o que seus chars herdaram de você?
Cara, sinceramente acho que a Madison herdou o meu mau humor e grosseria. Acho que era pra ela ser muito mais quietinha e adorável, mas nem tá rolando direito...

PR's Tumblrdome

祝日 / Permanent Vacation
sheepfilms
No title available

@theartofmadeline
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

No title available

❣ Chile in a Photography ❣

pixel skylines
noise dept.
Game of Thrones Daily

Discoholic 🪩

Kiana Khansmith
No title available

No title available
dirt enthusiast

No title available
RMH
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
taylor price

seen from Germany

seen from Canada
seen from Argentina

seen from United Kingdom

seen from Australia

seen from Poland

seen from Germany

seen from Russia
seen from United States

seen from Australia

seen from Egypt
seen from United States
seen from Germany
seen from United States

seen from United States

seen from Malaysia

seen from Australia

seen from Malaysia
seen from Türkiye

seen from France
@madisongreenrp
o que seus chars herdaram de você?
Cara, sinceramente acho que a Madison herdou o meu mau humor e grosseria. Acho que era pra ela ser muito mais quietinha e adorável, mas nem tá rolando direito...
this is like meeting ghosts. || Marcel&Madison&Arthur
Estar atrasado para eventos dos quais não gostaria de participar era comum para Arthur, porém, nas raras vezes em que estava animado sobre algo, conseguia passar o dia inteiro sem tirar isso de sua cabeça. Conhecia a morena há bastante tempo agora e mesmo assim a ideia de sair com a menina ainda o deixava ansioso de certa forma. Não tinha ideia de quem seria a outra pessoa que os acompanharia naquela noite, mas também não se importava, já que estava indo por Madison e nada mais. Claro que se soubesse que tal pessoa seria o ruivo, Arthur reviraria os olhos e tentaria convencer Madison à desmarcar. Ela já não parecia muito animada com o assunto, provavelmente não ficaria tão irritada se ele sugerisse isso, porém veio a descobrir o fato tarde demais.
Por morar próximo à ela, no horário marcado foi até seu apartamento e os dois seguiram juntos para o bar. Ao chegar lá, caminhou atrás de Mad até alcançarem a mesa, já que não conhecia a pessoa com quem sentariam. Provavelmente nem teria notado o ruivo ali, não fosse pelo estranho fato de Mad estar seguindo em sua direção. “Por favor não, por favor não.” falava baixinho, sem saber se a morena era realmente capaz de ouví-lo. Na tentativa de impedir sua expressão de desgosto quando por fim sentaram-se a mesa, Arthur riu do comentário dela sobre ter tentado matar o ruivo. “Deve estar arrependida por não ter conseguido” murmurou por baixo da respiração, esperando que apenas Madison fosse capaz de ouvi-lo.
“Marcel…” parecia estranho por fim associar um nome ao rosto, porém Arthur deu de ombros e em um último esforço estendeu o braço para apertar a mão dele. Será que a situação parecia tão ridícula aos olhos dos outros, quanto parecia aos dele? E então, antes que pudesse descobrir, se voltou para Mad, ignorando o outro completamente e decidido de que faria isso a noite inteira.
ғᴏɪ ᴏ sᴇᴜ ɴᴏᴍᴇ ᴅɪᴛᴏ ᴘᴇʟᴏ ᴏᴜᴛʀᴏ ǫᴜᴇ ᴏ ᴛɪʀᴏᴜ ᴅᴇ sᴇᴜ ᴛʀᴀɴsᴇ ᴛᴇᴍᴘᴏʀᴀʀɪᴏ. Rapidamente, assim que o louro largou a sua mão após o cumprimento, chacoalhou de leve a cabeça, voltando a sentar-se naquelas cadeiras não muito confortáveis. Entretanto, acabou percebendo, pelo modo como o outro virou-se para a morena, que ele estaria disposto a ignorá-lo. Ah, não. Não deixaria que ele estragasse sua noite, não tão facilmente assim. Portanto, assim que os três já estavam acomodados, Marcel virou-se para Madison, com as mesmas expressões simpáticas de antes. ❛❛Então…❜❜ começou, percebendo tarde demais que perdido totalmente o senso de fala. Todo o charme que havia preparado para que o anjo ganhasse sua confiança e amizade havia sido jogado por água a baixo por aquele maldito universitário, e Marcel o odiava por isso. Sempre estando lá para atrapalhá-lo, incrível.
A atmosfera pesada que recaía sobre o trio era tão grande que nem mesmo os garçons ousavam chegar perto deles. Não que o ruivo se incomodasse com isso, claro; estava ocupado demais tentando não sofrer uma combustão interna. e continuar com a conversa ❛❛… Como tem passado? Faz um bom tempo que eu não vejo você–❜❜ mordeu o lábio inferior, interrompendo a própria fala. Havia visto Madison fazia menos de uma semana. Aquela pergunta não se encaixava de jeito algum na conversa que tentava estabelecer. Droga, droga, droga, xingava o mais novo em sua mente. Precisava ter sido justo você o maldito escolhido? Você só serve para me atrapalhar, mesmo. O que eu fiz para ter um fedelho me perseguindo? ❛❛… Sabe, em uma semana dá para acontecer bastante coisa. Não acha, Madison?❜❜
Enquanto se sentava à mesa, a morena soltou um riso fraco com o comentário do amigo. Não, ela não se arrependera de não ter matado Marcel, pois, mesmo que ele fosse a pessoa mais odiosa do planeta – o que aparentemente não era o caso – a garota nunca desejaria ser a responsável pela morte de alguém, aquele seria um sentimento de culpa com o qual ela provavelmente seria incapaz de conviver. Madison voltou seu olhar para Arthur, e ainda que sorrisse simpaticamente para ele o encarou por alguns segundos, torcendo para que ele percebesse pelo seu olhar que havia percebido que algo de curioso estava acontecendo ali. A sua vontade era perguntar se eles já se conheciam, mas algo a impedia de fazer aquilo naquele instante, mas com toda a certeza o faria futuramente. Surpreendeu-se com a tentativa mal sucedida do ruivo de puxar assunto, mas não pode evitar se sentir grata por ela. Mesmo depois de vê-lo sangrando, era a primeira vez que o enxergava tão vulnerável.
Era possível enxergar o nervosismo em cada músculo facial de Marcel e perceber no timbre de sua voz, enquanto falava, que algo havia de errado. Era como se aquela fosse uma pessoa completamente diferente daquela a qual atingira com uma placa na semana anterior. — Hm... Claro. Muita coisa pode acontecer em uma semana. — Ela concordava, porém a expressão em seu rosto ainda delatava a confusão que sentia. Ainda não conseguia compreender o desconforto que ambos os rapazes sentiam naquele momento. Tinha certeza de que ninguém estaria animado, mas desconfortável? Nunca. — Mas para a sua infelicidade, eu participei de mais dois protestos essa semana. — Disse sarcasticamente. — Brincadeira. Na verdade eu não fiz nada de muito interessante, só estudei... Muito. — Naquele momento a morena olhou a sua volta, procurando por alguém que pudesse atendê-los, mas aparentemente não havia nenhum atendente livre ou interessado em anotar seus pedidos. — Logo pergunto sobre sua semana, Marcel. Mas acho melhor a gente pedir algo para beber, não?! Eu vou até o bartender já que ele não vem até mim. — Ela provavelmente beberia um suco ou algo leve, mas sentia a necessidade que os garotos tomassem as suas doses de álcool, pois assim provavelmente a tensão se dissiparia. — O que vocês vão querer? — Perguntou olhando para ambos, tentando forçar certa animação, pronta para anotar mentalmente o que seria repetido ao homem atrás do balcão.
fmk livre
F: Dante. (mais ooc que qualquer coisa)M: Noah. (ooc: e Neo porque ele é <3)K: Kyle. (Porque eu tenho certeza que é ele que fica me mandando ask sobre carne.)
rude, só quero saber se é chegada num filé mignon.
A partir do momento que você sabe que sou vegetariana e luto pelos direitos dos animais, eu não sou mais obrigada a responder educadamente às suas perguntas estupidas.
Você escolheria ser herói ou vilã?
Heroína, não tenho o mínimo talento pra ser vilã.
e presunto?
Olha, eu lhe indico o açougueiro mais próximo para te responder todas as suas dúvidas sobre carnes, pois aparentemente você tem muitas delas, bastante tempo livre e ele é especializado no assunto.
E você nunca provou um baconzinho?
É lógico que eu provei. Da onde você tirou a ideia que eu nasci vegetariana e que desde o berço como só alface?
Se tivesse que escolher... Marcel ou Arthur?
Provavelmente o Arthur. Afinal, em quem foi que eu dei uma porrada na cabeça?
Conta a verdade, o que acha de bacon?
A verdade? A verdade é que você provavelmente já sabe o que eu acho. É assassinato.
Moodboard; Madison, Arthur and Marcel as Amy, Rory and the Doctor
this is like meeting ghosts. || Marcel&Madison&Arthur
ғɪɴᴀʟᴍᴇɴᴛᴇ ʜᴀᴠɪᴀ ᴄʜᴇɢᴀᴅᴏ ᴏ ᴅɪᴀ ᴅᴏ ᴇɴᴄᴏɴᴛʀᴏ ᴄᴏᴍ ᴍᴀᴅɪsᴏɴ. Não que estivesse ansioso para falar com a garota novamente e desculpar-se sobre como havia sido uma pessoa horrível ao ter dito aquilo sobre o protesto. Não, não; estava ansioso por estar interessado em querer começar a se relacionar com um anjo. Um anjo de verdade! Sempre ouvia histórias sobre os mesmos aqui e ali circulando pela Tenebris, e vez ou outra as pessoas que vinham pedir por suas informações queriam tratar de assuntos sobre as criaturas angelicais (ou nem tanto assim, considerando que alguns deles acertavam transeuntes com placas na cabeça). Fora por esse motivo que chegara no bar dez minutos antes do horário combinado, ficando em uma mesa para três pessoas. Achou engraçado sentar-se por lá, ao invés do seu comum canto, imerso nas sombras. Esperou, mexendo no celular descontraidamente e não pedindo qualquer coisa até que o som de seu nome sendo chamado pôde ser ouvido. Levantou a cabeça; era Madison, acabando de adentrar a porta do estabelecimento. Sorriu e acenou na direção dela da maneira mais simpática que pôde, até que notara o acompanhante que ela havia escolhido.
Não podia acreditar. Ele. Ele de novo não.
Seu sorriso sumiu quase que instantaneamente ao reconhecer o louro, e a cicatriz em seu ombro parecera queimar ao se lembrar dos pontos doloridos que o garoto dera há um par de meses atrás. Arregalou os olhos, surpreso. Por que sempre acabavam se encontrando, por mais que apenas tentassem se afastar um do outro (e nas mais inusitadas situações)? Pressionou os lábios um contra o outro, subitamente tenso. De todas as pessoas daquela cidade que a morena poderia convidar para aquele encontro… Essa pessoa tinha que ser justo aquele maldito fedelho, que sempre metia o nariz aonde não deveria ser chamado?
Aos dois se aproximarem da mesa onde Marcel estava, porém, tentou voltar com as expressões minimamente amigáveis de antes, sem muito sucesso. ❛❛Oi, Mad.❜❜ cumprimentou a garota, um sorriso nervoso tamborilando em seus lábios. Na hora de dar a palavra ao rapaz ao lado dela, travou por completo; não sabia como fazê-lo sem que parecesse estranho. “Oi, rapaz que salvou a minha vida, que quase arrancou meu pulso fora e que deixou uma cicatriz horrenda em um dos ombros! Que saudades! Como vai você?”, não era uma boa opção. ❛❛Olá…?❜❜ começou, mas as palavras travaram em sua garganta. Não conseguia desgrudar os seus olhos dos dele, e aquela situação ficava cada vez mais e mais esquisita conforme os segundos passavam. No final, acabou estendendo sua mão para o garoto, esperando que este o cumprimentasse. Como se tudo aquilo já não estivesse estranho o suficiente.
Durante todo aquele dia a palavra “arrependimento” parecia ser gritada a seus ouvidos, e não era apenas por conta de Arthur ter deixado bem claro o seu descontentamento e preocupação ao ouvir toda a sua explicação sobre a sua situação com Marcel e o seu convite para encontra-lo juntamente consigo mais tarde. Mas a morena estava convencida de que havia sido um erro grande ter aceitado ir ao bar com uma pessoa a qual ela questionava o caráter desde o momento em que conhecera. Tinha certeza de que o ruivo não seria capaz de fazer nada contra a sua vida, afinal se encontrariam em um lugar público e bem movimentado, mas também tinha certeza de que nenhum dos envolvidos iria se divertir durante aquilo. Mas por algum motivo - talvez pela impossibilidade de se comunicarem e cancelarem toda aquela besteira antes que ela acontecesse. Sim, impossibilitados de se comunicarem em pleno século vinte e um. - todos eles continuavam com o plano. Se encontrara com Arthur - que aparentava estar ligeiramente contrariado, mas ainda assim feliz em ajudá-la - em seu apartamento, e juntos foram até o local combinado.
Assim que adentrou o lugar, seus olhos começaram a analisar cada rosto ali presente, na tentativa de localizar aquele com quem se encontrariam. — Marcel? — Chamou ao avistá-lo. Aproximou-se da mesa onde Marcel estava lhes esperando, dando um sinal com a cabeça para o amigo, indicando que aquela seria a companhia dos dois naquela noite. Quando ouviu o ruivo lhe chamando de “Mad”, ela fora incapaz de esconder o estranhamento que sentira, franzindo o cenho ligeiramente. Tinha a completa certeza de que o rapaz a odiava e que não eram íntimos o bastante para se chamarem por apelidos. — Tudo bem contigo... Marcel? — Cumprimentou, oferecendo-o apenas o esboço de um sorriso, pois ainda se sentia desconfortável e insegura com toda aquela situação. E para aumentar ainda mais o seu nervosismo, percebera que a energia a sua volta começara a se tornar mais densa, e que o ruivo parecia estranhar a presença do moreno consigo. Será que ele não acreditou quando eu disse que ia trazer um amigo comigo? De qualquer maneira, apresentações eram necessárias. — Esse daqui é o Arthur, ele veio se prontificar de que eu saia viva desse encontro. — Brincou, sem realmente achar muita graça no que dizia. — E Arthur, esse é o cara que eu tentei matar. Mas pode chama-lo de Marcel. — Continuou. Tentando compreender aquela súbita negatividade que pairava sobre os dois, como pequenas nuvens carregadas.
❂❂
❝ This sticker smells like bananas. ❞
❂❂
❝ I didn’t hear you knock. ❞
No, but I think you look just like princess Leia|| Arthur & Madison
Ouviu o comentário da menina e sorriu, tentando não concordar com o que ela havia dito. Obvio que nenhuma das cenas seria novidade alguma para os dois, porém, depois de passar sua infância e adolescência inteira assistindo aos filmes, não poderia negar que algo neles ainda o davam uma certa sensação de tranquilidade.
Ainda pensava nisso enquanto enchia as duas taças com vinho e entregava uma delas à Madison, sem sequer imaginar na possibilidade de que ela não estivesse acostumada com aquilo. Por esse motivo, Harris pulou ao escutar a risada da menina, tirando os olhos da TV por um momento para observá-la. Deveria admitir que ele próprio já não estava mais no seu melhor estado, porém Madison parecia muito pior. “Ok, chega de bebidas para você.” murmurou sorrindo, antes de confirmar com a cabeça, como que incentivando a menina a lhe fazer a pergunta, sem realmente esperar ouvir as palavras que ela pronunciou no momento seguinte. Dessa vez a própria risada se descontrolou um pouco, enquanto tentava se lembrar de todas as vezes em que já havia feito aquilo. Era uma pergunta um tanto idiota, deveria admitir, porém ao mesmo tempo em que lembrava das pessoas estranhas que já passaram pela cafeteria, também se lembrava do número absurdo de meninas para quem Mike havia dado o próprio telefone, o que, na verdade, parecia um ato um pouco presunçoso.
“Nossa, ok, eu tava esperando uma pergunta bem mais séria.” Arthur por fim tirou os olhos da televisão e se focou em Madison, sorrindo de leve, um pouco grogue devido ao vinho. “Hum… Nunca fiz isso.” desviou os olhos para a televisão novamente, tentando impedir Madison de ver a verdade estampada neles, porém desistiu quase que imediatamente. “Não passo meu número para elas. Esperar que elas me liguem parece realmente presunçoso. Geralmente peço o número delas em vez disso. Mas também, fiz isso apenas uma vez.” voltou a desviar os olhos, rindo o suficiente para ter total certeza de que Madison sabia o que ele estava escondendo. Gostava disso nela. Gostava como, mesmo tendo a conhecido tão recentemente, sentia se ela soubesse exatamente o que se passava na mente do loiro, até mesmo quando nem ele o sabia ao certo. “Ok, talvez duas vezes… Ok talvez quatr… OK, talvez tenham sido mais pessoas do que eu consiga contar, mas em minha defesa, isso não chega nem perto da quantidade de vezes que o Mike fez a mesma coisa.” Levantou as sobrancelhas para dar enfase no seu ponto. A verdade é que não queria que Mad tivesse uma primeira impressão ruim dele.
“Minha vez.” sorriu enquanto tentava pensar em algo interessante que pudesse perguntá-la. “Hum… Qual foi a pior cantada que já recebeu na vida? Fora a do Mike, claro, Han solo.” Arthur tomou mais um gole de sua taça de vinho, enquanto observava a televisão com o canto dos olhos, porém sem realmente prestar mais atenção alguma no filme.
A garota estava se divertindo tanto com seus próprios pensamentos que mal percebera o pulo que o amigo dera ao seu lado, o que provavelmente a faria cair no chão de tanto rir. Ao ouvir o comentário dele, Madison virou o restante do vinho que restava na sua taça em sua boca antes de coloca-la sobre a mesa de centro. Ela não gostava de ficar bêbada ao ponto de esquecer o que fizera na noite anterior, porém acreditar merecer aquela sensação de relaxamento em seu corpo, afinal, sentia-se extremamente tensa desde o instante em que seus pés tocaram aquela selva de concreto, e não havia o porquê se preocupar em ficar um pouco alterada em sua própria casa e na companhia de alguém que se provara ser de confiança. Assistiu por alguns segundos Arthur soltar uma risada tão divertida quanto a sua, o que fez com que um sorriso surgisse em seus lábios. Achava maravilhoso como as pessoas ficavam mais bonitas ao sorrirem, realmente aquela era a mais bela do corpo.
Nunca fiz isso. Aquelas palavras fizeram com que Green revirasse os olhos de tal maneira que seria capaz que ela se machucasse se o repetisse. A continuação da resposta dele fez com que ela mais uma vez desse uma risada divertida. — Mas acredite, Arthie, você tem jogado esse jogo de maneira correta. Dificilmente alguma garota vai te ligar se você simplesmente der seu número a ela, faz seu ego parecer grande demais, parece que você acredita que todas as mulheres querem o maldito do seu telefone. — Depois de dizer isso, a menina olhou em direção à garrafa de vinho, ponderando se deveria ou não despejar um pouco mais da bebida em sua taça, mas logo seu pensamento fora interrompido. — E nossa, cada vez mais eu percebo a importância que tive na vida do Mike. Fui mais uma das dezenas de garotas pra quem ele pediu o telefone. — Ela tentou parecer surpresa e ofendida, porém aquilo era banal demais para que conseguisse ser convincente. Não esperava que aquilo se tornasse uma brincadeira de perguntas e respostas, mas começada a gostar da ideia, pois parecia uma boa maneira de conhece-lo um pouco melhor.
Vasculhando a sua memória, a morena tentava recordar alguma cantada que houvesse recebido, e se deu conta de que não havia sido muitas. Então se lembrou de uma situação tão absurda, que mesmo não estando alcoolizada, ela soltaria a mesma risada que escapara de sua boca naquele momento. — Uma vez, durante um protesto pelos direitos dos animais, um garoto falou que ele era um mamífero que necessitava de meus cuidados também. — A expressão em seu rosto era uma mescla de ofendida com divertida. — Que tipo de pessoa dá uma cantada dessas? E durante um protesto? Um absurdo... — Ela tinha completa certeza de que aquele menino não estava lá para lutar pelos direitos de ninguém com exceção de si próprio. — Mas agora, só pra tornar essa conversa um pouco mais divertida, me diga a pior e a melhor cantada que você já deu. E nem adianta me falar que nunca deu cantada em nenhuma garota, porque eu sei que é mentira. — Na opinião de Madison, todas as cantadas poderiam ser consideradas péssimas e ineficazes, e apenas eram capazes de conquistar alguém se fossem usadas para fazer com que a outra pessoa se divertisse. Antes mesmo que terminasse a sua primeira proposta, ela continuou, era como se seu cérebro trabalhasse com o dobro da velocidade quando se encontrava naquele estado, o que lhe parecia um tanto quanto estranho e incomum. — Mas espera, que pergunta mais séria você achou que eu faria? Tipo, se você tem algum filho perdido por aí? — Brincou, mesmo que esperasse uma resposta verdadeira vinda dele.
No, but I think you look just like princess Leia|| Arthur & Madison
“O quê? Obvio que não era minha! Nunca tive nenhum animal de estimação. Foi o que eu disse, eu não tenho ideia de como ela foi parar lá. Que pergunta idiota, Mad. Que tipo de pessoa você acha que eu sou?” Falou isso enquanto ria, porém ainda conseguia ver a expressão assustada no rosto da morena. “E talvez nem fosse uma tartaruga de verdade, talvez fosse uma de plástico… Eu realmente não tenho ideia.” Arthur tinha esquecido o quão preocupada com o meio ambiente e amiga era. Boa parte do tempo se sentia tão confortável perto da mesma que era como se tivesse liberdade para dizer qualquer coisa e as falava sem pensar duas vezes.
“Ei, não fale como se fosse ser menos divertido só porque já assistimos o filme algumas vezes antes.” Poderia ter dito algumas, porém a quantidade de vezes que Arthur os havia assistido ia muito além disso. Em determinado momento adquiriu a habilidade de repetir praticamente todas as falas dos seis filmes juntos com os atores. Era um lado nerd seu que poucas pessoas conheciam.
Esperou Mad sentar ao seu lado e encheu a taça de vinho dos dois, levantando o controle em seguida e o apontando para a televisão, dando play no primeiro filme e observando enquanto o texto na tela rolava para cima e a música tema tocava ao fundo.
Uma onda de alivio lavara completamente as duvidas e a tensão da morena naquele instante, não poderia colocar em palavras o quão grata se sentia por não ouvir da boca de seu novo amigo que ele maltratara um animal daquela maneira. — Eu sinceramente acredito que você seria incapaz de fazer uma maldade dessas, e é exatamente por isso que tinha ficado chocada. — Ela simplesmente soltou um riso fraco, perguntando-se como era possível ele não saber se aquilo se tratava de uma tartaruga de verdade ou de plástico e a quanto tempo aquela figura estranha deve ter ficado nas roupas sujas dele até ser encontrada. Secretamente torcendo para que a segunda opção fosse a verdadeira.
Madison tentou fingir sentir-se ofendida com a resposta do garoto. — Não foi isso que eu quis dizer. Mas sejamos sinceros, dificilmente vamos nos surpreender com os filmes essa noite. — Afirmou, soltando um riso fraco. Era engraçado pensar o quão divertido ainda podia ser assistir pela vigésima vez um filme. E por mais que não assumisse isso para ninguém, muitas vezes acreditava que o final de alguma cena poderia ser diferente ao assisti-la novamente.
Assistiu o garoto despejar vinho em sua taça, já temendo as possíveis reações da bebida em seu corpo, afinal Green não era do tipo que bebia muito. Depois de alguns minutos e alguns goles, já sentindo-se ligeiramente alterada por conta do vinho, a menina soltou uma risada tão inesperada que provavelmente assustara o rapaz ao seu lado. — Posso te fazer uma pergunta? — Antes mesmo de lhe dar a chance de responder, ela prosseguiu. — Quantas vezes você já usou o copo do Starbucks como divulgação do seu telefone pras mulheres que vão lá? — Aquela pergunta conseguia ser mais aleatória que a sua risada, mas havia um motivo. Por já conhecer bem a história que se passava no filme, juntamente com a quantidade de álcool em seu sangue, a mente de Madison havia passado por todos os cenários possíveis e impossíveis, e naquele instante lhe lembrara sobre o dia e a circunstância na qual o conhecera, e ficara curiosa para saber se Arthur realmente era melhor conquistador que seu colega de trabalho. E naquela semana, Lilian havia lhe contado sobre um atendente de outra cafeteria que tivera a coragem de lhe passar uma cantada através de um bilhete em um guardanapo.