
pixel skylines

Kiana Khansmith

shark vs the universe
Peter Solarz
h

No title available
Misplaced Lens Cap
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

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oozey mess

Product Placement
Stranger Things

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taylor price
Sweet Seals For You, Always
occasionally subtle
AnasAbdin
NASA
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

#extradirty

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@luanmeutudoo
Eu achava que a distância em quilômetros entre nós era ruim, mas nada se compara a essa distância que a vida nos impôs.
Amanda P. (via locacosquilla)
Fanfics completou 6 anos hoje! uhu
tudo vai doer em tamanhos absurdos até não ser mais nada
“Não tenho medo de começar de novo, tenho medo de ter o mesmo resultado.”
— Demi Lovato.
no silêncio da madrugada o barulho é interno.
Caren B.
O luto que não tive
Não foi nada fácil escrever esse texto. Eu criei mil desculpas para não escreve-lo, pelo simples fato de não saber se conseguiria me expressar da forma certa. Eu tinha 5 anos quando meu pai faleceu, e não entendia direito o que significava não tê-lo mais conosco, então obviamente, eu não sofri a perda dele. Anos depois, talvez? A verdade, é que eu não passei pelo luto, por simplesmente ter que ser forte para a minha mãe e minhas irmãs. Mesmo sendo muito nova e não entendendo o porquê de todo mundo chorar o tempo todo, da minha mãe se transformar completamente, eu sabia que tinha de ser a “palhaça”, a pessoa que está sempre feliz, então, acho que foi isso que me privou de sofrer. Quando mais velha, eu ainda não “podia” sofrer, pois minha mãe ainda sofria muito, ela ainda sentia muita falta dele, e eu não podia fazer nada para mudar isso, eu infelizmente não podia trazê-lo para nós de novo. Só que isso foi me sufocando um pouco mais, e eu passei a ser a pessoa que se isolava, que preferia o computador á companhia tóxica das pessoas. Acho que tudo o que eu tenho hoje é por não ter podido chorar, surtar e falar “eu também estou sofrendo! Eu também sinto a falta dele! Eu não sou perfeita, tenho meus momentos de fraqueza.” Mas eu não o fiz, aprendi a esconder tudo o que sentia, e por causa do meu pai, eu criei esse amor pela escrita, já que eu era a única que não tinha “herdado” nada dele. Ele também gostava de escrever, e sem saber disso, eu passei a colocar meus sentimentos, todos num papel, para tentar fazer toda aquela angustia que sempre estava por perto desaparecer. Não estou falando que por causa da morte de meu pai eu passei a ser problemática da cabeça. O que eu quero dizer, é que foi por causa da morte dele que eu passei a amar escrever, e talvez por conta disso tudo, eu sinta que tenho o direito de ter o meu luto. Quando eu comecei a escrever, eu fazia de tudo para fazer aquela cicatriz sangrar, eu gostava da dor, eu queria sentir ela para ver se parava de doer. Mas não parou. Eu só pude sofrer pela morte do meu pai, 13 anos depois, e fui totalmente julgada, por ter “ficado” triste tanto tempo depois. Quer dizer, eu não podia, já que todos tiveram o seu momento? A minha ansiedade, é por não conseguir não criar paranoias, por sempre achar que vai dar errado, que as pessoas vão me trocar, que elas vão embora. A minha ansiedade, é por não ser compreendida, por sempre acharem que era drama. A minha ansiedade, é pela falta de empatia de quem teve seu momento, e por causa de todas as pessoas que permitiram isso, hoje eu não consigo marcar uma coisa, e não ficar ansiosa. Acontece sempre de eu não dormir, achando que vou me atrasar, ou animada para o que vai acontecer. E não, eu não estou culpando as pessoas do meu convívio por isso, apenas desabafando sobre um assunto que me perturba por vários dias. –Tay Barbosa
Vou despir a minha alma em poesia, vai que algum leitor se encanta por ela.
A poesia é o que acontece quando nada mais pode.
Charles Bukowski. (via desbotando)
“Eu me pergunto como a biologia pode explicar a dor física que você sente em seu peito quando tudo que você quer fazer é estar com alguém.”
— Dan Howell.
sua dor não é frescura. sua dor não é frescura. sua dor não é frescura. sua dor não é frescura. sua dor não é frescura.