Dor...
A dor que acalenta; a dor que tripudia; a dor que dilacera.
Dor é algo psicológico, diriam. Certo, em parte. A dor que sai do psicológico mexe com a alma, o corpo, as vísceras, a consciência e o juízo.
De todas as dores mais inquietantes, a do psicológico é a destrutiva. Destrói suas crenças, suas habilidades, suas vontades e, por fim, a necessidade. De tudo.
Como combater isso? Procurando a origem dessa dor.
Foi de amor?
Foi de expectativa?
Foi de ambos?
O procedimento de auto cura é o mesmo: questione-se.
Sim, saber fazer as perguntas certas te poupa dos pensamentos errados de matar ou tirar a própria vida. De se deixar morrer ou fazer morrer. Tudo isso é dispensável quando usamos as perguntas certas:
- o que eu sinto é de verdade ou ilusão?
- se for de verdade, por que me machuca tanto?
- eu tenho como mudar o outro em relação a isso?
- eu tenho como mudar a mim mesmo em relação a isso agora?
- como posso conviver com isso sem pensar coisas ruins?
e outras perguntas que vão te levar a, pelo menos, um pouco de sossego. A paz só será alcançada quando todos os pontos, arestas e respostas estiverem em seus devidos lugares.
Não tenha pressa. Só mantenha a sua liberdade e a sua vida. Sempre será você com você mesmo(a)
















