eu só acho que gatos são muito marginalizados por causa dos doggos. você já viu cinderela? i mean, o pet da vilã lá é um gato, ‘tá ligado? lúcifer o nome ainda por cima. não poderia ser, sei lá, um chihuahua? um cãozin pinscher chamado satanás? os dois têm requisitos pra ser ruim igual, num tem? enfim, é muito problemática essa ideia dos gatos. ‘tô meio frustrado.
“Você quer alguma coisa para beber? Eu tenho água e suco…” Ofereceu para @lvrson enquanto caminhava pelo apartamento. “E vodka.” Falou, por fim. Sabia que não deveria beber tanto seguindo sua religião, mas, haviam dias que Zemira se sentia mais distante da Bíblia do que outros. “Você pode esperar aqui? Eu preciso fazer um negócio no meu quarto…”
os olhos tinham passeado pelos cantos do cômodo suficiente para kader familiarizar-se com o espaço antes de transferir o foco do par de íris castanhas à morena, o pequeno hesito na última opção constatado com o soerguer sutil das sobrancelhas. “vodka ‘tá legal, se não for te colocar em maus lençóis.” sentiu o peso provocativo das próprias palavras desenrolar-se instintivo pela língua e dirigir-se direto à cortez, intacta a parte da consciência que conhecia zee como algo de parcela mais religiosa que as garotas quais normalmente saía, e honestamente? era aquele pequeno detalhe que o fazia aproximar-se ainda mais, ansiar ainda mais. ele só não sabia se a instigaria ou a faria recuar. “go ahead. vou ficar te esperando.”
a risada que escapou dos lábios da crawford ao ouvir as palavras do rapaz era incrédula, muito provavelmente pela raiva que estava sentido desde que pegara a amiga com aquelas drogas do que por qualquer outro motivo. não era nenhum problema pessoal com o rapaz, pelo menos não ainda, uma vez que, independente de o conhecer bem ou não, os trabalhinhos dele já bem mais que o suficiente para ter nenhuma simpatia da loira. assim, um revirar de olhos foi a continuação da sua resposta àquela sentença debochada alheia, que somente veio pela indignação que lhe consumia. ❛❛ — mas eu te garanto que isso te pertence, não se preocupe. ❜ afirmou com o melhor tom decidido que possuía, não passando por sua cabeça, em nenhum momento, que a amiga pudesse ter mentido sobre as características do vendedor. ela nem mesmo se importava, porém, no fim das contas. ❛❛ — você não aceita devoluções, então? falô. ❜ ela indagou com nítido deboche, enfatizando-o ao repetir a gíria usada pelo rapaz. ❛❛ — bom, eu também não volto pra casa com essa merda, então… ❜ suas palavras tinha um tom de desculpas, embora de culpa, a garota não entendesse nada naquele momento; especialmente não enquanto ela o esperou indicar a saída, vendo-o abrir outra vez a caderneta, e então colocou o saquinho bem ali em cima. ❛❛ — se eu souber que vendeu isso outra vez para ela, você está fudido. não diga que não te avisei, ouviu, bem? ❜ não teve medo de ameaçá-lo, realmente disposta a usar todos os meios possíveis para impedir que aquele tipo de substância chegasse nas mãos da sua amiga, mesmo que pra isso, ela precisasse usar um pouquinho do seu pior lado e do seu sobrenome.
pausou a sequencia dos passos quase simultaneamente à advertência lhe tanger os ouvidos, aí foi a vez dele soprar um riso frágil em humor ao cômodo, os dígitos apropriando-se do pacotinho antes do rapaz suceder um suspiro maciço e murmurar baixinho um ‘here we go’ ao direcionar o corpo à menor outra vez. mais do que gostaria, as ameaças eram nada mas assíduas em cada esquina poluída da própria existência desde que havia sido intimado ao tráfico. desde os insignificantes fornecedores espalhados pelas marginais da cidade até o alto escalão dos chefes de drogas de orange city, kader já havia estado lá e testado os limites de cada um. o costume adquirido pela frequência delas era só efeito colateral, que anulava incontestável qualquer resquício de efeito sobre o larson à tentativa de intimidação alheia e tornava-a minimamente engraçada. “sua amiga, que só deus sabe quem é, já tem idade mais que suficiente pra conhecer as merdas que se enfia e querer sair delas sozinha. ou você acha que ela vai parar só porque eu parei de vender? acorda, sleeping beauty. é um mercado vasto pra um caralho se você não sabe, e infelizmente as coisas não funcionam exatamente do jeito que você quer.” estendeu a fala por entre um dar de ombros, o tom de voz permeando a linha entre seriedade e o desinteresse usual. “você não tem uma vida, não? vai adotar um hamster, ensinar um periquito a falar, sei lá, cara, sai do meu pé.”
“Eu estou disposta a ver até onde sua imaginação pode ir.” Seu tom de voz continuava brincalhão, ela ainda mantinha um sorriso no rosto, mas no fundo era possível ver a provocação no fundo da afirmação. Não tinha uma relação muito formal com Kader, mesmo ele sendo seu chefe e eles compartilharem o ambiente de trabalho, sempre brincavam um com o outro e as vezes as brincadeiras passavam do nível inocente. “Já pedi desculpa e disse que foi sem querer, não precisa guardar essa mágoa toda…” Fez um pequeno bico, numa clara expressão de que estava fingindo estar emburrada com ele. “Mas é óbvio que não, e desde que você não conte, ele vai continuar sem saber. E antes que me pergunte o que você ganha com isso, está convidado pra pequena festa que vai rolar lá em casa mais tarde.”
“doido pra saber até onde essa sua disposição vai.” e de novo um sorriso frágil fez menção de amaciar os lábios, assinalando existência apenas no canto da boca do larson enquanto a assistia devagar, orientando a garrafa de volta ao carrinho. havia um resquício de malicia amparando os cantos daquela sentença que ele não se importava em camuflar, não dessa vez. o rolar dos olhos veio quase por instinto ao notificar o pseudo drama lançado a ele, antes de confiscar, gentilmente, o carrinho das outras mãos e envolver os dígitos ao redor do apoio deste, tomando para ele a responsabilidade do álcool. “muito errado você ficar jogando essa carinha pra cima de mim desse jeito. vem cá, você só ‘tá me convidando pra eu não te entregar pro teu pai ou porque ‘cê realmente ‘tá afim que eu vá?” estreitou minimamente os olhos em direção a mais nova, debruçando-se sobre os antebraços em cima do carrinho e deslocando-o a passos pequenos através do corredor.
a pausa entre o pedido alheio e a resposta do larson estendeu-se por um conjunto maior de segundos que desejava, só pela prorrogação inevitável do desalojar daquele suspiro e o pairar das íris castanhas sobre o rosto de @adclinw, como se estudasse suas opções ali. “no fucking way.” expulsou o xingamento como se ele lhe queimasse a língua, o manear suave e em negativo da cabeça acompanhando-o como se precisasse enfatizar a resposta. “a, você não tem idade pra fazer essas coisas. b, seu horário de dormir é às dez e o negócio é as onze da noite, ou seja, não bate. c, como foi que você ficou sabendo disso, pelo amor de deus?” o cenho vincado na testa era automático, enquanto kader cruzava os braços rente ao peito e escorava o final das costas contra o balcão do lugar. “eu não vou levar você pro meio de uma corrida de carro. esquece. pode ir inventando outra coisa.”
“você não confia em mim ou o quê?” a ausência de uma espera por uma resposta era inscrita em cada ponto retórico da própria pergunta enquanto empurrava a porta do restaurante, fixando-a aberta tempo suficiente para @dahliaolsen sair e ele seguir atrás. kader sabia que o que quer que fosse de resposta que a menor devolvesse a ele seria o que esperava receber, o que não era exatamente um ‘sim’ ou um ‘com certeza, k!’. a questão era que ele duvidava que um dia iria gostar de qualquer coisa com peixe cru no meio mas lá estava pela milésima vez, testando o gosto de alguma coisa enrolada em algas montada em um cone e, pela milésima vez, era traído pelo próprio paladar. “o cachorro quente daquele velho da esquina é melhor que metade do cardápio desse restaurante, dahlia. for fuck’s sakes. e é cozido. a gente não ‘tá correndo o risco de pegar uma tênia de peixe e morrer.”
Lillian ficou paralisada por uns segundos, com receio de realmente ter machucado ele muito feio. Não que eles não tivessem intimidade ou ainda mantivessem uma postura formal em frente ao outro, mas não era exatamente legal sair atropelando seu chefe com um carrinho de supermercado, mesmo que sem querer. Apenas ao notar o tom de brincadeira na voz de Kader que ela foi conseguir relaxar um pouco mais, por fim dando uma risada. “Claro, precisa de mais alguma coisa, boss?” Perguntou num tom irônico e meio brincalhão, ainda rindo um pouco da situação em que havia se metido. “Dá pra parar de olhar meu carrinho de compras com essa carinha de quem está me julgando, por favor?”
o moreno ladeou um sorriso quando notificou o outro comentário, observando a veemência da expressão alheia dissipar-se com a brincadeira. “toma cuidado com o que você me oferece, eu posso me empolgar.” a zombaria acabava muito perto de onde o sorriso ocupava-se dos lábios habitualmente retos do moreno, isso porque gostava de pensar que ainda regrava certos limites nas pseudo provocações que trocavam diariamente — o que não era uma inverdade total também. a relação chefe-estagiária nunca havia sido convencional ali, ainda mais quando kader não via lillian como alguém que trabalhava para ele e só; a mais nova representava pequena parcela a mais daquilo, seguro dizer até que ele gostava da companhia alheia. “se você parar de ficar me atropelando assim, talvez eu pare.” com a mesma casualidade que usou no tom da própria voz, o larson se certificou em romper parte da distância instalada entre os dois ao aproximar-se da mais nova, usando a destra para içar a garrafa de vodka no meio das guloseimas e escanear o rótulo. “o tenente sabe que você ‘tá levando vodka pra dentro da casa dele, lillian?”
Não era todo fim de semana que Sr. Wester decidia viajar pra algum sítio de um amigo no interior do estado pra uma reunião da turma dele da época do colegial, definitivamente não era. Era praticamente um milagre os irmãos Wester terem um fim de semana livre de obrigações e cobranças do pai e cada um aproveitada da forma que achava melhor. Lillian, por sua vez, conhecia os irmãos bem o suficiente pra saber que eles sairiam e ela ficaria com a casa só pra ela. Não tinha oportunidade melhor do que essa pra dar uma festa pra amigos mais íntimos. Ela não tinha acesso ao armário de bebidas do escritório do pai então foi preciso fazer uma visita ao supermercado pra garantir a diversão necessária daquela noite. Qualquer um que visse seu carrinho de compras podia ver que ela aprontava alguma coisa, ele estava repleto de bebidas alcoólicas e algumas guloseimas e besteiras apenas pra não dizer que não teve nada pra comer. Aparentemente não era uma boa ideia empurrar o carrinho de compras enquanto mandava mensagem pros amigos com o convite informal pra festa, e ela acabou por praticamente atropelar alguém quando estava virando em direção ao próximo corredor. “Meu Deus, perdão. Foi total distração minha.” Aproximou-se um pouco, com certo receio delx estar bravx. “Você se machucou?”
adentrar o supermercado atrás dos donuts de chocolate da padaria havia se tornado uma ação mais corriqueira do que ele gostaria, principalmente agora que grande parte do tempo o moreno passava numa cadeira de escritório no the sin — se fosse sincero, aquele supermercado era o único lugar perto de alguma coisa relaxante no dia, por mais bizarro que fosse admitir até mesmo para ele. porém, antes que o larson conseguisse alcançar o balcão de pedidos no final do estabelecimento, sentiu o torso pender para frente, constatado na parte inferior dele o carrinho de compras; as mãos encaminharam-se em automático a frente do objeto numa tentativa fútil de pará-lo, enquanto as pálpebras cerravam-se sobre os olhos com veemência rente a dor pontuando existência bem no osso do quadril. “just a sec, alright? fuck me— ” xingou baixinho, a mão direita procurando espaço na parte de cima do carro alheio para que kader apoiasse a testa enquanto a esquerda ia amparar o lugar machucado, estacionando-o naquela posição por um, dois, três segundos, até ele se recuperar novamente. a voz feminina tinha despertado pouco efeito no consciente do rapaz, aliás. tinha ocupado-se com o incômodo agudo para reconhece-la, e só o fez quando finalmente soergueu a cabeça, permitindo-se abrir os olhos e observá-la. “sinceramente? me machuquei feio. acho até que preciso de beijo no dodói pra melhorar.” precisava de pouco para denunciar a brincadeira no tom da própria voz a medida que consertava a postura diante à ruiva, escaneando o conteúdo do carrinho brevemente com o vincar suave do cenho, notificado o conjunto de bebidas escoradas no fundo dele.
a irresponsabilidade da crawford desaparecia em questão de segundos sempre que notava seu irmão ou seus amigos com problemas, não importava o quê. dentre todos os defeitos e manias chatas que carregava, a negligência com o bem-estar dos que amava não estava na sua bagagem, mesmo que precisasse ser a chata da história para protegê-los. era por esse motivo que a garota carregava em sua bolsa um pequeno saquinho transparente com todas as drogas encontradas sob posse de uma de suas amigas de longa data, encaminhando-se justamente ao local onde ela afirmara as ter conseguido. não tinha sido fácil, conseguir o tal endereço e, depois, um táxi que topasse levá-la até lá com a cara possessa que preenchia a sua expressão naquele momento. sophie teve nenhum pudor assim que esbarrou em quem parecia bater com as feições descritas pela outra, o @lvrson, assim como não hesitou nem mesmo por um segundo em se aproximar dele. ❛❛ — você é quem está vendendo essas porcarias para a minha amiga, não é? ❜ indagou sem nem mesmo pensar, ignorando que não tinha como o rapaz saber de quem se tratava a compradora com tão pouca informação. não tinha tempo ou paciência para lidar com os traficantezinhos que a amiga arrumava pela cidade. tão rápido quanto anunciara sua presença, a garota tratou de meter a mão em sua bolsa, sacando de lá os comprimidos que custara a conseguir tomar mais cedo. ❛❛ — isso te pertence, pode ficar com essa merda. ❜ estendeu-os para o rapaz, pouco paciente, mas o seu controle ainda falando um pouco mais alto, impedindo-a de tacá-los bem no rosto dele.
foi somente pela dúzia de chamadas vibrando o celular em cima do criado mudo e reverberando barulho nos quatro cantos do quarto que o larson ausentou-se do meio dos travesseiros da própria cama aquela manhã. o mau humor começou a permear seus pontos bem ali; requisitado pelo sócios do the sin às sete da manhã, quando sequer havia dormido duas horas da madrugada anterior. escorado o ombro contra um dos pilares do espaço, kader primeiro elevou o par de íris ao outro rosto, sem precisar erguer a cabeça e, então, redistribuiu a atenção ao incômodo, reunindo sutilmente as sobrancelhas em ausência de clareza. “minha bola de cristal quebrou semana passada, como é que eu vou saber?”cedeu tom natural à sentença quando a verbalizou, escaneando o rosto alheio e fechando a caderneta em sucessão. honestamente? aquele tipo de situação era cômica ao larson. ainda mais quando essas só aconteciam com ele. mal conseguia manter-se a par dos clientes com rostos e nomes precisos, quem dirá aqueles sem nenhum dos dois. os lábios foram automaticamente comprimidos com o registro do conteúdo do que a loira estendia a ele, e kader trouxe o ar para dentro dos pulmões, devolvendo-o quente e denso ao ambiente quando retornou o equilíbrio a ambas as pernas e endireitou a postura rente à loira. “olha… eu realmente não sei se isso aí me pertence. e mesmo se eu soubesse, i don’t do devolutions,falô? próxima vez você mantém sua amiga numa coleira mais curta.” a veemência do falso sorriso servia o pseudo conselho antes do moreno o dissolve-lo da expressão, tornando-a séria outra vez. “a porta ‘tá no mesmo lugar que você deixou.” usou o indicador para indicar a saída só para, consecutivamente, reconduzir o foco às logísticas da caderneta e direcionar os passos ao escritório.
(kader larson) foi visto andando pelas ruas de the orange province, como sempre lembrando muito (zayn malik). me pergunto se ele continua sendo (tangível) e (arrogante), mas pelo que tudo indica, sim. com seus (vinte e quatro) anos, atualmente está (atuando como sócio e arquiteto responsável pelo clube sin city.)
wasup, mozões. meu nome é niaz e esse é o meu problematic son KADER LARSON. ele é sócio do the sin , trabalha como arquiteto lá e vende uns bagulho escondido dos pais pra complementar a renda também. eu não vou me prolongar muito aqui sobre este rapaz pq mais lá pra baixo tem uns tópicos pra resumir ele bonitinho, só qro dizer que eu quero plots. obrigada pela atençao. love u.
kader é originalmente de melbourne, austrália. o pai é um escritor falido super conservador e a mae uma bióloga super carinhosa.
o que era mt legal pq ele era meio fora da lei, dai o mlk aprontava umas por aí pela cidade e a mãe livrava a cara dele dos castigos do sargento.
o problema era que esse mesmo sargento esperava mt dele como bom exemplo pras três irmãs mais novas, oq não rolava nunca na prática. mas toda vez que ele tava fazendo alguma coisa ‘condenável’ e percebesse as irmas chegando, ele dava uma disfarçada (tipo jogar cigarro fora disfarçadamente).
ele se mudou sozinho pros eua quando tinha 18 pra cursar arquitetura na universidade da califórnia. já se formou e td.
essa época de universidade foi meio embaçada pro kader porque o financeiro dele era muito limitado; ele ganhava uma mesada pequena do pai plus uns trocados dos bicos e estágio que fazia pra se sustentar e tal, mas sentia que nao era o suficiente.
foi ai que ele começou a se envolver com umas amizades e, só de teste, começou a vender entorpecentes nas festas de fraternidade pela república. só que o teste acabou rendendo mtmtmt trocado pro chei de tatuagem, ai ele continuou nesse esquema pra juntar um dinheiro e prometeu parar quando se formasse.
o que nao aconteceu na prática também. kader acabou se envolvendo mais nesse mundo e continuou no mesmo esquema depois de ter se formado, só que agora ele tinha expandido os próprios limites e se mudado pra orange province pra dar uma mão no clube sin city.
apesar de mexer com os ilícitos, o K nunca testou nada deles (só a mariju).
o pai nao faz a minima ideia dessa vida mais fora da lei ainda dele. a familia acha que ele é bem sucedido pq é um puta de um arquiteto. (lies)
o kaden é um rapaz meio ranzinza, na vdd. ele é meio debochado.
mt dificil esse moleque dar um sorriso genuino que não seja cínico ou cafajeste, real.
ele é um cuzao. vou nem tentar defender pq ele eh mesmo.
tem um complexo de superioridade HORRíVEL. da vontade de socar a cara desse moleque de vez em quando, é sério.
fora da lei ao ponto de pegar racha nas ruas pelas madrugadas. inclusive foi pego pela polícia por essa merda aí, o irresponsável. E NÃO PELAS DROGAS. oq é incrível.
kade nao é lá muito orgulhoso de ser traficante mas ele ta tao envolvido nessa merda que vai empurrando com a barriga pq o trabalho de sair dela vai ser foda.
o k é um cara muito sincero e apesar dos apesares, pra contrariar muito muitas coisas da personalidade dele, ele tem coração mole.
o problema é que ele acha que ser uma pessoa boa nesse mundo é furada deveras, entao essa parte dele ele inibe ate onde nao dá mais e faz tudo ao contrario.
dai tipo o kade se nega a fazer uma boa açao pra ajudar alguem mas 5min dps se arrepende, rola os olhos e vai ajudar a pessoa.