Mariah Whittle at the 50s BALL - GREASE.
You better shape up cause I need a man and my heart is set on you. You better shape up, you better understand to my heart I must be true 🎶

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祝日 / Permanent Vacation

Kiana Khansmith

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Mariah Whittle at the 50s BALL - GREASE.
You better shape up cause I need a man and my heart is set on you. You better shape up, you better understand to my heart I must be true 🎶
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“A siri é um perigo na mão de Bea!” Mariah disse em tom exclamativo. Ela tirou o telefone do bolso traseiro para mostrá-lo rapidamente a foto que a menina havia enviado. Era impressionante para Mariah como a nova geração já nascia tão conectada a tecnologia. Pensamento não tão diferente dos que os pais deles tinham dos próprios filhos. Ela ficou passando a conversa com Max em seu telefone por alguns minutos enquanto respondia o rapaz apenas com movimentos de cabeça e frases monossilábicas. “Essa é a foto!” Apresentou o celular para que o rapaz observasse rapidamente. “Eu só sei que ela enviou a foto depois de ter me ligado de madrugada, nunca me tremi tanto na vida!” Sorriu abobalhada enquanto guardava o celular no bolso. A viagem seria um pouco longa, mas não algo de muitas horas. Esperava que o tablet pudesse entreter Bea. De minutos em minutos, Mariah olhava para trás pra ver como Bea estava. “Acho que devemos já pensar no próximo passeio em uma quase família!”
Saiu tão nervosa de casa que não tinha se visto novamente pela centésima vez. Estava radiante, fazia tempo que não era convidada para um encontro. De fato, não tinha sido, mas estava feliz por pelo menos ter se inscrito na promoção da rádio. Ao chegar notou um rapaz de traços conhecidos e logo se pôs a dizer alguma coisa. “Oi!” Disse bastante animada. Estava um pouco nervosa, pois já conhecia Ethan. E o problema é a visão que o rapaz poderia ter tido da moça anteriormente e isso estragar tudo. A praia pedia uma vibe mais calma e a maresia batia levantando levemente seus fios de cabelo. Ela se sentou ao lado do rapaz, virando-se em seguida. “Espero que não seja um filme que tenha visto. Pois estragaria todo o encontro.”
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Mariah tinha se arrependido de ter começado aquele assunto em uma viagem tão importante. Ela conhecia a filha de tal modo que não queria que o pai da criança fosse enganado por esta. “Eu fico bastante impressionada com a sua evolução, Max! Eu compreendo demais o seu lado, mas se você diz que sabe a hora de impor limites, eu fico muito tranquila!” Respirou fundo e abraçou rapidamente o rapaz de lado, bem rapidamente mesmo, para não causar uma acidente e geral morrer como o Shepherd. “Já te contei da vez que Bea me ligou de madrugada do seu telefone?” Mudou de assunto para que o clima não ficasse tao tenso quanto a minutos atrás. A moça sabia reconhecer que não deveria induzir algumas respostas do rapaz para testá-lo como pai. Entendia que realmente, se fosse escolher com quem ter uma criança, certamente Max estaria na fila. E isso então sossegava seu coração. “Eu pensei horrores quando vi seu número na minha tela, quase morri, mas era apenas Bea dizendo que estava com saudades e que você deu uma boneca linda pra ela!”
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Mariah nunca imaginou que pensamentos de cuidados de mãe chegariam assim como de supetão em momentos inespecíficos de sua vida. Ela sempre fora bastante cuidadora de Bea, desde o momento do parto até esses 3 anos que se passaram. Não iria querer que a mesma fizesse malcriação, por conta do medo de magoá-la ao dizer o não. Acreditasse que o maior medo da moça era ter uma filha malcriada e soberba, coisa que nem seu pai e muito menos ela era. “Max, você é o pai dela! Precisa trabalhar seu autocontrole e negar algumas coisas para com ela. É sério, te alerto agora para não sofrer depois!” Colocou uma de suas mãos no ombro do rapaz. “Eu vou te ajudar sempre que precisar, mas preciso da sua cooperação também. Nossa filha é muito linda e sabe usar dessa artimanha pra conseguir o que quer!”
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“Tem alguma coisa naquele parque que não seja bom? Tirando o possível trabalho escravo e as leis que eles inventaram lá pra esses trabalhadores e eu vou ficar calada sobre, pois isso não tem nada a ver com nosso passeio!” Pôs a mão em frente ao rosto num ato de decepção por ter entrado em um assunto um pouco polêmico. “Bea, amor!” Virou-se para ela. “Eu e seu pai temos uma quantia de dinheiro para gastar no parque. Quando dissermos que NÃO, você não vai fazer escândalo, pois um choro por desobediência é menos um dia de diversão! Você ouviu?” Disse muito calma, não queria mostrar uma autoridade doentia. A menina mostrou entender o que foi dito e respondeu de uma forma bem fofa, o que emocionou bastante Mariah. Logo, ela virou de volta. “Você tem que dá limites também, Max. Bea é inteligente demais e sabe que você nunca negaria nada. Ela precisa aprender os valores das coisas. Eu não quero que minha filha se torne aquelas patricinhas que torram o dinheiro dos pais como se não houvesse amanhã!”
MARIAH NOT CAREY | TASK001 | MARIAH’s PLAYLIST
Menina risonha que ri e que sonha. Menina falante, atrevida e constante. As vezes sozinha pela rua vazia. Entre idas e vindas sempre agradecida. Menina confiante com sorriso radiante. Valente, contente sem medo segue em frente. Pra chegar até aqui, floresceu amor em si. Desfilando e cantando vai seguindo seu trajeto, com seu coração cheio de afeto.
"Menino, num é? Estou até vendo quando ela ficar adolescentes o quanto de garotos batendo na porta querendo pedir a mão dela. Não estou preparada!” Brincou de forma leve, em seguida pegou de volta seu telefone portátil. “Não se sinta. Deve ser meu modo de expressar as coisas, me sinto aquelas tiazonas quando comentam isso!”
“Ótimo então! Pode chamar mesmo que eu irei com toda certeza, a não ser que seja meu dia com a Bea.”
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Mariah não conseguia esconder o quanto estava animada com aquela viagem. Era uma programação que mudaria muita coisa na relação entre ela e Max. Adorava, mesmo que depois de crises por conta dos pais dela, que estavam se dando super bem. Tudo era para que Bea crescesse em um ambiente agradável. A viagem seria um pouco longa, ainda que fosse na Califórnia. Bea estava como sempre animadíssima enquanto ouvia a canção de sua atualmente cantora preferida. Mariah adorava cantar juntamente com sua filha, pareciam bastante amigas. “Eu? Estou preparadíssima! Uma das melhores coisas de ser mãe ou pai no seu caso, é entrar nas loucuras que sua filha programa. Além do mais, do que adianta ir a Disney e não comprar as camisas mostrando que foi?”
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“Nossa filha tem mais de nós do que imaginamos!” Ela riu abobada, enquanto escondia que comia mais um pedaço da pizza. Mariah não tinha comido, pois passou a o término da madrugada e o começo da manhã arrumando roupas para levar. "Agradeço a sinceridade, eu tenho colocado um pouco em prática a parte de cozinhar. Afinal, quando a Bea nasceu eu era um grande desastre na cozinha. Hoje sou uma revelação da natureza e preciso alimentar meu anjinho!” Assim que terminou de falar, ela deu sua ultima garfada em seu pedaço de pizza. Já que tinha acabado, levantou para pegar um pote de plástico em uma gaveta e colocou o que restou da pizza para caso desse fome enquanto viajavam para Orlando. “Só falta mais isso!” Pegou a sua bolsa e adicionou mais um componente a esta. “Acho que estou pronta, devo escovar os dentes e podemos ir. Vamos Bea, subir com a mamãe pra escovar os dentinhos!” Se aproximou de sua filha pegando-a no colo e a levou para escovar os dentes, minutos depois desciam as duas gritando uma música que tocou na rádio e elas se amarravam. E continuaram nessa loucura até entrarem no carro. Bea que não era boba nem nada, pediu que colocassem no spotify e fossem ouvindo esse cd.
Ela riu abobalhada somente de lembrar de sua pequena, tanto que demorou um pouco para cair em si e responder seu amigo. “Sim, olha essa gracinha da mamãe!” Tirou do seu bolso o celular, era um daqueles iPhones enormes, e mostrou o wallpaper que era Bea dando um sorriso gostoso. “Eu quase não fico na fraternidade, tenho um apartamento aqui por perto! Então, eu fico com ela lá. Morar com jovens adultos e uma criança não é muito apropriado, pois mesmo que respeitem, todos querem chegar altas horas e levam pessoas. Cê entende?!”
“Agradecida!” Abriu um enorme sorriso, enquanto arrumava as coisas dentro de sua mochila para então se pôr de pé. “Onde você quiser ir, não tenho esses problemas!”
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“Imagino que tenha sido um desafio. E desculpe por isso, mas certamente puxou de mim!” Bea não parava de falar do quanto queria brincar nos parques e brinquedos do local onde iriam, enquanto Mariah continuava a fazer a pizza e esta assentia tentado prestar atenção em tudo que a pequena dizia. Não demorou muito e a pizza estava pronta, o forno era ótimo então não demorou muito. Já que Bea estava bastante inquieta. “Calma filha, acalma o coração, se ficar muito nervosa vai passar mal e não vai poder brincar. Então coma tudo e espere seu pai também apreciar essa arte colossal de pizza que eu, sua mãe maravilhosa, fez.” Ela assentiu para que este pudesse pegar o refrigerante na geladeira. “Ah, leite não. Pode ser que ela passe mal e dê dor de barriga! Tem um suco que ela gosta, pegue também por favor!” Ela virou-se e pegou na gaveta um cortador de pizza que usaria para cortar um pedaço maior para Max. “Vou colocar um bom pedaço pra ti, pois não comeu nada e não quero ninguém morrendo no nosso passeio!” Assim que cortara a pizza, colocou onde o rapaz estava sentado. O serviu primeiro, logo serviu a filha e também se serviu. Comeu tranquilamente, antes de seguirem viagem da família nada tradicional que eram.
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Mariah arregalou os olhos quando ouviu Max contar que Bea acordou tão cedo. Ela até riu de nervoso, mas fingiu que não riu para não mostrar a filha que aquilo seria algo bom de se fazer sempre. “Filha... Você não fez isso!” Disse com aquela vozinha irritante de adulto babão. Ela assentiu e os chamou para a cozinha, onde tinha arrumado na mesa. Sobre ela, estava uma massa de pizza e ao redor desta, um monte de potes onde poderiam criar o recheio. Além de também, uns biscoitos que levariam para comer no carro e copos que seriam usados assim que a pizza estivesse pronta. “Uma torrada? Vocês devem estar morrendo de fome... Eu fiz uma pizza, mas na verdade não recordo qual recheio você curte, já que Bea só não come o concreto porque não deve ter um gosto bom!” Colocou a menina em sua cadeirinha e foi pegar mais um banco para que o rapaz se sentasse. “Tem suco na geladeira e também tem refrigerante, só comprei porque acho que você curte...” Assim que acabou de falar, se pôs a ajeitar algumas coisas na mesa. Bea estava super agitada e Mariah sentou-se do seu lado para assim, começar a rechear a pizza. “Você quer que eu faça a sua parte, Max?”
Me, bea e @mozzieml 🧡