There is a disturbing amount of people using AI to write on here. Keep that shit to yourself I’m dead serious.
Why are you coming into a creative space with your stupid robot slop and trying to pass it off as your own?? Why are you deceiving so many people and making them consume AI content? Seriously, the tumblr clout can not be that good to overcome such a massive moral deficit.
o amor de mark lee é simples, mas jamais simplório;
ele enxerga o cuidado e a ação como consequências naturais do amor — pois a percepção dele é fundada com base no desejo sincero de te ver feliz — não um ato dissimulado, movido por "obrigação" ou "favor";
ele antecipa sua dor antes mesmo que um resmungo seja dado — se te vê chegar cansada, já te enfeita de beijinhos e corre para pegar um creme massageador, só para aliviar os seus pés doloridos:
você se atira no sofá da sala como se um trilhão de rochas ígneas se pendurassem em seus ombros. afunda a face no estofado duro e abre os braços preguiçosamente, como se desistisse de viver — dramática até o último.
mark ri de levinho, já pertinho o suficiente para acariciar a curva da sua nuca, deixando um cheirinho dengoso no seu ombro assim que se posiciona ao seu lado, no chão.
ele admira a sua face como se fosse a primeira vez na vida. assim que você o oferece uma frestinha modesta, claro.
— minha vida chegou cansadinha hoje, não foi? — faz bico, como quem zomba, mas também carrega um tico de afeto genuíno; leva o polegar até o seu nariz, depois aos lábios — tão linda o meu amor. — e por fim, ao queixo, levantando a sua feição envergonhada para olhá-lo nos olhos.
as orbes redondinhas resplandecem, em uma evidenciação dolorosamente óbvia da veneração que o homem nutre por você, e apenas por você.
ele não se aguenta e, dá posição ajoelhada que se encontra, que certamente o daria alguns minutinhos de cãibra depois, encaixa as bocas ansiosas em um ósculo perfeito, como um mosaico de penrose — o amor visceral expande dos confins do coração passional até a extremidade da língua petulante, ele sorve o seu sabor com voracidade e obsessão, convence o seu corpo de que o fôlego é infinito — assim como o amor dele — e não oferece trégua alguma enquanto lambe e suga cada partezinha sua.
um gostinho seu, apenas um mísero resquício, e o corpo do homem se convence de que matar e morrer compensam se ele puder obter a dádiva do seu sabor.
você tenta se afastar, quase no limite do oxigênio, mas cada ponto tenso nas suas costas é pressionado com firmeza, até que o seu corpinho amoleça como um biscoitinho de açúcar nas mãos de um padeiro deveras habilidoso.
no entanto, os lábios se afastam com um estalo barulhento no instante que seu chorinho doloroso alcança os tímpanos de mark.
— é o seu pézinho, né, vida? — é uma pergunta retórica, pois conhece bem suas dores e suas necessidades. — vou buscar o gel, tá? — acaricia sua bochecha suavemente — linda.
ele vai demonstrar amor no óbvio, no que não deve ser pedido ou exigido. pois amar é, sobretudo, todas essas pequenas ações espontâneas que dedicamos em favor daqueles que nos são importantes e queridos;
logo, respeita os seus pequenos rituais como ninguém — e também os protege firmemente! se aquele horário é o seu momento especial para algo, seja um hobby ou apenas a introvertida dentro de você querendo um tico de sossego, não permite que nada atrapalhe isso;
está disposto a arriscar até o pouco descanso que tem, para garantir que você possa descansar;
— deixa, linda. eu faço. — uma bitoquinha cessa sua recusa antes mesmo que você consiga expressá-la. — 'cê não ia ler agora?
— eu ia... mas-
— então vai. deixa com o pai. — sua mente balança entre os seus anseios mais profundos. detesta "jogar" tudo nele, mas droga, mentiria se dissesse que terminar aquela série (muito superestimada, por sinal) não é uma ideia mais atraente que ferrar suas unhas recém pintadas. deram tanto trabalho.
— mas é minha vez de lavar, mô... — faz bico, se fazendo de difícil só porque ele ama acreditar que pode te convencer.
não que fosse absolutamente inédito. é só que você ama ver o sorrisinho orgulhoso toda vez que ele pensa que te venceu apenas com o poder argumentativo dele.
que é... nenhum. na verdade.
gentil o suficiente para não doer, mas bruto o bastante para que você não fuja, ele agarra o seu rostinho e deixa um beijo molhado no cantinho da sua boca.
— vai logo, amor. depois que eu entrar naquele quarto... — ri baixinho, mas a real intenção ressoa perfeitamente.
sua própria risada acompanha, atrevida, empina o bumbum quando se vira para sair, só para ele largar um tapa cheio.
— sai daqui logo, pelo amor de deus. antes que eu-
se apressa para correr, ainda gargalhando, e quando se joga na cama, sua sinapse ecoa tardiamente: os argumentos são bem formidáveis, na verdade.
mark faz questão de conciliar qualquer mínima coisa que faz com as suas peculiaridades — e cada gesto é forjado em atenção e dedicação;
não é necessário pedir para ele diminuir o volume da televisão assim que você se aconchegar ao lado dele, não, de jeito algum! quase que prontamente, ele fará qualquer coisa para transformar o ambiente em uma versão bem mais confortável, só para você;
guarda as compras do jeitinho específico que você é habituada a guardar: doces no armário mais próximo, especiarias no troço giratório de madeira, verduras e frutas religiosamente na mesma ordem e num canto arejado "para respirarem" — como você sempre diz e ele sempre, sempre, lembra;
— vida, por que você mudou tudo de de lugar?
questiona, confusa, sua atenção é movida para a cama de casal, que antes ocupava o lado direito — onde mais tinha iluminação natural — agora é substituída pelo seu espelho suspenso, o ring light que você sequer usa e a penteadeira clássica que o seu namorado montou para você.
não era a única mudança — diante a nova posição da cama muitos móveis precisaram ser modificados também — mas essa partezinha monopoliza toda a sua atenção.
a penteadeira, agora, está diretamente posicionada onde a luz ambiente é suave, plena e sem sombra atravessada. e o espelho decorativo está despojado de modo que não reflita nenhuma luminescência sobressalente.
ele também trocou as lâmpadas brancas para um LED com ajuste de temperatura. encaixado sutilmente para que fique detrás da madeira, com um botãozinho minúsculo de toque suave e outras coisas mais que não estavam ali antes; como uma extensão feita sob medida com entrada USB para você poder carregar o celular enquanto se maquia.
— 'cê comentou que a luz não batia direito e te atrapalhava. agora vai pegar certinho. — deu de ombros, como se, sei lá, não fosse nada.
— mas você mudou o quarto todo. — ri incrédula, não pode fingir que não admira o esforço, mas, caramba, reorganizar um cômodo inteiro sozinho?! — 'mó trabalhão, vida. 'cê não precisava...
— você gostou? — essa é a única pergunta que ele faz, cuja fornece a única resposta que importa.
seu sorriso engrandece, quase rasga seu rosto inteirinho. — eu amei, meu amor, obrigada, de verdade. — o envolve com carinho, mas ele não diz nada, só abraça seu corpo como se pudesse se fundir a você e enfeita seu nariz de bitoquinhas.
aliás, no silêncio, tudo já foi dito.
no gesto atencioso, pois não se tratou apenas de modificar os móveis, mas em estudar a luz, experimentar as posições, até testar qual o melhor lado para instalar o espelho.
na maneira como ele faz do mundo um lugar mais gentil, só para você — pois a dedicação diz até demais.
você jamais precisará exigir ações óbvias, funcionais, ou rigorosamente necessárias. ele foi disciplinado ao observar, dia após dia, o pai zelar, proteger, amparar, reverenciar e respeitar a esposa — mãe dele;
então, é óbvio que ele não refletiria o tipo de homem que aguarda uma ordem ser dada para que abasteça potes de cereais, recipientes de tempero ou jarras de água — do contrário, se martiriza se ouvir: "amor, faz isso, por favor?" pois implica que falhou em perceber alguma atividade importante;
pois ele, mais que ninguém, compreende que amar é proteger o pequeno, e não apenas o grande.
— vida, a cafeteira quebr-
— já ajeitei, amor.
— ué, mas eu vi agorinha. como que 'cê já ajeitou, homem?
— e eu ia deixar minha princesa ter tempo de se estressar com uma besteira dessas? faz favor, né.
aliás, nunca, em hipótese alguma, ousa falar que você "reclama" de algo, é sempre:
— 'cê falou que não gostou duas vezes já.
— é, 'cê pareceu não ter gostado mesmo.
mesmo quando você, de fato, só quer reclamar, ele vai justificar como se a sua honra dependesse disso:
— ah, vida, mas quem não ia achar ruim?
— bagulho feio, 'cê 'tá mó certa, isso sim!"
— e daí que ele te demitiu? falar mal do patrão é crime agora? tá, tá, beleza que 'cê chamou a empresa de lixo, muquifo... é culpa dele, abre um quiosque falido e quer chamar de empresa?
quando o mundo pesa em seus ombros e enfraquece o seu espírito resoluto e obstinado — o ímpeto que mantém seus joelhos firmes mesmo nos momentos mais doloridos, mark lee é aquele que alivia a dor do fardo.
não importa se pesa como uma rocha, ele a empurra junto a ti, condiciona toda a resiliência que logrou ao longo de anos e metamorfoseia o conceito abstrato em atos concretos.
ele carrega as suas dores como se fossem dele.
fisicamente ou mentalmente, você nunca vai saber o que é passar por situações ruins sozinhas. mark nunca vai deixar.
então, não é estranho quando a cama afunda ao seu lado e dedos suaves acariciam seu couro cabeludo com carinho — um gesto tão natural para ele, mais simples do que respirar, quase tão comum quanto encher sua bochechinha de beijo toda vez que vê o seu sorrisinho envergonhado.
o soluço choroso que irrompe o seu peito é imediato, assim como o acalento que emerge da voz doce. — ah, meu amor. — ele soa tão... magoado, que é como se doesse nele.
e você bem sabe que dói.
afinal, quantas vezes os olhinhos escuros já não marejaram em compaixão aos seus? ou a boca, quantos cânticos ela já não entoou só para apaziguar os seus lamentos? — pois ele canta até o seu choro sanar, se for preciso.
braços abrasadores te aconchegam por trás, cobrem o seu corpo como um véu fresco, delicado, mas quentinho como uma manta terna e confortável.
— minha princesa, meu bem. — o lee deposita beijos no seu cabelinho com o cuidado de uma abelhinha ao pousar sobre uma flor frágil, e as mãos se encaixam na sua barriguinha só para adular a tez com delicadeza.
ele só queria que o mundo te desse uma folga.
quando te viu desabar pela primeira vez, implorou ao senhor que fosse ele em seu lugar — o conceito de sacrifício cristão estava enraizado em seu cerne, afinal — mas a cada vez que o seu coração sangrava e ele se via de mãos atadas... doía.
quando era só apaixonado por ti, já orava a deus por sua paz, entregava a ele, em sua humildade e paixão, seu desejo puro de estar em comunhão com você, ser um só, unir vocês dois em um laço eterno de corpo e alma. — casar, ser preenchido por você e te preencher de volta.
algo muito maior do que o "eu" e o "você", ou qualquer outro individualismo que os separe, almejava comunhão total.
quando levou as próprias aflições aos pais — farto de tentar, e não conseguir, extinguir suas dores — foi recebido com os mesmos olhares divertidos de quando era criança e gostava de pedir, de presente, algo além do entendimento dele.
igual quando insistiu que precisava de uma parafusadeira de verdade só pra brincar de faz-de-conta.
com abraços amorosos e uma conversa muito longa, ambos o fizeram perceber que, todo esse tempo... ele pediu e pediu, mas não entendeu a essência do próprio pedido.
porque casamento é compartilhar. não é suportar pelo outro, é suportar com o outro. é aceitar a sua dor e permitir que ela também seja a dele, e não um sacrifício solitário.
é um vínculo profundo, forjado em intimidade crua, um amor que permite que o outro observe você doer com ele, mas não permite a solidão — não, isso nunca.
afinal, a tua alma ressoa na dele em uníssono, como um eco profundo de sua existência habitando a dele — e vice-versa. e se antes ele não entendia a profundidade disso, agora que o faz, anseia muito mais do que antes.
— te juro, a gente vai casar e 'cê nunca mais vai ter motivo pra chorar. vou te fazer feliz todo dia. — fala no seu ouvido, como quem compartilha um segredo precioso — ninguém- ninguém vai- — a voz dele falha, de raiva, de dor, de amor.
porque ele aceita a responsabilidade de prevenir a sua dor, também a de cuidar de você quando não consegue. mas o porquê de alguém te ferir? isso, tristemente, ele teme que nunca vai poder aceitar.
não como o homem apaixonado que é, pois seria o mesmo que exigir que um rei apreciasse a desonra de sua rainha.
— ninguém vai te machucar mais, nem sua... família, nem- nem a vida, nem nada! — ele soluça contra suas costas, se odiando por fraquejar, mas incapaz de evitar que a revolta sequestre o espírito geralmente manso. — ouviu?!
ele gira teu corpo até que possa colar a testa na tua. — 'cê não vai mais precisar ouvir coisa ruim de seu ninguém!
os lábios molhadinhos encaixam no seu com paixão, fervor. mark te beija como se quisesse você toda só para ele, como se quisesse sentir tudo que você sente, fundir os corpos até que seja impossível dizer onde você começa e ele termina.
agarra os seus fios com ternura e firmeza, quer te prender e te cuidar, tudo ao mesmo tempo. estala a língua na sua com o desespero de um homem que quer afastar cada aflição da mente da mulher que deseja apenas fazer feliz.
mark morde, lambe e esfrega cada parte que lhe é oferecida, até que os gemidos carentes substituam os soluços doídos.
e enquanto a saliva dele se mistura com a sua, às lágrimas já não são mais a única coisa molhada que escorre entre vocês.
oiiiii descobri seu blog faz alguns dias e to simplesmente apaixonada???? sua escrita eh tao limpa, nao sei explicar. ansiosa p ler mais da sua escrita impecavel!! 🥹
e essa é uma afirmação tão óbvia, um pensamento tão intrínseco em sua concepção dele que, por vários anos, você nunca dedicou tempo e dedicação contínua para realmente apreciar isso;
mas agora, muito mais atenta ao namorado e o seu jeitinho particular, finalmente percebe;
a gentileza, para ele, não é um segundo pensamento — não é como uma convicção tardia, tampouco uma remodelação de seu julgamento, resultante de um "primeiro pensamento" primordialmente desacolhedor, — não, de forma alguma;
é como uma segunda natureza;
é implícita e singela e flutua por suas palavras ternas de modo tão suave que, ao ouvi-las, é como receber a carícia de um manto delicado, sossegado e ameno — praticamente imperceptível;
apesar de também ser firme, convicta e determinada, logo, quando se é expressa em palavras, NUNCA deve ser confundida com permissividade;
não é que ele não se chateie com erros ou vá agir como se comportamentos evidentemente prejudiciais e maus devessem ser relevados;
é só que a complacência é, via de regra, seu padrão há muito determinado para solucionar qualquer parte das adversidades em sua vida;
e se não tivesse o dobro de indulgência com você, o amor da vida dele, a mulher que ele escolheu a dedo para doar só o melhor de si, então com quem?
portanto, se estão prestes a se atrasar e você ainda não está pronta — por mais que lhe tenha sido dado tempo de sobra para se preparar... mingyu não discute, não te apressa, não bufa e nem faz cara feia na sua direção.
suas mãos tremem de levinho, o ecrã do seu telefone piscando com outro lembrete do seu possível atraso.
é tanta pressão que sente vontade de desistir. pois ainda faltava arrumar o cabelo, finalizar a maquiagem, reabastecer a comidinha do pet e depois dar um jeito na bagunça que deixou na casa ao procurar o anel perdido-
o barulho do secador te assusta, rompendo totalmente sua linha de pensamentos nada bons.
encara mingyu pelo espelho da penteadeira, o pincel esquecido entre seus dedos numa prova de que você não estava atenta ao que fazia nos últimos minutos.
— vou ir secando seu cabelinho, mô. — sorri bonitinho para você, afastando o dito cujo só o suficiente para te dar um beijinho na testa. — ‘tá pensando no quê? nem me viu entrar, vida.
a exaustão mental — fruto da superlotação de pensamentos em sua mente, — atrapalham sua tentativa de forjar alguma aparência composta.
ao invés, obrigam-na a repelir a mera exibição de tolerância que mingyu te oferece de maneira tão abnegada. — pois se sente desmerecedora de tal, essa é a verdade.
— desculpa. — sussurra baixinho, a vergonha de sua própria irresponsabilidade impedindo-a de manter a cabeça erguida. — fiz você se atrasar.
— amor, nã-
— 'cê pode ir na frente, gyu. — o corta rapidamente, — sério, assim que eu ter- — ele não te deixa finalizar, larga o secador no chão mesmo e gira sua cadeira de frente para ele, o olhar redondinho te mirando com fervor.
— nunca mais você sugere isso, ouviu? — sua visão embaça, se sente pequena, sensível, odeia desapontar as pessoas que ama. — não vou ir sem você, te largar aqui… independente se foi vacilo teu ou não. — repreende, maneando a cabeça com indignação.
— ainda vou demorar, tenho um monte de coisa ‘pra terminar! — solta tudo de vez, tentando convencê-lo, temendo a ideia que ele possa se forçar a se prejudicar por você.
as falanges tocam o seu queixo, o indicador mantendo seu rosto erguido para que os olhares se choquem.
— o quê? — a entonação firme, regada de determinação, em parelha com a expressão convicta, fazem você dar uma leve bambeada. — o que falta?
era fraca por momentos como esse. em que o namorado a encara como se pudesse resolver tudo — b-bom… tem que guardar as compras-
ele acena imediatamente, — já fiz.
— e a sala ‘tá uma zona! — é rápida ao relembrar mais uma de suas milhares de preocupações. — estava, já arrumei. — reassegura calmamente, os dedos subindo para afastar um cabelinho que caiu nos seus olhos.
seus ombros abaixam-se em virtude do esmorecimento de sua postura combativa. — nem separei as coisas pra gente levar ainda, gyu. — ainda sim, você reluta em ceder.
— já organizei e coloquei no carro também, — ele vê o seu abrir de boca para acrescentar mais coisas e, com firmeza, prensa seu rosto de levinho, delicadamente amassando as bochechas com amor. te beijando o biquinho rechonchudo como se abafasse todas as suas preocupações.
"e enchi os potes de ração", outro beijinho. "e troquei a água, e fechei todas as janelas e a porta," e mais outro e outro... "e já guardei a comida na geladeira ‘pra não azedar", finalmente termina com um beijo estalado na sua boca.
você sela os lábios, agradavelmente surpresa, o corpo quase que levitando sozinho ao sentir o namorado, pouco a pouco, ir retirando cada pesinho incômodo de suas costas.
— tudo prontinho pra minha princesa só precisar se preocupar em ficar linda. — um selar dengoso é deixado no seu narizinho e mingyu acompanha seu desconcerto com diversão. — vou secar seu cabelo enquanto você ajeita a maquiagem, pode ser? — não espera confirmação, já catando o aparelho e te virando de costas, apontando o ventinho para suas madeixas.
você acena, sem palavras, o coraçãozinho palpitando de amor.
Olá meus amores, sejam bem-vindas(os) ao nosso especial (um tantinho atrasado) de um ano!
Antes de tudo quero agradecer a cada um aqui por tudo, desde interações a ideias vocês são incríveis e esse primeiro ano do blog não seria possível sem casa um de vocês. Quero agradecer em especial as pessoas que me fizeram ter a ideia de criar o blog (@ncdreaming, @snowsnoopyangel e @butvega) e também as que sempre estão por aqui (@hansolsticio, @imninahchan e entre várias outras). Vocês são tudo, admiro muito vocês. Não irei mencionar mais ninguém por aqui (é muita gente) mas saibam que cada um de vocês foram essenciais para que esse blog seja o que ele é hoje. Agora vamos para a parte interessante.
Esse especial durará cinco semanas e em cada semana eu vou postar um prompt (uma frase) e uma ideia de plot para seguir. Não muitas regras, isso é para nós nos divertirmos e explorar nossa criatividade. As sugestões são apenas sugestões, não é obrigatório você seguir o que eu tiver falado ;). As únicas regras que eu vou impor nesse "desafio" é que vocês usem a frase e usem o plot ou uma variante desse plot!
Qualquer formato de texto será aceito: poemas, fanfics, drabbles, headcanons, social media au, fake texts, etc...
O evento vai ocorrer entre os dias 27 de janeiro e 2 de março.
Me marquem em cada post relacionado ao evento e usem a tag "#number one: o especial" para ser mais fácil de achar
não é segredo para absolutamente ninguém que donghyuck encapsula mágoas.
O moreninho mantém sua caixinha dourada de “coisas que o irritaram” muito bem conservada em sua mente, polindo-a todos os dias, fazendo questão de deixá-la sempre lustrada e reluzente.
e, sendo o homem insuportável que é, é capaz de se chatear por dias apenas por ter seus caprichos negados. seja um copo de água, seja um cheirinho no pescoço, donghyuck fará você saber o que é não ter paz na vida.
— você ‘tá com raiva? hm? — você questiona baixinho, a voz numa cadência tão manhosa e meiga que hyuck quase cedeu.
te ignora, obviamente, o olhar completamente focado na série boba que passava na TV. mas você não se deixa abalar.
— hein, vida? — resolve tentar outra abordagem e se arrasta da ponta do sofá até bem pertinho do rapaz. senta de joelhos e encara o rostinho bochechudinho de perto, encostando sua testa no ladinho da cabeça dele, ficando rente ao ouvido. aproveita para pentelhar ele e começa uma sequência de hein’s infinitos.
e ele? nem tchum.
se afasta com os olhinhos arregalados, incrédula na insistência do rapaz em te ignorar.
— vida? ‘cê ‘tá de brincadeira, né, hyu? — bufa de levinho, a atenção focada no jeitinho que o rapaz ergue as sobrancelhas com desdém, o deboche moldando totalmente a feição petulante.
não se deixa convencer, pelo contrário. desliza igual uma cobrinha sorrateira para o colo dele, os joelhos enfeitando cada lado das coxas envolvidas na calça moletom clarinha.
a inércia nos olhos e no corpo do seu namorado exalam uma indiferença gritante, sequer te dirige uma olhadela que seja, ou um mínimo toque — mesmo que fosse para te afastar.
não era estranha ao “tratamento da invisibilidade”, sabia bem desse método desdenhoso totalmente enraizado no jeitinho exigente do moreno presunçoso. — não é sobre não ter o que quer, na hora que quer, é sobre o cerne de ser impedido, contrariado, não suporta o veto displicente de algo que ele deseja ter por pura e espontânea vontade, ainda mais se ele pedir por isso.
e o rapaz é tão genioso que, às vezes, nem quer tanto assim, mas o simples “não” o torna o homem mais teimoso e insistente que há de existir no planeta inteiro.
o estresse ameaça ferver seu sangue com o reles vislumbre da atitude infantil, mas um fechar de olhos e um suspirar fundo resfriam sua personalidade esquentadinha muito bem.
se algo, prefere tirar proveito da situação.
ele não quer te ignorar? ficar quietinho e fingir que você é invisível? pois bem.
sobe a sainha na intenção de facilitar sua movimentação e é claro que escuta o risinho soprado atingir delicamente o seu ego.
decide ignorar a sutil demonstração de sarcasmo, sendo ela tão recorrente que a sua mente imediatamente conjura a imagem do sorriso ladino que acompanha a performance.
era óbvio que ele pensaria que você está fazendo isso por ele, para agradar a ele, como uma forma de ganhar atenção com um pedido de desculpas obsceno.
ah, se ele soubesse…
apoia o peso no chão, ficando de joelhos bem no meio do homem esparramado. tenta ignorar a soberba que flutua em ondas dele — ainda agindo como se você fosse um mosquitinho insolente que resolveu zanzar perto dele.
se move com desenvoltura, as mãos astutas fazendo todo o trabalho em despir as coxas fartas — e tudo que a rodeasse.
desfaz o nó com rapidez, as mãos deslizando em direção ao cós da calça para puxá-la com habilidade praticada, — faz tudo sozinha, obviamente, visto que hyuck mal faz questão de facilitar seu esforço, achando divertido demais fingir não notar sua luta para conseguir remover a vestimenta até o meio das coxas praticamente sem ajuda.
fica ali, paradinho, sem sorrir, sem reclamar, sem reconhecer sua presença. assiste a porcaria da TV como se não fosse de seu conhecimento a mulher ajoelhada bem na frente dele.
e você? se antes a ideia de ser ignorada te irritava, agora era como um sonho. isso significa que poder fazer o que bem entender sem ouvir uma só piadinha irritante advinda da boquinha malcriada do homem.
apoia os dedos nas coxas grossas, sentindo a textura macia sobre as palmas das mãos ao passo que inicia um carinho nada inocente na carne farta. sobe e desce com mansidão, os pelinhos ralos agraciando sua derme com cócegas quase imperceptíveis.
não que precisasse de muito tato para despertar no namorado exatamente o tesão que precisava para brincar com ele um tiquinho — nah, hyuck já estava duro desde o instante em que você se ajoelhou toda bonitinha 'pra ele.
não se demora muito, o foco sendo o cacete que ignorava de propósito. — não que hyuck fosse pedir para ser tocado, conhece a peça o suficiente para saber que ele preferiria escolher a dor de uma ereção necessitada, do que a de rogar uma súplica totalmente despojada da armadura dourada que o rapaz usa como uma segunda pele: orgulho.
fachada orgulhosa essa que o impossibilita de demonstrar o tesão instintivo que sente quando as falanges ligeiras contornam a cabecinha amarronzada, rodeando aquela área sensível por minutos a fio até que uma poça de pré-gozo se acumulasse.
você observa o pau veiudo rechear sua mão, a glande gorda babando pré-semén. — do mesmo jeitinho com que a boquinha carnuda costuma babar nos lençóis quando suas sentadas ficam fortes demais para ele aguentar.
o pensamento te incentiva e, sem mais delongas, arrasta o polegar sobre o lugarzinho melecado, uma caretinha enojada cruzando sua face só para não perder o costume.
“paga de indiferente, mas o pau tá tão melado que se eu sentar nele agora entra tudinho.” debocha em igual soberba, o coração palpitando de alegria com a percepção que hyuck não poderia refutar com um comentário espertinho — e certeiro — sobre sua própria intimidade estar pingando na calcinha.
rela a palma sobre o buraquinho que expele o líquido, se sujando inteira em prol de esfregar a pica com a própria mão, na ânsia de bater uma punheta bem bagunçada.
encara o rosto impassível à sua frente, os braços se reclinando no encosto do sofá e as pernas abertas de modo que a linguagem corporal emane tédio, desinteresse, menosprezo.
ri de levinho, divertida como nunca.
e sobe devagar para acariciar a borda da pontinha inchada, numa desculpinha fajuta para te facilitar puxar o prepúcio ainda mais para baixo, o caminho agora livre para que um filete de saliva desligasse de sua boca até a partezinha descoberta.
engolfa bem os dígitos sobre a área molhada e logo passa a bombear com afinco, sem permitir que uma gotinha sequer do fluído seja desperdiçada.
manobra o punho para acariciar o caralho rijo com fervor, obcecada no barulhinho molhado da fricção erótica — e também em como as veias arroxeadas pareciam engrossar ainda mais em suas mãos, consequência da piroca melecada já se enchendo de porra quente.
acelera o ritmo com a mão direita, enquanto a esquerda acaricia os testículos pesados. as coxas de hyuck se abrem ainda mais, tirando um sorrisinho convencido seu.
já que o indicativo do prazer dele não vem no rostinho bonito — afinal, o maldito faz bom uso de todas as artimanhas sonsas que aprendeu e não indica uma emoção sequer, — então exibe-se no jeitinho que a base pulsa freneticamente a cada resvalar firme, a sensibilidade obrigando o pau farto a ficar quase todo vermelhinho, judiado, uma equivalência absolutamente perfeita com as bochechas gordinhas enrubescidas, para não mencionar os lábios carnudos rubros.
e tudo que você quer é prová-lo, sentir o esperma abarrotar sua boca, devorá-lo com força e sorver qualquer sumo que escorresse da pele avermelhada como se ele fosse uma maçã.
olha para os olhos bonitinhos e vê eles completamente enevoados, ainda virados na direção da tela brilhante. ri soprado, inclinando o pau na sua direção para dar um beijinho na ponta. sabe que ele está te provocando com toda aquela pose inabalável, mas mentiria se dissesse que isso — usá-lo e tocá-lo com permissão total — não é uma experiência excitante.
nesse ponto, só quer dar pra ele e nada mais.
aproveita a proximidade e sacode a mão para frente e para trás, acertando o próprio rosto com a rigidez massuda, os olhinhos fechando quando o peso atinge a bochecha algumas vezes.
donghyuck quase enlouquece com a provocação desleixada.
não faz um som, no entanto, mas estava se controlando para não agarrar seus cabelos e socar em você com brutalidade, afogar as zombarias presunçosas que ameaçavam emergir da sua garganta com a pica embebida de pré-gozo, a falta de zelo certamente machucando as paredes internas do seu pescoço e rasgando sua boquinha travessa — já que os cantinhos sempre tinham que se esticar dolorosamente para conseguir rodear o caralho inteiro.
ele respira fundo, tentando se restabelecer em algum tipo de compostura — inútil, pois falha. qualquer energia substancial já tendo sido drenada pelo esforço de suportar suas investidas com a expressão esmiuçadamente dissimulada.
e nunca admitiria em voz alta, mas encontrou um novo prazer em receber tudo que você estiver disposta a oferecer, enquanto só tem de ficar ali como um acessório estático, uma decoração bonitinha e aproveitável, um pau usável e melado para você sentar com displicência.
o membro dele dá uma fisgada e ele sufoca um gemido manhosinho ao fingir não vê-la substituir os dígitos pelos lábios cheinhos, optando por engolir todo o comprimento o máximo de pudesse. — as cordas vocais fazendo mágica quando os seus gemidinhos doloridos tremulam ao redor do pau gordo.
os quadris dele se erguem involuntariamente, o desejo por você cadenciando a estocada firme. você o espreita relaxando a cabeça para trás, encostando-a no sofá como cortina de fumaça para o puro prazer que o faz revirar os olhinhos bonitos.
com muita dificuldade você desce tudinho, a garganta ardendo e a visão embaçada devido as lágrimas. fica uns segundinhos, só até o os engasgos ficarem impossíveis de administrar. e tira da boca, quase sem fôlego, um filete de saliva conectando você ao pau estupidamente espesso. maneia a cabeça com a língua de fora, provocando a glande com o carinho frenético, sorvendo a porção generosa de líquido que sai do buraquinho ali.
hyuck sente os olhos encherem d'água, as restrições auto impostas — não gemer, não tocar, — o deixando maluquinho. ele morde a própria língua num último esforço para se controlar assim que você envolve os lábios na parte baixa do prepúcio, engolindo o cacete até a metade sem dar trégua, a mão envolvendo a base para acariciar o tantinho que não aguentava encaixar na cavidade judiada.
o cuspe se acumula no caralho babado, escorrendo em direção ao testículos abarrotados, você não se controla ao acompanhar as gotinhas com a própria língua, as cerdas molhadinhas lambuzando-o ainda mais com as lambidas provocantes.
o gosto almiscarado gruda no seu paladar, a essência pura e máscula do seu homem te fazendo quase perder a cabeça por um momento, por um fio não cedendo a vontade de pedí-lo para esfolar sua garganta (com golpes brutos, porque a espessura por si só já fazia um estrago miserável).
é preciso um acúmulo imenso de autocontrole e uma reserva quase inexistente de pudor para que você consiga mudar o foco.
agora optando em pôr o comprimento na frente do rosto, o queixo encostando na base ao passo que observa a pontinha ultrapassar seus olhinhos, — que você revirou obscenamente só de pirraça, pois mesmo que hyuck não visse a cena como um todo — já que insistia em ignorá-la sutilmente —, a mente imunda trataria de preencher o restinho da imagem por si só.
aproveita a posição propícia e desce a boquinha para beijar as bolas com cuidado, como se fossem seus brinquedinhos pessoais, já colocando uma delas na cavidade molhada, — os olhos atentos na respiração descompassada camuflada pelos barulhinhos altos provenientes do aparelho eletrônico e quase imperceptíveis devido as duas camadas de roupa que ainda vestia. — estica bem a língua para acariciar tudo direitinho, do jeito que foi ensinada pelo namorado.
esse que abre mais as pernas, observando de relance você bem no meio das coxas, a carinha toda melada de se esfregar nele enquanto a boca brilha com o leitinho que mamou na pontinha lambuzada.
e ainda sim, o que o faz desejar deixar o orgulho de lado só ‘pra poder enterrar até o talo no seu buraquinho é a visão gostosa da sua buceta encharcada sendo estufada com os mesmos dedos que estavam sujos dele.
do cheiro dele, do gosto dele, do licor dele.
o líquido esbranquiçado pingando da curva do seu punho junto com o seu melzinho transparente o obrigando a soltar um grunhido baixinho.
porra. porra. porra.
como se odiava por ter iniciado essa tortura. foi ingênuo ao imaginar que a namorada, tão orgulhosa quanto, iria engajar sua atitude prepotente com um simples compilado de manhas e chorinhos implorando-o para receber a devida atenção.
foi uma reviravolta insana tê-lo usando-o como se ele fosse o bonequinho, quando na realidade a ideia que ele tinha para o cenário era totalmente diferente. — a mão na sua cabeça enquanto você se redimia chupando o pau grosso, enquanto ele finge que você é uma puta qualquer ajoelhada na frente dele.
mas não, a maldita estava se divertindo tanto quanto ele.
sua voz rouquinha que o tira do estupor, os traços delicados contrastando com a rudeza profana que sai da sua boquinha, — eu bem que ia te mamar mais um poquinho, hyu. mas nem precisa, já tão duro que é só… — você opta por cuspir mais algumas vezes, sem realmente precisar, apenas pelo prazer sórdido de poder ser tão imunda quanto quisesse. pois, de fato, não se acanha em sujar a extensão todinha como bem entende, afinal, precisava deixar tudo bem molhadinho ‘pra você.
sobe em cima do rapaz, restringindo o sorriso zombeteiro ao ver em primeira mão o engasgo inesperado que ele solta quando você encaixa a cabecinha sem pincelar duas vezes.
e se arrepende no mesmo instante pela sua ousadia, as unhas afiadas fincando na nuca exposta para descontar a dor da piroca arregaçando seu buraquinho.
o falo sendo tão corpulento que seu corpinho o tratava como um intruso — tentando expulsá-lo como se o pau gordo não tivesse adentrado sua bucetinha tantas outras vezes. e apesar dos seus melhores esforços pra caber tudo, olha para baixo e vê que sua entradinha relutava em abrigar o restante.
morde a boca, insistente em forçar os quadris a descerem devagarzinho, encostando sua cabeça no ombro do namorado com manha. — é tão grande, hyuck. — observa o pomo de adão engolir em seco, uma gota de suor rolando pela sinuosidade saliente, símile ao modo com que sua pélvis rola preguiçosamente para encaixar tudo no próprio buraquinho.
em poucos minutinhos finalmente chega até o fim, tão cheia de pica que não conseguiria se mover nem se quisesse. fica paradinha, gosta da sensação de ter ele dentro. não busca sentir aquela vontade de movimentar logo de cara.
donghyuck não compartilha do sentimento, no entanto. trêmula a pélvis contra você assim que a bucetinha pisca, perdido na sensação de esmagamento que a fricção dentro do seu canalzinho proporciona. e soca uma, duas, três vezes antes de soltar um gemido lânguido, as sobrancelhas franzidas fazendo parzinho com os olhinhos chorosos semicerrados de tesão.
— amor… amor, f-faz direito. — arfa.
você ri baixinho, sem intenção de facilitar o pedido dificultoso. fica paradinha, imitando a bravata orgulhosa do namorado de mais cedo. faz que nem escutou.
ao ouvir a satisfação reverberar no seu riso, o rapaz se estressa, a impaciência acumulada pressionando as mãos a agarrarem seu quadril com brutalidade, te subindo só o suficiente para te afundar de volta no cacete sem cuidado nenhum, até o talo, tão fundo que as bolas esfregam na bordinha da sua buceta.
vocês dois gemem, mas não te leva sequer um segundo completo para se recuperar.
— hm? cansou de ficar quieto? de fingir ser mais macho do que é? — morde o pescoço suadinho, sem se render, o tom raivoso escorrendo veneno em contraste com a bucetinha pingando mel, — ‘cê se superestima demais.
— que tal calar a boquinha e só sentar, hein? — nem o desespero parece amenizar o ego gigantesco do maldito. o sorriso esnobe dando as caras com tanta facilidade que parece até que é você que está quase implorando para ter uma foda decente.
abre a boca para responder, mas não consegue sequer pronunciar a primeira palavra antes de ser cortada.
— quer vir de marra? beleza, — ele fala, te obrigando a erguer a coluna só para sustentar o olhar desafiador de pertinho. te dando a chance de ver o exato momento em que as orbes cintilam de diversão, o nariz redondinho sendo esfregado no seu com falsa doçura, mais do que disposto a tirar seu último fio de paciência. — só que ‘cê não aguentou nem 10 minutinhos e já abriu essa bucetinha pra eu meter.
seu estresse explode com a manipulação escancarada, a falta de pudor em distorcer os acontecimentos e elaborar uma argumentação totalmente capciosa. uma veia salta na sua testa ao notar a elevação sacana do cantinho da boca, oriunda do divertimento em forjar todo um malabarismo só para não sair por baixo.
sabe bem o que ele quer.
quer fazer parecer que o desespero é todinho seu pra te ter do jeitinho que ele deseja — mansinha.
mas não vai cair na trapaça habilidosa. não dessa vez.
apoia a mão nos ombros cobertos, ajeitando a posição do pau no seu buraquinho enquanto curva a coluna para rebolar do jeito que quer. ignora o homem como se sequer existisse um ser humano por trás de toda aquela máscara pretensiosa. ergue o quadril alto o suficiente para que a cabecinha quase seja forçada a sair, — sentando novamente pouco antes.
— ahn- porra! — hyuck joga a cabeça para trás, a pélvis se erguendo automaticamente para enfiar o pau ainda mais fundo, como se se seu buraquinho já não tivesse sido escancarado o suficente. — faz de no- — você abafa a boca atrevida com a mão, como se o ordenasse a ficar caladinho.
e se antes hyuck sentia vontade de gozar, agora acredita que pode explodir.
é completamente manipulável por uma atitude dominante vindo de você. só com isso já sabe que não vai durar muito mais.
— shhhh — ele encara sua boca sussurrar, sem saber onde estagnava a mente: no jeitinho que seu buraco agarrava ao redor da pica enterrada na extremidade do seu canal ou se na sua vozinha toda arfante. — vou fazer o que eu quiser.
ele te dá aquele olhar bonitinho de olhos arregalados, as orbes redondas numa áurea tão inocente que nem parece que estão fazendo putaria. você arreganha mais as pernas, forçando o peso do corpo a te empalar contra o cacete gostoso. hyuck solta um chorinho digno de pena, o tom doce como mel, típico do jeitinho manhoso. — ‘tô usando seu pau, não sua boca, então deixa essa porra bem fechadinha, ouviu?
é possível que o corpo tremelicando abaixo do seu estivesse nublando seu julgamento, mas os sons dengosos não deixam muito espaço para dúvidas.
hyuck gosta de ser usado. /até demais.
reforça o aperto no rosto gordinho, a buceta contraindo quando o rapaz revira os olhos com força, a íris sumindo por um instante.
ele deixa os braços caírem ao lado do corpo, molinho, molinho. a própria imagem da submissão.
— hmmm‐ hm — ele solta barulhinhos abafados, sabendo bem que não estava sendo ouvido, — não só pela mão no rosto dele, mas porque agora se sentia como um boneco nas suas mãos. você sequer se dirigia a ele mais, muito mais preocupada em quicar com o máximo de energia que tivesse. os olhos fechados e a pele brilhante completando o seu prazer egoísta.
o lee não consegue controlar o tesão que sente ao ser usado assim.
pensa em meter de volta, surrar seu interior com força, beijar os lábios da sua buceta com a base inchada te maltratando bem fundo. mas as unhas cortantes arranhando a bochecha dele o fazem lembrar da posição dele agora.
um objeto.
que não tem — nem pode ter, curso de ação nenhum.
um instrumento. ainda que sexual.
tocado e manejado por suas mãos com tanta maestria que um coro melodioso de gemidos escapa do fundo da garganta.
é por isso que agarra a espuma do sofá com força, — o nó dos dedos quase partindo com a exibição de instabilidade masculina, — na tentativa lastimável de se manter paradinho para você, por você.
— hmmmm-hmm — a visão dele embaça no exato momento em que te assiste esfregar o próprio pontinho rapidamente. sabe que nem você e nem ele vão aguentar muito mais. um suspiro alto escapa da boca dele assim que sente a boca ser libertada, a respiração trêmula sendo expulsa em lufada desesperadas.
você se apoia no peito coberto, empurrando o tronco molenga ainda mais no sofá. puxa o cabelo macio do homem para trás, usando-o como balança para não vacilar na velocidade das quicadas.
hyuck afunda no estofado inutilmente, sem conseguir conjurar forças suficientes para se manter firme. encara o teto como se fosse a primeira vez que o visse, tão perdidinho que o cérebro ameaça se liquefazer, lágrimas rolando com fartura pelas bochechas, a representação do excesso de prazer que experienciava.
— a-amor… — choraminga com a voz mansa.
— shhh, aguenta, ‘tô quase terminando. — ele mal registra sua tentativa de sossegá-lo — sequer poderia chamar de tentativa? visto que não havia nenhuma real brandura advinda do tom insensível, desinteressado até o âmago. e não consegue evitar em manhar alto com a óbvia indiferença. — hm? não era o que você queria? hein? — os fios são puxados com firmeza, a diversão explícita em ver o homem naquele estado patético. — ficar quietinho fingindo que não é com você? então fica.
ele tenta falar novamente, dessa vez para avisar que vai gozar, mas outro puxão ameaça arrancar qualquer pensamento coerente da mente dele, o deixando bobinho novamente.
a garganta do rapaz treme com um grunhido desesperado, o cacete pulsando com a quantidade surreal de porra que joga dentro de você sem aviso, o barulho da esfregação mil vezes mais alto agora que a intimidade de você dois estava completamente esporrada.
ouve você reclamar baixinho da bagunça e sente o próprio corpo convulsionar, — mas não consegue assimilar se foi pela euforia da gozada intensa ou dos soluços chorosos que comprimiam a caixa torácica. o rio de lágrimas encharcando a boca aberta enquanto sua buceta molhava o pau judiado, apertando com tanta força que, inconscientemente, o rapaz se joga mais para dentro do sofá como tentativa de fuga — não funciona, entretanto. pois mesmo cansada do recente orgasmo você ainda encontra forças para agarrar o pescoço moreninho, estampando na pele suada a crueldade das suas intenções com uma enforcada cruel.
inclina o corpo na direção dele, o membro quase amolecido escorregando para fora junto com o líquido branquinho que se acumulou no seu canalzinho.
lambe os lágrimas do rosto sofrido, quase inerte. sorri satisfeita, agora entendendo a obsessão do namorado em acabar com você toda as vezes transavam — se a visão fosse semelhante a que estava tendo agora, então, caramba, compartilhava dos ideais sádicos.
leva a mão do pescoço até as bochechas, num carinho relaxante, acalma a pele avermelhada com dengo. a tentação fala mais alto e você esmaga o rosto alheio descuidadamente na junção entre o polegar e o indicador. os olhos finalmente te encaram de volta, piscando lentamente, ainda meio nebulosos.
e ele lacrimeja novamente quando você deixa um beijinho melecado de baba e choro na boquinha forçadamente achatada.
a troca de olhares é intensa, nem você e nem hyuck conseguem desviar.
você aproveita a oportunidade para guiar a mão sobressalente sorrateiramente, em direção a espessura descansando bem embaixo de você.
não perde o arregalar de olhos do namorado, num desespero flagrante com as suas ações imprudentes, o olhar tentado a descer para ver as carícias sendo feitas no próprio cacete, o único impedimento sendo a força absoluta que você aplica para comprimir a pele macia dele mais uma vez.
— não- eu não- não aguento- eu- — balbucia com se tivesse aprendido a falar agora, a masturbação já incitando a superestimulação a se apossar do corpo cansadinho — e, como esperado, fornecendo mais um poquinho de diversão para você.
— p-por- fa-favor. — pede fraquinho. sem saber pelo quê. e você o questiona, obviamente, a mão não parando de subir e descer na extensão e nas bolas inchadas enquanto aguarda a resposta. — eu…
— quer mais? — ele acena a cabeça de maneira bamba, como se estivesse fraco demais para impedí-la de pender. os lábios vermelhos brilham com os últimos resquícios do choro recente e você não resiste em beijá-los em conjunto com a punheta gostosa, enfiando a língua dentro da cavidade desleixadamente, saliva pingando para fora do ósculo luxurioso.
hyuck geme quando a chupada na língua combina com a lambida do seu polegar na cabecinha sensível, — quase engasga, na verdade, recuperando todo o fôlego perdido assim que você faz a bondade de afastar um cadinho dele.
— pede com jeitinho. — chacoalha o rosto dele de levinho, trazendo algum senso de realidade para o rapaz que parecia estar se entregando ao próprio tesão novamente. — mostra pra mim que teu orgulho não serve de porra nenhuma quando você quer comer minha bucetinha. vai.
𝗇𝗈𝗍𝖾𝗌.ᐟ ⎯ 枯。 4k de palavras nessa brincadeirinha e eu ainda tô sentindo que foi extremamente rushado e mal feito, socorro. aliás, perdão por não ter postado ainda o smut dos mahae, juro que tenho bons motivos ;(