VIOLÊNCIA SOCIAL
Navegando pela rede pra me manter informado, deparei com informações interessantes de violência doméstica: as pesquisas no google te jogam direto para "contra a mulher", mas não é difícil achar contra gays, trans e afins. Porém, contra homens as informações estão quase ocultas!
Daí, informam que O SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade/DATASUS de 1996 a 2016), aponta que os homens foram vítimas de 92% dos assassinatos no Brasil em 2016, mas os homens negros foram 68% de todas as vítimas. Entre as mulheres, o componente de raça também se destaca: negras são 64% das vítimas de assassinatos entre as mulheres.
Porém, nada sobre os assassinos. Não sabemos se são homens ou mulheres, brancos ou pretos, gays ou trans, maiores ou menores, estranhos ou companheiros! Assim sendo, quem vamos combater ou educar para evitar essa violência? E qual o objetivo de informar a cor das vítimas sem informar a dos assassinos?
Se os assassinos são estranhos, aumentar a segurança, vigilância, câmeras nas ruas, pode resolver, mas isso não serviria caso os assassinos morem com as vítimas! Outro tipo de ação seria necessária neste caso!
Sabendo-se que não se informa a violência contra homens, como falei no início (certamente com a sugestão que as mulheres são sempre as vítimas), será que não informam a cor dos criminosos sugerindo que são os brancos que matam os negros? Ou o sexo, para sugerir uma guerra de sexos ou não informam o relacionamento para sugerir preconceito social?
Para que isso?
"No entanto, nas últimas décadas, tem surgido uma nova vítima da violência doméstica nos lares brasileiros, ou melhor, tem se retirado o silêncio sobre as circunstâncias dessas agressões: as agressões praticadas contra homens em vários países.
Tapas, beliscões, arranhaduras, socos, arremessos de facas, de tesouras ou de panelas, uso de palavrões, xingamentos ou acusações que venham a ferir a integridade física ou a honra de seus companheiros podem até ser características e atitudes que qualificam mulheres ciumentas e convencionalmente aceitas pela sociedade." Sugere Leandro da Matam em artigo no Jus.com.br.
Pesquisas na Inglaterra, Eua e Nova Zelândia, indicam que cerca da metade dos que já sofreram violência doméstica são homens. A teoria de que mulheres cometem violência conjugal tão frequentemente quanto homens tem sido denominada de 'simetria entre os sexos'. Essa teoria foi apresentada em 1975, no Inquérito Nacional sobre Violência Familiar dos EUA, realizada por Murray R. Straus e Richard J. Gelles.
Em 2013, o Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA constatou que a partir de uma amostra de 16 000 adultos dos EUA, 26% dos homens homossexuais, de 37,3% de homens bissexuais, e 29% dos homens heterossexuais foram vítimas de violência conjugal, em comparação com 43,8% do lésbicas, 61,1% das mulheres bissexuais e 35% das mulheres heterossexuais.
Embora o estudo mostre que lésbicas são vítimas de violência conjugal mais frequentemente que mulheres heterossexuais, ele afirma que a maioria da violência conjugal cometida contra homens e mulheres foi cometida por homens. O diretor do CDC, Tom Frieden, declarou: "Este relatório sugere que lésbicas, gays e bissexuais neste país são, em grande número, vítimas de violência sexual e perseguição cometida por parceiro íntimo". Logo, se não se destaca que são os parceiros que agridem as vítimas, dá-se a impressão que é a "sociedade" que as estão agredindo.
Então, se x mulheres sofrem violência doméstica, x homens também a sofrem, logo, o universo dessa violência tem o dobro de tamanho e sendo homens causadores de um lado e mulheres de outro, uma pesquisa e campanha que não orientem e eduquem ambas as partes estará fadada ao fracasso, pois na visão atual de que mulheres são sempre vítimas, se um homem agredir uma mulher para se defender, jamais será visto como defesa e a causa desta violência social não poderá ser corrigida.
Hoje estamos sendo direcionados para divisão social, negros x brancos, homens x mulheres, gays x heteros e isso jamais pemitirá a solução dos problemas, pois nãos se busca os causadores e, portanto, não se pode atuar contra a causa principal da violência.
Temo estarmos sendo direcionados, manipulados para constantes crises sociais que visam impedir nos unirmos contra ataques maciços à nossa sociedade, pois uma família unida é mais forte e querem-nos fracos!













