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@makezugirai
gossip and chill❜ \ @karen
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Por mais que as duas vivessem naquela eterna implicância uma com a outra, a japonesa sempre achava graça das birras. Principalmente as de Bell, estas eram para Karen, as melhores que já presenciara em sua vida. E olha que já presenciara vários e de todos os tipos em todos os lugares.
“ – Mas você faz os melhores drinks daquele lugar! Nada mais justo, não? Ou pelo menos você me ensina pra eu poder fazer pra nós duas. – ” tentou apelar para a chantagem, fazendo um biquinho para a mais nova direto da cozinha. Fazia apenas o básico do mundo das bebidas, tendo margaritas como a sua favorita por forte influencia de Annabel. “ – Está bom mesmo? – ” indagou ao bebericar de sua taça, deliciando-se com o forte sabor da tequila enquanto deixava seu corpo se relaxar na poltrona confortável. A poltrona era de Bell, mas sempre que a visitava, tomava posse da mesma para si.
“ – É de café e mel, quer mesmo? – ” tomou mais um gole de sua bebida e entrou levantou-se, indo até a mesinha onde havia preparado os seus produtos de beleza. “ – Acho que já posso abrir um salão de beleza. – ” brincou com uma risada. De fato, nos últimos tempos havia adquirido um grande gosto por produtos de skin care, principalmente caseiros. Quase sempre sua casa cheirava a café, mel e outros produtos que usava para suas misturas. Com o potinho com a mistura marrom em mãos, ficou de pé em frente da mais nova, passando a mistura pelo rosto dela. “ – E a Sarah? Me conte como está a situação de vocês duas, eu sinto de longe que ela gosta de você.
– Eu posso ensinar, mas você acha mesmo que eu chego, com a minha beleza já cansada, da boate e quero fazer mais drink em casa? – O tom de manha na sua voz poderia ser ouvido até no Canadá, embora estivesse perdida em outros pensamentos e também no sabor da bebida em seus lábios cheios. Em uma semana normal ela já precisaria de uma ajuda dessas, mas depois dos últimos acontecimentos da sua vida, auxílio para relaxar e deixar tudo esvair é um must. Ainda bem que ela está aqui, Bel pensou, o rosto inclinado fitando a japonesa com certo carinho. Acenou que sim para a pergunta dela.
– Sweetie, eu não sei se é questão de querer ou questão de precisar. – Outra vez exagerada, foi só o cansaço de continuar com aquele seu lado aceso que lhe fez suspirar, permitir que os ombros caíssem e assim também seus muros. Se pudesse, nem falaria mais nada, no entanto, que tipo de anfitriã seria? Não, isso não é uma opção. Sentia-se exausta dos pés à cabeça, mas isso não é culpa da amiga que com todo cuidado passava o produto na sua pele. Annabel tentou não sorrir para não estragar o processo, e a pergunta de Karen até ajudou. – That makes one of us. – Soou quase decepcionada, imediatamente mudando o tom. – Acho que eu estou imaginando coisas e ela não gosta de mim. Eu sei, eu sei, impossível alguém não gostar de mim, mas... Acontece, sabia? De vez em nunca, mas acontece... – A loira suspirou. – Talvez ela seja uma dessas.
The Family Stone (2005), dir. Thomas Bezucha
@makezugirai
gossip and chill❜ \ @karen
pxeachs
O rolar de olhos e o manear com a cabeça já era a marca registrada da japonesa quando na presença da mais nova, não surpreendeu-se com a preguiça alheia em sua própria casa. “ – Mas você sabe onde você guarda as coisas! – ” exclamou diretamente da cozinha, colocando a cabeça para fora da porta. O rosto de Karen era de um puro verde da mascara de abacate que fizera instantes atrás, a toalha em volta do cabelo e o roupão denunciava o “dia de princesa” que as duas mulheres resolveram dar-se de presente. “ – Por que você esconde tudo aqui? Na minha casa é tudo fácil. – ” resmungou ao encontrar a garrafa de tequila, juntando-a com os demais ingredientes sobre o balcão da cozinha. Margarita nunca fora a bebida favorita de Karen, mas acabou por tornar-se a símbolo da amizade ente as duas. Não existia encontro das duas mulheres sem uma boa taça da bebida.
“ – Ah tá bom, pode apostar que eu acredito nisso… Mas é você quem trabalha com bebidas, as minhas não chegam perto das que você faz. – ” dissera na intenção de conseguir inflar o ego alheio e conseguir que ela preparasse uma de suas delicias. Mas a conhecia bem e sabia que poderia não dar muito certo. Assim que terminou com a mistura, encheu as duas taças já decoradas com o sal e limão. “ – Se estiver ruim a culpa não é minha. – ” continuou, em passos lentos de volta para a sala com as bebidas em mãos, entregando uma para Bell antes de sentar-se na poltrona.
Baixinho e de costas para Karen, Annabel imitou o “mas você sabe onde você guarda as coisas” como uma criança provocando outra. Estava com as mãos ocupadas e cuidando do seu bem mais precioso, é óbvio que não ia se levantar da frente da vanity pra ir ajudar a pegar coisas num apartamento minúsculo onde tudo fica praticamente na cara dela. Sigh. Só de pensar no espaço que costumava ter quando morava na Europa e na América do Norte, seu coração ficava fraco. Mas não ia pensar nisso hoje.
-- Primeiramente, eu não minto quando faço uma promessa ou digo que vou fazer alguma coisa. -- Qualquer tentativa de magoar o ego muito sadio de Annabel bate nela e é jogado pela janela. Ela não mente. -- Segundo, não é porque eu trabalho atrás de um balcão que eu quero continuar fazendo o que eu faço lá em casa. -- Concretizou com um sorriso esperto, esticando as mãos para pegar a sua taça. Bebericou apenas um gole pequeno para provar e estalou os lábios. -- You’re a natural! -- Elogiou, tendo gostado de verdade da bebida. -- Now... -- A loira terminou os cabelos e se voltou para a amiga. -- Passa essa máscara do seu rosto em mim também.
not so sure❜ \ @taylor
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A todo instante, a cada segundo que passava, os olhos castanhos se mantinham fixos no rosto de Annabel, querendo ter certeza de cada detalhe de reação que ela tivesse ao perceber o que realmente estava acontecendo ali, e não se arrependeu disso. A risada tomou conta de si, os olhos quase se fecharam, formando um eyesmile, e aproveitou o empurrão que recebeu para ir até onde estava a comida separada especialmente para as duas. - Yah… Não estou sendo fofa, só estou te recompensando por todas as vezes que você esteve comigo nas minhas loucuras.
Era a mais pura e honesta verdade que Taylor podia dizer na vida. Era grata pela amizade que tinha com canadense mesmo que não demonstrasse muito, era bom ter alguém como ela ao seu lado sempre que precisasse, assim como estaria sempre ao lado dela. - Você gostou mesmo? É uma surpresa boa ou ainda está com medo de ser pega? - Tornou a rir enquanto implicava com ela e se sentava no chão, pronta para atacar uma das caixinhas, brancas com escritos em chinês na cor vermelha, que continha frango agridoce, um de seus preferidos.
Falo ou não falo?
O pensamento veio rapidamente, assim como a duvida, a incerteza, a insegurança. Confiava em Bel, mas quanto confiava nela? Realmente não via nela uma ameaça ou perigo iminente, então pensou que talvez valesse a pena arriscar mesmo que pudesse, no final, parecer algo tão bobo para a amiga. - Bel… Sabe, eu queria te contar uma coisa. - O tom de voz foi totalmente diferente do de segundos, onde a voz se misturava com as risadas. Era mais baixo e mais sério, mas a boca estava suja de molho agridoce e o olhar perdido nos pontos brilhantes ao horizonte, seria cômico se não estivesse séria.
-- Isso é o que uma boa unnie faz! -- Annabel ainda tem muitas amarras à realidade que hoje parece utópica dos seus dias aninhada pelo dinheiro dos pais, é verdade, porém em toda e qualquer situação que lhe lembre o que é mais importante do que o dinheiro, como a amizade verdadeira que tem com Taylor, a deixa mais forte e segura de que pode e que vai crescer muito ainda nessa vida.
-- Eu pareço com alguém que está com medo de ser pega? -- A loira questionou de forma retórica, abrindo os braços para mostrar seu estado: sentava no chão, com as pernas cruzadas, uma caixinha branca na mão esquerda e hashi na mão direita, se mostrando muito carefree, algo inimaginável na cabeça dela alguns meses atrás. Tudo graças à Taylor. Bel riu e voltou a comer, se distraindo com a vista incrível que tinham. É tão pequena. Literalmente, se perto da mais velha sua estatura já é algo pouco, comparada ao resto do mundo lá fora e aos problemas ao seu redor, ela se tornaria ainda menor. Não que goste de pensar nessas coisas, faz com que seu cenho fique franzido e isso causa rugas, então prefere voltar sua visão para dentro de si mesma e aqui tem espaço de sobra.
-- Hum? -- A canadense acordou do seu devaneio, lentamente se dando conta do que tinha acabado de ouvir. Revoltada, ela colocou o que tinha nas suas mãos no chão e cruzou os braços. -- Taylor, se você for estragar esse momento dizendo que você está doente e vai morrer, eu juro que te jogo daqui de cima mesmo. -- Apesar do tom de ameaça, a mudança drástica e rápida de clima lhe deixou apreensiva demais.
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Devido ao horário, era muito improvável que alguém aparecesse e pegasse as duas invadindo o prédio, afinal, Taylor levava para vida uma simples frase: “Se quer fazer merda, faça bem feito”. Claro que a técnica de nunca ser pega, ou talvez quase nunca, foi sendo aprimorada de acordo com o passar dos anos e essa era a sorte de Annabel.
Quando enfim chegaram no último andar que o elevador podia ir e as portas de ferro se abriram, Taylor já nem se importava mais com o drama que a amiga fazia, apenas continuou conduzindo-a para o destino final. - Espero que não se importe de subir um lance de escada. - Proferiu a frase com certo sarcasmo, acompanhado de um sorriso curto no canto dos lábios avermelhados.
Sem nem ao menos esperar para ver a cena que ela faria, tratou de puxa-la mais uma vez para as escadas, mal iluminadas e sem nenhuma ventilação, o ambiente perfeito para alguém claustrofóbico ter uma crise. Mas graças as pernas longas, chegou rapidamente sem fazer muito esforço em uma porta de ferro. - Agora você vai saber o que viemos fazer aqui. - Quebrou a continuação por um instante apenas para abrir a tal porta e revelar que estavam no terraço do prédio. Dali podiam ver a cidade do alto, brilhando com suas luzes artificiais. - Bem vinda ao seu descanso de beleza. - E revelou em algum ponto algumas caixas de comida chinesa esperando para serem comidas pelas duas mulheres. Taylor não costumava fazer coisas fofas ou atenciosas como essa, principalmente na presença de Annabel, mas sabia como a amiga sempre reclamava das ideias loucas, então tratou de preparar algo mais tranquilo para que ela percebesse que nem tudo era uma loucura para Hwang.
O que eu fiz para merecer essa punição?
Annabel cogitava simplesmente desistir no meio do caminho, ou até mesmo usar as mãos pra ajudar a subir, só que uma olhada para o chão pouquíssimo iluminado foi o bastante para que a loira se lembrasse de estar num prédio desconhecido, highkey shady, e numa escada onde milhares de pés desconhecidos devem ter pisado -- é óbvio que as suas mãos com níveis creepy de hidratação não iam tocar aquilo ali, né.
Foi só quando chegaram ao topo que ela se deu conta que a única pessoa que poderia matá-la àquela altura era sua unnie e Taylor não faria isso, certo? Certo? Com o olhar atento, se acostumou às diferenças de luz e então conseguiu ver o que estava acontecendo. De repente, qualquer sinal de grumpiness dentro de si derreteu e a coreana-nascida-canadense escondeu os lábios com as palmas das mãos, parada à distância, com os olhos brilhando mais do que as estrelas logo acima.
-- Yah... -- Empurrou a mais alta com a destra e começou a rir, como uma criança, se aproximando aos pulos de todo aquele cenário preparado pela outra. -- I can’t believe you did this! -- O sorriso nos seus lábios era tão largo que já começava a doer as bochechas. -- And I was being such a jerk! -- Trocava olhares entre as comidas e a amiga, vez ou outra rindo entre as palavras e sem saber como reagir. -- 고마워 언니 -- Agradeceu com a voz baixa, e as mãos entrelaçadas na frente do corpo e os ombros demonstrando um segundo só de arrependimento antes de voltar ao normal. -- Quem diria que você sabe ser fofa, hein?!
gossip and chill❜ \ @karen
Com uma mecha de cabelo nas mãos e uma colher na boca, Annabel meneava a cabeça com veemência.
-- No way. -- Falou com dificuldade, olhando para Karen pelo reflexo do espelho logo diante de si. -- Eu tenho tudo pra fazer margaritas por aí, você não deve ter procurado direito. -- A princesa deveria se levantar e ajudar, já que é o seu apartamento e ninguém melhor que ela (talvez) fosse saber onde está tudo. No entanto, seu cabelo estava recebendo muito carinho do creme de hidratação e o sorvete não ia se acabar sozinho.
Ela sorriu quase como se pedisse desculpas para a amiga de descendência nipônica, mas só parecia mesmo ser cara de pau. Não queria levantar, não queria deixar o cabelo esperando e muito menos o pote de Ben & Jerry’s. -- Eu prometo que faço a próxima rodada. -- Tentou se corrigir, para convencer sua companheira e evitar que esta ficasse chateada. | @pxeachs )
not so sure❜ \ @taylor
xbanobody
Teve que usar um pouco de força para conseguir arrastar, literalmente, Annabel para dentro do beco e enfim, para dentro do prédio, mas ainda assim tinha que controlar para que não acabasse rindo, afinal, o drama que a canadense fazia era tanto que chegava a ser engraçado, não era como se fossem morrer ou levadas para um presídio… A menos que fossem pegas invadindo um prédio. Aquele pensamento fez Taylor deixar uma risada nervosa escapar pelos lábios. - Shh… Você quer ser pega pelos seguranças? Eu vou dizer que foi você quem me obrigou. - O tom de voz era bem mais baixo que o normal, sussurrava para a Lee enquanto a puxava pelas escadas, ainda segurando seu punho.
O objetivo era pegar um elevador de serviço que ninguém usava naquele prédio, logo, não tinha câmeras de segurança, mas andar com alguém se tremendo de medo de morrer por motivos inexistentes deixava a missão um pouco, ou talvez muito, complicada. Porém, sagaz do jeito que Hwang era, conseguiram chegar no elevador, e assim que empurrou a amiga para dentro do mesmo, tratou de apertar o botão que levava ao último andar. - Está mais calma? Ninguém vai nos ver, hm? - Olhava para ela com certa preocupação enquanto levava a mão até a lateral do rosto alheio e lhe apertava a bochecha antes de fazer uma careta. - Don’t worry, we’ll be fine. - E por fim voltava a imitar o sotaque da amiga apenas para tentar descontrair um pouco o clima.
É uma coisa que ela não consegue ignorar: seu próprio cabelo. É impossível. Por exemplo, enquanto carregada para o local da sua morte, contra sua vontade, Annabel podia sentir os fios luxuosos balançando ao redor do seu rosto, dos seus ombros, até cobrindo seus olhos de vez em quando por ela não parar de chacoalhar a cabeça. E de repente o pensamento veio... E se, ao me matarem, eles cortam meu cabelo para vender? -- I don’t wanna be buried bold. Please don’t let me b- -- Mas calou a boca por causa da ameaça da mais velha, os lábios formando um bico choroso enquanto ela fazia a única coisa que podia fazer, fungava exageradamente como se fosse começar a chorar a qualquer segundo. A mera imagem de ser enterrada sem cabelos arrepiou até a sua alma.
Annabel olhou ao redor da caixa metálica onde se encontravam, de alguma forma mais confortável do que no beco escuro e ventilado. Ela também fez uma careta, mas de dor, ao ter sua bochecha apertada. -- Yeah, right. -- Bufou e cruzou os braços, olhando para as madeixas douradas que quase conseguiam tocar seu pulso de tão longas. Eram seu bem mais precioso, ainda mais agora que não tem dinheiro algum. Annabel suspirou e permaneceu em silêncio, pensando nos cabelos, enquanto o elevador chegava ao seu destino. Com cautela, piso fora do mesmo e olhou para os lados, novamente procurando pelo assailant que esperava pular de alguma porta, mas ele nunca apareceu. -- Você pode, por favor, me dizer o que estamos fazendo aqui?
the power this has
@xbanobody
blvemotion·
O loiro encarava indeciso a paleta de sombras recém-adquirida, agora possuía muito mais opções para ser tão extravagante o quanto quisesse. Sam, sentia que fazia parte da paisagem noturna da cidade, quanto mais cores melhor, não seria diferente aquela noite. A voz da ex-namorada não o fez tirar a atenção da maquiagem, sabia que era ela e isso bastava, só não sabia ao certo o quê Annabel queria ali já que, percebera, ela vinha-o tratando com certa indiferença desde que terminaram. “Olá, meu bem.” falou, cumprimentando-a com batidinhas nas costas. “Claro, tá’ ansiosa?” respondeu, enfim encarando profundamente os olhos castanhos da mulher. “Você… Veio pedir para que eu toque a nossa canção, não é? Confesso que eu planejava um set mais techno para hoje mas ‘Not Spring, Love, or Cherry Blossoms’ pode ser encaixada de alguma maneira, você sabe que eu adoro desafios.” sabia que não seria esse o motivo, mas não queria perder a oportunidade de tirar um sorriso ou deixá-la levemente irritada, foram ambas expressões que o fizeram se apaixonar pela moça algum tempo atrás.
Ninguém no universo nunca seria capaz de dizer o que, de toda aquela resposta de Sam, havia atingido o ego de Annabel com mais força. Do meu bem à batida desinteressada nas costas, à seleção de palavras seguidas escolhidas por ele cujo motivo só podia ser pisar na beldade canadense. Seus punhos se fecharam e o sorriso se tornou extremamente desconfortável. Bel arrumou a mecha da cabelo que estava por trás da orelha, liberando-a do sufoco, e liberando também um ar quase furioso pelos lábios carnudos. -- Funny, eu nem sabia que a gente tinha uma canção só nossa. -- Ela tentou se manter por cima, jogando no quinto dos infernos o plano de ser mais adulta em relação aos dois. Isso é guerra e Annabel Lee vence todas as guerras. -- You can’t really blame me, durou tão pouco tempo que eu quase não consigo registrar como um namoro válido hoje em dia.
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