“Não vale a pena viver sonhando, e se esquecer de viver.”
— Harry Potter
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“Não vale a pena viver sonhando, e se esquecer de viver.”
— Harry Potter
“Eu acredito que amor eterno exista. Mas não acredito que a paixão esteja sempre lá em cima. Se você está casado há muito tempo a paixão diminui, você volta a se apaixonar, depois ela volta a diminuir. Faz parte dos ciclos da vida, por assim dizer. Mas eu acredito em casais que se amam para sempre. Talvez o amor mude da juventude, quando é cheio de paixão, empolgação para a maturidade, quando é mais conforto e familiaridade. Qual deles é melhor? Não há um melhor. Amor é amor, e ele oscila.”
— Nicholas Sparks.
Não consigo escrever sobre o amor como antes, mas estou o fazendo de outras formas. E essas formas práticas ainda me mantém vivo.
Com ardor, John
a gente era pura urgência, lembra?
sentíamos as descargas elétricas nos nossos corpos antes mesmo de nos tocarmos, e quando tua mão encontrava minhas curvas eu me sentia em pleno curto-circuito. nós éramos fogo que não apagava, e a vontade imensurável de só colocar mais lenha até nos consumir
e eu não me importava de queimar com você.
te ver me fazia ter vontade de te ter no dia seguinte, e no próximo, e em todos os outros que se seguissem depois dele, porque a fome que eu tinha de ti falava mais alto do que o raciocínio lógico e eu só queria me perder entre nos fios do teu cabelo e o cheiro do teu pescoço.
a gente era pura urgência, lembra?
te encontrava no pensamento até nos espaços de tempo que não tinha tua presença física, e o desejo de ter tuas pernas enlaçadas nas minhas aumentava sem eu perceber. tua companhia alegrava meus dias, e tu era aquele pedacinho de céu no meio de todo o resto ruim
na tua boca eu encontrava o bilhete para o paraíso, e a pressa de encontrar teus lábios me consumia até o momento que tu me tocava, e era ali que eu percebia que não era mais minha
era nossa
e da nossa combustão.
a gente era aquela urgência de ser, de se ter, e de se pertencer.
Vanessa Gomes, voarias
Crescer acontece quando você olha para trás e percebe que há coisas que gostaria de poder mudar.
Cidade das cinzas.
“Levei muito tempo até aprender que não se guarda palavras. Ou você as fala, as escreve, ou elas te sufocam”
-Clarice Lispector
💖 ㅤ
A liberdade e o alívio de poder ser odiada, ignorada, desagradável, chata, causadora de frustrações, decepções, desapontamentos e mágoas. A liberdade de não ser causadora de nada. A liberdade de causar desgostos. Não por falta de responsabilidade emocional, mas por se perceber simplesmente humana. A liberdade e o alívio dos erros escancarados, das fraquezas e impaciências, das necessidades de solidão e silêncio num mundo que normaliza a mulher sempre pronta, sala, ouvido, cozinha, acolhida. Sair do controle e não ter medo de quem sair correndo. Sair do controle e espantar como espantalho protegendo agora o que realmente borbulha dentro. Imperfeita forever.
- Impulsionarias
um dia me fizeram acreditar que eu não merecia ser amado.
a gente tem que parar de tentar adivinhar o fim antes dele chegar.
Tudo que é sentido pelo outro, muitas vezes, rotulamos como exagero. Só quando é com a gente, quando dói na gente, percebemos que é doloroso diminuir um sentimento que não era seu.
Julyane Oliveira.
“Escrevo na primeira pessoa do singular porque sou eu quem choro, que sangro, que vivo. A minha história é real. O que sinto também real. O abraço da solidão, o meu gosto por músicas que despertem memórias, o meu gosto por romances que não deram certo, tudo isso é real. Por isso escrevo na primeira pessoa, porque sou eu, é a minha vida, são os meus sentimentos. Escrevo na primeira pessoa, porque sou a única pessoa que restou. E todo dia uma canção é escrita sobre um amor que não floriu, um romance é escrito sobre dois apaixonados que não puderam se amar. E tudo isso me faz escrever. Porque você faz falta e essa falta me consome, me dilacera. A sua falta me faz te amar. Sou do time dos que sonham alto, que acreditam em milagres. Sou daqueles que gostam do que não podem ter, que amam quem se foi. Eu amo você.”
— Querido John.
“Não sei onde foram parar os nossos valores, hoje em dia parece que alguém presta se é bonito. Você tem que ser feliz, isso sim. E se for feliz com uma cicatriz no rosto, com um pneu na barriga, com varizes, com celulite, com peito caído, parabéns. Ser bonito e rico e bem sucedido não é garantia de felicidade.”
— Clarissa Corrêa.