Desenhando com Medibang Paint

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@maiaarte
Desenhando com Medibang Paint
Assistindo a um filme de guerra na Netflix
A Netflix tem um filme em seu catálogo chamado "Nada De Novo no Front". Ele conta a história (do ponto de vista dos soldados alemães) da Primeira Grande Guerra.
Agora, eu tô assistindo a exatos uma hora, 15 minutos e um segundo de filme. Um ponto interessante do filme é que os soldados sofrem os horrores da Guerra que mexe com os seus psicológicos: medo, horror; necessidade de matar para sobreviver. Não há glamour enquanto combatem em solos franceses.
Com certeza nós percebemos o quanto a guerra é ruim. Qualquer ponto de vista que queiramos oferecer dela, a visão sempre será horrível e terrível.
Ouvir dizer que a geração da Primeira Guerra Mundial ficou conhecida por "geração perdida". Cheia de traumas pós guerra. Em contraste, a atual geração é chamada de "alfa".
Agora, retornarei ao filme. Eu apenas queria me expressar devido a forte emoção que senti, proporcionada pelo filme.
Little Seedlings at Work
Alguns problemas pessoais me deixaram sem dormir. Aliado a isto, estava relendo o livro de Sun Tzu,"A Arte da Guerra", e foquei em um conceito abordado no livro: o Ímpeto.
Entendi, na hora, que o que me faltava: era ser mais impetuoso para combater o desânimo resultante dos meus fracassos. Eu sabia que teria que reagir.
Então, numa noite esta reflexão veio:
"A noite que cai sobre um dia quente, pensei, não trouxe consigo o frio nem o inverno, trouxe nada. Nem notícias boas, nem ruins. Apenas surgiu, como tem feito desde tempos antigos. A noite não se importa se o meu dia [ou teu, amigo leitor] foi satisfatório; apenas surge."
Não quero parecer melancólico, nem um reclamador. Mas deixe-me continuar.
"Pois o meu dia foi [naquela vez] como como o de qualquer pessoa: apenas foi. Passou. Agora, não posso exigir que a noite resolva os meus problemas, posso? Isso é tolice, e nem precisamos discutir. Então, por que espero que ela traga consigo ventos refrescantes, calmaria, descanso, a solução dos meus problemas diários? Por que tenho que esperar que ela caia com um sorriso estampado no rosto tão somente para mim?"
Veja, nem tu, caro leitor, irias querer tal coisa para si. Aquela ideia não é absurda? Concordas?
"A noite caiu. Como tem feito desde sempre. E é isso o que eu vou fazer também: "cair" na real e continuar de onde parei. Até porque eu não sou a Lua eterna, sou finito, por isso cada segundo meu vale muito."
E o teu, caro amigo leitor – quanto vale o teu dia e como vai a tua noite?
Aqui, descreverei a minha técnica pessoal, que chamo de A Arte Suprema da Inspiração, para o desenvolvimento da escrita.
Etapa 1: Acumular o Espírito Artístico
A técnica em si é subdividida em duas etapas principais. A primeira consiste em acumular o espírito artístico. Para isso, é preciso buscar outros artistas que despertem aquela sensação de:
Uau, eu também preciso criar algo assim!
Sempre há algo ou alguém que nos encanta e, como diria a raposinha do Pequeno Príncipe, "nos cativa". Embora isto seja mais comum na infância, os adultos precisam buscar com mais rigor e vigor aquilo que realmente os cative. Uma vez cheio do espírito artístico, liberta essa energia acumulada em forma de textos, amigo leitor.
Ativar agora o teu sharingan para:
roubar receitas culinárias revolucionárias
copiar os teus artistas favoritos e, no processo, lapidar o teu próprio eu artís
— Por exemplo, antes de escrever este post, eu li dois capítulos de sir Arthur Conan Doyle para absorver o ritmo da sua prosa. Isso me deu a energia criativa para começar.
Etapa 2: O Poder da Repetição
A segunda etapa da técnica consiste em repetir todo o processo anterior. Não quero parecer vago, mas a repetição é uma forma poderosíssima de aprender, pois ajuda a fixar o conhecimento. Com o tempo, tu irás notar a fluidez nos teus escritos. Assim, saberás que estás no caminho certo, pois teus textos deslizarão pelos dedos de maneira fluida como a água e serão sólidos pela certeza criativa e clareza textual.
UAU! Nessa etapa, não será mais necessário fazer tantas revisões. Tu já terás a confiança de que te expressaste por completo, como desejavas. Por exemplo, a primeira versão deste parágrafo era confusa. Eu o reescrevi MUITAS vezes (umas dez ou vinte, e acho pouco) até que a ideia ficasse clara e fluida -- assim espero que esteja ( ^ω^).
Por fim, quando te sentires inspirado, não hesite. Expressa-te! Afinal, nunca se sabe quem poderá ser inspirado pela leitura do teu texto.
Por isso, tem em mente que a tua arte (escrita em algum lugar) está à espera de alguém que possa decodificá-la.
Mas atenção: não te sintas fracassado se um leitor não gostar do teu texto. Críticas negativas também fazem parte do processo criativo que aqui chamo de Inspiração, servindo para o real aperfeiçoamento do escritor.
(و ˃̵ᴗ˂̵)\
(ノ◎ω◎)ノ
O Dr. Watson é quem relata as histórias do senhor Holmes, Sherlock Holmes. No Livro "Memórias de Sherlock Holmes", notamos um detetive mais maduro; e as histórias contadas – algumas, pelo menos até o sexto capítulo – partem voluntariamente do próprio protagonista. Ele, Sherlock Holmes, já REVELOU à Watson as suas primeira e terceira história. Também esboçou que nem sempre teve êxito, e que no início da carreira sofreu pela falta de experiência. Coisas bem reveladoras, de fato, para qualquer fã (eu!) da obra de sir Arthur Conan Doyle.
Agora, cheguei ao capítulo número 6 do livro. Nele, Watson descreve sem muitos detalhes que Holmes desvendou um grande mistério que assolava pelo menos três países, mas que não relatararia neste livro – pois trata-se de um livro de histórias curtas, sem grandes façanhas (se bem que os detalhes de Watson torna toda história vivida pelo nosso querido detetive londrino mais que memorável).
Neste capítulo, em especial, após o fato mencionado anteriormente, Sherlock adoece. Parece ser depressão... ou ansiedade... um ataque repentino de nervos. Bem sabemos que o grande detetive costuma se entendiar, frustrar-se, entristecer-se quando não recebe estímulos de casos que o instiguem a usar a arte do raciocínio.
Durante a história, algo parece diferente. Ele sofre, em meio a investigação, um ataque nervoso que chega a assustar o policial do caso. Pois o seu rosto chega a se retorcer. Anteriormente, a história começa com o Dr. Watson convencendo o amigo a se retirar para um interior com o objetivo de relaxar. Como podemos imaginar, chegando lá, os dois amigos foram tragados por um crime local envolto em mistérios.
No fim, Sherlock agradeceu a Watson. Disse que deu certo o plano dele, mesmo que não da forma como havia planejado. Porque a ideia original era afastar Sherlock Holmes de problemas, confusões e de ataques nervosos eventuais. Aliás, foi justamente nesse "retiro" que houve uma melhora no espírito do nosso detetive. O caso em que se envolveu fez com que ele revelasse os criminoso... E mais do que isso, sentisse o gosto puro da adrenalina ao exercer a sua profissão, aplicar os seus métodos dedutivos e, por fim, apanhar os responsáveis de um crime.
Sim, Sherlock Holmes relata suas fraquezas do tempo de jovem à Watson. E em outros momentos, Watson se surpreende com o experiente detetive dissimulando 'errar' na frente de um suspeito com o objetivo de checar suas suspeitas.
Eu ainda não li toda a obra, o capítulo seis sim. Para todos os fãs das façanhas sherloquianas: um até breve, amigos!
dicas na hora de escrever a sua redação
- não queira começar já acertando tudo, a nossa mente que a gente crie uma ordem para as coisas, mas nossos pensamentos vem e vão de forma tão caótica, por isso precisamos organizar, mas essa organização não se dá de forma automática. por isso:
- deixe as suas ideias fluírem, seja no papel ou num documento digital, simplesmente escreva tudo que venha em mente e DEPOIS se preocupe em organizar as ideia;
- faça rascunhos bagunçados mesmo, e não se sinta mal de estar tudo um 'caos' no início, acredite: é dali que sairá uma redação ótima;
- aos poucos você vai construindo os parágrafos, mesmo que seja "quebrado" e aleatório. algo que eu fazia muito na minha época de vestibulanda era simplesmente jogar as ideias e depois sair arrumando as coisas, colocando em ordem. às vezes a conclusão chegava antes do desenvolvimento, e eu escrevia e deixava ela de ladinho e retornava ao resto do texto. depois mudava, aperfeiçoando algo no que havia feito na conclusão;
- treine bastante, se tem uma ideia, simplesmente escreva, não pense demais nas palavras e frases perfeita: a construção vai ser muito melhor depois de você experimentar colocar suas ideias cruas para fora sem censura-las muito;
- deixe o texto "de molho" para ler horas ou dias depois. no Enem e em outros vestibulares isso não será possível, mas enquanto você treina em casa sim, então use e abuse disso: tente ter uma visão 'de fora' do seu texto;
- não se apegue tendo amor à perfeição, te juro que a perfeição está em errar e olhar suas falhas e incapacidades de forma mais calma e aberta.
the many faces of the yaeyama blenny, this charismatic fish 🐟
i found this beautiful fish while scrolling on tumblr and did a reverse search because i had to find out its species name. then since i found it out, it went downhill. now i find myself completely hooked on this wonderfulness of a fish.
are you as shy as a garden eel? or just as splendid as them?
reference:
Psyduck Liam Gallagher ⭐
I was watching Pokémon Concierge and I realized how much I love Psyduck. I think he's my favorite Pokémon now!!!! So yeah I felt like drawing him as Liam from Oasis because I love Oasis too, idk it felt right to make a crossover of two things that I love so much!!
Psyduck madferit!! ⭐
Esse Psyduck vai num show da turnê do Oasis de 2025 ✌️
Hey, I just thought I say hi again, leave a Sirius portrait, and go back to the void 😅
Uhm.. I just wanted animation.. so I am doing this.
( ゚∀゚) Praça do Cristo em Castanhal-PA
Lavandula is a genus of 47 known species of perennial flowering plants in the sage family, Lamiaceae. It is native to the Old World, primarily found across the drier, warmer regions of the Mediterranean, with an affinity for maritime breezes.
Lavender flowers represent purity, silence, devotion, serenity, grace, and calmness. Purple is the color of royalty and speaks of elegance, refinement, and luxury, too. The color is also associated with the crown chakra, which is the energy center associated with higher purpose and spiritual connectivity.
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