.𓆩⛧𓆪.
𖥔 𝖙𝖊𝖆 𝖙𝖎𝖒𝖊:
⭒˙ ⊹ 𝐩𝐢𝐞𝐜𝐞 𝐨𝐟 𝐜𝐚𝐤𝐞 𝟏 𝐞 𝟐
⭒˙ ⊹ 𝐜𝐥𝐞𝐚𝐧𝐢𝐧𝐠 𝐭𝐡𝐞 𝐬𝐡𝐞𝐥𝐯𝐞𝐬
⭒˙ ⊹ 𝐭𝐡𝐞 𝐜𝐚𝐧𝐝𝐲 𝐛𝐨𝐱
⊹ ˙ ⭒ 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐠𝐢𝐫𝐥
⊹ ˙ ⭒ 𝐛𝐢𝐫𝐭𝐡𝐝𝐚𝐲 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐲
𝒕𝒉𝒆 𝒆𝒏𝒅 ˑ ۫ ִ ⭒ ֗ ִ ۫

Kaledo Art
he wasn't even looking at me and he found me
One Nice Bug Per Day
Cosmic Funnies
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
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blake kathryn
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we're not kids anymore.

titsay

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𖥔 𝖙𝖊𝖆 𝖙𝖎𝖒𝖊:
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𝐅𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐆𝐢𝐫𝐥
Harry decide passar a última semana das férias de verão em casa relaxando. Seus pais viajaram e seu namorado está em um festival hippie em Leeds. Estava tudo indo bem, até sua casa ser invadida.
⭒
TW: cnc – rape play – fear play – degradação – violência – bdsm (leve) – insertion – dacrifilia – hpussy.
Antes de ir para a história, tenho avisos a dar:
⊹ Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que está descrito nele.
⊹ Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
Obs:
CNC, FEAR PLAY e RAPE PLAY são práticas perigosas! As condições de como serão realizadas devem ser acordadas previamente, também deve haver uma palavra sinalizadora, que ao ser dita, todos entendam que a cena deve acabar imediatamente, além do sistema de cores.
Nessas práticas a pessoa submetida não saberá quando ou como ocorrerá a cena, que prosseguirá mesmo que o submetido diga ou dê a entender que não quer (também por isso é essencial ter uma palavra de segurança).
Obviamente durante a cena todos os participantes devem se atentar às reações/respostas das outras pessoas, mas principalmente daquele que está se submetendo, para que parem a qualquer sinal de desconforto. É crucial que tenham confiança, preparação e um diálogo honesto antes de qualquer coisa.
Depois de qualquer prática bdsm ou jogos de encenação é necessário que tenham os cuidados posteriores, já que a pessoa submetida se coloca em uma posição vulnerável física e emocionalmente! Qualquer práticas dentro do bdsm deve ser realizada com cuidado!
—
𖥔 CNC: Consensual não consensual. Onde há consentimento, mas na prática é encenado como se não houvesse.
𖥔 RAPE PLAY: É uma encenação de abu** sex***
𖥔 FEAR PLAY: É a excitação em causar ou sentir medo. (Uma prática consensual, encenada)
É isso, boa leitura! 🍒
.୨⭒୧.
Residências gigantescas com cercados baixos.
Casas imponentes, com janelas grandes cujos batentes são finos e elegantes, mas não há cortinas. Portas de madeira maciça, longas e pesadas, elas passam um sinal óbvio de “não entre”, apesar da clara necessidade de admiração.
Paredes tons de creme e muros brancos, imaculados, tudo é claro e limpo. A grama do vizinho é mais verde, as flores mais coloridas, não há pavimento rachado, carros populares ou fezes de cachorro na rua. O pôr do sol é brilhante e os dias de chuva são poéticos. A foto em família é feita no natal, todo ano.
Seus dentes não tem manchas, um sorriso alinhado e perfeito. As roupas e sapatos são de marca, eletrônicos atuais e os cabelos macios e bem escovados. Cheiram a dinheiro, como Dior ou Chanel. Sua educação é exímia, o sucesso é hereditário. E ainda que a sofisticação abafe a imoralidade e os desejos vis que habitam dentro deles, não é capaz de domesticar os seus impulsos selvagens.
Ruas vazias, no meio das férias de verão todos viajam.
Bahamas, Grécia, Hawaï ou alguma ilha paradisíaca que ninguém fazia ideia que existia, até a filha de um milionário postar no Instagram. Alguém de quarenta e sete anos que possui árvores tropicais, uma extensa faixa de grãos da cor de ouro, mansões de veraneio, beira-mar, e uma piscina no estilo country club, para caso não queira o sal do mar marinando sua pele cara e coberta de hidratante.
Em bairros nobres, a comunidade se esconde por trás de muros altos, câmeras de segurança e guardas na guarita. Se protegendo da feiura que há do lado de fora, a apenas alguns quarteirões de distância dos grandes centros, onde as pessoas são indiretamente pressionadas a escolher entre: trabalhar para comprar o mínimo do que é necessário, ou perder a dignidade por sentir a necessidade de roubar. Nos condomínios privados não há pressão, a escolha de qual grife será usada no dia, seja Armani ou Gucci, é o ponto alto de complicação para alguns dos moradores. Eles não entendem porque os subúrbios são tão problemáticos, mas tem a consciência de que não podem salvar todo mundo.
Calabasas, Hidden Hills, Atherton ou Alverly, os bairros nobres com condomínios de luxo são protegidos como os grandes bancos, sempre sob vigília para que seus bens preciosos não sejam alcançados.
Entretanto, três vultos pretos foram filmados entrando por uma janela na lavanderia de uma das numerosas mansões, em Balby Cress. O alarme acionado não disparou, e simples assim, a casa foi infestada.
Nem mesmo todo o dinheiro em torno de um grande nome é capaz de bloquear a presença de parasitas.
PARTE I
“Um, dois, o Freddy vai te pegar.
Três, quatro, é melhor trancar a porta”.
— A Hora do Pesadelo, 1988.
“Ah, quer brincar de assassino psicopata? Posso ser a vítima indefesa?”
O silêncio tenso persiste, o perigo óbvio, que ela ingenuamente acredita não existir, mesmo com todas as coisas que tem acontecido.
“Tá, vamos ver…” — ela deixa de tentar passar por quem quer que fosse o idiota debaixo da fantasia. – “Não, por favor não me mate, senhor fantasma! Eu quero aparecer na sequência!”
— Que idiota! – Harry murmurou para a televisão, jogando o balde de pipoca vazio no tapete, tensa com o desenrolar da cena.
Ghostface ergue seu canivete e a loira grita, correndo para o outro lado da garagem.
Outra vez Harry se contorce sobre os lençóis, batendo os pés na seda. Há uma centelha de esperança de que Tatum vá conseguir fugir pela porta do cachorro. Seu estômago está em nós, cheio de ansiedade.
Vidro se estilhaçando faz com que ela pule da cama, assustada. Sua respiração aumenta, assim como as batidas do seu coração. Tentando manter a calma, garantindo a si mesma que não há nada acontecendo Harry caminha através do longo corredor, nas pontas dos pés. Seus passos não fazem barulho algum no carpete macio.
Quanto mais se aproxima de onde o barulho surgiu, mais nervosa fica. Sua mente está tão sobrecarregada, que pode ouvir o sangue pulsar em seus ouvidos. O som de botas batendo contra o piso podem ser distinguidos, passadas pesadas e grosseiras. A compreensão de que sua casa foi invadida faz com que se sinta enjoada, seu corpo inteiro treme, porém, Harry não desiste de checar onde eles estão exatamente.
Chegando ao fim do corredor, ela para, ainda escondida pela parede. O espelho de moldura vintage reflete amplamente o cômodo, as luzes da sala e cozinha estão acesas. Harry faz uma busca rápida por onde sua visão pode alcançar, vendo apenas dois caras. Os homens estão inteiramente trajados de preto, até há luvas de látex em suas mãos. Seus rostos estão cobertos por máscaras esquisitas de faces animais deformadas, que a deixam perturbada.
Harry decide dar a volta e ir se trancar no banheiro do quarto, para que possa ligar para a polícia em segurança. Um arrependimento agudo desponta no fundo de sua mente, por ter se recusado a ir viajar com sua família. Não estaria naquela situação terrível caso tivesse ido.
Ela se vira devagar para o outro lado, caminhando silenciosamente para longe dos invasores, e então o mundo ao seu redor escurece.
Atordoada, Harry se debate, tentando alcançar o próprio rosto e entender o que está acontecendo. Mãos brutas apertam seus braços juntos e os amarram nas costas, é doloroso. Ela tenta gritar por ajuda, mas outro par de mãos apertam sua mandíbula e o pescoço, até que apenas grunhidos escapem por sua boca.
Harry percebe tardiamente que está presa, com um saco na cabeça, sendo arrastada para qualquer lugar que eles queiram levá-la. O corpo colado às suas costas empurram ela adiante, o quadril roçando asperamente em sua bunda sobre o shorts de dormir. Lágrimas escorrem pelo seu rosto, porque Harry sabe, ela sabe que vai morrer. Suas pernas simplesmente param de funcionar, molengas e inúteis. Provavelmente há um pouco de xixi molhando o tecido entre as coxas, mas ninguém nota isso, ninguém se importa.
Seu corpo miúdo é jogado sobre os ombros de alguém, o ar é forçado para fora dos pulmões, o estômago afunda e dói por causa do impacto e a cabeça dela gira, assim como seus cachinhos dourados. Harry choraminga e tenta pateticamente se mover para longe deles. Ela bate as pernas no ar, tentando chutar alguém, e tenta inútilmente bater nas costas largas do homem bizarro que a carrega para fora, longe de sua proteção.
Seu pânico está em um pico, a deixando alta. Ela não entende o que eles estão sussurrando um para o outro, mas o cara que a tem transportado, bate forte em sua bunda. Ele aperta a nádega e depois desce a mão pesada sobre ela, ordenando que cale a maldita boca. Harry chora.
No fundo da mente, há essa lembrança de que a Sra. Jackson não viajou para Itália esse ano, então talvez ela possa ver o que está acontecendo e denunciar para polícia, ou perceber algo que ajude a localizá-la, qualquer merda que seja. Mas logicamente, Harry sabe que será levada, sabe que vai morrer hoje.
Eles também têm porteiros em tempo integral no condomínio, mas já é tarde, e este é o turno de Marccus, que sempre se distrai assistindo jogos de futebol ou dormindo ao som de algum filme cult. Ele é inútil honestamente, mas Harry deseja com tudo de si, que ele esteja acordado hoje, que note algo de errado nas câmeras de gravação.
É aquela centelha de esperança de novo, que faz o sangue borbulhar sob a pele, com adrenalina. A fé de que a mocinha vai conseguir fugir no final.
Novamente, assim como no filme, sua esperança é quebrada.
...
Seu corpo é içado no ar, para em seguida despencar em queda livre, cortando o vento, sem qualquer amparo. Ela grita para o vazio. Novamente mãos grosseiras pegam-na antes que possa colidir com o chão e se esborrachar. Machuca, de uma forma que Harry sabe que terá hematomas roxos, não que vá fazer diferença depois que estiver enterrada em algum lugar em uma floresta.
Um deles a carrega nos braços, passos rápidos, pelo que Harry imagina que sejam alguns metros, talvez quatro ou cinco, longe do que ela sabe ser o muro do condomínio. Pouco depois seu corpo é novamente lançado, só que desta vez cai em algo duro. Uma mão a arrasta pelo que parece ser um chão com relevos. Mais ruídos ao redor, suas pernas latejavam onde atingiram a rigidez, o quadril arde, realmente ferido, e sua bochecha parecia ralada através do tecido áspero. Houve um som de porta fechando e depois travando. Movimentação e o atrito das botas pesadas no metal.
O chão tremeu, o motor rugiu para fora da inércia, e em um tranco, eles estavam se movendo.
Ela estava catatônica, encolhida bem onde tinha sido alocada de mau jeito. Vez ou outra alguém passava o pé por suas coxas ou chutava sua canela. Seu corpo arrepiava, trêmula dos pés à cabeça. A voz chorosa implorava baixinho para que a deixassem ir, seus olhos estavam ardendo, inchados de tanto chorar. Secreção escorria pelo nariz, e o short úmido incomodava tanto quanto as gotinhas frias escorrendo em suas costas e nas axilas, deixando sua blusinha de ursinhos rosa embebida de suor. Seus pés descalços esbarraram em algo que tinha um formato estranho, a textura irreconhecível ao tato.
— Devíamos foder ela. Todos nós! – a voz chega abafada aos seus ouvidos, retumbando em sua cabeça como se ela estivesse oca, vibrando dentro dela, grave e profunda. Harry teve a sensação de que ele estava deitado atrás dela, no chão, colando seus corpos e falando tão perto, perto demais. O sotaque é carregado, mas definitivamente não é de Donny. Talvez seja do norte.
O próximo som que ecoa é baixinho e manhoso, ao mesmo tempo um choro temeroso; ela fica chocada ao perceber que vem dela. Um deles bufa uma risadinha, sua mente nublada não acompanha quando Harry solta um chiado ansioso em resposta.
— Parece que a princesinha tá afim, uhn? Nós podíamos revezar com ela, ou tipo, cada um fode um buraco? – alguém mais concorda, suspiros excitados soam através do lugar fechado. O movimento sob seu corpo e ao redor, acelera. Ela sabe que está em uma van ou kombi em movimento, eles estão correndo, a caminho de algum lugar sombrio.
Surpreendentemente, alguém roça a virilha em sua panturrilha, o jeans arranhando sua pele, a forma rija de um pênis se esfrega nela. O shortinho rosa, combinado com a blusinha, escurece mais na área da boceta, formando um círculo molhado no tecido.
— Olha? Ela já tá molhadinha. - dois dedos esfregam entre suas pernas, por cima da roupa, numa carícia lenta que a faz se contorcer. Um gemido fraco sai dela, que bate os lábios juntos em uma linha fina, para não deixar escapar mais nenhum ruído.
Harry não pode acreditar em si mesma. Não consegue digerir que está sendo sequestrada, e agindo como uma vagabunda suja.
Quando o cara está prestes a passar os dedos enluvados por dentro da roupa de dormir, alguém chama a atenção deles dos bancos da frente.
— Tira as mãos dela. Pare com isso porra! – A voz parece um estrondo cortando o ar, imponente.
Harry suspira aliviada, bochechas ardendo. Por um milissegundo ela se sente melhor por não poder olhar para eles, ou porque ninguém ali é capaz de ver seu rosto vermelho através do saco em sua cabeça.
— Vamos Boo, ela está gostando! Tá toda encharcada, aposto que deve estar escorregadia. Pronta para levar um pau e ser fodida como uma cadela.
Sua xota contrai com as palavras dele, mas ninguém toca nela.
— É uma ordem, seu merda! – brandou.
Nada mais é dito, nenhum dos caras se aproxima outra vez.
PARTE II
“Não querer, não significa que não vai acontecer”
— Os olhos de Julia, 2010.
Harry podia sentir o tempo passar, como o amarelo fosco que brilhava dentre as linhas grosseiras do saco de linho. Eles percorreram um caminho sinuoso, desnivelado. Até que finalmente pararam.
Ela se contorceu e lutou quando alguém a puxou para fora, apavorada com o que poderia acontecer a partir de agora. Seus pés pousaram em algo geladinho, mas que pinicava. Ruídos de portas batendo e então passos soaram perto dela, que se encolheu, com cada vez mais medo. Uma mão arrancou o saco de pano que cobria sua cabeça, e Harry piscou várias vezes, tentando reconhecer qualquer coisa.
A escuridão ao redor dificultava, provavelmente já era madrugada. As máscaras eram ainda mais sombrias vistas de perto. O porco, um bode e um coelho; grandes cabeças que tinham partes faltando, desde a orelha a um olho de vidro. Estranhamente os chifres do bode estavam intactos. Haviam também essas manchas vermelhas que não cobriam apenas as máscaras, mas também as roupas pretas dos homens. Em um primeiro momento, ela acreditou que podia ser tinta, porém, o aspecto grumoso fez com que repensasse. Era mais provável ser sangue.
Olhando ao redor, percebeu que estavam perto de uma floresta. Mais adiante, tinha uma casa antiga, com as paredes mofadas e descascando. A aparência suja, encardida. O mato ao redor é alto. Suas panturrilhas coçam por causa das folhas roçando nele. Os pés pinicam dos gravetos em que ela pisa, mas a grama geladinha alivia.
De volta para os homens, a garota tenta manter a calma e pensa em como fará para escapar. Máscara de porco segurava sua cintura com mãos de ferro, olhando fixamente para sua virilha, deixando explícito o desejo. Sua pele arrepiou e o estômago corroeu de terror com os pensamentos do que esse cara estava disposto a fazer. Ela buscou pelos outros dois, se perguntando quem tinha sido aquele que a protegeu. Harry os observou pegar as mochilas de dentro do Furgão branco e levar para dentro da casa.
Engolindo o doloroso caroço preso em sua garganta, desiludida, ela soube que este é o último momento que terá para tentar fugir, antes que o pior aconteça. Harry ajoelha cabeça de porco com violência em sua virilha sensível, e então corre desajeitadamente para a floresta escura, torcendo que seja rápida o suficiente.
Ela ouve exclamações indignadas e grunhidos atrás de si. E enquanto corre por sua vida, pisa em algo pontiagudo, alguma merda de graveto ou farpa, que fere a sola do seu pé esquerdo. A garota tropeça no terreno irregular, e a dor irradia, fazendo com que seus olhos embaçam, cheios de lágrimas, seus joelhos ralaram e começaram a sangrar.
Arde e queima como se a pele estivesse sendo chamuscada, mas ela ignora, se erguendo com pressa.
De repente, um estouro corta o ar, explodindo ondas sonoras em sua cabeça, Harry se sente zonza e enjoada, não consegue mais respirar. As inspirações rasas, o coração contraindo tão intensamente, que parecia estar sendo esmagado por uma prensa manual. Era uma tortura que consumia sua mente e disparava adrenalina, excitação por todo seu corpo.
A sensação de algo raspando em sua orelha a faz encolher.
Um tiro! Atiraram nela!
Harry olha por cima do ombro, tentando localizá-los.
Cabeça de coelho e cabeça de porco vez ou outra viravam em sua direção, entre as idas e vindas para dentro e fora da casa, eles a assistiam fugir.
Ela tropeçou novamente, o pé esquerdo doendo, mas se virou e se manteve em movimento, seguindo em frente, criando um trilha no meio do matagal. Máscara de bode corria atrás dela, furioso. Ele deixou os caras para trás e foi em seu rastro.
Eles foram cada vez mais para longe da casa, adentrando o bosque denso.
Harry decidiu se esconder perto da raiz cheia de nervuras, onde o tronco largo da árvore poderia escondê-la, mas não protegê-la do perigo.
O barulho dos galhos partindo sob a sola emborrachada da bota dele pareciam partir dentro do seu coração. Um silêncio tenso, exceto pelos sons suaves que os grilos faziam. Até parecia uma noite tranquila no meio das alamedas.
Ela estava estática quando um galho quebrou ao seu lado. Não houve tempo para se mover, o maligno rosto de bode deformado surgiu por trás da árvore, as mãos enluvadas agarraram seu cabelo e puxaram-na para cima. Harry berrou, parecia que seria escalpelada, o couro cabeludo sendo arrancado do crânio, descolado e jogado na relva entre a aléia.
— Tsc, tsc, tsc…
Ele finalmente encontrou seu bichinho acuado.
— Ratinha, ratinha…
Ela gritou ainda mais, e ele riu. O barulho ultrapassou o tecido peludo da máscara bizarra.
— Peguei você!
Cabeça bode a jogou na terra. Harry não teve como se proteger do impacto contra o solo terroso, suas mãos amarradas às costas. Seu queixo ralou, o tornozelo e os joelhos queimaram e ela choramingou de dor. Ele montou sobre suas coxas, se aproximando para sussurrar ao pé do seu ouvido.
— Sabe querida, acho que sei uma forma de fazer com que você não fuja mais… – máscara de bode passou os dedos enluvados entre os fios do seu cabelo, acariciando. Em seguida, ele retirou a luva de uma das mãos e começou a tocá-la, pele na pele. Passando por sua nuca, indo em direção às costas. Sua blusinha amassada, levemente erguida, deixando à mostra as covinhas no quadril.
Ele arranhou sua carne das costas, desde o trapézio até o onde o shortinho cobria, no final da coluna.
— Vou foder tanto você amor, que não vai mais conseguir ficar de pé.
Cabeça de bode moeu o quadril, roçando suas nádegas.
— Mas antes nós vamos brincar um pouco. Toda essa caçada me encheu de tesão.
Ela bateu as pernas, molhada, tentando esconder isso dele.
O homem soltou sua arma na terra para que pudesse ter suas duas mãos livres. Ele puxou seu short para baixo, enquanto ela esperneava, abriu seu próprio zíper e abaixou a cueca, puxando o pênis para fora, para o ar frio. A mão sem luva foi para sua cabeça cacheada, empurrando-a, afundando seu rosto choroso na terra. O shortinho rosa dela nos joelhos, a calça dele nas coxas musculosas. Ele brincou, esfregando superficialmente a cabeça do seu pau na buceta.
A risada rouca entorpeceu Harry, que torcia para não ser descoberta, para que ele não notasse o quanto ela desejava isso. Consumida pela cobiça de ter a cabeça larga do caralho dele dentro de si.
— Você tá pulsando na cabeça do meu pau, querida. Porra! Você é uma dessas vagabundas loucas, não é? Deve tá adorando isso, ansiosa para que eu te foda
Ela choramingou. Os lábios encostando ligeiramente na terra, as bochechas rosadas, ardendo quase tanto quanto a ânsia dela para que ele vá em frente e a maltrate. Mas Harry não quer que ele saiba disso, ela não vai deixar transparecer.
A mão enluvada faz um caminho entre suas nádegas, passando o dedão na fenda e afundando, até que estivesse tateando seu cuzinho. Harry geme, remexendo o quadril, numa fraca tentativa de sair do domínio dele.
Ele solta sua cabeça, e com o apoio da mão, afunda sua glande gotejando entre os grandes lábios de sua xoxota molhadinha, esfregando a cabecinha quente em seu clitóris sensível. Ela estremece, já não mais se empurrando para longe, mas sim, na direção do cacete. O baixo ventre formigando e a bucetinha pulsando, dolorida de excitação.
— Que tipo de cadela pervertida é você? Se esfregando no cara que te sequestrou. Aposto que se eu te deixasse aqui toda aberta, você ia tá sempre molhada e pronta pra receber meu pau, pra que eu encha seu buraco de esperma!
Harry arrasta o tronco, até que possa respirar e falar minimamente. Ela gira o rosto, para que metade de sua face repouse na terra e a outra fique livre.
— O único depravado patético, com uma máscara de animal fodida é você!
Ele ri da sua tentativa de provocação, então leva os dedos enluvados mais para baixo, esfregando o períneo e em seguida, descendo até a buceta úmida. Cabeça de bode afunda dois dedos no buraco apertada da vagina dela, que solta um manhoso e sonoro gemido.
O homem mete os dedos até que suas pernas estejam tremelicando, e Harry zunindo sensível. O cara volta a moer contra suas nádegas, espalhando pré-gozo pela pele branquinha, deixando ela toda melada.
A mão que estava massageando a cabeça do próprio pau, vai para o grelinho inchadinho dela, roçando ali. Os gemidos de Harry ganham mais força, ela se contorce de prazer, tentando juntar as pernas e erguer a cintura, sendo barrada pelo corpo pesado acima do seu.
Seus mamilos durinhos são pressionados contra o chão lamacento, criando atrito com o tecido fininho da blusa de ursinhos, sua buceta provavelmente está avermelhada agora, pela intensidade que ele soca os dedos dentro. Harry arfa, tensionando as sobrancelhas, se contraindo na mão dele, prestes a ser lançada para um orgasmo arrebatador.
São tantos estímulos, e é tão, tão bom que ela… murcha completamente, grunhindo em protesto.
— Ah, desculpe… você queria alguma coisa? – Ela vai respondê-lo malcriada, mas ele não dá verdadeiramente uma chance, puxando os dedos imóveis para fora da boceta com um plop e os enfiando direto em sua boca espertinha.
— Não amor… eu não dou a mínima para o que você quer. Você é só a vadia estúpida que tá dando sua bucetinha apertada pro depravado patético com uma máscara. – ele esfregou os dedos na língua, Harry ficou tentada a mordê-lo em vingança, mas não fez, se distraindo com seu próprio gosto agridoce.
O homem mascarado levou as duas mãos para suas coxas, apertando e beliscando, fazendo ela contorcer, antes de afastá-las o máximo que o shortinho em seus joelhos permitiu, para que pudesse voltar para o meio das suas pernas, ajustando a coroa do seu pênis na entrada da buceta dela. O falo quente pressiona para dentro da xoxotinha brilhante de goza. Harry bate as pernas na terra, contra o cascalho fino do solo, esperneando.
— Espera! Espera! Para eu- A-ai! Ahn! – Ela engasgou, apertando as mãos, tensa. Os músculos das coxas retesaram, e ela chorou quando o catece empurrou, forçando sua bucetinha a alargar e recebê-lo.
Ele impulsionou o quadril para cima, desconsiderando os pedidos dela, até que o pênis estivesse todo dentro. O comprimento gordo e latejante espremido no canal úmido.
— Oh porra! Você é tão apertadinha, querida, parece que vai me espremer pra fora.
Eles tomam algum fôlego antes que ele comece a foder ela, socando seu cacete na bucetinha quente.
— Ahm! Tão grand- Uhm! – Seus gemidos agudos ecoavam por toda floresta.
O som do impacto das peles se chocando o impulsionava, quase tanto quanto os gemidos e gritinhos dela. Ele fodia cada vez mais fundo, mais forte, amando como ela tremia e choramingava quando tirava tudo devagar, só para meter todo o caminho de volta, num impulso só, arrancando todo o ar dela.
As pernas, cintura e a barriga dela arranhavam no chão terroso, pressionados com o peso dele e as batidas grosseiras. Seu queixo ralado, sangrava pouca coisa, e ela nem mesmo sentia a ardência, concentrada na forma que a cabeça do pênis dele roçava naquele ponto dentro dela, que fazia apertar os dedos do pé, e o baixo ventre contrair em vários comichões.
— Argh! Por favor, por favor, mais devagar por favor!
Ele bufou, sentindo os músculos das coxas flexionados doerem pelo esforço, suas bolas pesadas fisgaram, ele ia gozar logo. Cada golpe mais agressivo, trepando com força. O homem estava adorando vê-la suar e chorar, toda mole embaixo dele. Ele próprio ensopado de suor.
Sua mão enluvada foi para a coxa dela, puxando ao máximo, tensionando o tecido do short, deixando ela o mais aberta possível para receber o cacete. A outra, ele enfiou entre a blusinha dela e o chão, esfolando a pele sem se importar, para que pudesse agarrar o seio, apertando com vontade.
— Eu vou gozar! Ahm! Eu vou- Uhmn! — Ela gritou, se contraindo inteira, apertando o pênis grosso dentro do canal molhadinho, levando ele ao orgasmo também.
O homem na máscara de bode se soltou dela e puxou o pau pra fora, assistindo ela vibrar inteira, os músculos dos braços e pernas tremendo em êxtase, sob o rastro de porra que ele expelia.
— Uhmm! Que bucetinha gostosa, amor.
Ele masturbava a si mesmo, esporrando até a última gota translúcida de sêmen. Seus olhos vidrados na xoxota toda abertinha. A parte interna das coxas, as nádegas e as bochechas dela, avermelhadas. Sua respiração alta, os cachos bagunçados e úmidos, grudando na pele suada.
Arfando, ele colocou seu pênis mole dentro da calça, observando em silêncio a menina chorosa, toda banhada de porra na sua frente. Se aproveitando que ela estava flutuando em sua bolha orgástica, o homem pegou a arma do chão e limpou na camiseta, levando em seguida o cano gelado até os lábios gordinhos da buceta dela, melando a ponta da arma de lubrificação e gozo, brincando com ela ali.
As nádegas e as coxas dela repuxaram, e Harry se remexeu sensível, resmungando coisas sem sentido, antes de arregalar os olhos verdes e soltar um grunhido arfante.
— O que é- o que você está fazendo?
Ele não respondeu inicialmente, introduzindo o cano até a base. Retirando até a mira e enfiando de volta, lentamente. Harry gemia e arfava, sentindo o gelado do metal dentro das paredes quentes da buceta.
— Shh… você aguenta, não é bichinho?
O ritmo aumentou, fazendo com que ela soluçasse, hipersensível. Sua outra mão foi novamente esfregar o clitóris, almejando dar a Harry um segundo orgasmo.
A garota choramingava, excitada e apavorada ao mesmo tempo, sem conseguir resistir às sensações que sobrepujaram a estranheza. Sua vagina palpitou, apertando o metal frio, o clitóris dolorido, o ritmo e os sentimentos dela crescendo, e crescendo… Seu estômago estava em nós, o ventre formigando, e de repente, uma pressão esquisita, parecia que ela faria xixi.
Um sentimento intenso estourando em um novo orgasmo que a fez tensionar e gritar, esguichando tanto na arma, quanto na mão dele. Ela se molhou inteira, da virilha às coxas, sem conseguir conter a enxurrada de sentimentos que a dominavam. Harry tremia e chorava, ainda vazando.
Quando enfim acabou, ela se sentiu desossada. Incapaz de se mover.
Máscara de bode sussurrava algo, mas ela não podia entender qualquer coisa básica naquele momento. Ele riu e deu um beijinho na sua bochecha corada, antes de se ergue e sair.
Ela acha que ele voltaria logo, e no fundo, Harry tem consciência de que ele só saiu, porque sabe o quão desgastada ela está. Mais uma chance que Harry perdeu.
...
Foram minutos ou horas que passaram, até que ela se sentiu pronta para levantar. Não há mais ninguém ali.
Harry funga e se esforçar para conseguir erguer o tronco. Ela remexe os pulsos, tentando se soltar das cordas. É uma tarefa difícil, tão ruim que ela quase desiste, pensando que talvez vá ter que deslocar o maldito pulso. Mas a corda afrouxa e cede antes que precise disso.
Com as mãos livres, ela ergue os shorts molhado e sujo, sendo a única peça que ela tem para se cobrir.
Se apoiando nos joelhos, ela levanta. Suas pernas estão bambas e sua bucetinha inchada, ardendo levemente.
Inicialmente ela olha os arredores, atordoada. Parece que realmente não há ninguém. Seus passos são o mais silenciosos possível, e é difícil se guiar no escuro. Mas quando ela se sente relaxar, com esperança de que tudo já havia acabado, que eles tinham se cansado dela, o barulho de botas volta a ecoar, e Harry pode ouvir os caras conversando.
O maldito foi chamar os outros!
Isso traz de volta a adrenalina, fazendo com que Harry corra o mais rápido que pode na direção contrária a que estava antes. Ela escapa por entre as árvores, no breu da madrugada. Como um ratinho fugindo das garras dolorosas de um gato.
Corre até os músculos das pernas queimarem, e continua, para fora da floresta, descendo pela rodovia, procurando por alguém que possa ajudá-la.
Em algum momento, já na aurora do dia, Harry percebe que eles não estão no seu rastro. O frio das primeiras horas da manhã a deixa trêmula. E parece que ninguém vai aparecer para salvá-la.
Ela realiza então, que a esperança é uma tortura, lenta e agonizante, que te mastiga cru e te cospe sem digerir.
PARTE III
“A vida não tem graça sem um bom susto!”
— O Estranho Mundo de Jack, 1993.
Cansada do tanto que andou, com o corpo latejando e os cortes nas solas dos pés ardendo, Harry se sentiu aliviada ao finalmente ver a fachada do condomínio.
Sua blusinha estava rasgada e o shortinho sujo de terra. Além dos hematomas roxos e amarelos espalhados pela pele, alguns arranhões vermelhos, os joelhos ralados e as bochechas com lama seca.
Ela bateu no vidro da guarita e silenciosamente esperou Marccus abrir os portões. A expressão de horror dele era até cômica, mas não ajudou em nada. Ele perguntava angustiado o que havia acontecido com ela, e se queria que ele ligassem para a polícia ou a emergência. Mas Harry não quis, tudo que queria no momento, era tomar um banho e deitar.
Ao entrar em casa, ela estremeceu com a lembrança de tudo que tinha acontecido ali. Caminhou lentamente pela sala, para parar em frente ao sofá. Seu namorado estava lá, sentado, mexendo no celular.
Exausta, Harry se jogou sobre ele, com a cabeça em seu colo, precisando de acolhimento e carinho.
— Tommy foi um nojento, Lou. Acho que vou ter arrepios toda vez por meus olhas nele. Não quero mais ele por perto.
Seu namorado não respondeu, ainda olhando para o celular. Harry bateu a mão sobre o aparelho, derrubando-o no chão. Finalmente, quando os olhos azuis se voltaram para ela, eles se arregalaram.
— Aliás, precisava mesmo de uma arma? Tipo, qual é o seu problema? Você atirou em mim! Podia ter me matado!
— De que merda você tá falando, amor? O que aconteceu com você?
— Não seja cínico! Dessa vez me surpreendeu de verdade, mais do que aquele dia no clube. Tenho que admitir que realmente achei que fosse um assalto no início, por um momento até fiquei assustada.
Ela se ergueu ligeiramente, notando só agora que a sala estava limpa. Como Louis ainda estava mantendo o teatrinho, Harry resolveu deitar em seu colo até que ele voltasse a agir normalmente.
— Obrigada por limpar o vidro do chão. Aliás, onde conseguiram aquelas máscaras? Eram bizarras.
Depois de alguns minutos, os quais Louis acariciou seu rosto, e fez um cafuné, ele respondeu suas perguntas, imperturbável.
— Não precisa se preocupar com o idiota do Tommy, ele vai ficar longe de você amor. O tiro era de festim, não ia te acertar de verdade, mas se por acidente acontecesse, no máximo ia deixar uma marca. Era só para deixar as coisas mais realistas. Quando você percebeu que éramos nós?
Harry sorriu, dando um beijinho na mão dele.
— Quando Tommy te chamou de boo. Soube imediatamente.
— Hum. – ele olhou para o corpo todo dela, sentindo que foi um pouco descuidado com seu bebê. Era hora de cuidar dela.
— Vem amor, vou te dar um banho e cuidar das suas feridas, vamos lá.
Ele a pegou no colo e a carregou até o banheiro no quarto dela. Louis passou o restante do dia mimando sua garota, depois de uma noite de cena de sexo intenso.
Ele não sabe dizer exatamente como tudo isso começou, mas sabe que faz sua garota feliz e isso é tudo que importa.
...
Em Balby Cress, nem mesmo toda a sofisticação, elegância ou capital podem conter os desejos condenáveis e imorais que habitam dentro deles. Não há como conter seus impulsos selvagens.
.୨⭒୧.
Volto a repetir que: o cnc, rape play e o fear play são jogos de encenação perigosos! É necessário muita confiança entre os participantes, os quais devem conversar previamente e estabelecer limites, além de entrarem em acordo sobre uma palavra de segurança específica a ser dita para que todos entendam que a cena precisa ser finalizada e os cuidados posteriores sejam realizados.
Isso vale para qualquer cena praticada dentro do bdsm, também em kinks e fetishes.
Espero que tenham gostado! Xoxo... 💗
oii, vc saberia recomendar blogs como o seu mas de conteúdo bottom louis/top harry?
Oii, eu geralmente não leio htops, e ainda não vi nenhuma conta aqui no tumblr com histórias assim. Mas talvez se você buscar pelas tags, pode ser que encontre.
Também há o AO3, onde você pode encontrar mais conteúdo lbottom. Por aqui eu realmente não conheço nenhum blog...
Fixa um post teu só com o link das tuas fics. Não tô conseguindo achar as outras 🥺
Prontinho amor, já fixei 🩶
𝐓𝐡𝐞 𝐂𝐚𝐧𝐝𝐲 𝐁𝐨𝐱
Louis deixou sua coisinha presa em uma caixa, cega para o exterior, mas com buracos estratégicos que não apenas restringiam suas pernas abertas, como deixavam seu traseiro e xoxota expostos.
Ele convidou alguns funcionários do trabalho para seu escritório, para comemorarem um contrato grande fodendo sua buceta apertada.
⭒
TW: voyeurismo – exibicionismo – sexo anal – glory hole (?) – hpussy – aftercare.
Antes de ir para a história, tenho três avisos a dar:
1. Não há um grande desenvolvimento de enredo. Apenas uma pequena introdução, seguindo direto numa cena única e principal.
2. Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que está descrito nele.
3. Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
É isso, boa leitura! 🍬
.୨⭒୧.
No centro da mesa, em frente aos sofás de couro vinho, estava uma grande caixa. Forrada com um papel de presente azul escuro, amarrada com um lindo laço vermelho.
Ryan passou pela porta distraído, mexendo no celular. Mas quando ergueu os olhos para o ambiente, parou no meio da sala, chocado. As pupilas dilataram-se em segundos e seu iphone foi ao chão, rachando a tela em vários pedacinhos.
— O que foi, idiota? Por que tá parado aí? – Bob dá um tapinha na cabeça do outro cara. — Puta que pariu! – ele abre um sorrisinho maldoso e caminha até a mesa saltitante.
Para em frente a caixa e estica a mão, resvalando os dedos na buceta exposta.
— Nunca vi uma xoxota tão rosinha. – inspeciona, abrindo os pequenos lábios e deslizando os dedos roliços ali, sentindo a maciez. — É vermelhinha ao redor e rosinha dentro, tá vendo?
— É óbvio que você não viu uma buceta rosa assim. Você parece com um porco indo para o abate, Bob. As mulheres transam com você por pena! – a voz prepotente preencheu a sala inteira.
Louis entrou com toda sua pompa e arrogância, empinando o nariz. Ele foi até a mesa perto da estante, ignorando os olhares dos funcionários presentes. Puxou da gaveta uma pasta transparente e ergueu no ar, sorridente.
— O que acham que é isso aqui?
Bob e Ryan se entreolharam, e então, de volta para Louis. Ambos sem ter a menor ideia do que continha na pasta.
O dono do escritório bufou, aborrecido por ter contratado pessoas tão estúpidas. Onde sua maldita empresa iria com funcionários assim? Decepcionante pra caralho.
— É o contrato assinado com Sean Michaels, onde ele nos dá o domínio integral do projeto da Rolls-M. O que se chamará legalmente de Rolls-T. Uma mudança simples e sutil. – Zayn entra na sala, um sorriso de orelha a orelha.
— Esse projeto vai nos alavancar no mercado. Vamos ir além do que imaginávamos! Esse modelo vai ser tão exclusivo quanto possuir a porra de um Hope Diamond.
— Tô ficando de pau duro. – Louis murmurou, excitado, um sorriso malandro abrindo nos lábios.
Sua tara por poder cresce cada vez que suas aquisições valiosas aumentam, ele ama estar em uma posição de controle e o dinheiro é o caminho mais fácil para isso. Tudo o que o move adiante, o que o motiva, é dinheiro e deixar sua garota satisfeita e feliz.
Ele a tem enrolada ao redor do mindinho, mas ela é quem realmente detém o domínio de tudo, desde suas propriedades até seu bendito músculo vital pulsante.
Zayn jogou a cabeça para trás e riu, antes de andar até Bob para empurrá-lo da frente da caixa com a sola do sapato.
— Senta na porra do sofá, porco.
Bob olhou para Louis em busca de defesa, mas ele só arregalou os olhos azuis, sardônico, e indicou o sofá com um inclinar de cabeça. O funcionário imediatamente obedeceu.
Zayn tirou um maço do bolso, pegou um cigarro e observou as pernas abertas. A meia branquinha, com um lacinho rosa pregado nas costuras. Os pezinhos erguidos no ar, a bucetinha a vista, assim como o ânus contraído.
Ele acendeu, e foi para a janela fumar.
— Nós temos que agradecer a Zayn, rapazes. Estamos comemorando uma grande conquista aqui! E foi esse merdinha incrível pra caralho quem conseguiu mercar o projeto da porra das nossas vidas! – Louis aplaudiu eufórico.
O dono da empresa caminhou até o frigobar no canto esquerdo da sala, tirou de dentro um Dom Perignon e pegou no armário de portas pretas duas taças.
— Vamos brindar! Peguem suas taças!
Bob e Ryan correram até o armário, enquanto Zayn olhava para a movimentação da rua, vários metros abaixo.
Ryan caminhou a passos incertos até a mesa onde seu chefe estava, mas seus olhos arregalados se mantinham presos na vulva exposta, o lábio inferior sendo mastigado inconscientemente e o corpo tenso. Isso chamou a atenção de Louis, que abria o Chandon e parou só para analisá-lo, se divertindo às custas dele.
— Você é virgem?
— N-não sou, se-senhor. – o estagiário tremia tanto que parecia estar tendo um infarto.
— Então já comeu uma buceta?
— O q-que? – O rosto branquelo de Ryan ficou vermelho feito uma pimenta. Sua expressão amedrontada fez Louis rir.
— Não sei se ele vai chorar ou se mijar inteiro, para de intimidar o garoto, lou.
Tomlinson estourou a rolha do champanhe ignorando o que foi dito, fazendo uma comemoração barulhenta, Zayn revirou os olhos e os outros dois caras continuaram em silêncio enquanto o chefe servia as taças.
— Responde Ryan! Caralho! Você já chupou uma xota ou não? – ele olhou bem nos olhos castanhos amedrontados, apontando um dedo para o estagiário — Não chora, garoto! To falando com você, presta atenção porra!
Ele encolheu os ombros e balançou a cabeça, olhando para os próprios pés.
— Quantos anos tem?
— Não menos que vinte e um, não contratamos menores. Essa é uma regra sua, idiota.
Louis bebeu e riu, abrindo os braços e mandando Zayn se foder.
— Verdade, minha regra. Você deve ser legal.
Andou até o rapaz e tocou os ombros dele, que estremeceu. A expressão sádica dele voltando, sendo conscientemente maldoso com o menino, massageando seu tronco, tentando relaxar os músculos duros de tensão, como se estivesse motivando um lutador de boxe. Malícia presente em cada palavra. Quanto mais Ryan parecia prestes a chorar e se desfazer no chão, mais Louis ficava instigado.
— O que achou daquela bucetinha ali? Seja honesto moleque.
— É bonita.
— Só isso? Que broxante! Você vai ter que compensar isso… – O estagiário concordou rapidamente, com receio de ser despedido.
— O que acha de chupar ela? Uh? Deixar aquela boceta bem molhada?
Ryan engasgou com a própria saliva, tossindo desesperado. Zayn riu tanto que perdeu o ar, até Bob sorria.
Louis bateu nas costas dele, compreensivo e atencioso, ergueu a taça até a boca carnuda do rapaz, e forçou o fundo, virando champanhe na garganta dele.
— Eu sei… isso parece muito difícil. Um trabalho muito duro e complicado. Mas acredito no seu potencial garoto, e você já concordou em compensar, agora vai ter que comer aquela bucetinha, uhm?
Sem nenhum líquido dentro da taça, ele puxou ela e sorriu para Ryan, que agora, um pouco mais motivado, caminhou até o sofá e ajoelhou na frente da mesa. O rosto de frente para a buceta, que estava levemente molhadinha pelos toques anteriores.
Zayn apagou o cigarro e foi buscar sua taça cheia com Louis. Os três homens pararam ao redor do estagiário, para assisti-lo de pertinho.
Os dedos trêmulos dele alcançaram os lábios da xoxota, e assim como Bob, ele tocou na carne sedosa da vulva, acariciando do monte de vênus até o clitóris durinho.
Ryan observou animado os pelinhos dela arrepiarem, sorrindo, se curvando e lambendo desde o grelinho a entradinha da boceta. Chupando os pequenos lábios, e esfregando a língua quente contra o clítoris até as pernas dela tremerem e os pézinhos se contorcerem. Ruídos baixinhos vinham da caixa fazendo Zayn rir, já Louis apenas bebeu mais, os olhos azuis entediados e as sobrancelhas castanhas curvadas em desinteresse, Bob ofegou esfregando o pênis sob o tecido da calça, cheio de tesão.
A pontinha da carne quente rodeou o buraco antes de entrar, os barulhos de dentro da caixa ficaram mais altos, gemidos abafados e roucos reverberam no papelão decorado. Ele intercalou entre sugar e meter a língua, adorando a forma como a xoxota contraia, pulsando na boca dele. Saliva escorria junto com a lubrificação agridoce dela, ensopando o cuzinho, escorrendo desde o maxilar até o pescoço dele.
Era como lamber pirulito derretido, adocicado e melado.
Uma tenda dolorosa permanece formada na calça do rapaz enquanto se lambuza na buceta doce dela. Dois de seus dedos se juntaram à língua, competindo por espaço, abrindo-a de uma maneira tão gostosinha. Ele esfregou o dedão no grelinho durinho e inchado, aproveitando a lubrificação para deslizar melhor, deixando ela tão, tão sensível, a pele suave avermelhada, assim como as manchas nas bochechas e pescoço dele.
O rapaz arfou, a camiseta de botões molhada nas axilas, as gotinhas de suor aparentes na nuca, deixando os fios de cabelo mais escuros. Zayn arquejou ao lado dele, acariciando as coxas leitosas dela, então se inclinou para poder alcançar a pele com os lábios, marcando a carne. Chupou o indicador e contornou a cabeça do estagiário, massageando o períneo e o cuzinho da garota. A cada vez que forçava a ponta do indicador para dentro, ela agitava os pezinhos, a queimação deixando-a louca.
Não o bastante, as mordidas dolorosas nas coxas faziam-na espasmar, ofegante por ar dentro da caixa, se arqueando. A xota liberava mais e mais porra, melando todo o rosto do estagiário.
Malik se ergueu apenas para abrir as calças e puxar o pau grosso para fora, masturbando a si mesmo.
Louis virou a garrafa de bourbon na boca, depois bateu ela na mesa. Agarrou o cabelo macio e úmido de Ryan e empurrou a cabeça dele para baixo.
— Lambe o cuzinho dela. Deixe ela bem relaxadinha, uhm? – murmurou, empurrando o rapaz, conduzindo-o. Ryan grunhiu afirmativo e colocou a língua para fora, movendo-a sobre o buraquinho.
Ele manteve o dedão esfregando o clitóris, os outros dois dedos dobrando, saindo e entrando na vagina, sentindo cada vez mais facilidade para deda-la. Além da palma da mão, as coxas internas e toda a virilha dela estavam babadas, o barulho molhado de tapas produzidos pela carne da mão dele colidindo com a vulva eram agradáveis a todos, quase tão erótico quanto os choramingos que ela soltava.
O cuzinho ficou mais solto, possibilitando a entrada da carne tesa. A garota estava cada vez mais próxima de gozar, a buceta palpitando, as pernas tremelicando e os pézinhos torcendo na meia branca de lacinho rosa. Choques de prazer vinham em ondas no ventre dela.
Ele lambia e metia no canal apertadinho, seus gemidos roucos vibrando na pele quente, enquanto Louis apertava e forçava a nuca dele.
Bob aproveitou para se sentar no sofá de couro, abrir o zíper das calças e se tocar, excitado demais para se manter no controle como o próprio chefe fazia.
A garota gozou forte, com um berro que preencheu a sala toda. Louis riu e apertou a panturrilha, puxando a meia e assistindo ela voltar de leve contra a tez dela. Eles podiam ouvi-la arfar lá de dentro, sabendo o quão extasiada estava.
— Coitado do garoto Lou, deve estar prestes a gozar nas calças! – Zayn debochou, olhando o contorno apertado na costura da calça social do estagiário.
Louis ergueu a cabeça do rapaz, olhando direto para os olhos castanhos. Ryan está obviamente constrangido, as bochechas vermelhas, e as sobrancelhas contraídas, parecendo um cachorrinho.
— Ele é educado, diferente do Bob ali, que tirou o pau pra fora sem nem perguntar se podia. Agindo como se alguém aqui quisesse ver seu pinto seboso.
Zayn riu, se acariciando languidamente. Ryan estremeceu e o chefe desceu o olhar para a tenda esticando o tecido da calça, parecia doloroso. O garoto realmente tinha potencial para aguentar tanto assim, com todos os estímulos. Ele estava começando a conquistar o respeito do empresário.
— Está sendo cruel Louis! – Malik repreendeu, cínico.
— Oh vá se foder, yeah? Você literalmente estava fazendo isso agora pouco, seu merdinha hipócrita! Bob devia estar profundamente grato de darmos a ele a chance de poder assistir! Mas fodasse isso, tanto faz! – ele olhou de volta para os olhos carentes do rapaz — Quer saber pup… Por que não se masturba nela? Aposto que gostaria disso uhm?
— Si-sim, eu… posso mesmo senhor? – O chefe sorriu e soltou o cabelo dele — Claro, vá em frente.
Ryan, assim como os outros no cômodo, exceto Louis, abaixou as calças e puxou o pau vermelho para fora, a cabeça num tom de vinho, ensopada de pré-gozo. A boxer molhada nos tornozelos, sobre os sapatos sociais, junto das calças de linho.
Ele esfregou a glande na boceta, assistindo ela palpitar e as pernas da garota contraíram, os músculos repuxando sob a meia fina. Ela murmurava de dentro da caixa, sons desesperados e melosos. O estagiário moveu a glande rubra no grelinho dela, recebendo soluços em retorno, e deslizou até parar em cima do cuzinho, se masturbando ali. Por já estar no limite não durou muita coisa. Em poucos minutos jogou a cabeça para trás, o cabelo grudou na testa, e ele gemeu alto e rouco, esporrando o buraquinho dela.
Ryan ofegava, inspirando com dificuldade, empurrando-se para frente fingindo tentar penetrá-la, sem nunca realmente fazê-lo, sentindo a entradinha tentar sugar para dentro o pênis ainda duro e sensível, sem mais uma gota de porra para dar.
— Ela é gostosa não é? Dá até vontade de continuar fodendo, mesmo depois de já ter gozado todo esperma de dentro de você. E ela gostaria disso, vê? A bucetinha gulosa, toda inchadinha, o cuzinho piscando, querendo mais?
O rapaz balançou a cabeça, o pescoço inclinado, olhos vidrados no meio das pernas abertas dela, tentado a meter a cabecinha que ameaçava entrar no buraco avermelhado. Um gritinho soou de dentro do papelão, o quadril se mexeu, tentando se afastar.
— Se-senhor, po-posso meter a cabecinha? S-só a cabecinha, eu juro? – Ele gemeu, sentindo a contração na ponta do pau.
Louis bagunçou o próprio cabelo, bufando uma risada.
— Não moleque, isso não é pra você! Deixe para quem realmente dá conta do recado…
Como uma deixa, Zayn se moveu, fazendo o estagiário sair do meio das pernas dela e ir se sentar ao lado de Bob, com as calças arriadas e o pau gasto nas coxas, peito subindo e descendo rapidamente, não conseguindo recuperar o fôlego e se acalmar durante a experiência mais insólita da sua vida.
Sorrindo diabólico, Zayn coletou do esperma perolado deixado pelo estagiário e esfregou no grelinho dela, seu próprio pau com a cabeça tão vermelha quanto cerejas maduras, a fenda expelindo pré-gozo, que ele usa para lambuza-la inteira, deixando-a pronta para ser usada de novo.
Os murmúrios chorosos que vinham da caixa eram arrebatadores, parecia deixá-los drogados, transportando-os direto para algum tipo de paraíso dos pervertidos. Ela era como um pequeno succubus, tentando-os, fodendo a mente deles com muito pouco, levando-os ao ponto de ruptura onde não dariam uma pausa a ela, trepando com empenho, até fazê-la gritar.
A cabeça quente do caralho roçou no cuzinho, se forçando para dentro. Louis zuniu satisfeito, tocando seu pau por cima da calça pela primeira vez. Todos assistiam vidrados Zayn ser engolido, centímetro por centímetro dentro do buraquinho dolorido. O berro dela vibrou pela sala, pouco depois os urros de Bob punhetando seu pau preencheram o cômodo, som de carne contra carne, contrastavam com os ruídos delicados que ela produzia.
Zayn comeu ela como se estivesse faminto, fodendo suas bolas azuis pesadas até não ter mais uma gota de porra nelas, ele dedilhava a xoxotinha com dois e então três dedos, aproveitando o aperto ao redor do seu caralho. Uma carícia das paredes quentes e úmidas, apertando na medida certa.
Facilmente encontrou o ponto dela, torcendo os dedos dentro para assistir os pés da garota torcerem. Ele usou a mão livre para dar beliscões nas coxas e panturrilhas, adorando a forma que o cuzinho contraia e ela saltava com a dor de cada apertão, deixando marcas roxas pela pele debaixo das meias.
Foi uma tortura aprazível, judiar daquele corpo macio, suave. Levá-la no limite e empurrar um pouco mais. Suprindo a necessidade insaciável dela de ser um buraco para o máximo de esperma que pudesse manter. Ter seus miolos fodidos, levando-a ao sub espaço e a deixando lá, completamente cheia de porra.
Nenhum deles notou Louis se movendo, indo até a gaveta da mesa pegar o acessório da sua garota.
Bob guinchou, coaxando grotesco, esporrando na mão cheia de anéis, cujos dedos pareciam linguiças, e no sofá. Listras brancas manchando o couro vinho.
Ela teve um orgasmo tão forte que molhou a caixa, deixando o papelão e o embrulho empapados, cheirando a goza. Espremeu o pênis grosso de dentro do canal, fazendo o corpo dele despencar sobre o pacote, ejaculando todo o caminho para fora. Porra gotejando do cuzinho, escorrendo na fenda entre as nádegas.
Zayn arfou pesadamente, pesaroso. Triste por ter que tirar o pau, agora flácido, fora daquele buraco quente, mas flutuando em alegria por ter visto estrelas ao gozar, tendo a porra sugada de suas bolas.
Louis foi rápido em colocar o plugue metálico nela, mantendo-a cheia e saciada com esperma quentinho, como ela gosta.
— Bob, é melhor que limpe logo meu sofá, antes que te faça lamber isso daí.
Ele desembrulhou lentamente o laço, deixando que a fita caísse leve sobre a mesa. Abriu a tampa do presente e sorriu para os olhos de corsa cheios de lágrimas. Os lábios de morango entre os dentinhos de coelho, sendo mordiscados com apreensão, as bochechas coradas, mamilos endurecidos, imprensados pelos pregadores, ligados por uma corrente fina que Louis puxou até ela choramingar, a barriguinha estremecer visivelmente pela dorzinha eletrizante nos seios já machucadinhos de estarem a horas com aqueles pregadores apertando-os.
— Zayn, limpe a mesa para mim.
Ele se abaixou, sussurrando no rosto dela, que fechou os olhos apreciando a proximidade, — Ainda não terminei com você, querida. Tenho que usar meu brinquedo, estourar o champanhe, essas merdas, yeah?
As pálpebras estremeceram e ela resmungou baixinho, soltando um gemidinho carente. Estava visivelmente esgotada, mas aguentaria mais, aguentaria tudo o que Louis estivesse disposto a dar.
— Você pode lidar com isso, não é boneca?
— N-não sei se posso suportar l-lou…
Os olhos azuis vibraram com ânsia e maldade, sempre enchia ele de tesão quando jogavam assim.
— Claro que pode coisinha. Não enchi a sua bucetinha, e você sabe, nós nunca terminamos a menos que esteja completamente cheia. Aliás, você é meu presentinho e eu faço o que quiser com isso. – Os dedos tatuados acariciaram a pele aquecida da bochechinha dela, contornando os lábios. Ele lambeu o beicinho rosadinho da sua bonequinha, ouvindo os objetos da mesa serem arrastados para o chão, revirou os olhos, porque honestamente, Zayn pode ser seu melhor funcionário, mas ainda é um merdinha vaidoso que está sempre pingando de tesão pela sua garota.
Louis cravou os dentes nos lábios dela até cortar e Harry grunhir. Ele se ergueu e rasgou o embrulho, como uma criança no natal, o papelão se desfez sobre a mesa e o empresário a pegou nos braços como se fosse uma boneca de pano. Levou até a mesa, sentando sua bunda na madeira, fazendo Harry dar um pulinho, sentindo o plug gelado mexer por dentro.
Tomlinson inclinou seu corpo e abriu suas pernas. As mãos pousaram firmemente na cintura dela, apertando a carne com gosto, marcando o que já tinha sua marca tatuada com as letras lt delicadas e floreadas na coxa interna, o mais próximo possível da vulva. A pele embaixo da palma ficou avermelhada, com o contorno exato dos dedos.
— Zayn segura as mãos dela, e as mantenha no ar. – ele se virou para o sofá, olhando para os olhos gananciosos dos outros dois dali. — Ryan, vem cá e tira as minhas calças.
O estagiário tropeçou até a mesa, as mãos tremendo para abaixar o zíper e as calças. Louis bufou, entediado e Ryan foi mais rápido em descer a boxer, estremecendo com o resmungo satisfeito.
Ele mexeu o quadril até a glande gorda encaixar na entrada da bucetinha gostosa, sem de dar ao trabalho de se alinhar com as mãos, apenas, num empurrão, entrou todo dentro. Sem dar qualquer fôlego fodeu ela, metendo com tanta força que os quadris dela balançavam, as nádegas batiam sobre a madeira e Zayn permanecia imperturbável segurando os pulsos finos.
O corpo dela sacudia inteiro, pernas chacoalhando, o tronco suadinho e inclinado, os peitinhos balançando e a bucetinha aberta, arreganhada, levando tudo o que Louis queria dar.
Aquele plug de metal parecia entrar mais, mexendo mas ainda mantendo tudo dentro.
— Por favor! Por favor lou… por favor!
Ele agitou a cabeça, retirando a franja dos olhos, indiferente ao que quer que ela estivesse implorando.
— O que você quer boneca?
Harry tentou puxar os pulsos do aperto firme, sem sucesso. Suas coxas doíam de ficarem abertas por tanto tempo, o corpo todo tenso sobre a mesa, os pregadores arranhando e balançando a cada empurrão. O pau gordo indo tão fundo que ela acha que sua barriga pode estar inchada. Tão, tão sensível! Harry acha que não pode aguentar muito mais.
— M-mãos, lou… Oh! Oh meu- ugh! Minhas mãos!
Louis se soltou para apertar as bochechas dela, formando um biquinho fofo. Ele deu um selinho gentil, seus olhos em Zayn.
— Claro, docinho! Ze, solta ela.
Assim que as mãos desvencilharam, ela contornou o pescoço dele, agarrando-se com braços e pernas feito um coala. Solavancando com o sexo quente, se sentindo completa e tão cheia! Louis soltava grunhidos roucos, ela soluçava gemidinhos agudos, já através da borda.
Ele sempre soube como fazê-la gozar, sempre comeu Harry até que estivesse gritando ou gemendo baixinho, sem aguentar mais. Louis sabia bem como acabar com ela, até que seu corpo ficasse molinho, parecendo gelatina.
Os corpos roçavam, úmidos. Mais uma mesa que estava encharcada, o cheiro almiscarado de sexo enchia o sentido de todos, podiam sentir até no palato. O clitóris deslizando na virilha dele, os pelos pubianos raspando na pele lisinha dela, assim como o restolho da barba dele arranhava seu pescoço, o rosto, da maneira mais quente, quando ele a enchia de mordidas e chupõe.
A sala parecia sobrecarregada de tensão. Uma eletricidade explosiva. A mesa raspando no piso, rangendo, os olhos dos caras vidrados neles, assistindo o melhor porno ao vivo que poderiam. Harry toda molhadinha, tremendo e apertando aquele pau grosso dentro dela e a droga do plug em sua bunda.
— G- demais! Lou-is por favor! Mais devagar, i-isso é demais!
Ele balançou, batendo com mais brutalidade.
— O- o que foi querida? Você quer mesmo m-me dizer como devo comer a sua bucetinha gostosa?
Ela arrepiou, distante. Seus músculos estremeciam, a buceta contraia com força, o clitóris sensível demais. Parecia que choques eram dados em seu estômago. A corrente elétrica fodidamente percorria seu corpo todo.
Tudo o que conseguia era implorar através de ruídos agudos e esganiçados, implorar por mais…
— devagar! Ah! por favor devagar, por favor por favor, por f-ah! Ahm! Lou!uhm! – Ele metia cada vez mais forte, rindo em um sopro.
Louis gozou fundo dentro dela, gemendo rouco, já Harry gozou seco, mas teve um dos orgasmos mais intensos, além de qualquer coisa que poderia imaginar.
— Urh! Isso foi uma delícia, boneca! – ele tirou o pau, esfregando nela até Harry contorcer, chorando.
Com pena, ele deitou o corpo molinho dela na mesa. Harry era como uma massa moldável, sem miolos. Seus cachinhos se espalharam sobre o tampo de madeira, e as pernas caíram pesadas. Louis abriu apenas o suficiente para deixar a boceta transbordando esperma à mostra.
Ele colocou as calças no lugar e ajeitou a postura, dirigindo-se aos caras.
— Dêem uma última olhada! Não terão outra chance como essa rapazes.
Zayn riu, já próximo a buceta vermelha e aberta, contraindo ao redor de nada. Ryan e Bob olhavam encantados, com as íris brilhando de vontade.
Louis olhou para o rostinho sonolento dela e sorriu.
— Bom o bastante? – eles acenaram freneticamente e Zayn bateu em seu ombro, se abaixou e deu um beijinho na buceta gozada. Seus lábios estavam brilhando quando se ergueu, ele sorriu e caminhou até o rostinho corado dela, antes de dar-lhe um selinho e sussurrar um “te vejo depois, coelhinha”.
— Podemos? – Bob parecia esperançoso, como se pedisse ao papai noel para conduzir o trenó.
— De jeito nenhum, seu merdinha! Dêem o fora daqui! Agora! E fechem a porra da porta ao sair!
Bob resmungou irritado, mas Ryan agradeceu diversas vezes antes de ir. Zayn ainda na sala.
— Gostei do garoto, acho ele promissor.
Seu melhor amigo pretensioso riu e pegou o Chandon, deixou seu paletó sobre o sofá de couro e dando a Louis um aceno zombeteiro, saiu da sala deixando a maldita porta aberta.
— Idiota do caralho!
— Lou? – a voz manhosa trouxe a atenção para sua garota na mesa, ele pegou outro plug pequeno e alocou na bucetinha, assistindo ela contorcer para longe.
— Shh… está tudo bem docinho, vou cuidar de você yeah?
Ele pegou sua noiva dengosa no colo e foi se sentar no sofá, acariciando os cachos dela, cobriu-a com o paletó e deixou que se aconchegasse nele, até estar toda enrolada em seu corpo quentinho. Harry adormeceu com o rosto em seu peito, o sono embalado pelas batidas do seu coração acelerado.
— amo você boneca. – ele beijou os cachinhos com carinho, e abraçou mais apertado o corpo dela, velando seu sono.
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Espero que tenham gostado! Xoxo... 💗
𝐁𝐢𝐫𝐭𝐡𝐝𝐚𝐲 𝐏𝐚𝐫𝐭𝐲
Descrição: Louis decide levar Harry, seu namorado, para se divertir em uma cena no clube com seu amigos, como um presente para seu próprio aniversário. Eles pagam por uma sala fechada, e Louis faz de Harry a atração da sua festinha particular, oferecendo-o para os caras.
⭒
TW: degradação – DP – bondage – sadismo – group sex – hbottom – ds 24/7 – daddy kink – alfa x ômega – tradicional.
Antes de ir para a história, tenho três avisos a dar:
1. Vão usar pronomes femininos para se referir ao Harry em dado momento da história.
2. Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
3. Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que está descrito nele.
É isso, boa leitura! 🍒
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Zach, Ian e Tommy estavam na área vip, rodeados por garotas. Eles passavam as mãos pelos seios ou pelo traseiro de algumas delas. Em algum momento se tornaram mais ousados, passando a enfiar os dedos debaixo das roupas, apalpando suas bocetas, deixando elas assanhadas e desinibidas.
O clube está lotado, a música sensual não é alta como em uma balada, mas a batida grave retumba sob seus pés. Há luzes de led entre roxo, azul e vermelho, espalhadas em pontos estratégicos do espaço, dando destaque às dançarinas. As banquetas de couro do bar estão todas ocupadas, e os garçons seminus, atravessam o lugar para todos os lados, com uma bandeja nas mãos e uma coleira no pescoço.
Harry passa a mão em seu próprio pescoço, tateando a correntinha de ouro e o pingente delicado das iniciais de seu dono em preto, de borda dourada. Sem ser chamativa, mas ainda ali. Um aviso para quem podia entender.
O ômega cobiçou as coleiras, sentindo falta da sua, do couro e do pinicar dos spikes pressionando sua pele sensível. Ele desviou os olhos para Clavin, que chegou até eles, erguendo os braços, com um copo de bebida em cada mão e os olhos brilhantes.
Seu pescoço estava com marcas de batom, e Harry sentiu o cheiro gostoso dele quando se abraçaram, em um cumprimento além do fraternal.
Se pudesse, ele passaria o nariz por toda a pele, e fungaria ali, manhoso. Os outros rapazes com seus corpos malhados e maneira dominante, os odores másculos, intensos, enchiam ele de tesão. Gostaria de lamber todos eles.
A palma pesada apertou sua cintura, puxando-o para trás, fazendo com que se soltasse de Calvin. Louis colou em suas costas, rosnando baixo em seu ouvido.
— Não haja feito uma cadela, não no meu maldito aniversário!
Harry encolheu, fingindo não saber do que Louis estava falando. Rodgers riu da situação, abraçando seu melhor amigo e dando tapinhas em suas costas.
— Feliz aniversário mate! - ele se aproximou e sussurrou em seu ouvido — Está tudo pronto para mais tarde. Nina usou as cordas que você gosta.
Tomlinson se animou, beijando a bochecha dele, e sorrindo pegou um dos copos de sua mão.
— Vamos, os caras estão esperando.
Ele virou a bebida toda de uma vez antes de se mover, o álcool não fazendo muito efeito para Louis, que passou o braço pelo ombro do namorado e guiou ele em direção ao grupo barulhento.
Calvin ficou para trás, analisando a bunda em movimento de Harry, que balançava dentro do tecido leve da calça pantalona.
Ele está tão gostoso que Calvin mal pode se segurar, recebendo uma olhadela de aviso de Louis, que se vira para encará-lo sob o ombro.
Certo… mais tarde.
...
Harry está irritado.
Seu alfa parece tê-lo esquecido completamente, e os caras também não lhe dão atenção. Ele bufou e fez biquinho, assistindo outras ômegas roçando nos meninos.
Louis está bebendo cada vez mais, admirando as coelhinhas rebolando no palco. Ele está quase babando, como se fosse subir lá em cima para fodê-las, dando a todos um tipo diferente de show.
Enciumado, Harry decide fazer algo para ter atenção.
Ele se desvencilhou do aperto firme do namorado, sem dizer aonde ia. E apesar de não olhá-lo, Louis sentiu ele se distanciar, sua presença deixando-o.
O garoto queria encontrar o banheiro do clube, para abrir sua camiseta toda e deixar seu corpo mais exposto para os caras. Mas acabou se perdendo dentro do espaço grande do clube, e a meia-luz dificultou sua visão.
Harry parou diante de uma escadaria, e curioso, subiu os degraus rapidamente, com medo de ser pego em uma área exclusiva e ser expulso dali.
O segundo andar é completamente diferente do clube embaixo. Há vários palcos no ambiente, com cavaletes, divãs, e estantes com acessórios de bondage e açoitamento. Floggers, palmatórias, chibatas, cordas, algemas entre outras coisas.
É interessante e convidativo.
Haviam outras pessoas espalhadas por ali, assistindo as cenas, voyeurs. Há alguns dom 's em cadeiras com sub 's ajoelhados, sentados ou em pé ao lado deles, sem falar ou se mexer. Somente esperando por alguma ordem.
Um suspiro desejoso saiu de seus lábios, e ele pensou em voltar para o seu próprio dom, afinal, tinha saído do seu lado sem pedir permissão. Porém, seu interesse foi aguçado ao ver um corredor pouco iluminado, à esquerda. Harry imaginou que ali fossem os quartos privados, e que talvez… ele poderia ir dar uma olhadinha.
Antes que se movesse, sua visão foi tampada. O tecido preto grosso não o deixava enxergar nadinha à sua frente. Nervoso, ele tentou puxá-lo para fora de sua vista e se afastar de quem o cegou. Mas seus pulsos foram pegos por mãos fortes, que giraram seus braços, pressionando-os em suas costas. A pessoa que o prendeu não é a mesma que o vendou, ele sabe disso porque pode sentir mais de uma presença ao seu redor.
Os lábios gordinhos se abrem em arfadas, ele treme dos pés à cabeça, com medo. Está tão assustado, que não consegue reconhecer os odores. Feromônios masculinos e característicos, que deveriam ser familiares.
— Cor?
Ele reconhece a voz de Louis, relaxando e sentindo um grande alívio.
— Verde senhor… Me desculpe por… - não consegue terminar sua frase antes de levar uma bofetada na bochecha, a pele ardendo e pinicando.
Porra! Louis está furioso com ele.
— Não, eu não vou desculpa-la. – Louis segura seu maxilar com firmeza. — Sua palavra de segurança? – diz ele, com pouca paciência.
Harry treme e choraminga, chateado por irritar seu senhor. O corpo viril ainda está atrás do seu, roçando a virilha em seu traseiro, apertando firme seus braços, de uma maneira que machuca.
— Boo. – Respondeu, alto e ansioso pelo que viria.
Este é o apelido de Louis, que apenas seu namorado e seus amigos conhecem. Harry o inventou quando ainda estavam no colegial, no último ano, onde sua amizade estava evoluindo e eles sentiam que não poderiam viver um sem o outro. Hoje em dia as emoções estão mais controladas, eles se conhecem e sabem melhor. Não é mais tão intenso quanto na adolescência. Mas o apelido passou a funcionar como a safeword deles, desde que descobriram se encaixar na relação d/s de escravidão 24/7.
Ian arrasta o corpo voluptuoso de Harry para o quarto, Louis o segue para dentro, onde os outros rapazes já estão aguardando.
— Vamos amarrá-lo e então usá-lo como quisermos. E você vai ficar em silêncio, não terá qualquer escolha aqui. No entanto, antes de começarmos, vou perguntar uma única vez. Você tem certeza que quer continuar?
Harry pensa um pouco sobre. Ele não sabe bem o que Louis fará consigo, no mais, há outras pessoas na sala com certeza, mas ele não consegue reconhecer quem são. Talvez sejam outros dom 's, ou até os meninos.
Dá um pouco de receio, uma hesitação que surge por ter noção de que seu senhor está bravo consigo e vai deixar outros homens tocá-lo como querem, sem que ele possa fazer nada além de usar sua palavra segura, o que acabará com tudo imediatamente.
Já tinha sonhado com isso outras vezes. Louis dividindo-o com outros caras, principalmente seus amigos. Eles judiando dele, fazendo-o chorar de tanto fodê-lo.
Droga! Sim! Sim! Sim! Ele quer tanto isso!
— Sim senhor, quero continuar, obrigado.
Uma mão grossa acaricia seu rosto, não é a palma de seu dono, ele reconheceria.
— Consigo ver a marca perfeita dos seus dedos na bochecha dela cara, puta merda… isso deve ter doído. – houve um hálito quente em seu rosto, em seguida, lábios úmidos beijando todo o lado aquecido onde sua face foi atingida.
— Ele machucou você princesa… Coitadinha. – outros beijos, agora espalhados por todos os lados.
Alguém riu, grave e rouco. Calvin talvez?
— Isso não chega nem perto do que faremos com ela.
— Hazza é uma cadela. Uma putinha que adora atenção… ela vai amar. Não é, vagabunda? – ele concordou com Louis, extasiado.
— Tira a roupa dela.
A ordem veio de um canto que Harry não conseguiu identificar, mãos começaram a tocá-lo, não só retirando suas vestes, mas beliscando, apertando e massageando seu corpo.
— Deus! Ela é tão gostosa, Lou. Esperamos por isso faz tanto tempo. – Este é Zach. Ele quem desce o zíper da calça, e abaixa o tecido, até que suas pernas fiquem livres. A mão dele engancha no elástico da calcinha, prestes a tirá-la, enquanto outras mãos beliscam suas nádegas dolorosamente.
Há alguém arranhando sua barriga, afundando os dedos em seu quadril largo. Lábios beijam seu pescoço. Outro alguém está sugando sua pele da clavícula, e de repente, uma língua úmida lambe seu lábio inferior e depois desliza para dentro. Eles começam um beijo caloroso.
Harry sente quando sua blusa de seda é arrancada, assim como a calcinha. Ele apenas ergueu os pés, para que o tecido saia. Os caras ficaram mais agressivos, o beijo obsceno cria ruídos molhados e os cheiros se misturam no ambiente.
Ele sabe que Louis está por perto, consegue reconhecer sua presença, mas seu dom não o está tocando, nem parece próximo dele. Um choramingo manhoso escapa, pela falta do contato. E mesmo que Louis saiba o que ele quer, não vai alcançá-lo, deixando que seus melhores amigos se divirtam com a sua coisinha.
Tommy puxá a carne das nádegas, afastando-as bem, deixando o cuzinho exposto. Seu dedo médio resvala o buraquinho, criando uma fricção leve.
— Parece tão apertadinho… é quase, virginal.
— Definitivamente não é. Na verdade, é surpreendente que não esteja toda aberta com o tanto que eu uso.
Louis riu da besteira que seu amigo disse, lembrando da época em que seu garoto realmente era virgem. Nunca inocente, mas com certeza apertadinho e disposto a chorar em seu pau.
— Oh, claro… De qualquer forma, se ainda não está, no final da noite estará. – ele chupou o dedo, antes de colocá-lo de volta no traseiro de Harry, sentindo a entrada se contrair com o toque. — Ela vai ficar toda arrombadinha.
O ômega tremelicou sob as mãos dos alfas, que riram.
— Tragam-na aqui. - A voz de Louis soava tão séria, ele parecia sóbrio, mesmo que tenha bebido vários shots com os meninos. Deve ter haver com a cena acontecendo. Quando há algo assim rolando, ele fica centrado e mandão, Harry acha tão sexy.
Calvin e Tommy guiam ele até que esteja tropeçando em uma superfície de couro. É um pouco desconfortável, mas não duro como uma pedra. Tem um estofado preenchido por algodão, no entanto, é firme o bastante para que ele tenha que se esticar sobre.
Seus braços são puxados e esticados para frente, as pernas separadas, bem abertas, e seu tronco está projetado para baixo. O pênis pressionando contra o couro, vazando em sua barriga, e seu peitoral apoiado em cima da coisa.
Leva pouco tempo até que seus braços e pernas sejam presos. Harry demora para finalmente entender que está em um cavalete.
— O que acham? Palmatória? - Ian pergunta.
— Nah, com a vara será mais divertido. - Este é Zach falando, sua voz rouca soou perto demais.
Há uma risada que ecoa pela sala toda. Harry teme o que está por vir. Ele sabe o quão sádicos Louis e Zach são, dois malditos maníacos. Claro que seu mestre nunca o machucou dessa forma, e também sempre irá protegê-lo. Louis não permitiria que Zach o agredisse com crueldade. Mas mesmo assim, o medo é tão forte quanto a excitação.
Palmadas violentas são dadas em seu rabo empinado, seus muxoxos desesperados competem com o som. É dolorido e ridículo. Suas pernas chacoalham, trêmulas.
Passa pouco até que algum dos rapazes esteja esfregando o pênis em seu rosto. O cara ri, como se fosse uma piada.
— Abre a boca, puta.
Harry não notou antes, mas há um corpo montando sobre o seu. Sendo uma massa pesada de músculos prensando-o no cavalete, empurrando todo o ar para fora de si em arfadas pesadas.
A mão grande agarra um chumaço de cabelo, puxando sua cabeça para cima com firmeza. A virilha dele está colada em sua bunda, o cacete grosso espreita por entre as nádegas, e o peitoral dele pressiona as suas costas.
Ele pode ouvir sussurros, sabe que estão decidindo com o que vão lhe surrar. E é uma droga que não consiga ouvir direito o que eles falam. Eles estão fazendo de propósito, de forma que Harry não poderá se preparar para isso. Querem surpreendê-lo.
Tapinhas são dados em seu rosto, para que preste atenção. Ele se lembra então, que tem que abrir a boca, e quando faz, imediatamente sente o gosto salgado do cacete.
Harry não sabe de quem é o caralho grosso que está em sua boca, mas o cara está louco de tesão, ele pode sentir nas veias pulsantes do pênis, na forma como o pré-gozo amargo vaza aos montes na sua língua.
É bom… tão bom!
Quando o cara passa a meter, ele acha que está pronto, mas não. A rola vai fundo e sua garganta tensionada, que tenta expulsá-lo. Há um gemido gutural, e então, ele é fodido devidamente. Estocadas grosseiras, baba e lubrificação escorrendo pelos cantos dos seus lábios vermelhos. Ainda não há lágrimas em seus olhos, tão pouco virão. Harry está acostumado com a brutalidade, Louis é muitas vezes pior.
Seu cuzinho está sendo roçado pela pele macia de um caralho, às vezes a cabeça molhadinha da rola resvala em sua entrada, pegando ali, como se fosse penetrá-lo.
Entretanto, ele não vai, não sem permissão, não antes que o próprio Louis foda sua coisinha.
— Vá mais forte Calvin. Segure a cabeça dela, e esfole sua maldita garganta de tanto foder. Pare só quando ela estiver chorando, não importa quantas vezes você tenha que gozar para isso, porra! – Louis resmungou bravo. Ele estava com um plug anal na mão enquanto Zach passava lubrificante em toda a borracha.
Ian passava as cordas pelos arcos no teto, preparando o próximo passo da brincadeira, onde eles realmente iriam se divertir.
— Tenho mesmo que ensinar vocês como se fode uma puta, caras? Isso é sério?
Sua fala é como o incentivo que faltava para estourar algo em Calvin. Ele segura os lados de sua cabeça e estoca tão forte em sua garganta que queima. A virilha dele está em sua cara agora, os pelos grossos esfregando em sua face. O cacete está tão fundo em sua goela, que Harry o sente palpitar na traquéia.
Sua tentativa de suspiro falha, um estrondo esquisito zumbe de si, e Calvin treme. Tommy ri em suas costas, moendo contra ele. Styles passa a lutar contra a bile, tentando manter o suco gástrico no estômago.
Rodgers literalmente deixa-o sem voz. Suas arremetidas são tão violentas e profundas que produzem o barulho de carne batendo contra carne. A parte de seu nariz, boca e queixo, vão estar vermelhas quando terminarem. Fora o quão molhados já estão, de cuspe e porra. Está escorrendo por seus lábios e clavícula, pingando no chão. Nos pelos de Calvin também, batendo úmidos contra ele, fazendo seu rosto coçar.
— Uh! Então é assim que você gosta, sua vagabunda? Ia ser delicado com você, mas não há razões para ter misericórdia de vadias, não é? Oh-huh! Caralho!
Ele fode mais um pouco, Harry quer chorar, mas ele segura, como se desafiasse quem seria o cara a fazê-lo derramar lágrimas, desabar. Pelo visto não seria esse.
O cara solta um grito alto quando goza em sua garganta. Harry se esforça para aguentar a cabeça do pênis empurrando o volume de porra garganta a baixo. Sua traquéia comprime, tentando engolir, e isso aperta o pau sensível. Rodgers ofega e puxa para fora, reclamando. Harry está tossindo e derramando o esperma no processo. Os outros caras dão risada.
— Espero que seja melhor comendo sua bunda do que é recebendo um boquete, dude! – Zach afirma, com o riso frouxo.
Tom saiu de suas costas, deixando um rastro de sêmen para trás. Em sua fenda, nas nádegas e também uma e outra gotinha escorrendo em sua coxa interna. No segundo seguinte, a venda está sendo puxada de cima de seus olhos. É estranho e desconfortável abri-los novamente. A claridade incomoda, mas ele se adapta.
Louis está parado na sua frente, nu. O pênis como uma seta larga, apontando para cima.
Pela cara que ele está fazendo Harry tem consciência do quanto se ferrou. Louis vai foder tanto sua garganta, que ele estará desgastado e completamente em prantos.
Oh, merda…
Um sorriso sacana surge no rosto magro, um brilho arrogante nos olhos azuis. Seus dedos agarram sua mandíbula, e se apertam ali, cravando as unhas.
— Abre.
Basta isso para que ele ponha a língua para fora, espero pelo pau do seu mestre.
— Você é uma cadelinha fodida, não é amor… Uma putinha desesperada do caralho!
Ele empurra, a cabeça que se parece com um cogumelo adentra a cavidade até o fim, forçando o caminho para dentro da garganta já judiada.
Porra, dói! Mas Harry não chora. Seus olhos verdes aguados observam seu senhor sob os cílios longos. Parece tão inocente.
Louis solta um dos lados do rosto, para segurar os cachos com força, firmando o aperto no couro cabeludo. Isso o deixa aflito, mas piora quando Tomlinson passa a penetrá-lo com ímpeto. É violento e machuca. Harry se sente cheio e sem ar. As lágrimas começam a escorrer sem que ele queira, apenas descem por suas bochechas vermelhas enquanto suga o pau.
— Não estou nem perto, querida. Vou acabar com você! Quer ser uma vadia difícil, vamos ver por quanto tempo você se mantém assim.
Ele geme e soca o pênis para dentro, o ômega é obrigado a tentar relaxar, mas a sensação é como um rastro de fogo ardente. Todas as vezes que alcança o fundo da garganta, ele acha que vai vomitar. É tão intenso, que eles não notam Ian, Tommy e Calvin se masturbando.
Zach chega por trás do garoto no cavalete. Ele aproveita a imobilidade e distração para pincelar o plug preto no cuzinho dele, assistindo contrair.
Maldito seja Zachy, sadista fodido!
Ele age como se não fosse nada demais, acariciando a si mesmo enquanto empurra a ponta escorregadia na bunda.
Suas nádegas repuxam, flexionadas. O idiota ri e da um tapa ardido em cada lado.
— Vamos carinho, relaxe para mim, uh? Só quero ajudar você para o que está por vir. Me deixe brincar, yeah?
Harry grunhe, Louis geme e manda Zach metê-lo de uma vez. Os olhos verdes se arregalam e ele tenta olhar para trás, para o cara prestes a foder seu traseiro. Ele não consegue obviamente, mas sente perfeitamente quando a ponta emborrachada atravessa seu esfíncter, abrindo caminho em seu canal. A ardência faz ele choramingar manhoso, balbuciando com a rola na boca, impedindo a si mesmo de cravar os dentes na carne gorda que entra e sai.
O plug violando-o traz uma sensação estranha em seu cuzinho, que vai aumentando cada vez um pouco mais. Este é um daqueles brinquedos de ponta fina e base larga, e Zacharie está empenhado em abri-lo completamente com aquilo.
Hazzy se sente suar. Nas suas coxas trêmulas, nos pés, axilas, pescoço e barriga. Ele está vertendo suor, molhando o couro.
— Cara, é tão gostoso vê-la lutar com isso. O cuzinho está vermelho e se fechando contra o plug, mas mesmo assim ela não pode ir contra ele. – seu tom baixo é quase inaudível, ele suspira, parecendo vidrado em como o buraquinho está tentando empurrar a borracha dura para fora.
Quando a base larga finalmente entra, Harry solavanca para frente, gritando sufocado. Louis segura suas orelhas e fode sua garganta. Ele parece sem foco agora, estocadas firmes mas um pouco perdidas. Seu ômega chora tanto, que as lágrimas se misturam com o gozo, acumulando ao redor dos lábios que envelopam o cacete.
A testa dele brilha, e os olhos azuis se fecham, apertados em êxtase. Tão perto do orgasmo.
Ian e os outros assistem o cavalete trepidar, as coxas musculosas de Louis estremecerem e Hazz cerra as pálpebras firmemente, soltando ruídos lamuriosos pelo quão fodido estava, na frente e por trás.
O braço malhado de Zach se movia para frente e para trás, tirando e depois forçando o plug nele. Seus cachos loiros estavam indo para todas as direções, bagunçados. O torso bronzeado brilhava, como se tivesse passado óleo, e os lábios gordinhos eram mastigados em reflexo ao prazer. A glande sumia e aparecia no aperto cerrado de sua mão grande. Uma visão quente e viril. Até mesmo os outros caras ofegaram com a cena erótica..
Louis empurrou com força. Uma arremetida profunda, as nádegas contraíram e as pernas espasmaram. Ele ainda segurava a cabeça cacheada enquanto moia o quadril, arrastando a virilha, mantendo o pênis na goela do seu ômega, tendo certeza de que ele iria engolir toda sua porra.
Harry, entretanto, não pode fazê-lo. No minuto que o alfa puxou para fora, sua traquéia contraiu e todo o esperma voltou. Ele gorfou a porra toda no chão. Louis saltou para longe, para que não pegasse em seus pés, Zach parou os movimentos e por alguns segundos constrangedores, todos ficaram em silêncio.
Até os cinco amigos caírem na gargalhada. Rindo da incapacidade dele de engolir.
— Caralho princesa, não imaginei que fosse tão inútil.
– Ian disse, entre as lufadas de riso. Harry se encolheu e chorou, se sentindo humilhado.
Zachie deu tapinhas na base do plug, fazendo se mexer dentro do canal. Ele choramingou por isso, até ter a mão de Louis levantando seu queixo.
Woah cara, ele estava bravo.
— Sua estúpida! Só tinha uma maldita função e nem isso conseguiu fazer! Me humilhou na frente dos caras! – Os tapas vieram pesados em suas bochechas. Ele pode sentir o anel de compromisso que tinham contra a pele sensível. — Putinha burra do cacete!
O barulho ecoou por todo o quarto, os meninos pareciam chocados com a agressividade de Louis, menos Zach que sorria, adorando.
Foram tantos tabefes que seu rosto parecia ferver.
Seu alfa só parou quando estava respirando forte, a mão vermelha e os lábios com pequenos arranhões, sangrando. Ele os mordeu devido a fúria com que batia na face de sua menina.
Agora o garoto verdadeiramente chorava. Os choramingos e os soluços altos, o corpo convulsionando, tamanha intensidade.
Louis sempre se sentia um pouco mal depois de bater em seu garoto, temendo que tivesse ultrapassado algum limite. Mas Harry dizia que não, que estava tudo bem e que ele adora quando o alfa é violento.
— Oh, querida… não seja uma bebê chorona, sim?
– se abaixou para fazer carinho no rosto dolorido dele, suavemente. Seu menino aninhou-se ao toque, como um bichinho querendo afagos, os quais Louis deu de bom grado.
Ele beijou a testa molhada de suor, acariciou os cachos e tirou os fios que caiam no rosto angelical.
Calvin se moveu, aproximando-se deles, ele massageou as costas dele, também tentando acalmá-lo, e Zacharie retirou cuidadosamente o plug, apesar disso só tê-lo feito chorar mais.
— Amor… pare de chorar, sim? Por favor bebê. – Tomlinson está realmente preocupado que tenha sido demais. Ele vai em direção às restrições, para soltá-lo e obter uma pausa. Mas a voz grossa e falha de seu garotinho o impede.
— va-amos… vamos continuar… po-por favor, senhor.
O som não foi mais do que um sussurro quebrado, mas seu mestre entendeu de qualquer forma, e sorriu para como seu menino é forte. — Tudo bem amor, porém quando quiser parar, quando for demais, diga sua palavra. Não se superestime.
Harry balançou a cabeça em concordância, não podendo mais falar. Louis deu um beijo em seus lábios molhados e se levantou. Parou ao lado da cabeça cacheada e olhou para seus amigos. Eles olhavam de volta com preocupação e expectativa.
— E então, quem vai ser o próximo?
...
Harry está com a garganta tão fodida, que ele não sente mais nada do pescoço para cima. Sua voz não é mais do que sussurros finos e doloridos. O ômega sabe que não vai conseguir falar por uma semana inteira, só que vale a pena.
Tommy está novamente atrás de si no cavalete, dessa vez com um vara de bambu, espancando suas coxas e o traseiro. O som do assovio canta pelo ar e os outros meninos avaliam o desempenho.
Seu corpo solavanca no cavalete, as lágrimas escorrem gordas, assim como a saliva que desce dos seus lábios para o chão.
Dói, mas vai tão além, de uma forma alucinante. É como pequenas agulhas atravessando a pele. Harry acha que já ultrapassou o ponto de sentir isso como algo ruim. É apenas prazer na dor e também o costume, o calor.
Seu corpo estremece, Calvin acaricia seus cachos, Zach sua bochecha, Ian seus ombros e Louis dita como Tommy deve açoitá-lo.
Eles ficam nisso. Dez, vinte, vinte e três… trinta chibatadas.
Mas as próximas fazem com que Styles volte ao estado inicial de quando começaram o açoite. O canne pega em seu cuzinho, repetidas vezes.
Na primeira batida ele acha que é sem querer, mas então vem uma sequência, seguida de um grunhido orgulhoso, um aval. O ômega realiza que foi Louis quem mandou.
Harry tenta gritar, seu corpo treme tanto que está pulando sobre o couro. Ele se remexe, puxando as restrições.
Porra! Porra! Inferno! Isso dói como o diabo maldito!
— Louis… Lou, por favor! Papai!
Com esse chiado, as chibatadas param. Ele sabe que Louis apenas ergueu sua mão para que acabasse.
Seu rosto está encharcado e Harry não pode parar de soluçar e arrulhar nem se quisesse. O carinho característico de seu mestre vem como um oásis. Sua água no deserto.
— Tudo bem princesa, já acabou.
A partir daí eles soltam-no, e dão amor, carinho e afagos. Um descanso para seu bichinho, por ter sido uma boa coisinha…
...
Ele foi amarrado nas cordas. Preso e pendurado. Os joelhos erguidos e abertos, deixando seu cuzinho abusado à mostra.
As cordas passavam por seu peitoral. Os mamilos que haviam sido repuxados e torcidos, agora latejam. Seu corpo estava todo marcado. Manchas roxas, cor de vinho e rosa.
Doía como uma cadela!
Seu pau, com um anel peniano, estava duro de novo, tão vermelho que parecia prestes a explodir.
Depois que acalmaram ele, Zach o chupou até gozar suas bolas, deixando-o seco. Ian lambeu e sugou seu cuzinho machucado, e foi tão delicioso! Ele gozou com isso também.
E agora, estava erguido, todo arreganhado e contido. Era novamente a vez dos caras usá-lo.
Louis sendo o primeiro, claro. Parou em sua frente, e meteu o pau dentro de seu traseiro, fazendo Harry estremecer. Deslizou fácil por causa do plug, em contrapartida o encheu até o talo.
— Podem tocar. – ele comandou, e os caras se aproximaram, apalpando onde podiam do corpo suave.
Mas Zach foi além como sempre, ele se aproximou de Louis, assistindo enquanto o fodia, a virilha batendo em sua bunda, com força. O outro alfa riu e passou os dedos pelas nádegas, até encontrar seu buraco preenchido, os olhos castanhos se viraram para Louis com um pedido óbvio, esperando a permissão.
Louis sorriu sacana, adorando a ideia não verbalizada.
— Mete eles. Harry vai gostar.
Dois dedos foram enfiados, forçando sua bordinha a abrir ainda mais. Harry gritou e tentou se mexer, a corda maltratando sua pele, deixando dolorida e vermelha a cada tentativa. Nada adiantou, os dígitos adentraram seu canal e seu alfa não diminuiu o ritmo, achando graça.
Louis comeu seu cuzinho enquanto Zach metia dois dedos dentro.
As estocadas grosseiras foram incômodas até ele tocar seu ponto doce. A cabeça da rola bateu em sua próstata repetidas vezes, fodendo-a. Seus corpos batiam um no outro, as cordas balançavam.
Ian e Tommy passaram a esfregar o pau em partes do seu corpo. Roçando a cabecinha quente de seus pênis nos mamilos sensíveis, melando-os, assim como fizeram na barriguinha. Sujando Harry por inteiro.
— O que você é, querida? - Louis perguntou, entre arfadas.
Harry choraminga. Suas pernas presas dormentes pelo tempo em que ficaram abertas e erguidas. Seu cuzinho ardendo. Ele acha que não vai poder se sentar mais.
Há esperma escorrendo de seu buraquinho.
— Sou seu depósito de porra, papai. Seu buraco de esperma. – as bochechas são acariciadas assim como os cachos, e Louis sussurra afirmações dóceis, palavras reconfortantes e amáveis.
Os caras dão risadinhas, como estavam fazendo enquanto fodiam sua garganta.
— Você é a atração da festa amor, é o brinquedinho mais legal, aquele que quero exibir e dividir com meus amigos, yeah?
Um tapa foi dado em sua nádega direita, roxa. A pele que já estava dolorida, pinicou, e Harry remexeu nas restrições.
— Você adora, não é? Gosta de ser o centro das atenções. Quando os caras te bolinam, quando te apalpam pensando que não estou vendo. Você sempre foi louca para que te comessem porque é uma piranha, uh?
— Sim! Sim! Sim! Eu adoro Lou! - foi tudo que ele conseguiu murmurar, perdido no prazer de ter o caralho grosso do seu papai indo fundo nele.
Seu alfa fodeu seus nervos para fora, deixando a sensação de estar à flor da pele. Harry queria ter gozado junto dele, todo soltinho, em êxtase pelos grunhidos e a porra quente correndo para fora de seu buraquinho. Louis se retirou e saiu de perto. Mas o ômega não conseguiu gozar também, bloqueado pelo anel. Apesar de que Harry acredita não ter mais nenhuma porra em suas bolas para que possa por para fora.
— Minha vez.
Zacharie disse antes de empurrar a cabeça dentro. Harry estava tão aberto e molhado que foi tranquilo. Seu cuzinho todo relaxadinho e frouxo, aceitando o pênis com barulhos úmidos.
Ele parecia estar alucinando, numa experiência extracorpórea. Zachy segurou sua cintura e trepou forte com ele, que só conseguia choramingar, todo manhoso.
O cara ia fundo e acertava sua próstata já sensível. Era como se quisesse virá-lo do avesso. As bordas do canal estavam inchadinhas, assim como os mamilos e a cabeça roxa de seu próprio pau.
É tão abundante. Ele se sentia indo ao espaço, totalmente sem ar, e então em queda livre de volta para a terra. Sendo um sentimento opressor. Bom e ao mesmo tempo doloroso.
Era como se o queimassem vivo, a chama vindo de dentro para fora, febril e assustador.
Urros eram ouvidos por ele, enquanto o corpo balançava pelo ar. Harry fechou os olhos, não podendo fazer mais do que aceitar e sentir tudo o que eles tinham para dar. Sua boca estava aberta, soltando ofegos e gemidos entrecortados, roucos e suaves. Zach iria gozar, ambos sentiram isso, os movimentos apressados e grosseiros. As arremetidas dolorosas, como se, quanto mais perto ele está de gozar, mais violento fica.
O ômega acha que não vai aguentar, tão… mas tão além do limite. Porém, seu dono para ao lado de sua cabeça, agachado. Ele segura seus cachos e os tira da frente do ouvido esquerdo, antes de começar a sussurrar palavras de incentivo.
— Você é uma menina tão boazinha, não é bebê? Aguenta tanto pelo papai. – Ele deu-lhe beijinhos pelo rosto. — Pode suportar mais um pouco, não é amor. Você é a minha garotinha forte, que vai deixá-los usá-la, e vai suportar tudo isso. Vai deixar o papai feliz.
Harry acenou freneticamente, tentando se desligar de todas as suas emoções para se concentrar na voz gostosa e sussurrada de Louis em seu ouvido. O acalento bondoso, a afirmação de que ele é tão bom e deixa seu papai tão feliz. Que agrada-o tão bem.
— Hazzy, amor… Você é minha coisinha preciosa! O amor da minha vida, me deixa tão orgulhoso!
Ele gemeu, longo e agudo. Seus lábios vermelhos mal estavam abertos, o som foi tão excitante quanto o que Zacharie fez ao gozar.
Ambos suspiraram satisfeitos, finalmente havia chego ao fim. Pelo menos para Zach. Já Harry não sente mais seus membros. Nada funciona conforme seu cérebro ordena. Ele é só uma massa mole e desmiolada.
Louis passou a beijá-lo, lento e calmo, distraindo-o. Ele soluçou entre o beijo, quando Calvin trepou com ele. Mas não sentia tanto assim, não tinha noção do tempo ou espaço. Flutuava pelo quarto para além da nuvem orgasmática em que esteve outrora. Era como um balão, rodopiando pelo cômodo.
Calvin era do tipo romântico, ele foi o mais doce desde o início. Transar com ele era como mergulhar em um lago profundo e sereno. De certa forma, tão arrebatador quanto. Sua voz tenor proferia elogios com tanto carinho e apreço, que Harry não só se sentia bem fodido, como também apreciado, admirado. Era como uma musa recebendo odes apaixonadas.
Tão bom e doce, tão delicado e gentil. Louis sorria entre os beijos a cada nova frase que saia da boca do seu melhor amigo, ele também estava aprovando os elogios. Mesmo que às vezes dê uma mordidinha ou outra nele, demonstrando sentir um pouquinho de ciúmes. O alfa ainda gostava que seu bom menino fosse bem tratado.
Tão suave quanto veio, o corpo quente e macio de Calvin se foi. Dessa vez Harry não percebeu que ele gozou. Não tinha respostas de seus nervos, nem sentia do quadril para baixo direito.
Estava bem alimentado e bem fodido.
— Ainda faltam dois convidados, amor. Eles estão olhando para você como se fosse um pedaço de bolo que estão famintos para comer. Está pronto para isso, bebê? Não posso deixar meus convidados com fome no meu aniversário, não é?
Harry implorou para que acabassem ali, disse tudo o que sentia e o que não sentia mais em si. Estava definitivamente acabado, não achava que pudesse suportar mais uma rodada.
— Podemos fazer o seguinte, bebê. Você tem os dois de uma vez. Dessa forma eles terminam juntos e este será o fim. Eu poderei limpá-la e cuidar de você todinha. Uhm?
Ele busca por os pensamentos em foco. Tenta ponderar, mas sua mente vaga, distante. A conclusão mais fácil que pode ter, é deixar que eles façam isso. Que os dois paus o fodam de uma vez.
Não sabia se seu cuzinho iria aguentar, mas provavelmente não sentiria, devia estar todo aberto e escorregadio.
— Tudo bem papai, eu quero. – Louis dá algumas ordens antes de dar-lhe um selinho e sorrir contra sua bochecha.
Os rapazes se juntam para retirar as cordas, e mudar sua posição, amarrando-as novamente, dessa vez mais frouxas.
Harry está preso como se estivesse em um balanço. Os dois alfas que vão usá-lo desta vez estão ao seu redor, na frente e atrás. Ele deita a cabeça no peitoral de Tommy e sente Ian em suas costas, o calor do corpo de ambos deixando-o feliz, pronto para se aconchegar numa espécie de conchinha a três.
Mesmo quando pensou que não sentiria mais nada, que seu sistema nervoso já havia pifado, ele ainda pode notar o dedo de um deles rondando sua fenda.
— Caralho! Ele está todo aberto! – Eles riram, Harry esfregou a bochecha no peito quente em resposta, sem se importar com nada.
— Eu vou primeiro, e você entra depois, ou vamos juntos, de uma vez? – Perguntou Tommy. O peitoral vibrando no rosto de Harry conforme falava.
— Do jeito que ela está arrombadinha nem vai sentir se entrarmos de uma vez. Vamos os dois.
Eles entraram. As duas glandes buscando passagem pela borda frouxa do canal. Harry deu um pulo entre eles, assustado. Definitivamente sentiu a pontada ao que teve que se abrir para abrigar os dois caralhos dentro de si.
— Papai, por favor papai, cadê você? - Harry implorou, chamando por seu namorado desesperado. Um pânico crescente de que não aguentaria aquilo.
— Shh, está tudo bem meu amor, você vai ficar bem… papai está aqui. – Louis segurou sua mão, sentindo o suor que estava na palma escorregadia de sua bebê.
Ele beijou e acariciou a mão do seu menino. Passou a confortá-lo com sua presença, dizendo a ele que estava tudo bem, que ele podia lidar com isso, enquanto Harry sentia o avançar dos dois comprimentos em seu interior, preenchendo-o de tal forma que o ômega não conseguia respirar direito.
Estava tão empalado em ambos os pênis. Sua voz não saia mais, ele apenas balançava a cabeça, desnorteado.
Os meninos seguraram suas coxas e passaram a arremeter para cima, caçando seu buraco no ar.
— É bizarro como ele ainda parece tão apertadinho, mas ao mesmo tempo, molhado e suave. Porra! Tão gostoso! – Ian murmurou no topo de sua cabeça.
Louis mantinha-se por perto, ainda segurando sua mão. Mas agora mandava os outros meninos ajeitarem a sala.
Nas festinhas de aniversário, sempre tem aqueles que ficam para limpar a bagunça, afinal.
Os caras passaram a macetar seu cuzinho sem qualquer misericórdia. Eles arranhavam e apertavam sua carne para se segurar, enquanto gemiam e urravam, batendo os cacetes grossos dentro do canal.
As lágrimas escorriam pela face vermelha dele, seus olhos verdes reviravam sob as pálpebras fechadas, o corpo todo relaxadinho sofria com alguns espasmos. A mão suada, ora ou outra apertava a de Louis, só para garantir que seu papai estava ali ainda, consolando-o. Os muxoxos que saiam de sua boca eram incompreensíveis, ele parecia estar levando pequenos choques elétricos.
Tommy foi o primeiro a gozar, gritando em plenos pulmões, e depois deu um selinho na boquinha vermelha de Harry. Ele puxou devagar para fora, com todo o cuidado para não machucá-lo.
Ian veio logo em seguida, esporrando no cuzinho, fazendo escorrer para fora ao que puxou seu pênis.
Louis tratou de retirar o anel peniano de seu bebê com cuidado, recebendo um chorinho suave e fraco, os olhos verdes se abriram, olhando unicamente para seu papai, mesmo quando os meninos ajudaram a desamarrá-lo.
Louis recebeu uma toalha úmida fofinha e limpou a pele judiada de seu amor com delicadeza e toda a calma do mundo. Deu beijinhos em sua cabeça e desceu para o pescoço, fazendo cócegas ali.
Ele percebeu que seu garoto não estava exatamente aqui, que tudo aquilo tinha sido intenso demais e levou ele para o subspace. Tudo bem, Louis lidaria com isso.
— Amor, você está me ouvindo? - acariciou seu rosto com o dorso da mão. - consegue responder o papai, bebê? – A cabeça cacheada balançou, mas nenhum som foi ouvido.
— Vou levar você para casa, sim? Vou te dar um banho quente de banheira, com todos aqueles sais que você gosta. Também vou te alimentar. Fazer seu prato favorito, uhm? Volta para mim querida.
Os caras observavam a interação, tirando os olhos deles apenas para ir atrás das roupas espalhadas e para retirar as cordas dos ferros chumbados ao teto.
Louis pegou Harry no colo e se apoiou no cavalete, pedindo a Calvin, ajuda para vesti-lo.
Por um minuto, quando tentou ir atrás de uma garrafa de água, prestes a soltar a mão do seu ômega, ele não deixou. Apertou firme e fez cara de choro, desesperado e manhoso. Louis suspirou e voltou para perto dele, abraçando-o.
— Não vou deixá-lo, nunca! Você é a minha vida, meu amor. Nunca vou deixá-lo sozinho.
Depois de mais alguns minutos de uma conversa amena e baixa, Harry foi retornando aos pouquinhos. Ainda muito sensível e manhoso, não deixando que Louis saísse de perto de si um segundo sequer, nem mesmo quando chegaram ao carro e se despediram dos garotos.
Cada um veio até ele na rua, para dar um beijinho em sua bochecha e agradecer pela noite, mas Harry se encolheu no ombro de Louis, todo envergonhado. Eles sorriram com afeto, beijaram-no mesmo assim e partiram.
Já dentro do táxi, seu papai fez carinho nele até que estivesse quase adormecendo.
— Este foi o melhor aniversário de trinta anos que eu poderia ter...
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Espero que tenham gostado! Xoxo... 💗
𝐂𝐥𝐞𝐚𝐧𝐢𝐧𝐠 𝐓𝐡𝐞 𝐒𝐡𝐞𝐥𝐯𝐞𝐬.
Descrição: Harry é a nova empregada dos Tomlinson ’s, e de todos os desafios que ela tem ao limpar a imensa mansão, ter que lidar com as provocações dos irmãos é o maior de todos.
⭒
TW: cuntbusting – degradação – cnc – dsm – DP – hpussy – overstimulation – Tomlinson brothers, (Will & Lou).
Antes de ir para a história, tenho dois avisos a dar:
1. Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
2. Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que está descrito nele.
É isso, boa leitura! 🍒
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O terreno com mais metros quadrados que o estádio de futebol dos Broncos, Empower Field, e o casarão central gigantesco, não surpreenderam ela. Já sabia que seria trabalhoso tentar ali, mas não haviam outras opções melhores no momento. Era isso, ou pegar a vaga no bar do Bill.
Honestamente, Harry conheceu bem aquele cara, não eram boas notícias precisar dele, então é definitivamente um não para Billy 's Pub.
Dois meses atrás ela não imaginou que estaria nessa situação. Sua amiga Deena lhe deu vários conselhos sobre Jonathan, disse que o garoto era um canalha, que usaria ela e depois deixaria que se virasse. Naquele tempo ela não deu ouvidos, claro, estava apaixonada.
O que é melhor para manter alguém nublado de estupidez, do que a paixão?
Harry gostaria de ter feito diferente antes. Gostaria de voltar para o passado, e desistir de entrar na maldita caminhonete. Assim, nunca pegaria a estrada, não sairia de sua cidade natal, onde era conhecida e acolhida por todos, para uma pequena cidade no meio do nada, no Arkansas.
Maldito seja Jonathan e suas mentiras de merda, seu jeito galanteador e charme.
Ele agia como um Romeu do século vinte e um. Carinhoso, gentil, sensual e cheio de lábia. Suas semelhanças vão até a parte onde a família dela o detestava. De resto, ele era apenas um pau buscando por um buraco para fazer uma festa.
Jonathan ainda levou o pouco dinheiro que ela tinha juntado do trabalho de meio turno na escola infantil.
Coitada, realmente acreditou que de todas as garotas de Cleveland, ele iria escolher justamente ela.
— Você tem algo especial em você Haz. - o cafajeste disse.
E ela acreditou, feito um cachorrinho que espera que você jogue a bolinha para correr e pegar. E então, percebe que você nunca teve a intenção de jogar o brinquedo, e que ele foi feito de bobo.
Harry queria ser especial em uma cidade onde tudo é monótono. Queria algo novo, uma aventura, e teve. Até de repente não ter mais.
Agora, está sem grana e precisa arranjar um trabalho urgente, apesar de não ter experiência ou qualquer curso. Mas sua pouca idade é um bônus para conseguir um segundo emprego, ela acha. Espera que sim.
Harry não conhece uma rua nesta cidade, e as poucas lojas já tem funcionários, todos de dentro das famílias. Há visitantes na temporada, mas ninguém seria trouxa o suficiente para permanecer ali, ninguém a não ser o idiota galanteador e a mocinha boba.
Depois de fodê-la bem e conseguir sua confiança para ludibriá-la, até mesmo Jonathan foi esperto o suficiente para saber que não tinha nada para alguém de fora dali, e se foi. Mas para onde Harry iria? Sem seu celular e se sentindo fraca por ir contra o que todos avisaram, e acabar assim, ela não voltaria para sua cidade natal. Ainda tinha algum orgulho e não iria voltar atrás.
Gordon e Camilla se sentiram mal por ela, pela situação, e a abrigaram em sua pensão, sem cobrar um aluguel de início. Mas sob o acordo de que arrumaria um emprego. Com isso, foi de porta em porta oferecendo o que sabia para todos, na tentativa de ter alguém para contratá-la. Até que, a senhora Dorby, com seus olhos azuis julgadores, a boca franzida, com marcas de expressão ao redor, e vinco dentre as sobrancelhas, ofereceu a ela uma chance única.
A garota que trabalhava pros Tomlinson 's, donos do grande terreno no final da Allen St, pediu as contas. Não disse a ninguém o motivo, mas as pessoas falam. Elas especulam e fofocam sobre os rapazes, filhos de Héctor Tomlinson.
Os garotos mimados da cidade. Play boys.
Disseram as más línguas, que as empregadas do casarão não duram mais que um ou dois meses. Os meninos são um tormento como empregadores, para qualquer um que se disponha e queira se manter trabalhando lá. O que, no geral, são mulheres. Esse parece ser um importante requisito.
Talvez seja por assédio, cobranças em demasia, um lugar insalubre. Ou seria a falta de vários outros direitos do trabalhador. Não há bem como saber o que as leva a se demitirem, principalmente porque não contam nunca, e pouco depois, somem da cidade.
De qualquer maneira, o que poderia ser tão ruim quanto estar desempregada, em um abrigo temporário, tendo chances de ser despejada sem garantia de renda fixa, ou a noção de que não teria o que comer se não fosse a piedade dos moradores da cidade? Para Harry, não havia nada.
…
Héctor Tomlinson, no auge dos cinquenta anos, grisalho e bem apessoado, é um homem animado e muito alegre. Gosta de estar na moda, cuidar da saúde e se manter informado do que está acontecendo na atualidade. Essas coisas de postar no gram e mandar vídeos no snapchat. Até mesmo colocar fotos de roupa social, ou das férias na Califórnia onde está só de calção e o peitoral de fora, nos aplicativos de namoro.
Harry o adorou. Ele é como ela gostaria que seu pai fosse, não o rabugento e grosseiro Damien.
Ela sentiu inveja dos rapazes, até conhecê-los. Definitivamente havia algo de errado com Héctor, e com a criação daqueles garotos. Talvez ele quis demais manter a juventude, e negligenciou os filhos. Eles parecem desconectados e sua comunicação é péssima. Os garotos ignoram o pai, e Héctor apenas finge um afeto claramente inexistente entre eles.
Louis é o mais velho. Harry acha que tem cerca de trinta e poucos, mas não sabe, ele não disse. O primogênito não fala muito com ela. Apenas apertou sua mão no dia em que foram apresentados, e disse seriamente para o pai:
— Veremos o quanto essa vai durar. Você não devia contratar funcionários sem me informar antes. Eu devo avaliá-los, sabe disso.
Ele a olhou com desprezo novamente e acrescentou rudemente:
— Espero que não se repita, sou eu quem faço os pagamentos, e não aceitamos qualquer um.
Sem mais, pediu licença e saiu. Harry se chocou que ele teve o mínimo de educação de dizer-lhes licença, já que não os cumprimentou ao que entrou, mal olhou para ambos, disse o que achava que devia, e foi embora. Ela o temeu, sentindo a instabilidade que teria no emprego caso não se movesse conforme as cordas guiadas por ele, o marionetista.
Já o Tomlinson do meio, Xavier, é distante. Ele se mudou quando recém fez vinte e um, e agora, aos vinte e seis, não retorna para a cidade. É casado e já tem filhos, trabalha na empresa em que faz sociedade com um amigo arquiteto. Eles fazem grandes projetos em parceria.
Ela não conseguiu conhecê-lo ainda, e parece que nem vai.
O caçula, William Tomlinson, é o mais extrovertido e conversador dos três irmãos. Com apenas dezenove, somente três anos mais novo que ela, ele age como um moleque imprudente. Juvenil, como todos os garotos maturando são.
Harry percebeu os flertes de William, mas sabia que não deveria se deixar levar. Os rapazes são lindos, jovens e tem dinheiro. Mas dessa vez, ela tem noção do que poder ou lábia significam, e que ela não é especial, não para mudar alguém. No máximo, uma boceta apertada para foder e dispensar.
E mesmo que fosse apenas sexo casual, ela não iria transar com nenhum deles. Não perderia o emprego fácil assim. Nem por garotos bonitos, ou por uma boa trepada.
…
Já tinha aspirado o sofá branco, com tecido macio e quentinho de veludo. Esfregou com a vassoura o tapete que antes cobria todo o chão da sala de estar. Passou pano no chão, aspirou as quinas e junções das paredes, limpou os vidros e partiu para passar o espanador nos móveis. Estava exausta, tinha feito coisas o dia todo, sem parar. O corpo latejava, os músculos doloridos tamanho esforço físico, e ainda faltava tanto.
Ela precisava lavar os banheiros, limpar os quartos e arrumar a cozinha, pelo menos, não tinha de cozinhar. As roupas estavam devidamente separadas, terminando seu processo de secagem. Harry teria que passar peça a peça, uma exigência de Louis. O merdinha mandão e rude.
Parada no meio da sala, observando os porta retratos e jarros caros, ela avaliou se deveria ter algum produto de limpeza próprio para não danificar algo dali, mas não foi dito nada a respeito. Eles devem saber que ela não tem como deduzir o que pode ou não deteriorar coisas valiosas como aquelas, então, se algo acontecer, não é culpa sua. Apesar de que ela quem terá que ressarcir o dano.
Com um limpa móveis e um óleo para encerar madeira, Harry iniciou o serviço. Tirando o pó, e então passando um pano molhado com pouco óleo, para não manchar a madeira.
Sua mente estava a km/h, os pensamentos passavam em alta velocidade, reavaliando a lista do que faria, o que já tinha feito e o quão confortável estaria sua cama, quando ela voltasse para a pensão. Precisava dormir por pelo menos um mês para se recuperar da exaustão que tem sentido em poucas semanas de trabalho.
Sabia um pouco a rotina dos rapazes agora. Louis acorda tão cedo quanto o pai, na primeira luz do dia. Ele toma café preto, come ovos e bacon, vai para academia e duas horas depois, às oito em ponto, volta para casa, para trabalhar no escritório. E fica lá até anoitecer. O primogênito parece cobiçá-la e detestá-la na mesma medida. Sempre criticando o que Harry faz.
Já Héctor, vai para a academia cedo, depois dá uma volta no pequeno comércio e para na cafeteria de Jenna, uma mulher de quarenta e poucos, gentil mas certeira.
Harry tentou serviço lá, não deu certo, obviamente.
Héctor tem uma queda por ela, sempre tentando chamá-la para sair, levando flores e comprando vários pãezinhos. Jenna, entretanto, não parece muito impressionada, ou talvez, apenas se faça de difícil para manter o interesse dele. De qualquer forma, é fofo vê-los juntos.
Depois disso, ele volta para casa, para o almoço, conversa com ela sobre algum vídeo que viu na internet, ou uma mulher linda que curtiu seu perfil de namoro, e faz algumas perguntas sobre o que poderia responder para parecer mais legal.
Gostava mesmo de Héctor, não poderia afirmar que é ou foi um bom pai, porém, é um patrão e um cara divertido. William com certeza é igual ao pai. Flertador nato e confiante. A única coisa que difere na parte de romance, é que Will sabe o que dizer para ter uma garota apertando as coxas.
Ele é o tipo que faz as calcinhas molharem e estarem no chão em pouco tempo de conversa. Definitivamente um fodedor, mesmo tão jovem.
Ela tenta se manter longe, mas ele sempre procura por ela na casa, se encosta ou senta em algum lugar próximo, e assiste Harry trabalhar pesado, enquanto fica divagando sobre suas próprias coisas ou elogiando-a, até que suas bochechas fiquem quentes e as manchas vermelhas cubram desde seu pescoço até as orelhas.
William também tem a mania de andar seminu pela casa. Chega do futebol ou das corridas diárias sem camisa, com o calção de tecido leve, abaixo do quadril, a virilha quase toda aparente. O calção escondia apenas o equipamento principal.
Ela sempre se perde, levando os olhos pelo caminho feliz dele. Os pelos ralos que vão para dentro do elástico da roupa, e então o volume marcado do pênis grosso. No geral ele nem está excitado, apenas meia bomba ou só em sua forma flácida dentro do calção, sem uma boxer, mas ela pode notar que é grande.
Quando terminou os móveis inferiores, colocou as mãos na cintura e pensou que teria que limpar as prateleiras de cima. Essa é uma parte realmente chata da faxina, Harry terá que usar a escada, de novo. Ainda que seja alta, não é o suficiente para poder passar o pano por ali.
Ela foi para o quarto de limpeza, buscar o material pesado para carregar nos braços até a sala. Héctor estava fora, Louis trancado no escritório e Will, talvez em uma corrida. Ela não sabe. De qualquer forma, Louis não se ofereceria para ajudá-la. Se ao menos Héctor ou William estivessem ali, teria mais chances de obter um dos dois carregando a maldita escada pesada.
A coisa de aço estava lá, em pé. Harry tentou erguê-la, se esforçando ao máximo. Sem sucesso. Ela sentia que era algum sarcasmo do destino, que estaria rindo de sua fraqueza, não só emocional como também, física.
Maldita escada de merda!
Decidida, como foi em todas as outras vezes que teve que carregar o trambolho por aí, ela empurrou a escada, pegou-a pelo último degrau e começou a arrastá-la pelo piso, fazendo um ruído agudo e enervante.
Estava na metade do caminho quando paralisou completamente ao som da voz grave, irritada.
— O que você acha que está fazendo?
Harry abaixou a cabeça, insegura. Louis causava essa reação.
Sem jeito, a garota largou a escada e juntou as mãos na frente do corpo, segurando a bainha da saia do uniforme.
— Preciso da escada para limpar a prateleira, senhor. Mas é pesada, não consigo pegá-la, então a arrasto.
Louis bufou, olhando para as costas dela, analisando as coxas carnudas e a bunda apertada no tecido preto da saia. Os sapatos nos pés e as meias brancas. Parecia uma ninfetinha, o tipo que vestia uma fantasia erótica de empregadinha e se ajoelhava para sugar o pau do patrão.
Ele se questiona todas as vezes que vê a garota limpando a casa, agachada ou empinada por aí, com a calcinha branca à mostra, marcando os lábios gordinhos de sua boceta, se ela já chupou ou trepou com seu pai, assim como algumas outras. Ou se foi com William, provavelmente com ele.
A falta de ética das meninas que trabalharam ali deixam Louis emputecido. Ele não trata as serventes com frieza à toa. Precisava fazê-lo, colocá-las em seu devido lugar, já que seu pai é um velho babão, buscando por garotinhas com xoxotas novas para comer, e William, um garanhão sem escrúpulos.
Ele olhou para o chão, observando incomodado os riscos no piso.
— Você riscou o piso. Sabe o quão caro foram? Se não tem força para levar a escada, deixe-a. Dê outro jeito ou peça ajuda antes de fazer uma merda dessas! – disse ríspido.
Ela se encolheu, chateada pela forma que falou, sabendo que os pisos riscados seriam descontados.
— Desculpe, senhor. Preciso mesmo dela, não tenho como alcançar as prateleiras de cima. Sinto muito pelo chão, não queria causar danos, sei que descontará do meu salário.
— É, eu vou. Dá próxima vez, peça ajuda… incompetente.
Ele sussurrou a última palavra, despejando baixa a ofensa. Mesmo assim ela ouviu, e se sentiu estúpida pelo que fez. Ele já a odiava, e procurava motivos para implicar com tudo que fazia, depois disso, a perseguição provavelmente iria piorar.
Louis passou por ela e pegou a escada nos braços fortes, fazendo os músculos flexionarem no tecido da camiseta.
Não fez um mínimo esforço para levar o maldito trambolho para a sala e abri-la em frente a prateleira alta.
Harry se sentiu aquecer por dentro, observando a força dele, o corpo malhado e firme. Porra! Uma pena que Louis é tão insensível e grosseiro.
Ela agradeceu em um tom servil, constrangida. Esperou que ele saísse dali, e a deixasse voltar ao trabalho. No entanto, o primogênito apenas cruzou os braços, e ficou olhando-a.
— uh, precisa de algo senhor?
A timidez clara em sua voz, e Louis sorri com isso. O primeiro sorriso dele em sua presença.
— Não, quero ver o seu trabalho. Comece.
Ela tremeu sob o escrutínio dele. Os olhos azuis cristalinos, sérios, como se estivessem nublados. A boca em uma linha firme e rosada, as sobrancelhas grossas franzidas.
— Comece, agora Harry. Não pagamos você para que fique parada feito uma idiota.
Seu maxilar travou em desafio, se pudesse, unharia todo o rosto presunçoso do babaca. Mas não poderia perder o emprego.
Ela se forçou a andar para frente, os músculos travados, parecendo pesados. Subiu os degraus da escada nervosa, sem saber se pela raiva ou pela tensão.
Sentiu o movimento do corpo dele, a presença firme e viril atrás dela. Louis parou ao pé da escada, assistindo ela erguer os braços para retirar cada item da prancha de madeira pendurada na parede.
Ele se aproximou cada vez mais, segurando os lados da escada aberta, firmando-a no chão, quando nem precisava. Seus olhos subiram pelas pernas clarinhas, até de baixo da saia.
Os músculos retesaram e as mãos travaram no aço, os nós dos dedos brancos pela força.
A calcinha rosinha estava molhada, os grandes lábios gordinhos pareciam que iam pular para fora. O tecido apertado na fenda, espremendo os pequenos lábios da xota. A língua dele se encheu de água, e ele quis provar o sabor, sentir o cheiro, tocar aquela bocetinha chamativa.
Inconsciente do que fazia, ergueu os dedos, resvalando de leve as panturrilhas dela, acariciando suavemente.
— O que… o que está fazendo, senhor? - a voz trêmula, saiu em um sussurro delicado e temeroso.
— Continue limpando.
A arte de cerâmica em sua mão tremeu, ela firmou os dedos, achando que poderia derrubá-la.
As palmas apalpam suas pernas, até alcançarem as coxas grossas, e ele aperta-las. Os dedos afundam dolorosamente na carne. Ela acha que ouviu um rosnado vindo dele, mas não tem certeza, concentrada nos toques, no aperto.
Harry se sente zonza.
— Eu não devia fazer isso. Tocá-la assim me faz parecer um otário hipócrita. Mas como é que eu posso resistir a você, quando está o tempo todo empinando esse rabo, mostrando essa boceta para quem quiser ver. Se oferecendo.
Seu corpo estremeceu, dos pés à cabeça, a estátua de cerâmica foi posta de volta no lugar, e ela se questionou se deveria deixá-lo avançar com isso. Se deveria retrucar e respondê-lo devidamente. Não devia deixar que ele a humilhasse dessa forma, porém, seu corpo estava tão quente, a xoxota pulsando e os mamilos sensíveis, endureceram contra a blusa.
Os dedos grossos vagaram até o tecido úmido da calcinha, roçando-os ali, sentindo como ela está molhadinha.
— Se-senhor… Isso não, você não… uhn!
Harry suspirou sôfrega. Seu canal apertado dolorosamente e o clitóris latejando.
— Por favor, senhor, não faça isso comigo. Não posso ser demitida. - lágrimas surgiram em seus olhos verdes, mesmo assim, ele continuou a tocá-la como queria, arrastando sua calcinha para o lado e passando os dedos entre a fenda babadinha dela. Sentindo o grelinho inchadinho e o buraco apertado da xota.
— Se fizer o seu trabalho direito, não vou demiti-la. Ou então, me pare. Saía da escada e nós acabamos com isso agora.
Ela não se moveu inicialmente. Passaram-se alguns segundos, onde ele levou os dedos molhados para a boca, sentindo o gosto da lubrificação dela, agridoce. Uma delícia.
— Vamos, fazer assim. Nós continuamos com isso, mas se você não quiser continuar, ou estiver sendo além do limite, fale uma palavra, que seja fácil para lembrarmos, e eu irei para tudo e apenas cuidar de você, tudo bem?
Harry respirou fundo, pensando em sua resposta.
— Não vai ficar bravo comigo?
Ele deu um beijinho em sua panturrilha, e falou tão suave, que a surpreendeu. Ela nunca imaginou que Louis pudesse ser doce dessa forma.
— Não querida, nunca ficaria bravo por isso. Caso aconteça, tudo que vou fazer é cuidar de você com todo meu carinho. Mas preciso da palavra, sim? Tem algo em mente?
Ela se concentrou, sabendo o quão importante essa a palavra era pra situação que iria se desenrolar.
— melancia.
— melancia? Ok, tudo bem. Se sentir a necessidade de parar, diga isso imediatamente.
— uhmm.
Harry deixou as outras artes de cerâmica para depois, sabendo que não conseguiria mais se concentrar na limpeza. Louis pegou suas panturrilhas e forçou que movesse os pés, separando ainda mais as pernas. Subiu um dos degraus, parando embaixo da saia dela, ergueu a cabeça, abrindo os lábios gordinhos da bocetinha e passou a língua quente desde o grelinho até a abertura.
— Ahn! Lou! – ela gemeu, surpresa pela carne quente em seu grelo.
Ele sorriu, mordendo de leve um dos pequenos lábios e sugando, para então, voltar a lamber e lambuzar o clitóris. Suas mãos largaram os grandes lábios e foram para a bunda, apertando as nádegas gostosas e dando alguns tapinhas.
Levou apenas um tremular das pernas dela, e o relaxar de sua xotinha para que ele metesse a língua, adentrando a cavidade apertada com a carne rija. Harry gemeu mais alto e tentou fechar as pernas, cheia de tesão, pressionando a cabeça de Louis entre as coxas grossas.
Instigado pela pressão leve em seu crânio, ele acelerou o ritmo, macetando a xoxota.
— Loui-is, isso! Assim, por favor, continua assim… Porra! – ela choramingou, esfregando as pernas, amassando as laterais do cabelo dele, descendo o quadril, para sentar em seu rosto.
Ele voltou com as mãos para o rabo dela, apertando a carne macia e cravando os dedos ali, segurando-a pelo traseiro, parando os movimentos que Harry fazia em sua cara lambuzada. A garota tremelicou chorosa, sentindo o pinicar da barba raspando a pele, a língua fodendo seu buraco apertado, a boca sugando seu melzinho.
Louis era um puto grosseiro, mas sabia mamar uma boceta muito bem!
Harry estava fervilhando, como um vulcão pronto para erupção. Não importava mais se ainda teria o trabalho quando acabassem, se ele chutaria sua bunda para fora ou se a manteria como sua serva particular. Tudo que passava pela mente atordoada dela era que queria encharcar o rosto todo dele. Gozar gostoso e esguichar nele.
A chance de serem pegos só aumentava o tesão, de ambos. Havia tanto fluxo de sangue correndo para os pontos certos, em sua cabeça e ouvidos, eles não tinham outro foco se não no corpo um do outro.
O primogênito sentia o gosto salgado no palato. Desejava morder e estapear aquela bocetinha quente. Cacete! Como ele queria deixá-la dolorida de tanto bater, e depois de tê-la toda mole, afundar os dedos e trepar com ela. Fodê-la até que chorasse.
Concentrado nesse pensamento, imaginando a face dela molhada pelas lágrimas, a voz fraca e entrecortada implorando, o corpo doendo e a grutinha sensível de tanto ser maltratada, de tanto foder. Ele levou os dedos direto para baixo da saia preta, metendo dois de uma vez junto com a língua. Macetando com um sequência de estocadas rasas, e então algumas profundas, abrindo o canal, alargando a bucetinha.
— Lou! Uh! Louis- i-isso é dem..Ahn! - O grito ecoou por toda a sala. Ela sentiu o ventre contrair, a boceta latejar e relaxar, e então esporrou a cara dele toda. Molhando seu pescoço, nariz e as bochechas.
— Caralho.
Harry achou que iria cair da escada, o corpo leve, todo molinho. Estava distraída com a onda do orgasmo que teve, o rosto agora escorado nos braços, apoiados no último degrau da escada. Mas ela soube que tinha algo errado, sentiu o corpo dele tenso atrás do seu.
A voz grave de William pegou Louis de surpresa, travando-o por alguns segundos. Ele não virou o rosto para o irmão, decidindo o que fazer.
Ao invés de parar o que faziam e se castigar pelo que aconteceu, ele limpou o rosto com as mãos e a ajudou a descer, guiando o corpo dela até o meio da sala, fazendo-a se ajoelhar e apoiando seu peitoral na mesa de vidro; esmagando as mamas contra a matéria fria propositalmente.
Sem desviar o olhar, e pouco se importando com as tentativas de se justificar da garota, agora desesperada por ter sido pega, Louis permaneceu apertando as costas dela, ajoelhado atrás do corpo macio, forçando-a a permanecer onde estava, e perguntou indiferente para o irmão:
— Quer me assistir comer ela, ou vir aqui participar?
– Ele abaixou sua fronte, até seu peitoral colar nas costas dela, e sussurrou em seu ouvido:
— Ela não se importa, não é querida?
Soltou um dos braços presos entre seus corpos e acariciou o cabelo cacheado.
— Vai deixar nós dois usarmos você o quanto quisermos, não vai amor? Você quer isso não é? Aposto que já se imaginou dando para nós dois, uh? Talvez até tenha pensado em como seria ter os dois paus ao mesmo tempo, indo fundo em você, te deixando toda arrombadinha.
Ela estremeceu, arrepiando-se inteira. Os pelinhos altos e os mamilos durinhos contra a mesa.
Ter os dois Tomlinson 's trepando com ela, ao mesmo tempo. Isso era… isso é um sonho quente do caralho!
— Nós não podemos senhor, o que fizemos foi errado, isso não pode…
Ela foi calada, não por Louis, mas por William, que se agachou na frente deles, e enfiou os dedos em sua boca, afundando-os até alcançar sua goela.
Ele está com seu maldito calção de corrida abaixo dos quadris, com os poucos pelos pubicos escuros a mostra, quase mostrando o pênis. Apesar de que, nem é necessário tê-lo para fora, ela já sabe seu tamanho amedrontador. Agora mesmo, o mastro está duro, apontando para cima na barra do short de tecido leve. Forçando o poliéster como se fosse estourá-lo para fora do caminho.
Erguendo mais os olhos verdes pelo corpo, ela ansiou poder lamber a pele todinha. Sentiu o cheiro almiscarado de suor e desodorante vindos dele, e salivou por aquele cacete grosso. A baba escorrendo por seus lábios vermelhos e gordinhos, pingando no tampo da mesa.
— Woa! Você realmente quer isso. Está se babando inteira. Vê Lou? Olha como essa cadela está louca para ter uma rola gorda, hein? Duas será seu prêmio por ser uma boa garota, não é? – Louis que ainda mexia em seu cabelo, afagando o couro cabeludo, riu em seu ouvido, rouco e grave. O ruído retumbou em suas costas, ela pode sentir ele rindo. A outra mão de William foi direto para o seu rosto, dando tapas de leve, apenas para demonstrar seu poder sobre ela.
A garota definitivamente não relutaria, ainda que não fosse realmente respondê-lo. Ambicionava por eles, mas não diria em voz alta. Fariam o que quisessem com seu corpo, e ela nunca falaria que sim para eles, em uma provocação velada, buscando respondê-los de outras formas.
Passou a língua quente pelos dedos, e sugou, olhando sob os cílios, doce e passiva, para confirmar o que eles queriam saber.
— Ok. É melhor que você aguente tudinho. Seja uma menina boazinha.
Ele retirou os dedos da cavidade úmida e Louis ergueu o tronco, tirou a mão do cabelo dela, ergueu a saia e puxou a calcinha para cima, com força. O caçula se inclinou e ambos observaram com prazer ela contorcer, o tecido rosa molhado de goza, enfiando entre a carne rosada dos grandes lábios, apertando o clítoris e a pele delicada da vulva.
— Uhh!
Eles riram das tentativas fracassadas de fuga da garota, que sentia-se queimar por causa do atrito do algodão, oprimindo sua bocetinha sensível.
Foram minutos rápidos em que William puxou o tronco dela, pegando-a pelos cabelos, apenas para soltar seus braços. Depois deitou seu tronco novamente, batendo os seios com grosseria contra a mesa. Ele se aproximou dos corpos quentes ainda mais, parando ao lado dela e levou uma de suas mãos para dentro do calção.
Harry tocou o falo gordo e caloroso, todo molhadinho de pré-gozo. A mão dele cobrindo a sua, punhetando o caralho, da cabeça as bolas. William jogou a cabeça pra trás e gemeu rouco. Ela pode ver a goela mexendo, ele engolindo e balançando os quadris, aumentando a velocidade da punheta gostosa.
Focada no irmão mais novo, ela esqueceu da calcinha na xoxota, e de Louis. Que se fez presente fazendo o que gostaria desde antes. Um primeiro tapa veio com violência, batendo de palma aberta contra a bucetinha.
Harry gritou e seu corpo deu um pulinho para frente, sendo barrado pela mesa, o estômago foi apertado contra o vidro e ela grunhiu e perdeu o fôlego.
— Se concentra vagabunda. Não pode ter uma mão na sua boceta que se distrai do serviço, vadia inútil! – Louis disse, falsamente bravo. O corpo dela encolheu, e a menina choramingou, tentando focar em sua mão no comprimento quente, descendo e subindo, apertando e massageando a cabecinha.
Sua calcinha foi rasgada, um puxão bruto de Louis para tirá-la do caminho.
— Porra! Ela tá brilhando, toda babadinha…
Ele passou os dedos desbravando sua boceta. Sentindo a textura suave da pele. Abaixou-se e esfregou o nariz por entre as coxas, alcançou e sentiu de pertinho o cheiro incrível da xota. Passou a língua ali de novo, brincando, saudosista. Harry espasmou e manhou, frágil. Louis foi subindo de volta, beijando as nádegas, e então, afundou os dentes na pele.
— Loui! Isso doeu! Caramba!
O cara riu, e mordeu de novo e de novo, vendo-a ladrar. William grunhiu ao que ela apertou seu pau com força, em reflexo as mordidas fortes no seu traseiro.
A garota abaixou a cabeça contra o vidro frio, aplacando seu corpo fervente, e penas se deixou sentir os dentes afundando na pele, a dor e a impotência, o prazer de estar a mercê dele.
O garoto mais velho se ergueu, sorrindo para as marcas que deixou na pele antes branquinha, os pontinhos vermelhos e arroxeados pintadinhos na carne. Lindo pra caralho.
Se voltando para a vulva brilhante, ele levantou o braço para longe, e voltou com força, batendo na xoxotinha várias vezes. Harry tentou fechar as pernas, contorcer e escapulir, e os caras riram do desespero dela. A boceta pulsava tanto que ela achou que estava em carne viva.
William gemeu e levou a outra mão para a banda esquerda, arranhando-a por cima das marcas que o irmão fez, batendo ali. Eles judiaram dela até que a garota derramasse o que seriam as primeiras de muitas lágrimas.
Seguiram com o espancamento, até Louis finalmente soltá-la.
— Ela tem uma boca bonita, né? uma boquinha de boquete. Vamos querida, venha mostrar o que sabe.
Ele levantou e caminhou até o sofá, os músculos tensos, maxilar travado, concentrado nela. Que se erguia aos poucos com o rosto molhado de saliva e lágrimas, um pouco desorientada e sentindo a mão melada na rola quente do irmão dele. William tirou a mão dela dali, e levou a palma até sua boca, assistindo ela colocar a língua para fora e lamber. O gosto amargo no palato, e um sorriso lento surgindo no rosto dela.
— Que vadiazinha… Gostou disso tanto assim? Vá lá, ele vai foder sua boca e eu vou comer sua bunda bonita.
Harry gemeu e caminhou com pernas de bambi para perto de Louis, se ajoelhando entre as pernas abertas dele. Sua mão delicada foi para o zíper da calça, antes dele pará-la.
— Com os dentes, putinha.
Ela sorriu sacana, a covinha afundando na bochecha esquerda, os olhos brilhantes travados com os sérios de Louis.
— Como o senhor quiser.
Arranhou as coxas dele por cima da calça, e se ajustou, abaixando o tronco e abrindo a boca. Agarrou o metal gelado entre os lábios e travou-o com os dentes, tendo cuidado para não perdê-lo ao que puxava para baixo, até o final. Ainda com a visão travada com a altiva de Louis, ela lambeu o tecido da boxer, sentindo a grossura protegida pelo pano. Parou em cima da cabeça larga do caralho, e sugou, babando na roupa íntima e sentindo um gostinho dele.
Se atreveu a raspar os dentes e riu, orgulhosa de si, quando ele soltou todo o fôlego, vidrado.
Louis afastou o rosto dela e retirou as calças, deixando para ela o trabalho de descer a boxer, também com os dentes.
O pênis pulou para fora, batendo no quadril dele. Ela engoliu em seco, e William sorriu ao observar a interação dos dois. Olhou orgulhoso o pênis largo e grande do irmão mais velho. As veias saltadas na carne rosada, a cabeça derramando pré-gozo, brilhante e avermelhada, o saco pesado com pelos ralos. Realmente, deveria dar felicitações a ele por seu lindo caralho. Tinham uma boa genética afinal.
O primogênito voltou a sentar no sofá, agora mais próximo a borda, deixando o escroto cheio pendendo, roçando o veludo branco. Suas pernas bem abertas e as mãos nas coxas malhadas.
— Vai chupar ou não? Pretende ficar parada igual uma idiota olhando?
Harry se irritou, engatinhando para frente entre as pernas peludas. Ela usou as mãos para masturbá-lo, antes de metê-lo inteiro na boca, sem qualquer reflexo, aguentando a ânsia pelo falo em sua goela.
A garota sugou e babou o pau inteiro, se divertindo ao deixá-lo louco de tesão. As mãos agora massageando as bolas. Louis levou suas mãos para o cabelo dela, fazendo carinho enquanto batia os quadris para cima, trepando com a cavidade quente da boca úmida.
Harry aguentou tudo que ele quis dar. Deixou que puxasse para fora e esfregasse seu rosto pelo saco quente, pondo a língua para fora e salivando neles, chupando uma bola de cada. E ele não parou de ferrar com ela, ambos em uma competição de quem cederia primeiro.
Louis voltou a colocá-la para mamar no seu pau, balançando para cima ao mesmo tempo que empurrava a cabeça dela, para baixo, em direção a virilha, fodendo a garganta até ela chorar, esfolando-a por dentro.
— Você é uma garota tão gostosa, querida. Caralho! Aguenta tão bem, não é? Você pode lidar comigo, a única que pode… Oh! Humm!
Uma sequência de ganidos e lamúrias roucas ecoaram pela casa. Harry não previu, até que sentiu a língua quente de William lambuzando seu cuzinho. Ele levou as mãos aos peitos, brincando com os mamilos dela. Torcendo e apertando, enquanto beijava as nádegas machucadas. Judiou dos seios por cima da roupa até que ela torcesse e chorasse no pau de Louis, que vibrou com a contração da garganta dela.
Suas palmas voltaram, abrindo o traseiro para que pudesse lamber, chupar, e enfim, forçar a língua a violá-lo. Harry tentou tirar o pau da boca para gemer, mas Louis empurrou tão fundo que ela achou que iria vomitar em seu pênis. As bochechas afundaram, criando vincos, e seus olhos queimaram, não tanto quanto a garganta.
O refluxo doendo e todo o ar pareceu sair do corpo dela.
— Vamos amor, suporte isso. Não é muito para uma putinha desesperada por porra como você! Fique quietinha, sim?
William fodeu sua bunda com a língua, tão bem! Deixou o cuzinho relaxadinho para ter os dedos dele.
Dois em uma só metida, movendo o corpo dela bruscamente para frente. Harry ficou em silêncio enquanto ele passou a dedilha-la, sentindo as paredes do seu canal apertar e arder, sua bordinha queimar.
Louis puxou o pênis de sua garganta doida, para batê-lo em suas bochechas, alguns tapinhas com a rola quente em cada lado do rosto. Babando nas bochechas, molhando de porra, esfregando-se ali.
— Que cuzinho apertado! Acho que você nunca deu ele, não é? Uma cadela que nunca deu a bundinha. Isso é.... Uau! É como encontrar ouro.
As arremetidas se tornaram grosseiras, a palma da outra mão dele foi esfregar seu grelinho e Harry se sentiu sobrecarregada. Teria outro orgasmo em breve, assim como Louis aparentemente.
Suas coxas se contraiam, e ela podia ver alguns músculos do abdômen dele repuxando. Realmente gozaria logo, e ela iria engolir tudinho!
Não demorou muito para que ele enfiasse o pau na boca dela e esporrasse, assim como ela fez nas mãos de William. Seu grito abafado pela goza enchendo sua boca, fazendo ela engasgar e vazar um pouco do esperma pelos cantinhos dos lábios. Sem deixá-la perder nada, o irmão mais velho correu os dedos pelo caminho das gotinhas de porra, do queixo até de volta para onde pertenciam, dentro dela.
O caçula não parou de fode-la por trás, contente de ver o estado em que a menina estava, e como seu irmão respirava com força, com o peitoral vermelho e as bochechas rosadas. O corpo dela estava escorregadio de suor, assim como o do irmão mais velho.
Essa, dentre todas suas transas, é a que vai se manter um suas melhores memórias, definitivamente. Já haviam dividido uma garota antes, os três irmãos, mas havia ficado no passado, outra empregada, outro momento. Com certeza a altura do que estava acontecendo agora. Talvez, melhor ainda com Harry.
Seus braços cansaram, os músculos queimando pelo movimento de repetição, contraindo, mas ele não parou. Ela chorou e implorou, indo para gozar de novo e ele apenas riu.
Antes que tivesse outro orgasmo, William paralisou, deixando-a frustrada, chorando copiosamente.
Eles se levantaram, com um olhar cúmplice. Louis tomou um fôlego, e saiu atrás de um cigarro. William se sentou no sofá, onde o irmão estava antes, observando ela tremer e chorar.
— Levanta e tira a roupa.
A ordem veio de Louis, encostado na janela gigantesca. Ele sequer a olhava, admirando o jardim extenso e colorido em frente ao casarão.
— Anda logo filha da puta! - Harry se surpreendeu por William falar com ela assim pela primeira vez, rude. Mas visto que ele não tinha gozado ainda e seu pau estava duro por algumas horas, estava com certeza desconfortável e angustiado para vir.
— Sim, senhor. - sussurrou em resposta, toda carente e servil.
Ela levantou devagar, assim como tirou peça por peça, aos poucos, com calma. Parou de frente para o caçula sentado e esperou para o que viria.
— Vira de costas e senta no pau dele, põem os pés no sofá e arreganha bem as pernas. Abre bem elas, feito a puta que todos nós sabemos que você é. – Louis comandou.
Seu olhar foi imediatamente para ele, assistindo-o fumar, imperturbável. A fumaça saindo da boca fina, o corpo malhado, já nu. Ela nem percebeu quando ele tirou a camiseta. Harry não havia notado antes, mas agora, não pode deixar de reparar nas tatuagens. A cobra nas costas, sombreada, o número vinte e oito no tríceps esquerdo e algumas frases que ela não conseguiu ler.
— Harry? Vem cá…
Se lembrando do outro irmão, ela viu seu pau de fora e virou-se toda contente. Finalmente teria o caralho dele fodendo-a.
As mãos grandes ajudaram-na a se ajustar, abrindo as pernas, por fora das dele, e então descendo na rola espessa. Quando a cabeça do caralho rompeu seu buraquinho, Harry parou, tentando voltar a se erguer, sentindo uma pontada dolorosa em seu cuzinho. Mas William não deixou. Afagando sua cintura, ele pressionou para que ela sentasse, pouco a pouco, com o canal em uma aperto de infernal, querendo expulsá-lo.
— Arhg! Droga, me solta! Will, e-está doendo… p-por favor me solta!
— Shh… está tudo bem querida, eu sei que dói, desculpe. Já vai passar, sim? Você só tem que ficar quietinha, e relaxar. Vai melhorar, eu prometo.
E melhorou, ainda que a pressão fosse estranha, alargando seu canal. Seu buraquinho ainda doía, ela achava que poderia tê-la rasgado, o pênis cutucando sua barriga, fazendo um contorno na pele.
Harry subiu e desceu com auxílio em seu colo, devagar e com calma, sentindo o comprimento ir e vir em seu interior. A dorzinha passando a ser prazerosa, uma queimação gostosinha.
Louis se aproximou, parando na frente dela, ele se abaixou até estar face a face e soprou a fumaça do cigarro no seu rosto, antes de beijá-la. Não foi amoroso ou suave; assim como o próprio Louis, seu beijo é exigente e dominante. O gosto amargo do cigarro e o próprio sabor dele.
Tudo se misturava em uma avalanche de sensações. William fodendo seu cuzinho, Louis beijando sua boca, e então seu pescoço, deixando marcas, mordendo e chupando a pele. Sua clavícula, os seios. Parando um tempo por ali, para sugar, mamando em suas tetas. Mordiscando a carne quentinha até machucar, deixando ela com marcas roxas.
Ele beijou a barriguinha, seguindo o contorno do pau do irmão, subindo e descendo, se enterrando fundo no traseiro dela. Para enfim chegar onde queria.
— Achei que tivesse mandado você abrir suas pernas. Se arreganhar para mim.
Imediatamente ele apagou o cigarro, jogando a bituca no piso frio, pegou seus pés, e moveu as pernas, inclinando o corpo dela sobre o de seu irmão mais novo, abrindo-a, até que ela se sentisse empalada e sua boceta estivesse exposta, toda abertinha para Louis, que repousou seus pés sobre o estofado.
Ele encarou ela uma vez mais com um olhar duro, antes de cair de boca em sua boceta novamente. Harry gritou e se contraiu, ele levou as mãos para as panturrilhas, impedindo de fechá-las, e comeu sua xotinha, salivando no grelinho, sugando os pequenos lábios e lambendo os grandes. Louis mordiscou até mesmo suas coxas, novamente avermelhadas por causa da barba dele.
Ele se deliciou com a xota, como se estivesse em seu banquete favorito. O prato principal, uma boceta molhadinha e apertadinha, toda avermelhadinha e pronta para ser devorada.
Louis parou apenas para mandar que William trepasse direito com ela, que a comece decentemente. A ordem sarcástica pareceu deixar o irmão mais novo puto. Ele segurou firme o quadril dela, levantando pouca coisa acima de seu colo, e passou a bater seu pênis, dentro e fora, em uma sequência ríspida.
Harry gritou de novo, o ruído de pele contra pele era ouvido pela sala, as nádegas dela se chocavam contra a virilha de William, que grunhia, aproveitando o aperto quente do canal. Ela se sentia crua e sensível. Não conseguia mais se conter, os gritos falhos e lamúrias eram como um incentivo para os meninos.
A garota teve outro orgasmo vigoroso ao que Louis sugou seu grelhinho, raspando os dentes por cima e chupando como seu fosse a porra do sue doce predileto.
Foi tão intenso que ela tremeu todinha, as pernas chacoalhando sem que ela conseguisse pará-las. Seus músculos tinham espasmos seguidos, assim como a bocetinha, que esguichou.
Louis se afastou rápido, assistindo junto de William os jatos de goza que saiam dela, molhando seu peitoral e o estofado branquinho do sofá que ela mesma tinha limpado mais cedo.
Sem dar a ela um descanso adequado, o garoto mais velho pediu para o irmão se erguer, segurando ela pelas coxas.
Quando já de pé, eles caminharam até a janela de vidro da sala, com Harry nos braços fortes de William, em um estado de semiconsciência. Ela ainda se contraia um pouco, tão exausta e sensível.
O caçula parou de costas para o vidro, e se apoiou ali, com o pênis ainda fundo dentro dela, sem se mexer.
Não conseguindo esperar mais, Louis guiou seu próprio cacete para dentro da boceta relaxadinha dela, metendo devagarinho.
— Não! Chega! L-lou, não, por favor… will! William!
Ela choramingou e implorou por uma pausa, mas não adiantou. Eles foderam ela, os dois de uma vez, trepando com agressividade. Metendo na boceta e no cuzinho dela com força. Ambos concentrados, cada um perseguindo seu próprio orgasmo.
O corpinho dela pulava entre eles, Harry chorava de soluçar, tamanha sensibilidade. Ela ardia tanto! Sabia que não andaria por alguns dias. E não importava o quanto implorasse, eles não paravam de trepar com ela.
— Você pode aguentar amor. Nos deixe feliz, sim? Aguente só mais um pouquinho.
Ela acenava em concordância, ao mesmo tempo em que vários “não's” desesperados eram sussurrados por si.
Não demorou para que gozassem, esporrando ela em seus buracos. Deixando-a toda arrombadinha.
Harry também gozou violentamente, o ventre contrária em espasmos intensos, mas dessa vez não saiu uma gota de seu próprio melzinho.
Quando eles puxaram para fora, a porra pingou, escorrendo por todos os lados como uma cascata perolada.
Ela resmungou manhosa, toda dolorida e com sono. William e Louis ajeitaram-na nos braços dele, caminhando de volta e sentando no sofá da sala. Harry apertou bem as coxas, suspirando e tentando prender os últimos resquícios de gozo deles dentro de si.
Eles demoraram alguns minutos para se mover novamente, acabados. Talvez vinte ou trinta, até que Louis desse tapinhas no braço de William. Ambos olharam para Harry, aconchegada no peitoral quente dele, dormindo.
— Vamos lá para cima, vou encher a banheira para darmos um banho nela. Depois a mimamos um pouco, sim?
O outro rapaz apenas se levantou em resposta, subindo para o outro andar, sendo seguido pelo irmão mais velho. Eles deixaram as roupas na sala, pouco se importando com o que o pai ia achar.
Louis encheu a banheira e William entrou, sentando-se atrás da garota, apoiando as costas dela em sua frente. O irmão mais velho foi atrás de um par de calças para vestir e alguns sais de banho.
Pelo resto do dia eles abraçaram, massagearam e mimaram ela, dando beijinhos em suas bochechas e nos lábios, afirmando o quanto ela é uma boa menina e como eles gostam dela. Falando coisas carinhosas e fofas.
Harry se sentiu nas nuvens. Esse foi com certeza seu melhor trabalho.
…
Ela permaneceu trabalhando na casa dos Tomlinson 's. Surpreendentemente a garota nova na cidade foi a única que deu certo para ficar no casarão.
Pouco depois que iniciou o serviço lá, ela se mudou para a casa. Os rapazes pareciam amá-la, sempre comprando presentes, a levando para passear, fazendo tudo o que Harry pedisse. Ela tinha até mesmo uma gratificação gorda todo fim de ano. Nada poderia ser melhor.
.୨⭒୧.
Obs:
¹˙ Sobre o CNC: Essa é uma prática acordada previamente entre os participantes, onde combinam uma palavra de segurança a ser dita para que todos entendam que a cena deve ser finalizada. A pessoa submetida não saberá quando ou como ocorrerá a prática, e a cena prosseguirá mesmo que o submetido diga ou dê a entender que não quer mais.
Fora da ficção as pessoas que vão praticar uma cena assim devem conversar muito, com muita antecedência. É uma prática perigosa, então deve ser bem esclarecida e todos devem tomar os devidos cuidados.
Espero que tenham gostado! Xoxo... 💗
oi gente
vamos conversar rapidinho..
tem um perfil aqui que está mandando mensagem para menores de idade com intenções de fazer certas coisas com elas.
ele é um pedófilo, tem 25 anos.
ele está indo atrás de pessoas quase 10 anos mais novas que ele e estamos tentando derrubar a conta.
quem puder ajudar a denunciar por favor me chama na DM que eu mando o user do desgraçado.
eu vi algumas pessoas que seguem ele e/ou republicam algumas coisas da conta dele e me deixou bem preocupada, espero que não esteja acontecendo com vcs tbm..
caso vc se disponha a ajudar denuncie como abuso infantil! e se puder curte, comenta e republica esse post pra alcançar mais gente, ou só manda na DM de outras pessoas.
obrigada
(coloquei as fotos pea chamar atenção pq normalmente os posts com mídia tem mais visibilidade)
𝐒𝐭𝐫𝐚𝐰𝐛𝐞𝐫𝐫𝐲 𝐅𝐢𝐥𝐥𝐢𝐧𝐠.
Parte final de: Piece Of Cake.
⭒
TW: sadismo – masoquismo – degradação – spanking – hpussy – dacrifilia – face slapping.
Antes de ir para a história, tenhos dois avisos a dar:
1. Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que esta descrito nele.
2. Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
É isso, boa leitura! 🍒
.୨⭒୧.
“E disse o Senhor Deus à mulher: Que é isto que fizeste?
E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi”
– Gênesis 3: 13.
— Porra! Claro que quero amor, não faz ideia de quantas vezes eu já me imaginei comendo esse cuzinho! – ele passou o dedo por cima do buraquinho enrugado, sentindo relaxar e então contrair, como se quisesse sugá-lo para dentro.
O cubículo apertado do banheiro fez Louis cogitar transar em frente ao espelho, sobre a bancada da pia. Porém, eles correriam o risco de serem pegos.
Às vezes ele gostaria que eles fossem, apenas para acabar com toda a mentira, para que não precisassem mais se esconder. Mas ele sabia que poderia ser demais para Harry lidar.
No fundo, Louis sabia que algo se romperia ali, tinha quase certeza disso. E só podia deduzir que seria o relacionamento deles. Então por hora, apenas decidiu ignorar o próprio turbilhão de sentimentos.
Ele a fez virar em seu colo outra vez, ficando agora, de frente para si. Nessa posição, podia olhar para o rosto doce dela, e ver se estava prestando atenção.
— Façamos assim, – Louis segurou o maxilar dela e subiu as mãos para acariciar as bochechas coradas, carinhoso. — você vai ficar de joelhos para mim e vai chupar o meu pau. Deixar ele bem babado, para que eu foda sua bundinha bonita depois, entendeu?
Harry tinha os olhos verdes vidrados, absorvendo tudo que podia, gravando os detalhes do rosto dele em sua mente. Ela se sentiu derretida pela forma que ele tocava seu rosto, mas se concentrou no que foi dito e prontamente obedeceu o comando, se afastando dos toques, murmurando um “ok Loiue”, ansiosa para senti-lo na boca.
— Mas presta bem a atenção, Hazz… é bom que você mame direitinho, não fique enrolando feito uma vagabunda, porque vou comer sua bunda com a baba que deixar no meu pau.
Ela choramingou em resposta, ajoelhou-se no chão frio e sujo, sentindo ele acariciar seus cachos e idealizando como seria ter o cacete grosso dele em seu cuzinho. Teria que salivar nele todo.
Harry o tocou por cima do tecido, massageando e arranhando desde os joelhos até o quadril. Com uma das mãos, desfez o cinto e abaixou o zíper, enquanto a outra esfregava o pênis marcado, sentindo a umidade no tecido onde a cabeça gorda está, o cacete angustiantemente aprisionado no espaço apertado entre a virilha e as roupas.
Ela lambeu os lábios, animada para tirá-lo dali. Puxou a calça social junto da boxer para baixo, com a ajuda dele, que ergueu o quadril e as coxas do vaso, deixando o pênis rígido, enfim, livre. Ele aproveitou para se mover um pouco mais para frente, sentando na beira da tampa, deixando suas bolas no ar.
William suspirou aliviado, e ela sentiu o corpo molhinho, em êxtase pelo orgasmo de antes. Tomlinson acariciava seu couro cabeludo, deixando-a relaxadinha, quase cantarolando em felicidade.
Harry se inclinou para frente, cuspiu nas mãos e punhetou da carne longa e rija até o falo suave. Apertou bem a cabeça vermelha, fazendo a porra escorrer, lambuzou os dedos na goza e voltou a deslizar a mão por todo o pênis.
Ela manteve a outra mão no escroto, massageando, acariciando assim como ele fazia em seus cachos. Até que finalmente quebrou a espera e colocou a glande entre os lábios, fechando-os ao redor, com cuidado para não raspar os dentes, e então sugá-la com um plop. Repetindo a ação várias vezes, sentindo o gosto salgado da carne e o amargo do pré-gozo na língua.
— Mama o meu pau direito, porra! – Louis deu um aperto punitivo em seu cabelo, reunindo-os em um rabo de cavalo mal feito, puxando os fios e a cabeça dela com firmeza, forçando-a para baixo, em direção a sua virilha.
Harry soltou lamúrias abafadas, sentindo sua garganta latejar e sua mandíbula doer para acomodar o pênis espesso e pesado.
Ela afundou as bochechas, formando um vácuo, e se concentrou em respirar pelo nariz, tentando não engasgar quando o falo alcançou sua goela. Louis forçou a cabeça dela, arrastando seu rosto nos pelos pubianos.
— Isso, assim mesmo… hmm… Porra, v-você é tão boa nisso querida. É provavelmente a única coisa que sabe fazer direito.
Ele soltou um grunhido quando a laringe dela espasmou, ouvindo com prazer seus chiados exasperados.
Louis estabeleceu um ritmo, fodendo a cavidade estreita em estocadas lentas. Saindo, até que apenas o falo avermelhado ficasse, e então, metendo tudo devagarinho, para senti-la engasgar. Sorrindo e batendo com a outra mão de leve em seu rosto. Isso deu a ele uma ideia.
— Sabe o que… uhm! eu acho? Que a minha cadelinha merece uns tapas. O que acha disso? – Questionou com doçura, puxando seu pênis para fora dos lábios vermelhinhos, deixando apenas um fiozinho de porra misturada com saliva.
Louis esfregou o pênis por sua bochecha esquerda, amando ver seus olhos verdes brilhando cheios d'água. O cacete quente deslizava contra a pele corada, dando leves batidinhas, melando a bochecha com baba e porra.
Harry suspirou um baixo “sim, por favor!”, mas não foi o suficiente.
— Por favor, o que?
— Por favor, me espanque. – ela suspirou, ansiosa.
— Com todo prazer, bebê.
Dando uma risadinha, Louis bateu a mão pesada no rosto dela, com tanta força que fez seu rosto virar. A bochecha antes corada pelo esforço, agora se encontrava com a marca da mão dele, volteada por pequenas manchinhas.
— O que você deve dizer quando te faço um favor? Você é uma vagabunda tão burra que não sabe?
— Desculpe, lou. Muito obrigada pelo tapa!
No minuto seguinte o barulho dos tapas ecoaram pelo banheiro todo.
clapt! “Ahm! obrig-ada!” clapt! “ Uh! Muito o-obrigada!“
Louis passou a intercalar entre dar batidinhas com o pênis babado, espalhando pré-gozo pelo rosto dela, para em seguida, pegá-la desprevenida com um tapa ardido.
Ele moveu uma perna entre as dela. — Roça sua bocetinha no meu sapato. – ordenou.
Harry fez o mais depressa possível. Sentindo o couro envernizado contra sua xoxotinha, moendo-se ali. Balançando para frente e para trás, ensopando o verniz, sentindo seu canal e o grelinho pulsarem, quentes.
Tomlinson passou a assistir sério, enquanto ela se remexia, roçando em sua perna. O rosto dela tão vermelho quanto um tomate maduro, os olhos cheios de lágrimas.
— Hum… vendo você assim, tão desesperada, tá me lembrando a Lolla, minha cachorrinha. Quando minha ela tá no cio, se esfrega nos ursinhos, nas almofadas, onde puder.
Ele respirou fundo, imperturbável, como se não estivesse com o pênis duro latejando e as bolas pesadas para gozar.
— Você é uma cadelinha no cio, não é amor? – sorriu, conversando com ela como se falasse sobre o tempo.
— Uma putinha doida pra dar para qualquer um que esteja disposto a te comer. Aposto que se não fosse eu, você deixaria qualquer um passar a mão debaixo da sua saia, sentir o quão molhadinha você fica.
Sua indiferença e o olhar de desprezo fizeram Harry se encolher, diminuindo vagarosamente o ritmo em seu sapato.
— Eu te mandei parar? É assim que vai ser com seu marido de merda. Você vai ficar se esfregando nele, implorando pra ele te comer e então vai agir como uma garotinha tímida.
Harry negou imediatamente, chacoalhando seus cachos chocolate, e então voltando a se esfregar no sapato dele. Louis continuou seu discurso insensível, humilhando-a.
– Convenhamos, você não é nada tímida. Acho até que tava louca pra abrir as pernas pra mim no dia em que nos conhecemos… Acredito que deixaria até o padre Nicolás te foder com a salsichinha dele, né? Ia gostar de ter aquela mão velha tocando sua bocetinha, sentindo o cheirinho dela de perto, lambendo...
Ele se aproximou dela, murmurando bem no seu rosto, o tom cheio de repulsa.
— Você ia gostar de ter aquele pinto enrugado dentro de você. Não ia?
Harry engoliu em seco e abaixou a cabeça, seus cachinhos cobrindo o rosto delicado. Ela sentiu pequenos choques no ventre, esfregando sua xoxota, bagunçando com seu grelinho. No fundo estava amando, mas se sentia realmente envergonhada por Louis pensar que ela seria capaz de transar com qualquer um além dele, e futuramente Maxwell.
Ele ergueu o rosto dela suavemente, seus dedos acariciaram seu queixinho trêmulo. As poucas lágrimas que escorriam pela face, molharam os dígitos dele. Excitou-o assisti-la chorar silenciosamente. Com um sorrisinho sacana, levou os dedos úmidos à boca, chupando-os, sentindo o gosto salgado.
Abaixando-se ao ponto de sentir a cabeça do próprio pau cutucar sua barriga, Louis lambeu o rosto dela. Desde a bochecha até próximo ao olho esquerdo. Em seguida desceu as mãos para os mamilos durinhos e os apertou, torceu e puxou, ouvindo ela gemer bem de pertinho, a sentindo ofegar em sua cara.
Ele apertou de mão cheia os peitinhos dela, fazendo com que sentisse uma dorzinha boa. Logo depois, enfiou as mãos debaixo da blusa e subiu arranhando a barriga quentinha, fazendo ela se contorcer em seus pés. Enfim chegou ao objetivo, alcançou os seios pequenos e calorosos. Louis repetiu o processo de antes, mas agora, pele na pele.
— Vem cá, vou te dar um bom motivo pra chorar. – sussurrou rente a face dela, arrastando o nariz da bochecha até a orelha, sentindo o cheiro gostosinho do creme de baunilha que ela usa no cabelo.
Ajeitando a postura, ele puxou-a para frente pelos cabelos e passou a foder sua garganta num ritmo brutal. Sabia que ao fim disso, ela estaria rouca.
Um filete de saliva dela escorria pelo cantinho dos lábios, molhando sua virilha, fazendo uma bagunça do caralho. Tomlinson sabia que sua garota já estava se cansando, sua mandíbula provavelmente doía. Ele mesmo estava perto de gozar com seu pênis sendo envelopado pela boquinha quente e úmida, precisava terminar logo.
— Babou bem o meu pau, amor? To muito afim de comer o seu cuzinho agora, acha que é o suficiente? – ele puxou seu cacete dos lábios dela com um cloct.
Ela tremia e sentia suas pernas bambas de novo, ansiosa e próxima de ter outro orgasmo. Olhou bem para o pênis, pensando em como ficaria arrombadinha por causa dele.
Mas ela queria tanto sentir isso! Só de imaginar seu ventre retraia, seu clitóris latejava e a boceta pulsava em necessidade, toda babadinha.
Hazz se levantou, com os joelhos vermelhos e doloridos, e sorriu satisfeita.
— Quer que eu cavalgue, ou que me apoie na porta?
Louis subiu as mãos pelas pernas lisinhas, tocando as marquinhas da pele no caminho para debaixo da saia, sentindo o quanto a xota estava molhadinha.
Brincou um pouco ali, tateando os pequenos lábios, a junção de suas coxas, os grandes lábios onde sabia que a tonalidade era de um vermelho, tom de cereja. Ela era tão adocicada em sua boceta quanto uma. Ele roçou também o clitóris inchado, maravilhado em como ela se contorcia, suas pernas tremiam e seus gemidinhos eram tão dengosinhos, que sentiu vontade de judiar dela. Mas, não fez.
— De frente para a porta, querida. Levante a saia, segure acima do quadril e mantenha assim.
Harry obedeceu, dolorida entre as pernas pela provocação anterior. Parou de frente para a porta de madeira, puxou a saia na altura da cintura e esperou.
— Abre as pernas – ela abriu, não distantes o suficiente, com vergonha por saber que os olhos azuis estavam presos em seu cuzinho. – Mais, abre mais!
Louis soou aborrecido, no entanto, ela gostava de deixá-lo bravo. Quanto mais nervoso, mais agressivo ele era. E Harry achava uma delícia toda a brutalidade.
Finalmente abriu mais as pernas. Suas nádegas contraíram e ele as afastou, observando o buraquinho.
— Amo essa sua bundinha. – murmurou com adoração.
Ela virou o rosto, encostando o corpo parcialmente na porta, e o viu levar os dígitos até sua abertura e esfregá-los ali. Sentiu uma sensação estranha dessa vez, mas gostou.
Tomlinson enfim se levantou, parou atrás do corpo miúdo e usou uma das mãos para pressionar a bochecha dela contra a porta. Levou os dedos à própria boca, salivando neles. Ao tirá-los, imediatamente cuspiu no cuzinho e o assistiu piscar.
Sem se demorar, pincelou dois dedos na pele macia, massageando antes de forçá-los para dentro, obrigando o canal dela a se abrir, adorando os gemidinhos finos que Harry soltava. Louis não queria realmente machucá-la, por isso, passou a dedá-la suavemente. Metendo os dígitos em estocadas lentas, aproveitando a sensação do calor das paredes apertadas ao seu redor.
— Como se sente querida? Bom o bastante?
— E-eu… é como uma pressão lenta e constante. Ah! a-ardeu no início, como se estivesse queimando, m-mas agora, agora está tão gostosinho Lou… – ela gemeu baixinho, toda dengosa.
Louis levou o nariz à nuca dela, sentindo o cheiro de suor e creme, arrastou os lábios até os ombros, e deu leves mordidinhas, arranhando os dentes pelas zonas erógenas.
Ele sentiu o pênis latejar, sensível e esfregou seu pelas bandas da bunda dela. A cabeça avermelhada melando a pele branquinha de sêmen.
Sua garota tão linda e doce. Porra! Às vezes ele não consegue acreditar que ela decidiu confiar seus sentimentos, fantasias e intimidade a ele. Pelo menos por um curto período de tempo, Louis pode tê-la completamente para si.
— Pode ir mais forte loui, mais rápido.. uhh!
William deu arremetidas grosseiras para dentro do buraquinho, abrindo-os lá dentro, alargando-a.
O quadril de Harry ia de encontro com a porta, batendo contra a madeira com a mesma força que os dedos dele entravam e saiam do cuzinho. Ela arfava e choramingava, se sentindo no limite, como se fosse esfolada de dentro para fora, tão, mas tão sensível que poderia ter outro clímax só com isso.
Podia gozar apenas com o ruído da porta batendo, os gemidos graves em sua nuca. O falo quente esfregando nas suas nádegas, as pernas firmes atrás das suas, bambas, e a leve ardência que ressurgiu em seu buraco por conta da ação brusca.
O ar parecia pesado e tudo era demais para suportar.
— Tô sentindo o seu cuzinho tão relaxadinho. Acho que já tá pronta para meu pau. – sussurrou contra a pele macia.
Harry apenas acenou em concordância, sem conseguir fazer mais do que sons incoerentes, seus sentidos sobrecarregados.
Ele retirou os dedos da abertura, e observou como ânus estava rosadinho e piscava em torno de nada, um convite para meter seu pênis ali.
Tomlinson puxou a nádega direita, expondo-a, para que pudesse guiar a glande para dentro. Ele cuspiu no pau, punhetando a si mesmo antes de forçar o falo quente no buraco que se contraia, resistindo a penetração.
Harry ofegou alto, sugando o ar como se estivesse sufocando.
— Relaxe e empurre amor, me deixe entrar.
Ela tentou descontrair, em contrapartida William foi rápido em empurrar-se, tendo a cabeça do caralho sugada para dentro do canal apertado. Seu gemido sufocado foi encoberto pelo grito angustiado dela, que moveu o quadril em direção a porta de madeira, se remexendo para fugir.
Os músculos da bunda dela apertaram, assim como o cuzinho, que comprimia ao redor dele em um ato reflexivo.
Harry rangeu os dentes, grunhindo aflita. Ela imaginou que poderia doer, mas se assustou com a pressão feita em seu canal, ela se contorceu com a queimação em seu buraco.
— Puta que pariu! Você está me esmagando! – ele resmungou se remexendo, sentindo a glande ser espremida num aperto sufocante.
Por mais que quisesse ser forte e aguentar, pela primeira vez ela considerou que essa pode ter sido uma má ideia.
— Loue… isso dói, você po-pode tirar? Eu não s-sei se eu consigo, eu… é grande demais – implorou chorosa. Chateada pelo pensamento de que não poderia lidar com o caralho grosso dele em si. Se só a cabecinha já deixava suas pernas moles, imaginar o comprimento todo fazia Harry estremecer.
—Oh querida, você pode suportar isso, sim? Podemos tentar mais um pouco, e se ainda sim não quiser mais, paramos por completo, uh?
Retirando a mão da nádega dela, levou-a em direção a um dos seios, acariciando e puxando o biquinho. A outra mão permanecia em seu pênis, segurando e mantendo-o no lugar onde estava.
— Tudo bem, podemos c-continuar. – Ela tentou se acalmar, focando na sensação dele apalpando seu seio, mas acabou chegando tendo uma ideia melhor, uma forma mais proveitosa dele usar as mãos.
— Toca no meu grelinho, Lou?
Louis bufou uma risadinha e largou o peito para tocar o clitóris, alisando e esfregando a carne suave, fazendo o que ela precisava.
Quando notou que Harry estava mais tranquila, voltou a se enfiar dentro do canal. As mãos dela apertaram o tecido da saia com força, o corpo relaxando e tencionando, pulsando com a entrada do caralho no cuzinho.
Era uma tortura lenta e dolorosa. O cacete parecia longo dentro de si, como se cutucasse seu estômago. Ela tinha a impressão de que poderia sentir o contorno dele em sua barriga.
As bolas roxas e pesadas encostaram nas nádegas, Louis suspirou de alívio, apesar da pressão do canal que envolvia seu pau, num aperto firme.
— P-parece que você está me deixando toda arrombadinha, lou. Porra-a! isso é tão.. Ahm!
Harry gemia a cada estocada, se sentindo aberta. Com uma pressão gostosa e estranha em sua bunda.
As coisas evoluíram gradativamente, em algum momento ele precisou largou o clitóris dela para que pudesse tapar sua boca. O barulho da porta se chocando com o batente retornou, dessa vez mais agressivo.
O quadril dela batia na madeira com força, as bolas e a virilha dele ricocheteavam em suas nádegas. Louis grunhia feito um animal fodendo com ela. Os gritos abafados ainda eram ouvidos, o som de pele contra pele. Qualquer um que passasse por perto, saberia o que estava acontecendo dentro do banheiro feminino da igreja, e seria a fofoca da semana.
O cuzinho pulsava, as paredes relaxadas para o cacete longo e grosso entrando e saindo, batendo dentro e fora.
Eles pareciam febris. Suando, contorcendo, gemendo, cheios de tesão e calor. Evoluindo como uma espiral ascendente, até parar finalmente, parar.
— Shh, alguém entrou. Fica quietinha.
Hazz resmungou, brava por ele ter parado de comê-la, logo quando as coisas estavam indo bem. Quando tinha se tornado tão gostoso e intenso.
Eles focaram para ouvir os passos, o clickt clacket do salto batendo no chão conforme a pessoa andava pelo banheiro.
Escutaram com constrangimento a porta do cubículo bater e fechar, seguido do barulho da urina batendo contra a cerâmica do vaso.
Hazz segurou o riso, mas não conseguiu se controlar. Soltando bufadas divertidas, sonoramente esquisitas.
A situação toda parecia ridícula. Eles estavam dentro do banheiro, com os pais e o noivo dela sentados na igreja, enquanto ela literalmente tinha um pau afundado em sua bunda e ouvia uma mulher, que não tinha a menor ideia da profanação que acontecia logo ao lado, fazer xixi.
Era distorcido, mas hilário. Pelo menos até William voltar a balançar o quadril, inquieto e perto demais de gozar para ter o pudor de se segurar. Caso a mulher ouvisse eles trepando, o máximo que poderia fazer, é ir fofocar para as pessoas. Mas não saberia ao certo qual casal estava ali tendo atos obscenos.
Evitando comê-la com força, apesar do tesão, ele passou a meter lento e suave. Aproveitando os apertos do canal, o quanto aquilo era bom. Fodendo ela com calma, absorvendo cada detalhe da transa.
Harry voltou a gemer, dessa vez, baixinho. E ele decidiu tirar a mão da boca dela, para alocar ambas em sua cintura, se apoiar ali e fodê-la.
— Ai, assim… isso! Uh! É tão gostoso!
Louis torcia para que a outra mulher não tivesse escutado, mas pelo som da descarga e o bater brusco da porta, parecia que sim. Os sapatos de salto voltaram a fazer barulho, dessa vez, indo rápido de encontro ao chão, o som de água corrente pode ser ouvido, então um bufar irritado e a batida estrondosa da outra porta.
A mulher definitivamente ouviu.
Louis saiu de dentro dela,e com calma virou seu corpo de frente para si, olhando em seus olhos carentes e avermelhados.
Ele acariciou suas bochechas e perguntou preocupado:
— Será que ela vai se dar conta que não estamos lá fora? Será que ela nos conhece? – Harry deu de ombros, sem dar a mínima para isso, excitada demais e ansiosa para gozar de novo.
— Não se importa, não é? Você é uma vadiazinha tão desesperada…
Louis revirou os olhos e guiou o corpo dela para frente do vaso sanitário.
— Ergue a perna e apoia o pé na tampa – mandou.
Ela seguiu as instruções novamente. Se virou, colocou um pé sobre a tampa do vaso sanitário e ergueu a saia, apertando o tecido junto do próprio quadril, segurando ali.
— Inclina o corpo para frente e apoia as mãos na parede.
Harry fez tudo que ele mandou, e prendeu a respiração em expectativa, só para soltá-la de uma vez, junto do grito fino quando ele meteu o caralho todo de uma vez em seu cuzinho.
Louis passou a penetrá-la com força e pressa, fazendo-a gritar e se contorcer. O buraco convulsionava ao redor do cacete, o corpo dele batia contra o corpo dela, empurrando-a para frente. Ela só se mantinha no lugar por causa das mãos firmes segurando seu quadril. As pernas magricelas bambearam mais uma vez, e ela achou que iria cair.
— Argh! Porra! Lou! Isso é tão bom!
Ele gemia, rouco e grave, sentindo o cuzinho escorregadio.
Louis não conseguia aguentar muito mais tempo.
Decidiu então, voltar com uma mão para o clitóris, esfregando lá, em seguida meteu os dedos na boceta babada. Podia sentir a lubrificação escorrer pelas pernas dela.
Harry soluçou o sentindo dedá-la, tocando seu ponto g. Estava tão intenso que a mente dela girava, o ar parecia pesado demais para respirar.
Era tudo tão visceral…
O orgasmo estourou, como explosivos. Adrenalina fazendo seus corações correrem igual a bugattis. 1.600 cavalos galopando contra suas costelas. Serotonina e ocitocina relaxando os dois, lançando-os a um novo grau de felicidade, como estrangeiros no paraíso.
Eles se sentiam drogados, os corpos pareciam flutuar, trêmulos e sensíveis, tendo choques no pé da barriga. Era além do que imaginaram sentir.
Louis ainda entrava e saia, sem coordenação, extasiado demais. A xotinha dela se molhou inteira, tremelicando, o clitóris parecia estar em carne viva, dolorido e inchado. O cuzinho aberto, e cheio de porra.
Ainda dentro da nuvem de confete orgásmica, ela sentiu quando Louis se retirou de dentro, soltando um muxoxo.
Tomlinson tirou a perna dela de cima do vaso, ergueu sua calça e se recompôs.
Ele sentou sobre a tampa e puxou ela de ladinho em seu colo.
— Você está bem, meu amor? – sem conseguir verbalizar algo, ela resmungou e acenou, deitando a cabeça no peito dele e ouvindo o coração acelerado. O cheiro de suor e sexo deixando-os satisfeitos.
Harry entrava e saia da inconsciência, ficando, como sempre, sonolenta após um orgasmo. Mas ela ainda pôde sentir quando Louis a limpou muito docemente, e tentou secar os respingos de esperma na saia.
Ele deixou que descansasse em seus braços, para se recuperar. Aproveitou enquanto podia observá-la dormir. Seu rosto amável, os cabelos cacheadinhos, o beicinho que fazia e a forma que suas pálpebras tremelicavam, numa tentativa falha de não cochilar.
William acariciou suas bochechas, e tocou-lhe o nariz com a pontinha do dedo, com um profundo afeto.
Sentia tanto amor e carinho por ela! Ter que deixá-la, seria como se rasgassem a carne do seu peito, puxassem as costelas com as mãos e arrancassem seu coração ainda palpitante. Apenas para deixá-lo sobreviver com contínua agonia e um peito vazio.
— Harry? Querida? Nós temos que voltar.
Louis espalhou beijinhos pelo rosto adormecido, tentando despertá-la.
Harry finalmente abriu os olhos, olhando dentro dos azuis significativamente, transmitindo o que não devia externalizar. Ela sorriu terna e Louis fungou, tentando não demonstrar sua tristeza, beijou-lhe a testa e a ajudou a se erguer.
— Vamos amor, alguém pode desconfiar.
— Está bem. – ela ainda sentia suas pernas bambas, a moleza fazendo com que fique dengosa, buscando acalento nele. E Louis gostava de cuidar de Harry, não só após o sexo, mas sempre que podia, o que não era frequente. Então todas as vezes que estas brechinhas, pequenas oportunidades, surgiam, ele aproveitava.
Quando eles param em frente ao espelho do banheiro, abraçados, Louis cai em si.
Ele se sente um idiota, por não ser capaz de dar a segurança que Harry precisa para ir com ele, e também pelo que estiveram mantendo. Estavam mentindo por quase um ano inteiro, traindo os pais e o noivo dela. Mas não havia um arrependimento real, nenhuma sensação de distorção em seu caráter por ser um traíra de merda e cornear alguém. Louis está apaixonado, não que isso justifique.
Mas ele caiu tão profundamente, que sentia como se despencasse em queda livre todas as vezes que estava perto dela, só para planar sobre o oceano. Era perigoso, excitante. Harry tem uma personalidade viciosa, e Louis é alguém ansioso para ter um sentido na vida. Ela deu isso a ele, uma motivação, felicidade, momentos de amor e carinho que atraíram-no.
Não a culpava, no entanto. Entendia que seria difícil para ela abdicar da única realidade que conhecia.
Tinha consciência que não poderia proporcioná-la o apoio da família, ou a compreensão e amor do amigo de infância. Pessoas as quais ela é apegada e passou tempo demais tentando agradar, para simplesmente deixá-los. Além do que, acabaria a influenciando a se questionar sobre sua religião. Que ela foi inserida muito cedo e sem a opção de declinar.
Harry aprendeu a aceitar mesmo quando não queria, e a igreja se tornou sua principal fonte de conhecimento sobre a moral.
Só dela ter se rebelado e estado com ele, já era um passo enorme. Louis não se igualaria aos pais dela, e a induziria a fazer algo por pressão. Em algum momento ela sentiria saudades de casa, mágoa e irritação. Em algum momento iria se arrepender e passaria a odiá-lo.
Harry ainda era jovem, e ele esperava com todo seu coração que ela amadurecesse uma mulher confiante, e que fosse livre dentro da realidade em que aceitou viver.
Ele soube, olhando para o reflexo deles, que não podia mais suportar isso. Sempre estaria numa disputa por ela com alguém, sejam os pais ou o noivo. Machucava saber que jamais a teria completamente.
Fielmente acreditava que um dia iria conseguir superá-la, apesar de amá-la com tudo de si.
— O que foi Lou? Você tá com uma cara estranha. – Ela sorriu ingênua, estudando sua expressão.
O olhar melancólico o delatou.
— Me desculpe–
Harry sentiu sua garganta comprimir em antecipação. Seus olhos verdes encheram-se de lágrimas, e ela ssurrou uma sequência de "não’s" .
— Por favor, não faça isso comigo. Não me deixe, Lou!
Ele fez uma careta triste, sabendo doeria em ambos. Se virou de frente para ela e aproximou seus rostos. Deu-lhe um selinho na testa, na pontinha do nariz, e nos lábios.
Ainda ali, respirou fundo e disse:
— Não aguento mais H, não posso mais fazer isso. Queria muito te pedir para vir comigo, mas isso seria egoísta. Só que eu não posso ficar com alguém, que nunca se entregará por completo. Ter que te ver casar com ele – respirou fundo, se esforçando para remediar as próprias mágoas. — tá me destruindo.
Tomlinson tentou secar as lágrimas dela, enquanto segurava as suas. O caroço dolorido em sua goela por tentar conter a angústia e a crise de choro iminente.
— Desculpe, mas não vou me machucar ainda mais só para ter um pedacinho de você.
Ela engasgou, angústia a consumiu inteira. O desespero de ser abandonada fazia com que Harry se agarrasse ao corpo dele como uma criança com medo. A dor física, ia muito além do aperto agudo no peito. Parecia que seu ácido gástrico corroía o próprio estômago, digerindo a si mesma, machucando-a.
Harry grudou nele, em um abraço sufocante, sem nunca querer soltá-lo.
Louis esperava que ela dissesse algo, que o convencesse a ficar, mas ela não conseguiu, assim como não disse que fugiria com ele, porque sua vida era ao lado de Maxwell, e dessa forma, permaneceria.
— Tchau, amor. Espero que encontre felicidade no seu casamento.
Ele se soltou dela e saiu dali, indo também embora da igreja discretamente.
Harry sentiu seu corpo mole, se agachou no chão do banheiro e chorou compulsivamente. Seus sentimentos dilacerando suas entranhas.
Ela ficou no banheiro feminino por uma hora, até que enfim se recompôs e voltou para o banco onde seus pais estavam, sentando-se ao lado de Max.
Harry deu um pulinho pela pontada que sentiu em seu buraquinho violado.
— O que foi? – ele perguntou, gentil e preocupado.
— Nada demais, acho que sentei numa farpa.
A conversa findou e ele buscou a mão dela no banco, voltando a se concentrar no culto, enquanto a mente dela se dispersou com os pensamentos de que ficaria dolorida por dias, ao andar ou sentar. Que arderia toda e lembraria quem fez isso com ela.
Buscou por Louis pelo ambiente, querendo observá-lo um pouquinho mais, porém, ele tinha sumido.
Não estava em lugar algum. Ela percebeu, enfim, que ele havia ido embora.
Harry apertou a mão de Max, e segurou o choro, fingindo não notar o olhar fixo e inquisitivo do pai.
Ela se convenceu que se casaria e seria muito feliz também, com o tempo iria entorpecer a dor da saudade.
…
Seus olhos correram ao redor da sala, a mente acelerada analisou os vestidos rendados, sapatos, spray para cabelo e maquiagens espalhadas. Estava plena e feliz com o que a bagunça representava.
Maxwell provavelmente estava esperando por ela no altar.
Imaginou a igreja lotada. Todos os seus parentes, desde os pais até os sobrinhos. A família do seu futuro esposo e os seus amigos. Todos presentes no momento mais importante da sua vida.
Ela alisou a renda do vestido chique e espalhafatoso de novo, observando como acentua bem em suas curvas, mas ainda fazia com que parecesse delicada e inocente.
Olhou para os sapatos, sabendo que seu salto não estava lá. Diana se dispôs a buscá-los junto com sua mãe, ambas saíram correndo porta afora, como se estivessem indo para uma missão de guerra. Na hora até achou graça, mas agora, com toda a demora, ela sente a angústia crescendo, como um monstrinho dentro de si.
Harry evitou estar só por muito tempo, para que sua mente não ficasse confusa sobre sua decisão. Não podia estar errada sobre isso, não mais. Mas agora, horas antes de entrar na igreja e desfilar pelo tapete vermelho até Maxwell, ela ficou sozinha, e sua mente começou a fomentar diversas dúvidas antigas.
Sua vida tinha se tornando uma loucura depois do término. Seu pai ficou desconfiado por ela ter demorado mais de duas horas no banheiro, e passou a pressionar que casassem mais rápido. A cerimônia que estava programada para dali seis meses, foi adiantada para três.
Foram os meses mais estressantes de sua vida, mas pelo menos tinha com o que ocupar a mente.
Graças ao bom Deus a porta se abriu. Harry se virou depressa, querendo calçar de uma vez os saltos e sair para sua enfim, vida de casada.
Mas seu coração caiu para o estômago quando viu quem fechava a porta. O som característico da chave girando a trava. Louis trancou os dois juntos na salinha, ao lado da igreja.
Ele se virou e escorou as costas na porta. Seus olhos brilharam olhando para ela, até que se tornassem melancólicos.
— Você tá tão linda! Meus parabéns por… – pigarreou quando sua voz falhou, instável — por tudo.
A voz rouca dele faz cada partezinha do seu corpo doer.
— O que tá fazendo aqui?
Louis está tão bonito, vestido com um terno preto e uma gravata cinza. Sapatos envernizados e um topete moldado a gel. Tem uma barba bem aparada e preenchida nos lugares certos. É tão diferente do Louis que conhecia, mais maduro.
Harry sente suas pernas amolecerem.
— Recebi um convite. No início eu achei que era alguma brincadeira. Que você obviamente não ia me querer aqui. Mas ai eu pensei: é claro, o único idiota que não seguiu enfrente fui eu, então porque você deixaria de me convidar, né?
Ele inclinou a cabeça, como se, só de pensar no dia que recebeu o convite pelo correio fizesse seu sangue efervescer de raiva novamente.
— Eu não faço ideia de quem enviou, desculpe. – A sinceridade em seu olhar doeu mais do que o pensamento dela enviando o convite por si mesma.
— Entendi. E… uhm… você tá animada? Quer dizer, é o seu grande dia e tudo.
Harry bufou, sem paciência para conversa-fiada, com receio de que Diana e Elise voltem a qualquer momento com seus sapatos o vejam ali.
— Como conseguiu a chave da porta?
Ele deu uma risadinha sem graça, se aproximando hesitante. Louis parecia tão… vulnerável, que fez com que desarmasse aos poucos. Se ele se aproximasse muito, Harry não sabe o que seria capaz de fazer.
Só o cheiro dele, a presença, estavam mexendo tanto com seus sentimentos. Estarem na mesma sala que, e não poderem se tocar, estava matando-a aos pouquinhos.
— Niall, ele me viu entrando pelos fundos… A gente conversou um pouco, não foi agradável, mas ele me disse onde você estava e me deu as chaves.
Harry suspirou profundamente,
— O que você tá fazendo aqui, Lou? – sua voz estava firme, ela se sentia esgotada emocionalmente.
— Eu… - engoliu em seco e pigarreou, parando na frente dela e tocando seu rosto suavemente. — Eu senti tanto a sua falta. Minha vida tem sido tão vazia sem você. Não suporto mais isso. Mas, eu não queria te atrapalhar então… Não sei, acho que queria ver se você está tão feliz quanto aparenta.
Ele olhou nos olhos dela, seus sentimentos totalmente expostos.
— Você está feliz?
Harry fungou, os olhos encheram de lágrimas. Eles apoiaram suas testas uma na outra, fecharam os olhos e bateram juntas as pontinhas do nariz.
— Eu estou… estou feliz.
Louis inspirou trêmulo, mas o ar parecia tão pesado, simplesmente não entrava nos pulmões. Ele deu um selinho leve na boca dela, ignorando as lágrimas que escorriam pelo próprio rosto.
— Que bom, amor. Eu odeio admitir que isso acaba comigo, mas… eu fico muito feliz por você.
Ele deu outro selinho, um pouco mais demorado, e se soltou.
– Infelizmente, não vou poder ficar para a cerimônia, mas eu te desejo felicidades, yeah? Quero tanto que você seja feliz querida…
Louis não falou, mas não precisava. Ela sabia que ele a amava ao ponto de ir até lá só para garantir que ela está feliz se casando com outro.
Ele virou de costas, com a chave na mão para ir embora.
— Lou, espera! Não vai, eu…
Virou-se de frente para Harry novamente, esperançoso.
— Eu quero tanto você! E me machucou muito quando você foi embora, a sua ausência. Mas eu não posso deixá-lo, eu sinto muito! Eu amo você, de verdade, mas eu… também o amo.
O silêncio que perdurou foi sufocante. Ele não conseguia falar nada, nem mesmo começar a entender como ela podia amar os dois. Mas antes que fizesse qualquer coisa, Harry avançou sobre ele, pegando-o de surpresa e o beijando com paixão.
“Eu senti tanta… tanta saudade de você!”, ela passou os braços sobre seu ombros, colando os corpos. “do seu beijo! seu gosto…” Harry se afastou um pouco, arrastando a boca para bochecha dele, murmurando o quanto sentia muito e como sentia falta dele. Louis agarrou o cabelo dela, bagunçando o penteado.
Eles voltaram a se beijar, dessa vez, até perderem o fôlego, tentando sanar uma ausência, uma carência, que não iria embora nunca.
“Porra, lou! Senti tanta falta do jeito que você me pegava!” – Harry sussurrou em seu ouvido, antes de morder o lóbulo da orelha, sentindo o punho firme em seu cabelo e o aperto em sua cintura.
— Não faz isso… não faz isso, Harry.
— A gente podia continuar junto! Você podia vir quando quisesse relaxar ou eu não sei, só me ver. Max está sempre trabalhando ou ocupado com visitas em nome da igreja, nós vamos ter tempo de sobra, uh?
Tomlinson se afastou, segurando o cabelo dela pela nuca e puxando até inclinar sua cabeça para trás.
— Você está seriamente me pedindo para ser seu amante, de novo?
Ela tremeu sob o aperto punitivo. Sabendo que isso seria horrível tanto para ele quanto para Max. Mas não conseguia evitar pedir por isso, implorar se fosse necessário.
— Eu… e-eu tô, sim… por favor, lou, por favor! Eu preciso de você comigo.
Louis não consegue ser racional, ele sabe que deveria dizer não, para o seu próprio bem. No entanto Harry tem esse efeito nele, faz com que a deseje acima de tudo.
— Tá, tá bom… – sua voz não saiu mais alto que um murmúrio, e ele tentou se recuperar.
Admirando Harry em seu vestido bufante, pronta para se casar com outro, deu vontade de marcá-la de alguma forma. De arruiná-la, assim como ela estava fazendo com os sentimentos dele.
— Quero comer você, agora.
Ela arregalou os olhos verdes, tentando sair do aperto do punho dele.
— E-eu- A minha mãe está voltando pra cá Lou… – ela se remexeu outra vez e ele soltou.
— Nós temos que ser rápidos então.
Louis sorriu, pensando em deixar um presentinho de casamento para Maxwell.
— Se apoia na mesa e segura o vestido. Eu quero te chupar.
Harry paralisou por uns segundos, ainda um pouco perdida. Seus olhos verdes fixos nele.
— Você não me ouviu?
“sim, desculpe, eu vou…” - sua comprimiu quando engoliu em seco, sabendo o que esperar. Ansiando por isso.
Fazia tanto tempo que tinha tido a língua quente de Louis lambendo sua xota. E porra! Harry sentiu tanta falta da boca de dele em sua boceta.
Trêmula, com a calcinha branquinha de rendinha ensopada, caminha vagarosamente até a penteadeira e deitou o peitoral ali. Seus seios apertados no tecido apertado do vestido pressionaram na madeira, roçando os mamilos, endurecendo-os.
Ela abriu lentamente as pernas, se concentrando em respirar. Desceu as mãos delicadas pelas camadas de tule francês e tafetá, até a altura dos joelhos, afundou os dedos, e ergueu. Empurrou os tecidos até que caíssem como uma carícia no ar e se espalhassem sobre os quadris dela e a mesa. Cobrindo toda a bagunça de maquiagens e laquês de cabelo.
As unhas pintadas desapareceram entre a pele exposta das pernas dela, onde os Harry esfregou, choramingando baixinho. Tão ansiosa… deslizou as mãos pela carne branquinha das coxas externas, até as cinta-ligas, e puxou com força.
O slapt do elástico contra pele pareceu cortar a tensão paralisante dentro do cômodo. Ela lambeu os lábios e abriu um sorriso safada, com a bochecha contra a mesa.
Amou saber que Louis estava cheio de tesão, vidrado nas marcas vermelhas que ficaram nela. Harry balançou a bunda, chamando por ele.
— Estava com tanta saudade de te ver se oferecendo, empinando essa bunda e esfregando essa buceta molhada na minha cara, como uma putinha.
Ela sentiu a presença dele em suas costas. As palmas quentes correram e amassaram a carne das nádegas dela com desejo.
Louis assistiu os olhos verdes revirarem O desejo consumindo ambos.
Ele afastou uma das mãos e ela roçou as coxas, apertando a bocetinha entre as pernas.
— Arhm! Loui! – o gemido baixo se perdeu no eco barulhento dos tapas seguidos que ele deu na bunda.
A cada bofetada, ela estremecia. Cada banda tingida da cor de framboesas maduras, com manchinhas arroxeadas. Uma arte visual explícita, capaz de evocar paixão, necessidade crua de arruiná-la. Louis massageou as nádegas superaquecidas com adoração. Olhando de volta para ela do espelho.
Baba e lágrimas, escorrendo, molhando a mesa.
O choro baixinhos, a carinha de volúpia e desolação que ele tanto quis ver novamente.
O fiozinho de saliva que derramava dentre os lábios vermelhinhos, igualzinho a lubrificação escorrendo entre os lábios da bucetinha rosada.
Louis suspirou, tão carente. Precisando tanto sentir o gostinho agridoce dela.
Ele se ajoelhou e deixou beijinhos na pele interna das coxas, afastando-as rudemente. Seus dentes rasparam pela carne e mordiscaram. Suas mãos foram até o cós de renda da calcinha, e num puxão, ele rasgou.
Harry arregalou os olhos, tensa.
— Louis? Você não devia ter rasgado essa calcinha, porra! Não acredito nisso, você-e, ahm! Ah! você pode lamber o meu grelinho? – a voz dela ficou suave, tão manhozinha.
Ela pode sentir ele sorrir com a cara enfiada em sua boceta. O babaca arrogantezinho!
Louis relaxou a língua estreita, passando a carne úmida do buraquinho da xoxota, até o clitóris. Sugando e arrastando-se ali, salivando e encharcando tudo, até seu rosto, sua barba, que esfregava nela.
Porra, tão gostosa!
Harry gemeu e grunhiu. Implorando por um orgasmo, implorando que ele a comesse, saboreando sua vagina.
— Mete sua língua dentro de mim, lou? Por favor… por favor! Uhm! Isso! isso! assim!
Louis chupou até as pernas dela amolecerem. Ele podia senti-la palpitar na língua, contraindo e relaxando em sua boca.
Chupou até a mandíbula doer. Se afastou e cuspiu, antes de meter a cara entre as pernas, esfregar os dedos no clitóris e massagear numa tortura lenta enquanto lambia o gozo pra fora dela.
O orgasmo rompeu feito uma barragem, submergindo a mente dela em uma avalanche avassaladora. A selvageria de uma represa rachando ao meio, desmontando-a inteira e perdendo as peças.
Confettis estouraram por detrás de suas pálpebras pesadas. Os lábios abriram em um grito mudo e as mãos dela apertaram, tensas, as bordas da mesa. Como se ela tentasse se segurar ali para não derreter para o chão.
Saliva geladinha molhando a carne quente, ejaculação escorrendo pela parte interna das pernas dela, até os joelhos. Deixando tudo melado.
Louis lambeu os lábios, amando o cheirinho de xota, o gostinho que ficou como um suvenir em sua boca. Ele acariciou levemente sua bunda, tentando acalmá-la.
Harry sentia que todos os ossos do seu corpo estavam moídos feito um pó. Ela se sentia tão leve e feliz. Porra, tão bem!
Tomlinson levantou, limpando as calças sociais nos joelhos. Ele limpou os lábios com a palma da mão e desafivelou o cinto, abriu o zíper das calças e puxou a boxer o suficiente só para retirar o pênis gordo fora.
Se aproximou do corpo tremelicando na mesa, segurou a base da coluna dela com uma mão e o pau na outra.
— Eu esperei tanto por esse momento, amor. Tanto para tirar a virgindade dessa bucetinha com a cabeça do meu pau!
Harry se empinou toda, prendendo a respiração se sentindo a coroa do pênis alargando o buraquinho da vagina. As paredes de sua xota esticaram ao ponto de arder! Ela esfregou as pernas de novo.
— Calma querida, você está lidando tão bem com isso. – Ele continuou se esforçando para entrar no canal apertado.
Harry se contraiu e soluçou. Mas não quis parar. Na verdade, queria tudo de uma vez.
— Eu achava que isso era melhor. Talvez… talvez seja seu desempenho, querido. Está um pouco fraquinho.
Ela riu até Louis revidar, metendo num empurrão o pênis inteiro entre as paredes estreitas da xoxota. Ele grunhiu, tão profundo e rouco que arrepiou seu corpo inteiro. Harry choramingou, sentindo a buceta queimar.
— Urgh! Louis! Porra! ahnm… – seus olhos vermelhos cheios d'água. Ela amava e odiava cada segundo daquilo.
— Eu estava tão orgulhoso, querida. Você tinha mesmo que agir como uma vagabunda desesperada, não é? Estragou tudo… – Ele bufou antes de tirar o comprimento todo, e meter de volta, ouvindo o barulho do quadril batendo na bunda dela, o som úmido do caralho avermelhado entrando na boceta molhada.
A mão que antes estava segurando seu pau, foi para a borda da bocetinha. Ele sentiu seu caralho entrando e saindo. Só para descer mais os dedos, e voltar a esfregar o grelinho.
Harry derreteu sobre o tampo de madeira, apertando tanto a mesa a ponto dos dedos ficarem esbranquiçados. Era tão gostoso senti-lo dentro de si.
O corpo dela chacoalhava sobre a penteadeira, arrancando gritinhos e suspiros suaves. As peles suavam sob as peças de roupas, e Louis se sentia acolhido por aquele canal quentinho, que se moldava a largura de seu caralho.
Sua mão deslizou da coluna dela, para a bochecha corada exposta, pressionando o rosto doce de Harry na mesa.
— Pronta amor? Eu vou ser mais-
— Rude? Sim! Sim! Por favor lou! Sim-AH!
Ele comeu ela com força, fodendo como um animal. O móvel tremia, derrubando alguns batons e bases no chão. O barulho da madeira batendo contra a alvenaria não abafava os gritos dela e os silvos que Louis soltava.
Os ruídos reverberavam nas paredes.
De repente Louis pareceu mais empenhado, concentrado. E então a dorzinha irritante de antes se dissipou no prazer da cabecinha do pênis dele roçando no seu ponto g a cada estocada.
Harry pulsava, se contraindo inteira, tensionando dos dedinhos dos pés a buceta. As bolas pesadas dele apertaram, prestes a gozar.
— Vou deixar sua bocetinha toda esporrada! Meu presente de casamento pro corno do seu noivo.
Louis moveu uma das mãos, para fechá-la sobre uma das dela, apertando-as na mesa. Quase deitando o próprio corpo sobre o de Harry.
— Uh! Uhm! Sim! Ahm!
— Você quer isso? Quer que, quando ele levantar seu vestido na noite de núpcias, e meter o pau em você, ele sinta minha porra escorrendo de dentro da sua xoxota!
— Lou! Sim, eu quero! Sim!
— Yeah? Quer mesmo que ele descubra, já na primeira noite, que você é uma vagabunda? – riu, debochando dela. — Veja pelo lado bom… Max não precisa se esforçar tanto para te deixar molhadinha. Sua buceta já vai estar aberta, e ele pode até usar a minha porra de lubrificante.
Ele deixou o tronco ereto, tirou o caralho e ficou observando ela se contrair em volta de nada. A bucetinha avermelhada, o buraquinho todo abertinho, brilhando de esperma.
— Louis! O que- Por que fez isso? Por que parou?
A coroa vermelha do cacete deslizou sobre vulva, a buceta dela pulsou, tentando sugá-lo para dentro.
— Percebe o quanto estou sendo generoso com seu noivinho? Dividindo a sua bocetinha com ele? Deixando você preparada, cheia do meu sêmen?
Ela choramingou, tentando mover os quadris para trás, para que pudesse penetrar a si mesma no pênis que está brincando com a borda da sua xoxota.
— Oh não, você é uma vadia estúpida, que não consegue nem notar o mínimo, mesmo quando está óbvio, bem na sua frente. – o ressentimento claro no tom de voz dele.
— Lou! Louis!
— Ah, não querida, não vou enfiar meu pau na sua boceta gulosa! Você não merece. Mas… – ele olhou pro relógio, ela ia se atrasar. —... acho melhor começar a implorar, o seu tempo tá acabando.
Harry bufou, irritada. Ele voltou uma das palmas em suas costas, imobilizando-a, frustrando suas tentativas de se abrir e se foder no caralho dele.
— Implora para eu meter em você, me mostra o quanto realmente quer isso...
Ela respirou fundo, tentando se concentrar.
— Por favor, por favor Lou! Você pode me comer? Tem sido tão bondoso da sua parte me deixar toda abertinha e pronta para o-...
— O, o que? O que ele é, querida?
—... para o corno do meu noivo. Por favor? Você pode meter o seu caralho grosso dentro de mim, e me comer até eu ficar mole, até minha buceta ficar ardendo… por favor! por favor! por- UH!
Louis voltou a deflorá-la. Trepando até ficarem sensíveis.
O orgasmo veio efervescente, borbulhando, até ebulir, como água fervente.
Harry gritou e se contraiu inteira, apertando o cacete dentro da xoxota, o que levou Louis além do limite, contorcendo e ejaculando dentro dela.
Ambos sentiam os corpos como massas gelatinosas.
Vagarosamente começaram a se recompor. Louis tomou várias respirações profundas antes de guardar o pênis dentro das roupas, fechar o zíper e arrumar o cinto. Ele pegou a calcinha rasgada do chão, ao lado do pé da mesa, e colocou no bolso, para levar de lembrancinha de casamento.
Ajudou Harry a se erguer e deu um selinho nela.
Olhando-a nos olhos, sorrindo para as bochechas vermelhas e o rostinho meigo, ele pensou que podia convencê-la a desistir do casamento.
— Amo tanto você. – disse de abrupto e Harry arregalou os olhos.
—Eu queria poder te fazer sentir segura sempre. Te proteger da rejeição e de toda essa confusão emocional. Mas não posso, infelizmente há limites do que podemos fazer pelos outros.
Louis se sentiu exposto demais, e mesmo com a vergonha e o desconforto de se abrir emocionalmente, ele tinha que ser rápido. Protelar só iria causar-lhes problemas.
Harry sorriu, incentivando ele a continuar.
— Eu fiquei miserável esse tempo que estive sem você. Senti tanta saudade amor, que parecia que eu tava doente. Então recebi aquele convite e senti tanta raiva, tanto desespero de pensar que ia perder você. E sei que casamentos não são para sempre, mas pareceu tão definitivo, que eu senti que precisava vir te ver e tentar pelo menos uma vez.
Ele respirou fundo, reunindo coragem, e lembrou do que seu amigo disse antes de chegarem ali. Se já estava sofrendo sem saber a resposta por medo da rejeição, então o que de pior iria acontecer se ela realmente dissesse que não? A dor já estava lá antes de qualquer maneira.
Suas mãos suaram, e Louis se sentiu ligeiramente zonzo. Mas não iria se acovardar, não dessa vez.
— Eu quero poder cuidar de você, querida. Te mimar e beijar cada pedacinho seu, sem ter que me esconder no banheiro. Quero te ter perto, mas não só uma parte de você durante uma ou duas horas. – ele colocou um cachinho que soltou do penteado dela atrás da orelha — Meu amor, eu quero que você venha comigo.
Ela piscou, aturdida. Por mais que soubesse aonde a declaração dele os estava levando, ainda não se sentia pronta para responder a isso. Finalmente ouviu o que mais precisava, mas não sabia o que deveria dizer.
Harry olhou ao redor, se sentindo perdida.
Se ela recusasse, estaria desistindo de alguém que ama, para viver um casamento infeliz, e sua família não se importaria. Mas se fosse com Louis, corria o risco de um dia ele notar que ela não o merece de verdade, e a abandonar.
E talvez Deus nunca a perdoe, e ela acabe sozinha e sem fé. Mas Harry vai aceitar o risco, e sofrer as consequências disso. Porque pela primeira vez, ela quer escolhê-lo.
— Sinto muito por ter demorado tanto. Acho que estava com medo de você perceber que não me queria mais. Ou dos meus pais deixarem de me amar por te escolher… Mas estou pronta para lidar com isso.
Ela entendeu, olhando para ele, que passaria o resto do casamento tendo que se convencer que estava feliz, usando o antigo amor juvenil deles como motivação para amar Maxwell como marido, o que ela nem mesmo consegue se impedir de sentir por Louis tão naturalmente.
— Quero enfrentar tudo, com você!
Harry deu a ele um beijinho de esquimó.
“te amo, louie!” – as palavras saíram sussurradas, como um segredo íntimo deles.
Ela sorriu e Louis a abraçou, dando vários beijinhos em sua cabeça e reafirmando que ele estaria ao lado dela sempre.
Minutos depois, eles estavam correndo pela square road de mãos dadas. O vestido branco arrastava pela estrada suja, ficando preto na barra longa.
Uma voz feminina gritou seu nome ao fundo, podia ser Diana ou sua mãe, no entanto Harry não se virou.
Ela imaginou Max, parado no altar, esperançoso em vê-la entrar triunfante, depois do burburinho sobre a demora. Imaginou a cara de decepção que ele faria quando soubesse que ela não estava vindo e como isso quebraria seu coração.
Sabia que a fuga seria a fofoca do mês. Todavia, preferia que o assunto fosse sobre ter ido embora com o amor da sua vida, do que estar entrando em um casamento onde seria infeliz.
Sentia muito por Maxwell, mas não podia se casar, não com ele. Só esperava que ele não a odiasse eternamente.
Harry bloqueou seu foco apenas em Louis, e na perspectiva de um futuro com ele. Ela não queria prestar atenção no que gritavam para si, se alguém havia saído da igreja, ou se estavam atrás dela.
Louis abriu a porta de trás do sedan preto e esperou que entrasse, afobada.
Inicialmente ela não viu o homem no banco da frente, pulando de susto quando ele a cumprimentou, ligando o motor do carro e saindo dali às pressas.
— Ah, amor, esse é o Liam, o nosso piloto de fuga. – Louis disse, sentado no banco ao seu lado, o corpo inclinando sobre o dela.
Harry riu, olhando-o com carinho.
— Ele me incentivou a vir, nós estávamos planejando isso há um tempinho.
Ela puxou o rosto dele bem pertinho do seu, sorrindo radiante, com as covinhas e tudo. Os olhos brilhantes de esperança e afeto.
— Eu amo você pra caralho Louis Tomlinson!
.୨⭒୧.
Desculpem ter demorado, mas espero que gostem!
Aliás, quero agradecer as meninas que me motivaram, mas especialmente a @tommobearbee e @barbiedirectioner que foram muito gentis comigo e me incentivaram a continuar escrevendo! 💓
𝐏𝐢𝐞𝐜𝐞 𝐎𝐟 𝐂𝐚𝐤𝐞.
Descrição: Harry é filha de pais rígidos, e está noiva de um rapaz que conhece desde criança. Mas também há esse outro cara, um pouco mais velho, que a faz se questionar sobre tudo e a deixa de pernas bambas.
⭒
TW: traição entre os personagens - sadomasoquismo (leve) - degradação - hpussy.
Antes de ir para a história, tenho dois avisos a dar:
1. Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que está descrito nele.
2. Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
.୨⭒୧.
A construção imponente de tijolos avermelhados faziam-na sentir-se pequenininha. Mas ela acha que é assim mesmo que deveria se sentir perante a casa de Deus. Sua imagem divina é grandiosa comparada à de Harry.
Ela viu Louis de longe, escorado nos tijolinhos mofados de St. Luke's, fumando um cigarro.
O sorriso involuntário que surgiu no seu rosto, sumiu rapidamente com um pigarro de seu pai. Desmond estava olhando para o mesmo lugar que ela, com o semblante sério. Ele não gostava tanto da presença de Louis, quanto demonstrava. Era em pequenos momentos como esses, com olhares fugazes de desgosto ou o característico entortar no canto dos lábios dele, que Harry percebia a falsa simpatia do pai.
Ele nunca expressou isso, mas ela sabe o que seu pai realmente pensa dele. Um homem perdido, que se corrompeu com mentiras. Ele desconfiava que Louis não acreditava na palavra de Deus, que duvidava da vontade divina. Harry tinha certeza disso. Talvez tenha sido por isso que Louis a atraiu tanto.
Foi impossível não ficar encantada por ele e suas ideias liberais. A forma como ele acolhia as pessoas, mesmo aquelas que cometiam pecados. Louis não as julgava. Tão diferente do padre Nicolás e tantos outros dentro da igreja, inclusive seu pai.
Às vezes ela acha que ter conhecido Louis foi a melhor coisa que aconteceu, em outras, acredita que ele é uma provação que Deus colocou no seu caminho.
Mas Harry foi reprimida por tanto tempo pelos pai ou pelo medo de cometer um pecado e ser punida por isso, que Louis surgiu como um sopro de vida para ela. Estar perto dele fazia ela se sentir animada como nuca esteve antes. Como se fosse uma aventura.
— Maxwell, filho. Venha até aqui!
Harry engoliu em seco, seu coração se derretendo em culpa.
— Vou procurar a mamãe.
O pai ergueu as sobrancelhas, levantando a mão esquerda, como se já tivesse tido o suficiente. Ela se calou.
— Sua mãe está saudando Sally. E você vai cumprimentar seu noivo, ou ele vai ter a impressão de que está fugindo dele.
Harry viu Max sorrindo, tão feliz em vê-la, como sempre estava. Aqueles olhos de cachorrinho, esperando por um pouco de atenção, faziam com que despencasse na realidade.
— Você não está fugindo dele, não é?
— Por que eu faria isso, papai? Só senti a falta da mamãe, só isso.
As feições dele suavizaram. Como se a nuvem que a estava nublando tivesse ido.
— Que bom então, querida.
O cheiro suave de Max encheu seus sentidos. Ela o reconheceria em qualquer lugar. A palma da mão dele acariciou seu ombro, antes que dissesse alguma coisa.
— Senhor Styles. – apertou a mão do seu pai, que ficou todo sorridente.
— Maxwell, que bom vê-lo aqui hoje. No culto passado você não veio, Marie disse que esteve doente.
Ele beijou o topo de sua cabeça. Sua forma de cumprimentá-la e reconhecer sua presença.
— Sim, fiquei gripado, mas fui ao médico e também, minha mãe cuidou muito bem de mim, me enchendo de chás e sopas, sabem como ela é. – ambos riram, e Harry se viu entediada.
Niall já estava entrando na igreja, e ela queria poder deixá-los para trás e acompanhá-lo. Tinha coisas para contar.
Mas a mão firme do noivo em seu ombro parecia pesar uma tonelada. A culpa de se preocupar minimamente com o bem-estar dele a assolou.
— Harry orou por você, não é filha?
Ela respondeu distraidamente, olhando de relance para Max e de volta para a entrada da igreja, onde sua mãe saiu acompanhada de Sally, e parecia buscar por algo. Diana, sua prima, vinha no encalço delas.
— Hum, sim… é, todos nós falamos de você em nossas orações! Queríamos muito sua melhora, querido.
Os olhos castanhos dele brilharam, e ele beijou sua testa, soltando o ombro, para pegar sua mão. Contente por ela se preocupar com ele. Mas Harry nem mesmo prestava atenção, seu foco era sua mãe.
Elise, Sally e Diana estavam indo até Louis!
Elas pararam as três ao redor dele, pareciam ter encurralado o pobre coitado. Ele apagou o cigarro imediatamente e sorriu. Sua mãe estava energética, rindo e conversando. Harry não podia ver a expressão de Sally ou Diana.
O que eles poderiam estar conversando? Ela teria que checar com sua mãe quando estivessem a sós.
— Parece que o culto já vai começar. Vamos entrar?
Maxwell respondeu algo para o Desmond, mas ela não ouviu o quê. Seu noivo a puxou em direção a porta.
Louis, assim como as outras mulheres, estavam quase na porta também. Todos eles se cruzaram ao entrar.
Ela apertou mais forte a mão do noivo, lugar onde os olhos de Louis focaram, e ele tencionou.
— A paz de Deus, irmão Louis!
Ele sorriu contido para seu pai, não se dando o trabalho de olhar para Maxwell, que tentava saudá-lo.
— Amém. – Seu tom foi claramente seco. Elise e Diana ficaram surpresas com a forma que ele respondeu ao seu pai. Sally reprovou com um olhar duro, o mesmo que ela vinha mantendo desde que teve que sair da igreja antes.
Talvez a conversa não tenha sido boa. Ao menos não para ela.
Louis se absteve de saudar outras pessoas, ele parecia cansado. Ela só não sabia se era deles, ou da situação. Mas esperava que o quer que fosse, passasse logo.
Eles entraram e foram para o quarto banco, seu pai resmungando sobre a má-educação de Louis. Mamãe disse que talvez a palavra de hoje ilumine sua mente, e Harry espera que faça. Max sentou ao seu lado, deixando sua própria família, dois bancos à frente.
Louis se sentou perto de Niall, alguns bancos atrás do dela. Harry sentiu como se seu coração fosse explodir em um milhão de confettis. O que parecia bobo, mas a deixava feliz.
…
Ela se virou para trás novamente, sorrindo para a careta que seu melhor amigo fez. Louis sorria também, e isso a deixou derretida.
Niall e ele cochichavam um para o outro e riam baixinho. Era pequeno e íntimo, e Harry se aqueceu por seu melhor amigo estar fazendo amizade com ele. Era fofo.
Na quinta vez em que se virou, Louis balançou a cabeça para ela, com aquele sorriso cafajeste, que Harry já sabia bem o que significava. Excitação e adrenalina correram por seu corpo inteiro. E apesar da sensação de culpa, ela prometeu a si mesma que rezaria pelos seus pecados mais tarde.
— Vou ao banheiro.
Max assentiu e soltou sua mão, sua mãe nem se importou, mas seu pai estava incomodando. Seu olhar afiado.
Ele tinha visto ela se virar para trás várias vezes, mas Niall estava lá, então ela esperava que isso não levantasse suspeitas.
Harry pediu licença para as outras pessoas, e seguiu direto pela parede branca em direção ao banheiro feminino, tentando chamar o mínimo de atenção.
Meia hora depois, o que para ela pareceu a eternidade, Louis entrou sorrateiramente no banheiro.
Eles sorriram um para o outro, cheios de adrenalina.
— Oi! Tava com saudades! – ela avançou para ele, beijando-o antes que pudesse falar qualquer coisa.
Eles agarram até o fôlego acabar, e Louis riu do desespero dela.
— Percebi.
Harry puxou uma mexa de cabelo do idiota arrogante, sabendo que era natural dele agir assim.
— Desculpa bebê, também morri de saudades.
Louis deu selinhos nela, puxando-a para um dos cubículos. Ele prensou seu corpo contra a porta e arrastou os lábios da bochecha corada até seu pescoço. Os beijinhos se tornaram chupões.
Louis murmurou o quanto sentiu falta do cheiro dela, do gosto. Do quão sensível ela é. Seus dedos agilmente abriram a blusa branquinha que Harry está vestindo. Ele se afasta e olha faminto para os seus seios. Como se essa fosse a primeira vez que ele os vê.
É tão ridículo a forma como ele fica maravilhado com ela. Seu corpo, seus peitos, o cabelo ou a forma que ela sorriu quando goza. Até dos gemidos parecem sons alados.
Mas enquanto assiste Harry morder os lábios vermelhos e apertar o bico dos peitinhos, convidando-o a chupá-los, ele pode jurar que ela é um anjo que caiu na terra, pronta para arrastá-lo para o inferno.
— Você quer lou? Quer chupar os meus peitinhos?
Os olhos verdes brilhantes são tão inocentes que fazem Louis rir. Ele sabe o quanto sua menina é uma putinha perversa.
— Você adora isso, não é? Como me deixa louco sem estar fazendo nada demais. – Seus dedos foram para os mamilos durinhos, apertando com vontade, vendo ela se contorcer. — Você gosta da forma que eu adoro você, né? Isso te excita? Agir como uma garotinha ingênua enquanto pede pra mim chupar você? Foder você?
Ele voltou a deixar chupões por seu pescoço, um pouco abaixo da orelha.
— Você é só uma putinha cínica. Usando essa falsa castidade para enganar as pessoas, quando tudo que você quer é alguém que te use – Louis sussurrou rouco contra a pele macia, antes de fazer uma trilha até o biquinho rosado.
— Eu posso fazer isso, querida. Posso deixar você toda suja de porra. Porque é isso que meninas imundas como você querem, uh? Posso fazer isso por você.
Seus dentes apertaram contra o mamilo e Harry soltou um gritinho fino. Toda arrepiada.
“Sim!” – Ela chiou enquanto Louis mordiscava seus peitinhos, intercalando entre eles – “Sim lou, por favor!”, “ eu preciso tanto disso!” . Ele deixou várias marquinhas avermelhadas e roxas pela pele suave de duas tetas. A boca fina molhada com saliva, assim como todo peitoral dela.
— Só eu posso fazer isso com você, não é?
Louis se ajoelhou na frente dela, e encostou a cabeça em sua barriga, de onde a observava com intensidade. Parecia tão jovem, que carente que ela acariciou seu cabelo e sorriu, sentindo seu coração crescer e crescer, ficando grande demais com todos os sentimentos de euforia e afeto que tinha por ele.
— Só você, Lou.
O olhar feliz que teve em resposta e o beijinho casto que Louis deu em sua barriga fez Harry estremecer.
William se levantou e sentou sobre a tampa do vaso, puxou ela pela cintura e a sentou em seu colo, com as coxas afastadas, de frente para ele.
Suas mãos deslizaram para debaixo da saia dela. Ambos os dedos, indicador e médio, pressionaram os lábios gordinhos da buceta, por cima da calcinha, sentindo o quão molhada estava.
Harry forçou o quadril para baixo, se esfregando com mais intensidade, apertando-se contra os dois dígitos dele, suspirando quando Louis afundou a pontinha do indicador, simulando penetrá-la, mas sendo contido pelo tecido de algodão.
— Você vai me deixar te comer hoje? – A voz rouca e profunda fez Hazz ficar ainda mais excitada, sentindo um calorzinho e pequenas contrações em sua vagina.
Moendo a virilha desavergonhadamente, ela ansiou ter sua xoxota aberta pelos dedos dele, ou então tê-lo chupando sua boceta. Qualquer uma dessas coisas. Harry só queria que ele a fizesse gozar de novo e de novo, até não aguentar mais.
Mas fodê-la estava além dos limites. Não que ela não quisesse, mas não podia se deixar levar a esse ponto. Já era errado o suficiente o que estavam fazendo.
— Não posso Lou, você sabe – ela esfregou o rosto em seu pescoço, embriagada pelo cheiro característico do perfume dele, arrastando a pontinha do nariz pela pele exposta – Se Max desconfiar que já não sou mais pura, ele vai contar para o papai e não vai querer se casar comigo.
Sua resposta fez Louis ficar emputecido de ciúmes.
Com raiva, ele tirou a mão da calcinha dela e girou o corpo em seu colo, deixando suas costas viradas para o peitoral dele.
Louis pressionou o pescoço fino dela, agarrando fios de cabelo no processo. Ele a empurrou para frente, inclinando-a, fazendo seus peitinhos sensíveis e doloridos roçarem na camisa de poliéster, sua bunda ficou empinada na direção da virilha dele.
— Quer mesmo se casar com ele, então? – Indagou calmo demais, apertando com grosseria a pele suave do pescoço, para em seguida, pegar firmemente um punhado do cabelo sedoso da nuca e puxar para trás, ouvindo o choramingo dolorido dela –Eu posso te chupar, meter os meus dedos em você, mas não posso te comer? Só pro frouxo do seu noivo não perceber a vagabunda que você é?
Hazz manhou em resposta, não sabendo como lidar com as palavras dele.
Ela verdadeiramente ama quando Louis a trata assim, e está sempre disposta a deixar seu corpo para que ele manipule e use como bem quiser. Mas não significa que sabe como reagir quando ele faz isso. Então acaba ficando manhosa e chorona, o que deixa Louis mais excitado, mais agressivo.
— Ele toca você assim Hazz? Não, ele não faz. – disse com sarcasmo.
— É medroso demais para conseguir foder a puta que você é, do jeito que merece! – Ele riu ao pé de seu ouvido, rouco e grave. Debochando e humilhando seu noivo, enquanto Hazz derretia em seu colo, buscando mais dos seus toques.
– “Esse moleque vai gozar nas calças antes mesmo de te tocar com um dedo. Mas eu? Eu sei como amansar cadelas como você. Sei o quanto apertar a coleira, para que fique quietinha e obediente”. – O tom possessivo na voz dele, fez ela tremer inteira.
Louis passou as palmas pela bunda dela, sob o tecido da saia, admirando as manchinhas na pele. Sentindo a maciez e apertando, seus dedos afundando na carne das nádegas.
— Só eu te deixo molhada assim, não é? Só eu faço isso com você, uh? – questionou sacana, numa falha tentativa de não parecer tão carente.
— Só você me toca assim, Lou. Só você me deixa tão molhada e dolorida, me faz tremer e ficar de pernas bambas, só você…
Mesmo que fosse parte do jogo deles, Louis era estranhamente honesto quando falava com ela dessa maneira, pedindo para que reafirmasse que, de alguma forma, ele era o único. Dessa forma os sentimentos intensos dele ficavam expostos, e ela não sabia exatamente o que fazer com isso.
Harry é apegada a Maxwell, e a tudo o que ficar com ele representa na vida dela. Eles estão juntos desde crianças. Quando se encontraram pela primeira vez a conexão foi instantânea, e a partir desse dia permaneceram unidos. Para qualquer local que um fosse, lá estava o outro indo atrás. A igreja contribuiu muito para a junção dos dois, já que era lá onde mais frequentavam.
Foi difícil não sentir nada além de amizade por ele. Max foi seu primeiro beijo, a primeira paixão juvenil dela. E por mais que tenham sido tentados a se deixar levar pelos desejos da carne, eles conseguiram se resguardar para depois do casamento. Ainda mais por estarem sobre o escrutínio dos pais, que são fervorosos e dependentes da aprovação divina.
Suas famílias são próximas desde sempre, e acreditam fielmente que eles deveriam se unir pelo elo do sagrado matrimônio. Ela estava apaixonada por Maxwell quando o assunto surgiu pela primeira vez, por isso, aceitou sem questionar nada. Além do mais, se era a vontade de Deus, por que não?
Mas, poucos meses depois que Harry foi pedida em noivado, Louis William apareceu, e ela sentiu seu mundo e suas convicções estremecerem.
William é uns bons anos mais velho, e tem esse charme que parece natural nele, tão magnético que atraiu ela facilmente. Fora todas as dúvidas que ele tinha sobre o estilo de vida ortodoxo. Por influência dele, Hazz se viu questionando tudo também. Ela ficou encantada em como ele parecia tão inteligente e maduro.
Então talvez Louis fosse o ato rebelde dela. O cara mais velho que transa com ela, e a faz gozar bem debaixo do nariz dos pais. O amante que toca nela de um jeito que o noivo não é capaz, que a dá prazer e um pouco de liberdade. Talvez fosse isso o que ele significava para ela.
– “Mas nós não podemos fazer amor, desculpe… Eu quero você, só que não posso. Tudo que consigo te oferecer é o que temos agora”.
Ela suspirou quando a saia foi erguida, deixando sua calcinha exposta a temperatura fria do banheiro, que fez sua boceta ficar geladinha.
Chateado pelo que saia da boca dela, Louis rasgou a calcinha, se inclinando sobre seu ombro estreito para observando melhor a carne avermelhada ao redor da xota, os pequenos lábios amarronzadinhos e o cuzinho piscando para ele.
— Tudo bem… – suspirou resignado. Aceitando que não poderia fazer nada para mudar seus pensamentos.
Seus dedos foram direto para a xoxotinha, sentindo ela cada vez mais úmida, encharcando-os. Ele acariciou e rodeou seu buraco, fingindo que iria metê-los.
Com sua outra mão, passou a mexer com seu clitóris. Rodeando e passando os dedos por cima, aumentando a velocidade até senti-la estremecer e choramingar em seu colo.
— Por favor Lou, mete os seus dedos na minha boceta? - Hazz estava cada vez mais manhosa, quase chorosa.
Ele riu, e enfiou dois dedos de uma vez, até o fundo. E sem dar tempo a ela, passou a meter de forma brusca, rapidamente.
Harry gemeu e soltou um suspiro dolorido, pedindo para ele ir com mais calma.
Isso o influenciou a ir mais forte, sentindo o canal apertar ao seu redor e gemendo baixo com a sensação.
Ela estava tão molhada!
— Lou, v-vai com calma, amor por favor. Eu- tá ardendo!
Ele sabia que ela gostava assim, sempre choramingando e implorando para parar e quando ele enfim parava, brigando e ficando emburrada por tê-lo feito.
— Acho que não vou parar, você aguenta assim não é amor? É o que quer, não é? Voltar com sua bocetinha ardendo, toda encharcada, para se sentar do lado daquele frouxo do seu noivo e ficar lembrando de quem comeu você! De quem te deixou dolorida!
Hazz passou a balançar o quadril, se esfregando nele, molhando o tecido da calça jeans. Ela se roçava e sentia sua xota apertar em volta dos dígitos grossos, que iam cada vez mais rápido, batendo contra ela com força.
Dedando em busca de seu ponto doce, para enfim achá-lo, esfregando a cada estocada, fazendo surgir um friozinho na barriga dela. Harry gemia e estremecia, sem saber lidar com as sensações. Cada vez mais perto do clímax.
— Urgh! E-eu vou g-gozar Lou! Ahh! Porra!
As palavras que saiam da boca dela ficaram desconexas, ela estava pertinho de gozar. E Louis só conseguia pensar em como os dedos deslizavam facilmente dentro do buraco úmido. Ele se esfregava nela feito um cachorro no cio, pressionando o caralho duro nela através das roupas. Curtindo o som molhado do indicador e o médio entrando e saindo da boceta apertada.
— Goza pra mim amor? Mas não seja escandalosa, sim? Você com certeza não quer que te ouçam gemer assim. Não quer que saibam que é uma putinha safada, que se passa por santa, mas adora que metam fundo na sua xoxotinha, não é?
Ele esfregou o grelinho dela com mais pressão, sentindo a palpitação leve, como a área estava quente e molhada.
Enquanto afundava, agora, três dedos dentro dela, passou a outra mão por toda a parte, desde a virilha, abrindo os pequenos lábios e esfregando o clitóris.
Harry ofegava e gemia, com lágrimas escorrendo por seu rosto. Os lábios vermelhos como se tivesse acabado de chupar um cacete, as bochechas também avermelhadas pelo esforço, tal qual as manchas no pescoço. Haviam fios de sua franja grudados na testa, a camiseta colava um pouco na pele, por estar molhada de suor. Ela praticamente pulava sobre os dedos dele, desesperada para gozar.
Era o tempo recorde, desde que, fazia pelo menos três dias da última vez que ele brincou tanto com ela. Louis sempre sabia deixá-la louca, ansiosa para o que viria. Obcecada por ele e pelas sensações que sabia que ele podia lhe dar.
Sonhava com ele de noite, e acordava confusa, suada e molhada, se contraindo, dolorida. Imaginando como seria estar toda contraidinha, e a cabeça gorda do caralho dele abrindo sua bocetinha virgem.
Queria mais que tudo sentir toda a grossura dele, alargando ela, obrigando sua xoxota a se estirar ao máximo. Fazendo ela aguentar tudinho, sem poder correr ou sequer fechar as pernas.
Harry conseguia visualizar a cena. Ela embaixo dele, sentindo o corpo musculoso e pesado em suas costas, de bruços, sem poder se mexer. Ele ergueria sua saia, puxaria a calcinha para o lado, abriria as calças, mas não tiraria ela toda, apenas o pênis para fora, no desespero de foder. Podia ouvir o som do zíper abrindo em sua mente, como já ouvira antes e gravara tão perfeitamente, uma tortura lenta, previnindo o que viria.
Então ele pressionaria seu rosto contra o lençol, deixando difícil respirar direito, agarrando e apertando um pouco do cabelo, causando um dorzinha aguda no couro cabeludo, mas nada comparado a dor deliciosa que teria com a cabeça grossa de seu pênis se forçando em seu canal, tendo um pouco de relutância de início. Mas então, ele se afastaria ligeiramente, e com as coxas, abriria bem as pernas dela, deixando-a exposta, bem arreganhada para ele.
E voltaria a forçar o caralho grosso dentro dela, dessa vez conseguindo adentrar sua bocetinha, fazendo ela gritar contra o lençol, que abafaria o som.
Ele iria mandar que ela parasse de choramingar, daria tapinhas em sua bochecha úmida e vermelha. Mandando ela deixar de ser uma filha da puta chorona, e aguentar tudo o que ele quisesse. Que não era nem o começo.
Mas ele não iria se mover, fazendo ela ansiar e palpitar dolorosamente. Sentindo as paredes de sua vagina contraírem em espasmos fortes ao redor dele, tentando tirá-lo de lá. Só para, quando ela menos esperar, ele fode-la com selvageria. Comendo sua boceta de maneira agressiva.
Hazz podia imaginar o som que faria a pélvis dele batendo contra suas nádegas. A quentura da pele macia das bolas pesadas ricocheteando contra o seu períneo. Os gritos abafados dela contra o tecido. Seus mamilos arranhando na roupa de cama, tamanha brutalidade dos movimentos.
Sua xota ardendo de uma maneira intensa e gostosa, ela fica toda molhadinha. Porra!
Harry goza vigorosamente toda vez que se toca imaginando isso. A forma como ele a chamava de cadela, de vagabunda, e segurava seu quadril, erguendo-a de quatro, só para poder comê-la melhor. Levantando a perna esquerda atrás dela, e batendo dentro com a pica gorda. O peso dentro do canal pulsante. A sensação dele em seu períneo, sentindo um pouco até nas paredes de seu cuzinho.
Deus! Sua garganta ficava seca, e sua boceta cada vez mais molhada.
— Ugh-uh! Porra! Porra…
Ela gozou, seu corpo aquecendo em uma crescente, explodindo em um orgasmo intenso, fazendo as pernas tremerem, encharcando tudo. Os dedos, a calça dele em suas coxas, a barra da saia. Harry manteve o grunhido na garganta, fazendo um som erótico e um pouco bizarro. Pode ouvir o ofego dele atrás de si, e não tinha percebido até então, presa em mais um devaneio sobre eles trepando pela primeira vez, que Louis tinha um dedo da mão que antes estava em seu clitóris, brincando com seu cuzinho, rodeando a bordinha e ameaçando entrar.
Ainda recuperando o fôlego, ela sentiu a entrada se contrair e a boceta pulsar.
— O que estava pensando? Você encharcou minha calça, doce. Não lembro de já ter te visto gozar tão forte assim.
Ele murmurou atordoado, sentindo suas coxas molhadas e o cheiro característico de boceta, suor e goza.
— E- em você, estava pensando em você me comendo com o seu caralho, lou.
— Puta merda!
Ela escutou no pé do ouvido o resmungo baixo, sabendo o efeito disso nele.
— Não faça isso, a menos que queira que eu trepe com você agora, que tire a virgindade dessa sua bocetinha aqui. Sua vadiazinha! – ele grunhiu excitado, tirou os dedos da xota com um plopt e segurou os cachos, melando-os da goza dela. Puxou sua cabeça para trás, e meteu o dedo no cuzinho, como punição, pegando ela de surpresa.
As coxas magricelas de Hazz tremeram, e ela choramingou. O rosto molhado e os lábios entreabertos. Ela ergueu suas próprias mãos para os peitinhos e os apertou sob o tecido da camisa. Sentindo o cuzinho arder e tentar empurrar para fora o dígito. Mas quanto mais ela se contraia, mais fundo ele ia, saindo e entrando, violando o buraquinho.
— Já que eu não posso comer você como eu quero, você vai se ajoelhar, como a cadela que é. Vai chupar o meu pau e me ter esporrando por toda essa sua carinha de puta. – ele ia empurrar ela para fora do colo, mas a proposta abrupta o parou.
— Ao invés disso, você gostaria de comer meu cuzinho, Lou?
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Aqui vamos nós outra vez. Um novo dia, as mesmas velhas histórias, com algumas mudanças mínimas. 🍰
Parte 2.