Literalidade da experiência da duração. Roy Wagner conectando com Bergson. Um possível. #roywagner #coyoteanthropology #tempo #duração https://www.instagram.com/p/CPjlVgutSjx/?utm_medium=tumblr
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Literalidade da experiência da duração. Roy Wagner conectando com Bergson. Um possível. #roywagner #coyoteanthropology #tempo #duração https://www.instagram.com/p/CPjlVgutSjx/?utm_medium=tumblr
#tonimorrison #fascismo https://www.instagram.com/p/CNh68qhlsyk/?igshid=1htzyvn3e4uir
Tradução livre de Renato Cohen #matteomaguire #cena #textoteatral https://www.instagram.com/p/CNaK9gqAdGQ/?igshid=66fl9ruu5k47
Por que Aion? Aion, assim como Cronos, são termos gregos para dizer de dois regimes distintos de tempo. Ou de temporalidade. Conceito complexo, que exige de mim sempre leituras e releituras de Deleuze sobre o tema. Aqui, vou falar de uma apropriação – de como Aion me fez repensar o acontecimento cênico. Cronos é o tempo do presente vivido. Em Aion, por sua vez, “cada presente se divide em passado e em futuro, ao infinito." Um é o tempo da medida – do antes e do depois separados um do outro. Aion é o tempo enrolado, diz Deleuze, prenhe de uma potência, posso dizer. Aion é o tempo do acontecimento. Qual a prática poética? As personas não morrem – não há mais representação da morte ou de um presente que, ao ser efetuado, vira imediatamente passado separado do futuro. As personas – ou os seres actantes da cena – não morreram – não há representação. Eles estão sempre morrendo… Assim, as reiterações de um verbo no infinitivo: morrendo… morrendo… incessantemente, em subdivisões de ação, em variações ao infinito. Deleuze: “O Aion é o jogador ideal ou o jogo. Acaso insuflado e ramificado”: “perpetuum mobile”. Um tempo paradoxal. No qual não se cessa de morrer, mas que sempre se está a morrer. Não porque o morrer não chega ou demora, mas porque é verbo no infinitivo: morrendo… e, portanto, sempre recomeçando… um loop com variações ao infinito. Um pensamento minimalista da cena. #aion #filosofiaestoica #criaçãocênica https://www.instagram.com/p/CNYhbubgCBq/?igshid=19f10e0g6k1e7
Nasci no pós - Segunda Grande Guerra Mundial. Cresci sob a Ditadura Militar. Os relatos de prisões, torturas, assassinatos e execuções falavam dos porões do sistema. Hoje, tudo comprovado. Os militares se recusaram a assumir a responsabilidade como agentes do Estado. O que uma coisa tem a ver com a outra? Embarcaram na aventura de um psicopata, de um péssimo militar, diga - se - numa tentativa de refazer a narrativa. E se atolaram num morticínio sem precedentes. Por incompetências, arrogância e ignorâncias das quais têm, em um ou outro grau, são corresponsáveis, mesmo que em partes e com rompimentos de última hora. E as mortes aumentam, aumentam a cada dia e hora. E o Brasil, esse país manancial de culturas e cultivos, se vê sem futuro. As bancadas do boi, da Bíblia e da bala, junto com oportunistas e malucos furiosos de toda ordem (menos os pobres loucos alegres e pacíficos), tomaram o governo. Não vou pedir aos militares que conspirem e derrubem esse governo do Cão Danado. Antes disso, que voltem para os quartéis, que cumpram suas funções constitucionais e que ajudem a salvar vidas. Algo tem que ser feito na esfera civil, democrática, institucional e constitucional. Ou via pela tomada das ruas, ou por qualquer meio justo e não violento com as vidas humanas. Parem de nos matar! Chega de desculpas e mentiras. E que os deputados e senadores, que comemoraram em baile a aliança com o Cão Danado, que sejam derrubados no voto por seus atos covardes e interesseiros. #brazilpandemic https://www.instagram.com/p/CNWF1faFQQp/?igshid=dudt4kkepfjq
Nasci no pós - Segunda Grande Guerra Mundial. Cresci sob a Ditadura Militar. Os relatos de prisões, torturas, assassinatos e execuções falavam dos porões do sistema. Os militares se recusaram a assumir sua responsabilidade como agentes do Estado. O que uma coisa tem a ver com a outra? Embarcaram na aventura de um psicopata, de um péssimo militar, diga - se, para refazer a narrativa. E se atolaram num morticínio sem precedentes. Por incompetências, arrogância e ignorâncias das quais têm, em um ou outro grau, são corresponsáveis, mesmo que em partes e com rompimentos de última hora. E as mortes aumentam, aumentam a cada dia e hora. E o Brasil, esse país manancial de culturas e cultivos, se vê sem futuro. As bancadas do boi, da Bíblia e da bala, junto com oportunistas e malucos de toda ordem (menos os pobres loucos alegres e pacíficos), tomaram o governo. Não vou pedir aos militares que conspirem e derrubem esse governo do Cão Danado. Antes disso, que voltem paras os quartéis, que cumpram suas funções constitucionais e que ajudem a salvar vidas. Algo tem que ser feito na esfera civil, democrática, institucional e constitucional. Parem de matar! Chega de desculpas e mentiras. E que os deputados e senadores, que comemoraram em baile a aliança com o Cão Danado, que sejam derrubados no voto por seus atos covardes e interesseiros. #brazilpandemic https://www.instagram.com/p/CNWED7Gl_Qm/?igshid=kiojvnv6lrot
Perdoa-me por morrer: um concerto minimalista para as vidas que sobraram (2019-2020). Uma peça de Teatro Físico com finalização no Site-Specific do ambiente da cidade. A peça do grupo Contraponto <experiência> trata do universo daqueles e daquelas que habitam os limiares de uma existência desterritorializada, perdida e exposta aos riscos. São seres que se tornam alvos premeditados dos agentes do Estado e de suas franjas milicianas, de uma guerra civil muitas vezes não declarada. O título da peça se inspira em um bilhete achado com uma jovem náufraga: “mãe, desculpe-me por morrer afogada”. Direção e roteiro: Luiz Carlos Garrocho | Elenco: Rafael Paiva, Renata Rocha e Sitaram Custódio | Trilha sonora original: João Paulo Prazeres | Figurinista: Ana Luisa Santos | Iluminador: Lucas Matias Dramaturgia do movimento: Luiz Carlos Garrocho e Tiago Gambogi Coordenação de produção: Renata Rocha #phisicaltheater https://www.instagram.com/p/CNSbraBFSTs/?igshid=1l7r4j6788ovj
#sriswamiji #vedanta #yogin https://www.instagram.com/p/CMf-8x9FcCj/?igshid=lllxpdi0swo9
Eu (também) vou chorar por você Uma cena working in progress, do Bando à Parte – instância de criação e pesquisa a qual me dedico, com parceiros e parceiras variadas, depois da fase do Contraponto. Uma cena não-discursiva, aberta nos seus significados não - discursivos – teatro de imagens e do corpo. Pesquisa que veio se dando – e aguardo que posso continuar caminhando – com Leandro Silva Acácio como parceiro primeiro e constante. Que teve performances com Renata Queiroz e Roberson Nunes, em lugares distintos, contextos distintos. E que conta com a participação, em alguns momentos – e espero que adiante também - como consultoria e pró-evocação de @julia.guimaraes.mendes A imagem de abertura é uma das que mais me inquieta, independente da força poética das outras. Os transeuntes daquele contexto – proximidades do Mercado Novo – ficaram paralisadas em volta: um homem amarrado numa cadeira. O que é isso? O que significa? Como isso é possível? Aqui, na rua? Espero que a pesquisa possa continuar. Fico quieto, como um felino, aguardando sem mais o que virá e que eu não sei. Uma espreita, só. Eu (também) vou chorar por você. Talvez você chore por nós, performadores, mas disso não podemos ter nenhuma certeza. #teatrofisico #environmentaltheater (em Belo Horizonte, Brazil) https://www.instagram.com/p/CJQ5gwPF3ri/?igshid=2e210q6gsa0x
#corporeidade https://www.instagram.com/p/CJLwHw_lWE_/?igshid=1iei676k0r5v2
#corporeidade #sabercorporal https://www.instagram.com/p/CJLj63sl09y/?igshid=19jufa3gtd7y7
O Contraponto seguia seu caminho fora do mainstream das artes: nos jogávamos nas ruas, compúnhamos com os transeuntes e habitantes dos lugares – não queríamos nos apresentar, representar ou inserir um objeto artístico nas ruas. Não nos interessava que as pessoas interrompessem suas práticas espaciais no urbano, para nos assistir. Antes disso, queríamos compor com: as texturas da cidade, os corpos dos transeuntes e habitantes dos lugares, os equipamentos urbanos. Adotamos, para isso, três procedimentos: a criação de uma paisagem, o desenvolvimento de uma situação, o compartilhamento de uma duração. Aliávamos práticas no estúdio e nas ruas. Estudos de quedas, proteção, contato (orientadas por Sitaram Custódio). Coisas distantes, se bem que próximas. Essa foi a segunda performance urbana do Contraponto. Com Flora Servilha, Hugo Bitencourt, Karol Monteiro e Sitaram Custódio. Imagens de Lucas Brito. Depois, o Contraponto, em outra formação, se voltaria a para espaços fechados. Entretanto, buscamos sempre, ou por início ou os dois juntos, as ruas. Foi uma fase – essa que chamo de semiose urbana. Fazer da cidade um lugar de meditação – ativa, interativa – incorporando alteridades e acasos. Por onde fiz minha tese de doutorado, que agora refaço para virar livro. Dei oficinas e cursos, disponibilizando meios para grupos de teatro e dança. Não me interessei por espaços oficiais, museus do Estado e de Empresas (o Memorial da Vale do Rio Doce – que destruiu um dos nosso mais belos e importantes mananciais - , me recuso a pisar lá para sempre). Procurava, com meus companheiros e companheiras, os lugares fora do mundo fashion – não tem graça nenhuma perfomar na Savassi, por exemplo. A partir de agora, retomo o caminho do campo, da natureza. Como fazia, quando me dei que podia caminhar pelas próprias pernas e ganhar o mundo, por volta dos quatro anos no interior mineiro, em Teófilo Otoni. A cidade é muito suja, quase sempre violenta, as pessoas estressadas. E como disse antes, se é limpa, é pelo feitio mercadológico. Fico feliz de ter sido possível ofertar um carinho com nossas ações, para os habitantes, como nós, desse mundo desolado. (em Belo Horizonte, Brazil) https://www.instagram.com/p/CI9Uev7loHa/?igshid=pshsslvjd66h
"Ouvir corretamente - eis minha tarefa. Não tenho outra". Do livro, O poeta e o tempo. Tradução de Aurora Fornoni Bernardini. Editora Âyiné #marinatzvetaeva #poesiarussamoderna https://www.instagram.com/p/CIV85xal6--/?igshid=m3f49jmi8zeh