âA Tristeza sempre vem me visitar. NĂŁo a vejo mais como uma ameaça, pois as visitas sĂŁo tĂŁo frequentes, que tornei-a minha amiga. Ela vem, passa um tempo, temos uma boa conversa, relembramos diversos momentos da minha vida bons e ruins, sofremos juntos, ela ajuda na minha dor e depois vai embora. Ăs vezes, quando bate na minha porta, jĂĄ sei sobre o que vamos conversar, outras, ela aparece porque sabe que algo aconteceu comigo, algo fez ela vir me visitar. Quando vai embora, ela sempre deixa a porta aberta, para que a minha outra amiga que estou começando a conhecer melhor agora, possa entrar, a Felicidade. Muitas vezes ela nĂŁo vem, e sĂł uma brisa fria entra pela porta, algumas vezes entra um sol quente, sĂł um sinal de que ela estĂĄ por perto, mas visitando algum vizinho meu, outras, ela entra e ilumina toda minha casa. Confesso que prefiro a visita da Felicidade, mas a presença da Tristeza Ă© muito forte. JĂĄ brigamos diversas vezes, mas ela sempre volta. JĂĄ a Felicidade, ela Ă© orgulhosa, se nĂŁo souber como segurĂĄ-la, ela vai embora sem pensar duas vezes. Hoje, o que mais quero Ă© saber controlar a porta, abrir para quem eu quiser, fechar quando achar necessĂĄrio. Assim, terei controle sobre minha prĂłpria casa!â
â - Lucas Salvaro (via lucassalvaro)
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