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@maliahlls-blog
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“Nossa, Max. Você tem uma quantidade absurda de roupas.” Disse enquanto encarava seu guarda roupa, como se não já fosse óbvio demais. O armário de Malia sempre foi mediano, não possuindo uma variedade tão grande de roupas. De qualquer forma, ela nunca se importou com moda, optava sempre por usar roupas escuras, a maioria da cor preta. “Eu não sou uma especialista, mas eu posso dizer com clareza que todas essas roupas juntas devem custar milhões de dólares.” Riu, pegando um dos vestidos. “Esse aqui é lindo.” // @mbrdxt
[ text ]: I’ve watched so much Peppa Pig I am reaching my point of insanity. (Mary)
[ text ]: jesus, i can’t imagine
[ text ]: tente fazê-la assistir outra coisa. Talvez algum desenho no Cartoon Network? Eu amava quando era criança.
@marygwn
"I'm not nervous" ( Elijah )
“Você parece que está!” Observou, dando de ombros. “C’mon! It’s just a party.” Para Malia, uma festa era apenas uma festa, não havia nada demais em torno disso. Gostava de estar no meio de pessoas, do som alto e de todas as sensações que momentos como aquele poderiam trazer. De certa forma, ela sabia que Elijah era diferente, mas, à grosso modo, não conseguia entender bem até que ponto isso acontecia, ou aonde suas limitações começavam ou terminavam, afinal, ele conseguia lidar com uma faculdade, por que não com uma festa? “Se você se sentir incomodado com o barulho, você pode começar a pensar em átomos ou aquelas coisas esquisitas de química... Mas se a experiência for realmente uma bosta, eu prometo nunca mais tocar no assunto ou te arrastar para um lugar desses.” // @rothwll
rothwll:
Simplesmente não havia como Elijah seguir mais com àquele dia. Estava farto. Não passava das duas e quinze da tarde e a mudança na rotina já o deixava irritado e exausto. Uma das aulas foi cancelada na parte da manhã o que já o frustrou; na parte da tarde, o professor faltou mas mandou um estagiário que, em sua opinião, era um tremendo inútil. O homem errou procedimentos básicos e simples, o que acarretou em Elijah interrompendo a aula para lhe dizer onde existia um erro; o que não terminou bem. O estagiário não gostou de ser contrariado e Elli disse-lhe na cara dura que ele não tinha competência para estar ali na frente se ia continuar explicando errado para os leigos que os circulava. Ou seja, além de aparentemente ofender o estagiário, ofendeu os colegas de classe. O que, sinceramente, ainda não tinha entendido bem. Estava apenas dizendo a verdade. Então não, a segunda-feira não ia bem. Emburrado, tentou salvar o dia com indo para o café favorito, iria pedir seu lanche e ir para casa depois de comer. Mas, claro. A vida não iria lhe facilitar. Havia alguém em sua mesa. Com a bandeja em mãos, caminhou até o local. ’ —— Perdão, está no meu lugar. Poderia ir para outra mesa, por favor?’ @maliahlls.
O dia estava sendo um tanto cansativo, não apenas pela quantidade absurda de conteúdo que era jogado na cara dos alunos, mas também pelo fato de Malia ter cometido o erro de acumular uma quantidade imensa de matérias. O horário do almoço foi usado para compensar esse tempo. Enquanto comia, ela dava uma lida em um dos livros, apesar de não conseguir prestar a atenção requerida, uma vez que os burburinhos atrapalhavam sua concentração. Mal notou que tinha companhia até ouvir alguém falando com ela. Malia o encarou, deixando uma risada escapar de seus lábios, pois acreditava que o pedido do garoto se tratava de uma simples brincadeira, algum jeito estranho de começar uma amizade, no entanto, quando não viu nenhum resquício de sorriso, ou qualquer outra coisa que indicasse sarcasmo em suas palavras, a expressão divertida de Malia fechou-se, dando espaço para um ar mais sério. “Cara, há outras cadeiras por aqui.” Disse, apontando para uma cadeira vazia próxima à ela. “Senta aí, prometo que não tenho nenhuma doença contagiosa.” Brincou, abaixando a cabeça e voltando sua atenção para o livro.
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❝Please, go ahead and kill me.❞ {margot}
“Margot, pare de ser tão dramática.” Malia praticamente cuspiu as palavras. Estava com tanta raiva que fechou os punhos, contendo o impulso de soca-la. Em momentos de tensão, ela simplesmente não pensava, apenas fazia qualquer que fosse o estrago, mas sabia que se resistisse à tentação e simplesmente quebrasse o nariz de Margot, seus problemas continuariam ali. Ou pior, acabaria arrumando mais um. “Get the fuck out of here, stupid bitch.” // @fucking-margot
[text] i seriously don’t know what i’d do without you.
[text]: oh, i know
[text]: i’m the best
fucking-margot:
— Achei que tivesse percebido meses atrás que de burra eu não tenho nada. — Não pode evitar rebater no mesmo nível, ainda se se sentisse como uma criança fazendo aquilo, Céus, ela queria trégua de todo aquele drama que envolvia as duas, ainda que não quisesse pedir desculpas uma segunda vez par a ruiva. Revirou os olhos quando a outra verificou o celular e passou as mãos pelos fios claros, ajeitando o coque no topo da cabeça. — Inferno Malia, não tenho nenhum toy boy e não sou como você que sempre gostou de andar por ai com ele em uma coleira desfilando. Nunca nem ao menos ficamos uma segunda vez. — Bufou estressada fitando a ruiva, tentando continuar sensata. — E pare de falar sobre minha esperteza porque sabemos que quem falhou em tudo foi a sua que não fez com que percebesse antes o cara tóxico que chama de namorado. —
“A única coisa que percebi há meses atrás foi a péssima amiga que você é.” Rebateu, aumentando o tom de voz. Malia não acreditava que ficar com o cara que a amiga gostava poderia ser considerado um sinal de inteligência, muito pelo contrário. “Ele nunca foi meu namorado, Margot. Aliás, estou feliz por não ter sido.” A situação seria bem pior se os dois tivessem namorado, mas mesmo que não houvesse rolado nada sério entre Malia e o garoto, ainda sim, Margot sabia sobre os seus sentimentos, porém, não os levara em consideração em momento algum. “Ah, não houve uma segunda vez? Eu deveria te aplaudir por isso? Deveria estar feliz? Fuck you, Margot! Isso não melhora a situação.”
fucking-margot:
Margot revirou os olhos quando a outra tentou mais uma vez derrubar a porta com seus braços fracos. —- Obrigada pela genial colocação Malia. —- Falou para a ruiva que um dia havia sido uma das suas melhores amigas. Olhou para as paredes brancas do banheiro do quiosque e sentiu-se pela primeira vez no dia super exausta. Virou-se para a outra, tentando manter o estresse longe para não acabarem em outra discussão como sempre faziam; ela não daria o braço a torcer tão facilmente, apesar de um dia já ter pedido desculpas a outra, apesar uma vez. —- Me diga que tem o seu celular ai? Deixei o meu com um amigo enquanto vinha. -— Cruzou os braços embaixo dos seios, expressando sua irritação de estar presa ali com ela enquanto a festava rolava lá fora.
“Por favor, Margot. Pare de reforçar o esteriótipo de loira burra.” Disse, referindo-se ao celular deixado para trás. Obviamente, a atitude da garota pouco tinha a ver com a sua capacidade de pensar, no entanto, Malia jamais perderia a oportunidade de alfineta-la. Pegou o celular do bolso e checou o sinal, mas como o esperado, não tinha o suficiente para fazer ligações e a bateria estava quase no fim. “Droga! Está sem sinal.” Bufou, guardando-o novamente.”Provavelmente o seu boy toy irá sentir sua falta e procurar por você, não é? Me diga que você foi esperta o suficiente para dizer onde está.”
Pela terceira vez, Malia empurrou a porta com força, seguido de um chute com a mesma intensidade. Porém, a garota não era forte o suficiente para conseguir derruba-la. “Alguém trancou a gente aqui.” sabia que o soco não faria nada além de machuca-la, mas mesmo assim, não se importou em esmurrar o objeto mais uma vez. A última coisa que desejava era estar ao lado de @fucking-margot, saber que não poderia fazer nada para mudar tal situação a deixava ainda mais irritada.
mxkxlangford:
Colocou uma mão sobre o peito, em sua melhor versão de ofendido. “Você realmente acha que eu faria algo assim? Nunca faria nada para humilhar outra pessoa.” Mas seu tom veio dotado de uma falsidade tão grande que nem ele próprio comprou. Pôs-se então a rir, enquanto mantinha o olhar vigilante ao redor, tentando reparar qualquer pessoa que estivesse olhando na direção dos dois. Mas acontecia que grande parte delas estavam, o que dificultada exponencialmente seu trabalho. Com um pouco de relutância, deixou o assunto para lá, voltando-se para ela. “Eu duvido que você consiga virar uma tequila” pronunciou, pesando a voz. Sabia que a melhor forma de conseguir que uma pessoa fizesse exatamente aquilo que queria era dizer que ela não era capaz. Essa entonação de desafio entremeado a inferiorização puxava o que tinha de mais competitivo nas pessoas. Geralmente essa sua tática funcionava muito bem. Confirmou isso quando ela lhe solicitou os shots. “Agora você está falando a minha língua.” Voltou-se ao barman, solicitando as shots e ele lhe deu prontamente. Seis, no total. Três para si e três para ela. “Agora contarei de 1 a 3 e veremos quem consegue virar esses três primeiro.”
“Você tem certeza, Mike? Eu não quero ter de carregar ninguém para casa depois.” disse antes de pegar um dos shots servidos. Esperou atentamente pela contagem de Mike e ao chegar ao três, Malia virou o shot rapidamente, mal parando para respirar quando pegou o próximo, virando-o com a mesma agilidade. O líquido descia queimando em sua garganta, não demorando para deixa-la tonta. O terceiro foi pego com um pouco de dificuldade, considerando que sua coordenação motora já se encontrava bem mais afetada, porém, não demorou para engolir o líquido, batendo o copo sobre o balcão e virando-se para o garoto. “Who’s the winner?” gritou, jogando as mãos para o alto. “Viu? Eu disse! I’m the best!” gargalhou, apoiando as mãos sobre as mãos no banco mais próximo na intenção de equilibrar-se. “E eu ainda nem estou bêbada.”
lunamrshll:
﹡ ╰ ‘ isso malia, ri da desgraça da amiga ao invés de ajudar. ’ disse, ou melhor, tentou enquanto a criança puxava seus cabelos ‘ ah ! ’ gritou baixo. ‘ nananinanão, não pode fazer isso, bad baby. ’ disse séria olhando o bebê nos olhos, que começou a rir. ‘ viu, nem um bebê consegue me levar a sério. ’ o comentário da outra fez a cara de luna ficar mais séria ainda ‘ vira essa boca pra lá, hills. ’ exclamou nervosa, agora vários cenários passavam por sua mente, e se a menina não voltasse ?
“ela deve pensar que você está brincando, luna.” deu uma risada, aproximando-se das duas e encarando o bebê com curiosidade. “deveríamos dar um nome à ela.” provocou, voltando seu olhar para a amiga enquanto esperava sua reação. “você gostou da sua nova mãe, coisinha?” voltou sua atenção para o bebê, usando uma voz melosa semelhante àquelas que costumam ser usadas com crianças.”ela vai cuidar de você agora.” a menininha sorriu, fazendo malia sorrir também. “a bebê gosta de você, lu. já é um bom começo.” tocou seu ombro, dessa vez, assumindo uma postura séria. “estou brincando, ok? vamos rezar para esta mãe voltar. eu vou dar um esporro nessa mulher quando ela aparecer. que tipo de pessoa larga uma criança assim?”
“ eufray!” a chamou, quase em um grito. Caminhou em sua direção dando pulinhos, de modo que a areia se espalhava e grudava em sua pele. “A ideia de fazer uma festa na praia me pareceu boa no início, mas agora que estou toda suja de areia e acho que posso ter mudado de ideia.” deu de ombros, entregando-lhe um drink. “Pedi para você. Gosta de Piña Colada, não gosta?”
mxkxlangford:
A voz veio súbita de trás de si, o que o fez virar-se em um jato como se estivesse se preparando para encarar algum perigo. “Mano, que susto. Podia aprender a chegar com mais delicadeza nas pessoas. Com um susto assim algumas coisas fecham e outras nunca entram.” Falou, percebendo a voz enrolada por conta da quantidade de bebida que tinha ingerido. Ainda estava consciente, então estava tudo tranquilo. “Ah, quem é? Me mostra!” falou, com o rosto voltando-se ao redor em busca de quem ela falava. Mas tinham milhares de pessoa naquele lugar e não conseguiria achar um desconhecido que não sabia nem o rosto assim do nada. “Está devendo mesmo e não apenas uma cerveja. Eu desafio a virar uma tequila! E o melhor, sem o limão.” Dotou-se de sua melhor expressão desafiadora e sorriu enquanto direcionava-se ao balcão sem aguardar pela resposta.
“Quê?” juntou as sobrancelhas, formando uma ruga entre elas. Mesmo que tentasse entender, sua frase não fazia sentido algum, de modo que Malia soltou uma risada. “Não vou mostrar, você vai falar com ele!” protestou, tentando de alguma forma não olhar na direção do homem e acabar o entregando. Porém, a quantidade de pessoas era enorme, talvez Mike não chegasse a conseguir vê-lo, mesmo se a ruiva apontasse. “Você acha que eu não consigo virar uma tequila?” caminhou rapidamente na direção do outro, questionando-o em um tom de voz incrédulo. “Mande três shots para mim e eu ainda continuarei de pé.” não era verdade, a garota já estava um pouco bêbada. Aquela quantidade toda de álcool só iria piorar sua situação, mas ela não poderia deixar de se mostrar um pouco.
Não fazia frio naquela noite, mas a temperatura do mar estava baixa, de modo que toda as vezes em que as ondas tocavam seus pés, Malia dava um pulinho, seguido de uma risada. Obviamente, agia de forma exagerada por estar levemente embriagada. “Eu duvido você entrar na água.” Disse para drewpetersen, dando um longo gole em sua bebida. “Vai, quero ver se tem coragem. Aposto cinco dólares.”