Reflexões sobre a vaidade dos homens, por Matias Aires
"Que são os homens mais do que aparências de teatro? [...]A vaidade e a fortuna são as que governam a farsa desta vida; [...]ninguém escolhe o papel; cada um recebe o que lhe dão. Aquele que sai sem fausto, nem cortejo, e que logo no rosto indica que é sujeito à dor, à aflição, e à miséria, esse é o que representa o papel de homem. A morte que está de sentinela, em uma mão tem o relógio do tempo, na outra a foice fatal, e com esta de um golpe certo, e inevitável, dá fim à tragédia, corre a cortina, e desaparece."


















