O que um refugiado faz? Ele anda… e andar é um ato de fé. Nunca houve tantos refugiados no mundo como hoje. E mais de 7.000 deles, de 81 nacionalidades diferentes, esperam encontrar no Brasil um lugar seguro. Na próxima sexta-feira, eu e a Marcela Milano iremos ao Acre, a porta de entrada dos refugiados que chegam ao Brasil. É lá que está o trauma. Ir ao Acre é entender a experiência, o momento da ruptura. É lá que estão as angústias e a necessidade de integrar-se o mais rápido possível. “Serei aceito?”, eles se perguntam? A rejeição irá lhe golpear a porta seguidas vezes. Desistir não pode ser uma opção. Voltar, é pior que que permanecer. Esta garota da foto chama-se Luz. Ela é colombiana de Medellin e estava refugiada no Chile junto com sua mãe, fugindo da violência imposta pelas FARC. Seu irmão mais velho estava preso por tráfico de cocaína para os EUA. Não bastasse a condição de refugiadas, sofriam preconceitos por serem negras. Também perderam bastante dinheiro para pessoas que diziam que iriam ajudar a legalizar papéis. Nunca aconteceu. Acompanhe a viagem pelo nosso Instagram: @marpimenta e @mmilano12 Patrocínio: DECLATRA Escritório e Advocacia Defesa da Classe Trabalhadora CUT / PR - Central Única dos Trabalhadores Foto: Marcio Pimenta. Chile, 2012. #refugees #haiti #acnur #Brazil #southamerica #LATAM #latinamerica #acre















