Já fazia um certo tempo que a delegada recebia algumas denuncias anônimas de tráfico. Emilly estava juntando algumas provas e naquele fim de tarde ela saiu a procura de provas mais concretas, levava consigo uma câmera fotográfica e estava com roupas simples, algo que pudesse passar despercebida pelas pessoas e pelo suspeito @maximefleury. Acendera um cigarro enquanto observava o movimento na rua, ela estava sentada em um banco um pouco afastada do beco em que recebera as denuncias. Naquele momento quase tudo estava em jogo e ela apenas esperava não ter uma crise dos “seus amigos” em sua mente.
Maxime não ligava para o que os membros do clã faziam ou deixavam de fazer com as pessoas que se aproximavam dos limites do domínio do clã. Na verdade, ele não dava a mínima para absolutamente nada que eles fizessem, desde que não interferisse nos negócios que mantinham o grupo. A informação que uma garota estava fumando em um dos limites, como se não quisesse nada, chegara aos ouvidos do lord por acaso. E por primeira vez, a ordem fora de não mexer com a mesma, Maxime queria saber quem era a suicida que estava se atrevendo a ficar ali. Saindo das sombras, em um movimento rápido, já estava sentado ao lado da mesma, acendendo um cigarro, sem olhar para a face da mulher. —Parece que esfriou, você não acha?—A questão saiu junto com a fumaça que o mesmo soltou, ao tempo que virava o rosto para ela. —Quem diabos é você? E seguindo com os mesmos servos do inferno, o que faz aqui?















