acabou colocando na varanda da sala, a garota tocava Mania de Você, música de Rita Lee, sorrindo e com os olhos fixos nas cordas do instrumento, com medo de errar os acordes.
─ Meu bem, você me dá água na boca. Vestindo fantasias, tirando a roupa molhada de suor de tanto a gente se beijar. De tanto imaginar loucuras. A gente faz amor por telepatia no chão, no mar, na lua, na melodia. Mania de você de tanto a gente se beijar, de tanto imaginar loucuras… ─ S/n cantava baixinho enquanto balançava seu corpo suavemente para os lados.
Enzo, que estava na cozinha preparando chá de hortelã, foi para a sacada segurando as xícaras, mas não chamou pela sua garota. Ele esperou a mesma terminar de cantar a tal música.
Quando o último acorde ecoou naquela varanda, S/n mordeu os lábios, animada e colocou o violão no suporte do chão.
─ Sua voz é tão linda em português. ─ Vogrincic se aproxima sorrindo e a brasileira vira para o lado, se deparando com o uruguaio estendendo a xícara para ela.
─ Oh, meu amor, obrigada. ─ S/n fala em português e sorri, levando uma mão no peito, agradecendo, e a outra até a xícara.
A mulher sai do meio do puff e se senta mais para o lado, dando duas batidinhas no lugar vazio.
Enzo comprime os lábios e se senta ao lado de sua namorada.
─ Sabe, eu estou amando ter você na minha vida, chiquita. Apesar da nossa diferença de idade, nossas manias e diferenças, eu te amo e quero passar todos os meus dias ao seu lado. ─ Confessa o mais velho deitando sua cabeça no ombro de sua mulher.
A garota não responde na hora pois ─ se conhecendo bem ─ sabia que iria chorar. Enzo não é o tipo de cara que sai fazendo declarações de amor à torto e a direita. Ele gosta de fazer declarações ─ ao ver dele ─ no momento certo porque sabe que sua namorada vai ficar relembrando as frases ditas e sorrindo boba durante o dia. E, olha… Como ele ama o sorriso dessa brasileira…
─ Eu te amo também, Enzo. E tenho certeza que os dias ao seu lado são os melhores da minha vida. ─ S/n levou a xícara até os lábios e apreciou o gosto não tão quente do chá, fechando seus olhos e encostando sua cabeça na do mais velho.
E em silêncio o casal latino ficou ali por alguns minutos, aproveitando aquele dia incrível em Montevidéu, até que Enzo, repentinamente, pediu para sua garota tocar uma para ele.
E eu nem tô falando de tocar uma música no violão...
⠀⠀ ⠀𝓅. 𝑛𝑒𝑟𝑑𝑦 boyfriend alert ! ⚠︎ 🗒 as posições favoritas dele... have you ever tried this one? ࣪ ָ 𖦹 ۪ headcannon, sexo sem menção à proteção (se protejam, lobas!). Não revisado !⠀· ⠀ׁ⠀ 잃 𐬹 ۫ ۪
⠀⠀
· ❛ (❥) um clássico é um clássico por algum motivo, certo? Então, ir no padrão às vezes vale a pena. Ele ama um bom papai e mamãe. Poderia listar os motivos pra você, contando cada um no dedo e explicando cada detalhe. Pode te ver, assistir suas expressões de prazer. Ver todo o seu corpo, principalmente os seios, onde as mãozinhas ou a boca sempre acabam parando. Quando fode mais rápido, seu corpo todo treme e é uma gracinha de ver. Se se inclina sobre ti, podem se beijar enquanto ele tá bem fundo... Só benefícios. Desse jeito, o bom e velho contato visual não é quebrado nunca. Em qual outra posição poderia flagrá-lo lançando um beijinho no ar pra você pegar? Fofo. E dá pra dar uma variada: você pode abrir mais as pernas, escorar as panturrilhas nos ombros dele. Não apenas ele em cima de ti na cama, mas você na beirada com um travesseiro na lombar, daquele jeitinho perfeito pra meter.
· ❛ (❥) que ele é bobo por peitos já está bem claro, mas pode se tornar um amante da sua bunda também quanto mais variarem o famoso de quatro. É algo que vai crescendo aos poucos, sabe? Começa a reparar mais nas suas costas, a correr as mãos num carinho, quando está sentada no colo dele. Depois, a palma começa a ganhar mais confiança com as carícias mais embaixo. Está em pé do lado da mesa dele, falando sobre algo no computador, e a mão está na sua bunda, acariciando; deitados na cama, sua cabeça no peito dele, e a mão acariciando. A visão é tentadora, tanto que vai pedir pra você continuar de bruços, “empina um pouquinho”, orienta, puxando seu quadril levemente pra cima, só para que ele possa se encaixar. E por mais cansativa que a posição possa ser, funciona como um portal para que você esteja cada vez mais empinada até estar completamente de quatro na cama.
e as coisas parecem escalar rápido, né? Facilmente as suas mãos podem ser seguradas nas suas costas, seu rosto pressionado no travesseiro, ele dá aquele impulso, metendo mais rápido, mas logo se recompõe, “tudo bem, amor?”, beijando o seu pescoço, com carinha de coitado, com medo de machucar a sua bucetinha♡
· ❛ (❥) se voltamos à preferência por olhar nos seus olhos, a lotus é uma opção pertinente. Você pode já ter colocado o vestido, se ajeitado, ele vai te encarar com o rostinho triste, de quem quer mais. Ergue a mão na sua direção, “vem cá”, te chamando não só pra sentar no colo dele. Tira a sua calcinha, te ajuda a se encaixar. É aquela última, pra se despedirem. Não importa se não vão gozar, é só pra te sentir de novo...
· ❛ (❥) a preferência aparenta se aplicar a todas as situações. Se estão deitados, vai segurar na sua coxa e erguê-la o suficiente pra poder se colocar pra dentro. Parece que toda oportunidade em que está te encarando é perfeita pra meter.
oi, gente! A partir das 00h do dia 31, estarei iniciando a postagem do kinktober. Serão 24 smuts de variados tamanhos. Espero que gostem e happy halloween!
00:00 Anal - Felipe Otaño
01:00 Dupla penetração - Esteban Kukuriczka e Enzo Vogrincic
corrigi umas ideias que eu não gostava mais e vou tentar escrever pelo menos um blurbzinho desses que faltam
e tbm deixarei como referência aqui pra quem é novo no blog! mesmo quase um ano parada ainda tem gnt que começa a me seguir todo dia então pode ser meio confuso eu soltar uns bagulhos antigos kkkkk
avisos: reader!modelo, nerd!pipe, dubcon, stalking, mini dark romance, masturbação masculina, pipe sendo patético não ironicamente.
nota: recomendo escutarem persiana americana do soda estereo🫶 óbvio que eu não compactuo com nada disso, tudo em prol da ficção.
Não era a culpa dele que tinham tantas coincidências, não mesmo. Ele repetia como uma oração na própria mente os motivos de não ser esquisito ele saber quase tudo sobre você enquanto provavelmente você nem o reconheceria na rua.
Você veio diretamente de um sonho molhado. Era perfeita em todos os sentidos e diferente de todas as modelos mimadas e fúteis. Você era inteligente, engraçada, gentil e acima de tudo isso, era incrivelmente linda. Linda de uma forma que quase não parecia real. Os cabelos sedosos livres ao vento, complementando seu rosto angelical com feições marcantes e corpo escultural que ele tinha vontade de fazer coisas que o deixavam extremamente corado. Mas a sua característica que mais o encantava e o prendia eram os seus olhos. Brilhantes, inocentes e contraditoriamente transmitiam uma áurea de mistério, quase como um ser mitológico que o deixava inquieto para ser o único a desvendar todos os seus segredos.
Te viu pela primeira em um anúncio que era seu primeiro trabalho com a revista que ele era um mero design de web. Ainda se lembra do arrepio que sentiu ao ver seu corpo perfeito em uma lingerie delicada. Desde então ficou completamente fascinado pela sua existência, buscando em todas as fontes possíveis quaquer informação sua e descobriu muitas coisas até fatos sobre de você onde era e todo o histórico da sua escolaridade. Ele não chamaria de obsessão. Ele estava interessado em você e, logo, não conseguia conter os instintos protetores que vinham junto com a paixão.
Ah, como ele fantasiava com o dia que você finalmente notasse que ele era o homem perfeito para ti. Todos os dias Pipe te seguia até sua casa e onde quer que fosse para ter certeza que estaria segura, ele nunca aguentaria viver em um mundo sem você. E foi em uma dessas perseguições que ele descobriu algo maravilhoso: você morava no prédio em frente ao dele alguns andares abaixo, o que permitia o argentino ter a visão perfeita de tudo que você fazia.
Ele não podia evitar a possessividade crescendo dentro dele ao mesmo tempo que o tesão. Você era tão ingênua e distraída, muitas vezes chegava em casa e não fechava as cortinas, expondo momentos íntimos que Pipe não era capaz de processar. Na primeira noite que viu você só de calcinha e com uma regata colada andando pelo apartamento, gozou nas calças imediatamente. A vergonha o consumiu quando com um aperto na cabecinha por cima dos shorts de dormir, o fez se derramar todinho, causando uma bagunça no tecido, mas prontamente voltando a ficar acalorado com a imagem da cena picante da pele da sua bunda suja com o esperma branquinho e as marcas dos tapas que ele deixaria. Pipe podia não ser muito experiente, no entanto, aprenderia e tentaria de tudo para te dar prazer.
Embora seus horários fossem uma loucura, você era uma pessoa de rotina. Não importa a hora que chegasse, quase sempre seguia o mesmo ritual. Descansava um pouco no sofá, depois ia se trocar vestindo a mínima quantidade de roupas possível e então ia para a cozinha ou sentar na bancada com um computador.
Felipe poderia passar o restos dos dias te vendo apenas existir.
Óbvio que haviam dias que você fugia um pouco da rotina, as vezes caindo no sono no sofá ou prontamente já ia fazer suas outras tarefas caseiras sem nem descansar. Entretanto, os dias favoritos dele eram os que você chegava agitada de uma maneira diferente.
Ele achava adorável e sexy como você já parecia agoniada assim que passa pela porta, quase se despindo só de pensar erroneamente que estava em um momento particular.
E hoje era um desses dias.
Andou pela casa com uma lingerie que não deixava nem um sangue na cabeça de cima e ficava se tocando como se fosse outro alguém o dono daquelas mãos.
Era estranho mas parecia tão performático ou talvez fosse a neurose de Pipe em crer que tudo que você fazia era para ele.
O seu rosto em êxtase enquanto apertava seus seios e remexia os dedos no meio das pernas era hipnotizante.
Felipe já estava com o pau de fora, emitindo gemidos trêmulos ao subir e descer o punho cada vez mais rápido ao te observar se perder no próprio prazer.
Ele se imaginava de joelhos na sua frente, beijjando suas coxas ao te provocar com os lábios quentes até chegar onde você mais desejava. Te devoraria com avidez, lambendo cada centímetro da sua buceta até poder se afogar no seu gosto.
Ou te imaginava sentando na cara dele enquanto assumia o controle de tudo, se esfregando no rosto dele e usando-o como se existisse só para o seu prazer.
Vários cenários passavam pelos olhos de Pipe conforme os movimentos da mão dele se tornavam mais frenéticos, querendo chegar mais perto ainda daquele orgasmo que faziam as pernas dele fraquejarem.
Apertando os dedos ao redor da glande, subindo e descendo lentamente, fantasiando que aquele seria o jeito que você o tocaria pela primeira vez. Calma e carinhosa enquanto lambe o comprimento como se fosse um pirulito, olhando-o nos olhos com um olhar cheio de amor e desejo, transmitindo o quanto o venereva, retribuindo todo o carinho e zelo que ele tem por ti.
Ele goza no momento que imagina sua voz doce dizendo que o ama, revirando os olhos com força na medida que o líquido branco vaza dos dedos dele até pingar no chão.
Recuperando o fôlego, ele olha pela janela, te procurando entre as vidraças e suspira relaxado quando vê sua figura encantadora.
A sua visão era algo surreal, nunca se acostumaria com sua beleza e áurea angelical. Mas conforme sobe o olhar pelas suas pernas torneadas até chegar no seu rosto, dá um passo para trás junto com um arfar assustado ao encontrar seus olhos encarando fixamente o prédio dele, quase como se encarasse ele diretamente. As pernas vacilam quando você exibi um sorriso convencido e pisca um olho para ele, em seguida se virando e retirando a única peça de roupa ficando completamente nua enquanto começa a desfilar até sumir do campo de visão dele.
O argentino leva a mão ao coração que acelereva intensamente. Você sabia de tudo.
Do outro lada da rua, a uns andares abaixo, um sorriso satisfeito crescia no seu rosto. Não podia acreditar como seu plano deu certo em todas as etapas, recontando desde o dia que o viu te observando pelos corredores da firma até o dia que ele finalmente descobriu onde você morava. Sentia uma vontade de rodopiar e gargalhar ao recordar como o argentino ficou tão afetado pela sua presença, como ele te venerava com o olhar e ficava ofegante sem nem te tocar.
Não podia resistir quando recebia atenção. Sua vida girava em torno disso, de ser admirada pelos olhos alheios com luxúria, paixão e até mesmo inveja. Qualquer atenção era um combustível para sua carreira e nunca se cansaria de ter todos esses olhos em cima de ti. Ainda mais quando o dono era um gostoso como o seu vizinho.
Não podia mentir, ele era realmente dedicado. Quem sabe você não ficaria de vez com esse?
💌: pensando em enzo vogrincic, simón hempe, sirius black... ♡
Eu acho que muito se fala do homem que fica de pau duro rápido, mas pouco conversamos sobre a mulher que fica molhada num piscar de olhos. E mais do que isso, do namorado que não consegue parar de provocar por um minuto.
Você não consegue entender como ele parece tão normal nesse momento. Quase inatingido por todas as sensações que parecem te sufocar.
Os estalinhos dos beijos incessantes foi o estopim, você sabia muito bem disso. A língua dele massageando a sua, as mãos que exploram, mas sempre param para acariciar seu pescoço e as bochechas… foi tudo o suficiente para te fazer arrepiar com facilidade. E ele parecia nem perceber, mesmo que o plano secreto fosse te deixar pior.
Enquanto você achava que estava escondendo muito bem, o roçar das suas coxas te entregava de bandeja pra ele. Você lutava consigo mesma contra a vontade de escalar aquele homem e se sentar em cima do colo dele. Mas, agora, tinha a calcinha pesada.
Ele se afasta só um pouquinho, um fio fino de saliva ainda conectando os dois, e os olhos recaem no seu colo, no jeito em que espremia as pernas. “O que foi?” pergunta, com uma normalidade que assusta. Mas a forma com que as sobrancelhas se arqueiam delatam as intenções mais secretas, a inocência mentirosa. Quer te escutar falar.
E quando não tem resposta, só um murmúrio envergonhado, ele pende a cabeça pro lado. Agora, os olhos pesados te encaram. “Você tá fazendo isso com tanta força que vai se machucar”.
Ele é ridículo. Sempre foi, principalmente quando se trata de você e o tesão inabalável que sente por ele.
“São só uns beijos, meu amor,” ele comenta, se aproximando de você enquanto distribui mais alguns beijinhos estalados por suas bochechas. O início é gentil, até que ele desce ao seu pescoço e, com isso, as mãos começam a explorar seu corpo mais uma vez. “Não vai me dizer que já tá toda necessitada só por uns beijinhos?”
A maneira com que diz, como se a troca até agora tivesse sido tão inocente. Uma coisa tão ridícula para te fazer quase dobrar de vontade. As palavras menosprezam o seu desejo, mas a forma com que ele te acaricia, não.
“Por que você não vem aqui,” ele aponta para o próprio colo, como se lesse a sua mente, “pra eu te beijar um pouco mais?”
É todo o sinal que você precisava.
nota: minha ovulação esse mês foi absurda, então precisava expressá-la de alguma forma. desaprendi a fazer isso ops. provavelmente vai flopar pq o fandom ta morto e isso aqui é uma devaneio mt ruimkkkkk
avisos: masturbação feminina, reader meio dodoi da cabeça e obcecada pelo pipe, elementos bdsm, chocking, ora, n revisado pq eu sou mt preguçosa.
Apesar da decoração exuberante e linda cerimônia matrimonial que ocorria ao seu redor, na sua mente não havia nada que se comparasse a beleza estonteante do filho do seu chefe, o Felipe Otaño.
Aqueles olhos azuis estonteantes, o sorriso charmoso, o corpo alto e malhado na medida certa que te fazia salivar só de pensar em como seria ter ele te abraçando. No entanto, o que te deixava mais molhada ainda era aquela gentileza e calma tão rara nos homens, uma sensibilidade máscula que exalava proteção. Toda vez que interagia com ele, sentia-se uma tola por sentir que Felipe te tratava com uma atenção diferenciada. Era até patético para uma mulher da sua idade desejar aquela atenção e se sentir realmente vista, observada, valorizada por um cara que nem era seu namorado.
Entretanto... Estava descontrolada por ele. O desejo já havia escapado do seu controle, restando só uns resquícios de sanidade que te incapacitavam de sequer olhá-lo nos olhos.
Já havia perdido as contas de quantas vezes imaginou aquelas mãos te tocando em lugares que seriam indecentes demais sequer pensar em público. Sua mente adorava brincar com os contrastes. Sonhava com o homem acolhedor ao mesmo tempo que imaginava a criatura selvagem que ele viraria se te possuísse. O sorriso gentil e galante em contraste com palavras degradantes, os toques suaves intercalados com puxões de cabelos e tapas, além de muitos outras cenas que você tinha vergonha de sequer admitir que pensava.
A festa ao seu redor discorria de maneira agitada, risadas, vozes alteradas e barulho de copos ecoavam nos seus ouvidos, mas óbvio que seu foco foi novamente tomado por ele. Neste momento, onipresente na sua mente e na realidade. Em um impulso se levantou em direção a ele, sentindo o rosto esquentar ao ver como ele já te olhava e se ajeitou na cadeira em que bebericava desinteressadamente um espumante.
"Pelo visto não é só eu que não vim acompanhado." Felipe brincou após empurrar a cadeira para você se sentar.
Seu estômago revirou em borboletas com o gesto simples que ele realizou sem nem perceber.
"Nós dois subestimamos o ambiente romântico e meloso que um casamento pode gerar. " Ri sem graça aceitando o brinde que ele oferece ao tilintar a própria taça com a sua. "Obviamente nós solteiros não temos lugar nesse local insalubre." Brinca rolando os olhos em exagero.
Pipe dá um riso frouxo o que chama atenção para as bochechas coradas dele.
"Sinceramente, eu dificilmente penso em casar, mas nesses momentos eu imagino como seria ter alguém ao meu lado compartilhando tudo, sabe... fico melancólico." Ele divaga com um olhar distante, de repente perdendo aquela feição de garoto e quase parecendo mais velho do que é. "Você aparenta lidar melhor com a solidão. Fico admirado como você é dedicada no trabalho, atraente, inteligente e sempre está no controle de tudo. Acho que eu esperava que hoje você pelo menos emotiva, mas até a sua expressão durante a cerimônia era comedida e proporcional para o momento. Eu tava quase me debulhando em lágrimas." Ele ri sem graça, desviando o olhar como se tivesse confessado demais.
"Você estava olhando pra mim?" Pergunta em uma voz tímida, no entanto, encarando-o com a coragem que só a bebida era capaz de dar.
"Sim." Ele responde quase em um sussurro te olhando com uma expressão indecifrável.
"Seu pescoço deve estar doendo então, porque eu me sentei meio longe do altar." Beberica o restinho do líquido enjoativo, tentando disfarçar o tremor nas suas mãos diante de tais revelações.
"É um preço a ser pago para admirar algo." Ele parecia igualmente nervoso, olhando em todas as direções e mexendo a mão livre em movimentos desnecessários.
"As vezes nem tudo é o que parece ser, Pipe. Tenho certeza que tem alguma pessoa muito sortuda esperando te conhecer e que vai te valorizar ao ponto que nunca mais você irá sentir essa sensação de estar esperando por algo que talvez não aconteça ou por alguém que demore demais pra chegar." No meio da sua fala, não pôde recuar da timidez que te assolou, passando os olhos pelo ambiente decorado em abundância com flores e tecidos brancos. "Vai por mim, você é um homem incrível."
Um silêncio desconfortável se instaura entre vocês, a música disco genérica tocando no fundo ampliando o sentimento de que estavam em uma bolha. Quando cria coragem de voltar a encará-lo prende a respiração ao se deparar com os olhos brilhantes te mirando como se estivesse realmente te vendo pela primeira vez. Quase se sentia nua e não era do jeito que você queria.
Se apaixonar era bizarro. Interagia com Pipe quase todo dia, mas sempre tinha a mesma sensação de que era a primeira vez. Era como se redescobrir todo dia ou encontrar algo que te eletrizava.
Todavia, por outro lado, crescia uma antipatia quando lbraba que ele não era de fato seu. Era sufocante demais. E nesse instante você decidiu que iria embora pelo menos com a lembrança dele falando que ficou te admirando a cerimônia inteira.
"Bom, eu tenho que ir." Falou colocando a taça sobre a mesa e se levantando.
Dispensou a sugestão dele de te esperar chamar um táxi, se despedindo com um beijo demorado na bochecha cálida, inalando aquele perfume amadeirado que alimentaria mais ainda suas noites solitárias.
Com a visão ligeiramente turva, você senta na beira da sua cama, fechando os olhos e tentando assimilar o que havia acabado de ocorrer. Mesmo com a conversa um tanto desconfortável, seu corpo ainda ardia por ele. Ardia ainda mais ao pintar a cena dele não conseguindo parar de pensar em você.
Entre respirações profundas teve coragem de abrir os olhos e encarar seu reflexo no espelho que ficava em frente a sua cama. Se levanta com passos comedidos, admirando o vestido azul escuro longo que escolheu para o evento, a fenda sensual quase expondo o conjunto de lingerie que você vestiu com a ideia utópica de que o argentino que a tiraria no fim da noite.
Fitou seus próprios olhos brilhando em ânsia e desejo, imaginando que o olharia assim quando estivesse preste a entregar todas as suas inibições a ele.
Passou os dedos pelo seu rosto, tracejando as feições ao imaginar que ele assim o faria. A ternura acobertando o tesão descontrolado. Sua mão desceu pelo pescoço, onde deu um leve aperto querendo que ali estivessem os dedos longos e largos.
Era inacreditável como Felipe era capaz de te deixar tonta a dezenas de quilômetros e sem nem saber. Continuou apalpando o próprio corpo, descendo lentamente as alças do vestido enquanto escutava na própria mente a voz aveludada dele te falando o quanto estava gostosa naquela roupa e ficaria ainda mais sem ela.
Quando seus seios foram expostos, não pode evitar maltratá-los. Apertando com vontade e brincando com os biquinhos de forma bruta, ultrapassando seus próprios limites como se realmente fosse outro ser ali te usando para o próprio prazer. Voltou a descer o vestido, revelando a calcinha preta de renda e tocando suavemente a barra dela.
Com certeza ele te faria dar uma voltinha, os olhos claros hipnotizados pela cena sensual da sua intimidade coberta por um tecido tão delicado. Tudo aquilo só para ele.
Sentou novamente na beira da cama com as pernas abertas, ficando ofegante com os arrepios que percorriam seu corpo, a sua intimidade pulsando em desespero por algo mais a medida que suas mãos exploravam as suas coxas com apertos firmes. Chegando perto da própria intimidade, pressionou seus dedos suavemente, provocando a si mesma no ponto que te fazia arquear e suspirar em êxtase.
Os devaneios mais recorrentes voltam a sua mente. As fantasias de todo noite sobre como seria ter ele dentro de ti enquanto enche seu pescoço de beijos molhados e desengonçados pela euforia do momento. O barulho dos quadris encontrando os seus, tentando se fundir em você e gemendo no seu ouvido sobre como você era deliciosa em todos os sentidos. O pau dele te preenchendo deliciosamente, deslizando ritmicamente para dentro e para fora de modo brusco, e ainda macetando todos os pontos sensíveis até suas pernas estremecerem.
Aquelas mãos gigantes iriam te agarrar com força, te trocando de posição com facilidade, mas sempre te mantendo por perto. Se fosse te comer de quatro, iria grudar o peitoral sarado nas suas costas ou se te colocasse por cima iria te puxar para abraçá-lo enquanto impulsiona os quadris para cima, te fodendo mesmo que por baixo.
Nem percebeu como já tinha afastado a sua calcinha para o lado, deslizando os dedos pela extensão molhada e massageando seu clitóris em busca de alívio.
Seus gemidos ecoavam o nome do argentino. Dengosa ao clamar por ele naquele momento solitário. Os dedos perdendo a precisão ao esfregar em círculos e em qualquer direção que te levasse mais próximo de gozar.
Continuou a ir além nas fantasias, querendo aqueles lábios te chupando em alguma sala vazia do escritório. Sua buceta se contraia ao imaginar a boca dele te devorando avidamente, sugando seu pontinho e intercalando com lambidas demoradas só para te ver tremer e implorar por ele. Provavelmente, Felipe só levantaria sua saia e te comeria igual um louco depois de passar a reunião inteira olhando para as suas pernas naquela peça de roupa.
Com um gemido baixinho e longo, seu orgasmo te atingiu. Se contorcendo na cama ao se deliciar nas ondas de prazer, se masturbando até chegar ao ponto de ser demais para aguentar.
Enquanto recuperava o fôlego, a cena dele se tocando ao pensar em ti cruzou sua mente, te dando mais um espasmos com a ideia de estar lá para presenciar como Pipe iria punhetar o pau rosado em desespero para te ter ou que ele te colocaria de joelhos na frente dele para receber o leite dele na cara.
Se ajustou na cama, tirando a calcinha melada e jogando em qualquer canto. De manhã daria um jeito na bagunça do quarto, pois agora o sono era sua maior prioridade. Ao pegar o celular para colocá-lo para carregar, se deparou com uma notificação difícil de ignorar. Até esfregou os olhos para conferir se não era uma alucinação.
Felipe Otaño: horário esquisito, mas eu não vou me perdoar se não perguntar isso agora, então só queria saber se qualquer dia você aceitaria sair comigo:/