Há um preço para aquilo que valorizamos na vida.
Ana Maria Peres
No title available
sheepfilms
noise dept.
Keni
Sweet Seals For You, Always
Alisa U Zemlji Chuda
will byers stan first human second
Monterey Bay Aquarium
NASA
Xuebing Du

oozey mess
No title available
hello vonnie

Product Placement
wallacepolsom

@theartofmadeline
h
styofa doing anything
occasionally subtle
DEAR READER
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Germany

seen from United Kingdom
seen from Pakistan
seen from Pakistan

seen from South Africa
seen from India

seen from Russia

seen from United Kingdom
seen from Senegal

seen from Senegal

seen from Türkiye
seen from Senegal

seen from Senegal
seen from Kenya

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
@manasbomcaminho
Há um preço para aquilo que valorizamos na vida.
Ana Maria Peres
Não dá para excluir uma pessoa, sem excluir a si mesmo.
Ana Maria Peres
Encontros
Somos sortudos. Tantos procuram e não encontram. A essência sempre existirá. Pela milésima vez, amor.
Houve gratidão, sem arrependimentos. Mesmo não sabendo se despedir. Sempre houve, o amor.
Desde muito antes.
Entregamos ao céu e as estrelas. Há uma razão para tudo isto. Podemos nos perder, assim como, nos encontrar.
Ana Maria Peres - abril/2020
Justa beleza
Como foi bom estar, ainda que corriqueiro.
Apenas no imaginário, agradável conexão.
Leve como uma pluma amabilidade absoluta gentileza genuína.
Sorriso encantador, que sorriso! deseja dormir nos braços deste sorriso capacidade de conexão virtude da magia pessoal.
Ana Maria Peres - abril/2020
Sentidos selvagens
“...se uma mulher conseguir manter esse dom de ser velha quando jovem e jovem quando velha, ela sempre saberá o que vem depois ...”
Essa frase é bem significativa e por esse motivo me interessei mais ainda sobre esse Capítulo: “O uivo: a ressureição a mulher selvagem”
Ler e reler Clarissa Pinkola Estés talvez seja uma meta revolucionária, para mim. Vou procurar compartilhar alguns insights que tive. :D
Por meio de metáforas os capítulos se apresentam numa construção ou reconstrução do empoderamento da mulher ao reaver seus sentidos selvagens instintivos.
Questionamentos surgem sobre como está minha alma? Qual o desejo dela? Como ser aquilo que se quer ser? O quanto há de reprimido nessa mulher?Histórias mal resolvidas, conexão com um passado doentio, dores da adolescência; tudo isso promove a uma mulher, inconscientemente, ficar sem rumo.
Onde ficou solto o seu grito? Ou ele está represado?
O livro contém citações da importância da mulher derramar tudo que está contido em sua alma. É aquilo que falamos de lavar a alma. Ao se derramar essa mulher selvagem se revitaliza, pois estamos numa fase de reconstrução, para nos tornarmos aquilo que queremos ser. Mas há muito a ser feito, e que bom que seja assim!
A mulher selvagem passou por tempos de deserto, onde precisava se firmar. Mas agora existe uma nova clareza e oportunidades.
... o deserto é um lugar em que a vida se apresenta muito condensada. As raízes das plantas se agarram à última gota d’ água, e as flores armazenam umidade abrindo apenas de manhã cedo e ao final da tarde. A vida no deserto é pequena porém brilhante, e quase tudo que acontece tem lugar no subsolo. Essa descrição é semelhante à vida de muitas mulheres...
Porém todas nós que já caminhamos muito, e existe uma possibilidade de aumentarmos os passos já dados e chegar num novo patamar. As mulheres já foram, por muito tempo, impedidas de viver livremente; inclusive por resquícios de um tempo muito antigo.
A mulher que já está no caminho pode ter sonhos com homens bons ou ruins, mas esse arquétipo surge para alertá-la positivamente, indicando que deve seguir a jornada, pois está ficando mais forte e resiliente. Muitas de nós possivelmente estão deixando o talento, a arte e toda a capacidade de criação por questões de uma psique com conceitos limitantes.
... o sonho com o homem sinistro é apavorante, e os sonhos apavorantes com enorme frequência são muito bons para a criatividade...
Portanto sempre que sonhar com homens sinistros e apavorantes fique feliz, pois há um caminho lindo, cheio de oportunidades e realizações com o seu talento que é nato. Mas aguarde, os homens terríveis dos sonhos, ao perceber que não altera mais a sua psique se tornarão mais apavorantes. Assim, é fundamental que tenhamos pensamentos positivos, eliminar todo início de depressão. Toda negatividade deve ser descartada.
...devemos proclamar nossa verdade em alto e bom som....
Procure prestar atenção à sua intuição. Faça perguntas, seja curiosa. Aja com base no que sabe ser verdade.
Torne-se uma verdadeira Mulher Selvagem, superando todos os obstáculos, chegando aonde quer chegar.
... não importa que tipo de pressão tente reprimir a expressão da alma da mulher, nada disso pode alterar o fato de que uma mulher é o que é, e que sua essência é determinada pelo inconsciente selvagem, o que é bom....
Por meio de sua credibilidade é que as pessoas vão confiar em você.
Ana Maria Peres
Que delícia.... liberdade do ser
Fique ao lado de pessoas corretas e certas
Ana Maria Peres
“Saudade é pra quem sente amor.”
— Gabito Nunes.
Olhando o passado
Não é o primeiro dia. Grandes ilusões. Grandes momentos. Passear por vastos jardins. Divertida ilusão. Já consegue ver as possibilidades. Não se considera boa para fazer amizades. Tenra ilusão. Como não lembrar, não foi nada bom. Quais são a condições? Ilusão, pura ilusão. Qual é o rumo? Enxerga à direita, à esquerda, abaixo e ao alto. As idéias começam a clarear. É quando a ilusão começa ficar cada vez mais afinada. Todos os dias foram iguais. Com certeza ão iguais. Mesmo não sendo tão divertidos. Permanece olhando o infinito.
Pode crer. Ela sorri. Ainda que sinceras e claras ilusões. Sem sombras. Lá, ao fundo, bem depois do infinito um grande Sol. Ilusões. Iluminadas ilusões. [Fev/2020]
Ana Maria Peres
Poder viver e ver
É como se fosse um montinho de areia. Uma areia fina e muito branca. É a água do mar, que chega e toca suavemente. Ali surge um formato único, naquele pequeno espaço. É a vida. A transformação da natureza. A sombra lembra uma melodia de piano. É a nota que ressoa no coração. Neste lugar distante. É a natureza que se multiplica ao longe. As pessoas sentem. Sentem que fazem parte. É o cenário, a reverência. São levadas ao centro, ao pico. É o ponto mais alto, é quando se apercebe do tamanho. O tamanho do ser humano! É quando se apercebe a grandiosidade da natureza. Até parece que o tempo parou. É sua altura que se perde de vista. Nas alturas, as nuvens mais lembram anteparos. É o caminho estreito que requer esforços. O sobe e desce é assustador. É a vegetação resiliente, totalmente distante das cidades. O tempo não passa. É o homem do tamanho do homem. Insana comparação, insana competição. É lá em cima que o homem se encontra com o sagrado, o santuário. É onde se encontra, Paz. A conexão com a ancestralidade é a força e a fé que a nós foi dada, por herança. A natureza tem seus recursos, tem vida, tem sabedoria, tem acolhimento. É sempre disponível. Fiquem tranquilos, podem viver e ver. [homenagem às montanhas, dez/2019]
Ana Maria Peres
Signo sinal
O signo sinal da humanidade. E ele? todo de branco. Vivente. Na complexidade da vida terrena. A busca é plena. A resposta é serena. Que a todos revelam, e se elevam por meio de lágrimas, do encontro das conexões.. [20016 meditações Vangogh]
Ana Maria Peres
Uma entrega para dona Isaura
Eu posso. Agora sei. A natureza é esplendida em suas possibilidades. Tudo é permitido. A lua vai, ela pode. O sol vem ele pode. Explosão, só se for de criação. A negação é pura limitação. O fogo é para um, e é luz para o outro.
A aceitação é a vazão para uma nova visão. Uma visão conhecida, ainda que para alguns, não. Tudo é. Tudo pode estar. Agora, sei. Leva vento, leva água e levar o ar. Traz amor, vida e compaixão. Para tudo que veio e para o que há de vir. Liberação de toda limitação. Há espaço somente para a criação. No novo mundo, tudo é, e pode estar. Agora, sei. [professora da 4a. série]
Ana Maria Peres
Tudo emana. Sem parar.
Olhe para o alto. Tudo é completo e está correto. Há ordenação. Eleve o coração. Medite numa oração. Não lhe cabe a solidão. O que justifica a inquietação. O riso vem do coração. A centelha divina, com profunda reflexão. Libera toda ação. Admoesta esta razão. Dela advém toda sufocação. Na revisão da visão. Há um mundo de perfeição. Mundo este que lhe traz a divina revelação. De onde tudo emana a verdadeira razão. Dissipa a lágrima, dissipa sem parar. Num irreverente sorriso, tudo transformar.
[2016 meditação vangogh]
Ana Maria Peres
Vaso com doze girassóis, da qual esta pintura é parte, durante o verão de 1888, antes da chegada de Paul Gauguin à sua casa em Arles. Embora tenha planejado criar doze dessas pinturas, ele conseguiu realizar somente quatro antes que o outono colocasse fim à estação dos girassóis. Fonte: Universo dos livros.
Lágrimas que abraçam
Você me deixa. Ausência de abandono. O amor na aproximação do ser. No abraço, o acolhimento. O acolhimento não se cabe, diante a imensidão. A conversa resplandece. A energia enaltece o coração. A conversa no sorriso marejado, pelas lágrimas. A emoção da experiência da emoção. Lágrimas que falam o idioma dos anjos. Catalizadores são. Os colares no pescoço, são os presentes da caminhada. [2016 meditação com vangogh]
Ana Maria Peres
Jovem Camponesa com chapéu de palha sentada no trigo, 1890. Acredita-se que esta pintura tenha sido realizada em Auvers-sur-Oise durante os últimos meses de vida da van Gogh, e que, nela, ele retrate a mesma mulher presente em sua outra pintura desse mesmo período. Menina de Branco. Fonte: Universo dos Livros.
Direcione sua energia para criar algo de melhor. Qual o motivo de tanto auto-engano?
Ana Maria Peres
Estrelas em suas mãos
Olhe em suas mãos. Nelas há estrelas da iluminação. E à sua direita está o fogo de toda solução a esperança de toda libertação. Abra os olhos meu irmão, somos todos um nessa nação. O amor se revela pela união deixe de lado toda opressão E viva também, pelo coração.
Em suas mãos há a história de sua missão, e pela contemplação acessará o brilho da iluminação, que sempre estará à sua disposição. [2016 meditação vangogh]
Ana Maria Peres
Velho triste (no limiar da eternidade), 1980. Esta pintura foi realizada durante a estada de van Gogh no hospício e Saint-Remy-de-Provence, poucos meses antes de seu suicídio. Baseado em uma litografia de van Gogh de 1882, ela retrata um pensionista e um veterano de guerra que o pintor conheceu em um abrigo em Haia. Fonte: Universo dos livros.