Paçoquinha? Tommy, acho que na outra vida você foi diabético, porque só assim para dar apelidos de doces a todo mundo. Claro, pode entrar, mas cuidado pra não tropeçar, estava com preguiça de arrumar o quarto.
Todo mundo não, só para meus amores doces. Voltarei para você, não se preocupe. - Abriu a porta devagar. - TTTR em ação, missão gaivota perdida. - Entrou no quarto, com passos cuidadosos. Foi até a cama de Cat e cutucou os lençóis, não achando nada. - Huh, mas já que estou aqui…- Deu de ombros, virando-se para ir até o pé da cama de Lucy. Ajoelhou-se, juntando as mãos e pigarreou. - Por favor, deuses que regem esse mundo não levem paçoquinha para o além, ela não sobreviveria no purgatório apesar de sua alma estar destinada a ele. - “Rezou” bem alto, em seguida puxando o pé da garota. - Viva, Heartless!
- Já estava absorta em seu sono, quando ouviu uma voz familiar dizer algo confuso aos seus ouvidos, e tomou um susto, sentando-se num pulo com um grito, ao sentir seu pé ser puxado. - O que diabos você está fazendo aqui?! Por Deus, que susto! - Gritou, antes de pegar seu travesseiro e jogar na cara do garoto.
Tudo bem, se é tão difícil assim, você não precisa se explicar. Eu só queria um motivo, já que não pode me dar um, eu finjo que nada aconteceu.
Ei, para com isso, ok? Está começando a me deixar preocupado e você não vai querer isso porque eu sou uma pessoa totalmente diferente quando estou preocupado. E se foi justo ou não, não importa mais. Não se sinta assim. Você já pediu desculpas, está tudo bem.
Eu, er... Eu não queria isso. Não queria que fosse para esquecer.
Mas eu queria poder te dar uma explicação, porque você merece isso e eu gos... - Sentiu a vista ficar turva e não pôde terminar a frase, porque logo em seguida sua visão apagou de vez.
Ah, então agora está dizendo que eu sou uma pessoa qualquer e que por isso não entenderia toda a sua complicação? Interessante.
Eu não estou com raiva, estou tentando te entender. É diferente. E eu não sei se posso confiar, mas tentarei. - Olhou para ela por algum tempo e suspirou. - Você não tem que perguntar se eu te perdoou, Lucy. Já disse que só estou tentando te entender. Não é como se tivesse feito a pior coisa de todas também. Não precisa ficar assim.
Não! Não foi isso que eu quis dizer. É que é difícil para mim tentar explicar, entende? E é difícil imaginar que reações isso poderia trazer.
Eu sei que é complicado entender, e talvez você não consiga, porque... Argh, não sei como dizer. E posso não estar sendo digna de sua confiança agora, queria muito poder explicar o que está acontecendo, mas não posso. É ruim demais para mim, muito pior do que está sendo para você de tentar compreender, é não poder dizer uma palavra quando você merecia muito mais. - Suspirou. - Certo, mas o que eu fiz foi ruim. Não foi justo com você. E eu me sinto péssima por isso.
Claro que procurei. Quando uma pessoa te beija e vai embora sem nem dizer o motivo de ter feito o que fez, você procura por ela. E mesmo que não tivesse acontecido isso, pensei que fossemos amigos, Lucy. Não se esconde assim de quem é seu amigo.
Sentiu minha falta, mas me deu um perdido? Lucille, não minta para mim.
Er, me desculpe, Grant. De verdade, não fiz por mal. Só é... Difícil de entender. Muito difícil. E ainda é complicado demais para explicar para qualquer pessoa. Promete que não vai ficar com raiva de mim por isso? Confia em mim?
Eu sei que foi errado não te procurar depois, mas me desculpe de novo. - Respirou fundo, contendo uma tosse que ameaçava vir. Não estava se sentindo realmente bem. - Me perdoa?
Ok, tenho andado sumido, admito. Mas você desapareceu de verdade. Eu te procurei, sabia? Se me queria longe, era só ter falado, ok? Não precisava ficar se escondendo.
Uma genuína aparição da Abominável Lucy das Neves! Preciso tirar uma foto disso para que não pensem que estou mentindo. - Tirou o celular do bolso e colocou na câmera, tirando uma foto da garota em seguida. - Pronto, está salvo para sempre. Pode sumir outra vez agora.
Ei! - Protestou ao ver que o garoto tirara uma foto sua. - Você diz isso, mas andou igualmente sumido, como eu ia te achar? Se eu tenho culpa no cartório, você também tem, engraçado.
~le eu usando seu próprio filho para te desejar parabéns lalala~
A arte de ser gay nasceu comigo, of course, o problema é que sou péssima colocando isso em prática, but vamos tentar q
Quando eu cheguei no rp, uma das primeiras pessoas com quem minha cria falou foi o Ken, but aí ele sequer respondeu a guria e fiquei com medin de ter feito alguma coisa errada D: Então criaram o chat e eu conheci aquela que viria a ser minha Bisa, que no momento eu jurava ir nem um pouco com a minha face e não gostar nada de mim. Mesmo eu não conhecendo aquela pessoinha direito, existia algum motivo para que eu quisesse fazê-la gostar de mim, eu queria que ela conversasse comigo e que lembrasse da minha existência no chat, é. Confesso que mesmo depois que nos aproximamos, eu ainda pensava que ela não gostava de mim, e ficava sad com isso, tanto que para me provar o contrário, Bisa disse que eu sempre poderia gritar "AMENDOINS!" quando quisesse falar com ela, apesar de que eu morria de vergonha de fazer isso >.<
É com grande prazer que falo que encontrei meu amendoim gêmeo nessa vida, já que não somos laranjas e sim lindos amendoins azuis u_u Somos a dupla do Amendoim Gênio e o Amendoim Gaiato, que está diariamente discutindo e fazendo as pazes, e com maior frequência ainda, acabando e juntando Lucint novamente, ô ship pra acabar o tempo inteiro, minha gente KKKKKKKK É uma criatura que me ama tanto que tem fugging quatro ships comigo, acreditem se quiser <3 E como é aniversário dessa coisa linda, posso admitir que também a amo muito para ter esse tanto de ship com ela, que são todos lindos, por acaso hihihi Mesmo me fazendo sentir ciúmes o tempo inteiro, é impressionante o quanto ela gosta de fazer isso comigo, sinhô, eu amo demais essa criatura, e não vejo a hora em que vamos poder nos conhecer em Fortaleza porque goddamnit, eu preciso muito te conhecer, criança.
E falando em criança, vou destacar o fato de que você está fazendo 16 anos, e mesmo que nenhuma de nós queira crescer, e eu sei que você não quer de forma alguma que isso aconteça, vou te arrastar para a terra do Peter Pan e cabô u.u Kay, deixando isso de lado, apesar de que nós vamos mesmo pra lá, lembre-se de que você não está ficando velha. porque velho é aquela pessoa que não tem energia e está aposentado e stuff, e você não é assim ~le risca no riscado~ e no, isso não é um consolo, é a fucking verdade, ou te dou três tapas se não acreditar u_u Como eu já disse, 16 é a idade mágica nos EUA, então seja americana por um dia e aproveite essa data lindamente \õ/
Enfim, a gayzisse está se esgotando, but saiba que eu amo muito você, como eu vivo dizendo, e só quero que você seja muito feliz e que aproveite bastante esse ano que vem pela frente <3
Bem, nunca se sabe, não é mesmo? Tinha que perguntar. - Falou, com um sorriso divertido no rosto. - Quero… Ah, vamos, tem que ter um motivo! Foi por causa meus olhos, não foi? Eles sempre conquistam as pessoas.
Ele a beijou até sentir os pulmões implorarem por ar e sorriu para ela. - Alguma explicação para isso ou é assim que você passa o seu azar para os outro? - Brincou.
- Teve de findar o beijo para recuperar o fôlego, dando um sorriso. - Se fosse esse o motivo, você seria o único azarado daqui, fora eu, espertinho. E tudo bem, quer um motivo? - Fitou-o por um instante. - Vai continuar querendo. - Sorriu divertida.
Outra coisa? Ih, não vai conseguir tirar dinheiro da minha carteira hoje, azarada. Espera, complicado? Protestos? Vai tentar me matar? - Sorriu e surpreendeu-se com aproximação da garota. - O que vo… - Não conseguiu terminar de falar, pois foi interrompido pelos lábios da garota. Retribuiu o beijo, passando os braços em volta da cintura dela. - Estava esperando por um mapa feito a mão, para falar a verdade. - Brincou quando afastou-se dela, mas logo voltou a beijá-la.
Você está desconfiando muito de mim, Sr. Fildgan, não vou tirar dinheiro de você e muito menos te matar. - Ergueu as sobrancelhas, mas não deixou ele terminar de falar, beijando-o em seguida. Levou as mãos dos ombros do garoto para a nuca, aproximando-o ainda mais. - Isso eu providencio depois, Edwards. - Riu baixo, antes de retribuir o beijo, intercalando entre selinhos e beijos mais intensos.
Tem seus motivos? Tá querendo um mapa novo, não é? Pensei que tinha decorado tudo, Lucy, tsc. E pensou em me dar algo? Bem, não sei o que é, mas eu aceito, gosto de presentes.
Nah, estou bem sem o mapa, é outra coisa. Pensei sim, pensei muito no que deveria te dar, o que é bem complicado. - Ponderou. - Aceita? Okay then, então nada de protestos quando receber o "presente", entendido? - Sorriu divertida. - Então... - Mordeu o lábio inferior, antes de aproximar-se do garoto, levando as mãos aos seus ombros e lhe dando um beijo.
Não vai? É a primeira a fazer isso então. - Riu e balançou a cabeça. - Foi tudo um esquema para fazer as pessoas não gastarem dinheiro com a gente, mas ainda teve alguns teimosos que compraram algumas coisas. Não se preocupe, sua presença é mais importante que um presente.
Acho que tenho meus motivos. - Sorriu divertida. - Bom, na verdade, eu pensei em te dar uma coisa, mas não seria muito bem um presente, e também não sei se você ia gostar...
Pode? Tudo bem, eu quero ver isso. Apenas me diga onde devo surgir e a que horas e eu estarei lá, pronto para rir de você caindo de cara no chão. - Brincou. - Ei, não me chame assim! Eu não sou chato, muitas pessoas podem comprovar isso. E quem é Bruce Wayne na frente de Sheldon Cooper? Por favor, se ele contou, todos nós podemos contar.
Eu toco violão, guitarra, piano, bateria, flauta e ukulele. Bem, é de se esperar que um músico tenha bom gosto musical, não? - Franziu o cenho e riu baixinho por conta do jeito que ela olhava para ele. - Ah, eu sou bom em cálculos, mas não gosto muito. Agora em desenho eu sou bom e gosto. Como pode ver, sou um cara com muitos talentos. - Sorriu. - Eu gosto de cantar, tocar e sair por aí para fazer a primeira loucura que surgir na minha cabeça ou na cabeça dos meus amigos. Your turn.
Mesmo? Pode me assistir essa semana, se não estiver ocupado. Tudo bem, prepare-se para me ver ganhando. - Sorriu divertida, antes de cobrir a boca com a mão para tossir. - Chamo sim, porque fica pegando no meu pé por usar uma expressão conhecida. Ah, okay, me pegou com essa. Mas não, eu não sou o Batman, deixo isso para o Sheldon.
Wow. Só isso? - Riu. - Existem músicos que gostam de estilos que não considero bons, então... E também gosta de desenhar? Vamos fazer uma competição de desenhos então. - Brincou. - É, estou notando, senhor talentoso. Okay, deixe-me ver. - Pensou por um instante. - Gosto de tocar, desenhar, ver séries de TV, sair com meus amigos e ir para festas, e... Contar histórias para o meu irmão dormir. - Sorriu fraco.