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[nathan stark, 25 anos, heterossexual, escritor e diretor de filmes, oc] PASSADO:
Nathan sempre foi o tão cobiçado “príncipe inglês". Literalmente. Oriundo de uma das maiores famílias da Inglaterra, o rapaz estava na linhagem direta do reinado. Como primogênito da relação de seus pais, sempre viam-no como o próximo Stark que seria rei britânico. Cresceu ganhando todas as regalias e mimos que só uma mãe desesperada pelo poder poderiam dar-lhe, o que fez do garoto arrogante e prepotente, achando-se superior aos demais, como queriam que ele acreditasse. Ele era instigado a participar de atividades extraescolares apenas para se socializar, como tênis e golfe, esportes em que ele se destacava e convidavam-no a alimentar sua competitividade além de forçá-lo a conviver apenas com pessoas da mesma situação financeira que ele. Os pais do garoto certamente não misturariam seu alicerce social com gente de baixo nível. Por isso, internatos sempre eram seus objetivos por terem uma mensalidade mais cara e só ser alcançada por garotos de classe alta, os futuros amigos do menino e integrantes do Congresso, como viriam a falar depois.
O fato é que Nathan era a jóia rara da família, e eles fariam de tudo para preservá-lo, tanto da mídia quanto da inveja alheia, mas o inevitável aconteceu. Um dos “amiguinhos" do garoto no internato chamou um repórter da elite para apresentar o futuro príncipe da Inglaterra, fazendo com que o caos tão desconhecido se instalasse na vida do menino. Num ato de total desespero, os pais mandaram-no para um internato francês, na tentativa de tentar tirar toda e qualquer exposição pela qual Nathan pudesse passar. O que eles não sabiam é que ele nunca mais voltaria para ocupar o trono que era seu por direito.
Na França, o inglês descobre que nem tudo é como em seu país de origem. Dinheiro ali não era essencial, apenas para um conforto maior, mas em Paris, a cidade luz, cultura é muito maior do que tudo isso. Nathan descobre museus, peças de teatro, livros e sente-se livre, como nunca tinha se sentido antes. Mesmo sem amigos e ganhando a fama de boçal pelo internato, o Stark adquire um amor imenso pela França e já sabe que ali é o lugar onde quer viver para sempre. Sem principado, sem trono, sem pressão. Só ele, os livros e uma filmadora, onde ele possa finalmente ser quem ele é.
Presente: Diferente de todo seu passado, Nathan conseguiu estabelecer-se como um dos melhores escritores modernos da França. Deserdado por seus pais, todo o dinheiro que o rapaz conseguiu foi com trabalho árduo e noites sem dormir para pagar o apartamento em que morava. Teve vários affairs, mas nunca assumiu nenhum relacionamento por medo de que elas descobrissem o que ele realmente era e espalhar por toda a mídia. Ainda continuava um rapaz que orgulhava-se de todo o dinheiro que agora possuía, mostrando de todas as formas o quanto era rico, principalmente com seu carro e sua cobertura com vista para a Torre Eiffel, mas assumiu uma personalidade de um verdadeiro cavalheiro: era gentil, doce, e principalmente alegre. Odiava falar de seu passado com outras pessoas e para todos, ele seria sempre o rapaz orfão inglês.
Sua relação com a mídia era totalmente pacífica. Nem lembrando o garoto que outrora fora, Nathan assumiu uma forma persuasiva, sem ser mimado, e contagiante. Sorria sempre e nunca se incomodou com paparazzis, desde que eles não vasculhassem sua vida. Sempre que saía uma notícia com seu nome ele lia, com medo de que finalmente tivessem descoberto sua verdadeira identidade… Mas não. Nathan Stark seria para sempre o famoso escritor inglês, e não o futuro príncipe britânico.
[fc] matt bomer
[jean antoine leblanc, 21 anos, homossexual, desempregado, oc]
PASSADO:
Jean foi uma criança que não recebeu a mínima atenção dos pais, a mãe sempre muito ocupada com os grandes eventos sociais da alta sociedade francesa e o pai muito ocupado com sua carreira na política. O garoto reclamava constantemente dessa negligência de ambos, mas era sempre calado pela mãe com agressividade com o argumento de que era graças a seus contatos que a família ainda podia viver com todo o luxo. Ele foi criado por uma governanta diferente a cada ano, já que nenhuma delas era capaz de aguentar a falta de educação e a postura que o pequeno, que preferia a alcunha de jovem lorde, mantinha. A educação de Jean ia pelo mesmo caminho da educação, nenhum dos filhos da família LeBlanc estudou numa escola junto com outras crianças, todos tiveram o mesmo tutor, no entanto eram raras as ocasiões que o jovem lorde aparecia para a aula. Crescia assim com um alto nível de ignorância tanto intelectual quanto sobre o conhecimento geral do ser humano. Jean era incrivelmente lento, a ponto de todos os seus irmãos acreditarem que ele sofria de altismo. Aos nove anos, ele finalmente aprende a ler e escrever com excelência e nesse mesmo ano, seu pai vem a falecer levando a Sra. LeBlanc a uma profunda depressão. Foi estudar por um breve período no colégio que seu irmão era dono, e por ter sofrido uma agressão gravíssima a ponto de levá-lo ao leito de um hospital, Jean foi mandado para Rutherford onde dinheiro e influencia não seriam armas para o sucesso acadêmico do garoto. O primeiro ano no internato dinamarquês foi o mesmo que nada, e Jean o perdera com notas tão baixas que sofrera a ameaça de ser expulso. A partir daí ele realmente começou a estudar e se dedicas nos estudos, mas somente por que sua mãe o ameaçara. Se ele fosse expulso e envergonhasse o nome da família numa academia de grande prestígio, ele ficaria sem a parte dele da herança Após se formar no ensino médio, se viu livre de um grande peso nas costas. Voltou a Paris e vivia uma vida incrivelmente satisfatória e cheia de conforto com uma gorda mesada mensal, a vida de Jean Antoine se ressumia nas mais insanas festas. Fossem no loft de algum amigo rico ou numa boate localizada num bairro sem a menor estrutura.
PRESENTE:
Abrigou sua grande amiga do colegial, Circe, quando esta lhe apareceu a soleira da porta. Nunca perguntou como ela o encontrou e também nunca se preocupou com isso, pensava mais na probabilidade dela finalmente ter tirado cabelo do corpo inteiro exceto a cabeça. E se ainda não o tivesse feito, a vida dos dois seria como uma eterna festa de pijama, e era esse o tipo de coisa que Jean esperava fazer numa festa de pijama. Não tem a menor preocupação em arranjar um emprego, afinal de contas a vida de sua mãe foram festas e outros eventos, por que não levar uma vida semelhante? O único problema seria se a velhaca fosse persuadida pelas outras cobras cujas tinha trazido ao mundo.
[fc] alex libby
amigo de circe krukova
KD MINHA FICHA CAO
paciencia pequeno san. editar ficha no ipod mt dificil
[marienne russeau, 22 anos, heterossexual, estudante de arquitetura e urbanismo/estagiaria, oc] PASSADO:
Nascida em uma casa onde o poder esta acima de tudo, Marienne sempre pôde ter tudo na palma de suas mãos. Filha de um influente político francês, a garota teve holofotes voltados para si durante tudo a infância, quando desenvolveu um gênio calmo, educado e rico de inteligência e capacidade, digno de uma dama. Entretanto, tamanho mimo que recebia em casa conseguiu mudar bastante a garota de uma hora para a outra. Por mais doce que se mostrasse na frente de todos, a caçula tornava-se alguém completamente diferente na falta dos mimos e da atenção pelo mínimo de tempo possível.
Foi no início de sua adolescência que uma necessidade um pouco maior de atenção floresceu que Marie procurou mudar, e mudar significava algo drástico. A garota correta já tinha perdido a “graça” para a mídia e para atraí-la novamente, ela começou a simplesmente sair constantemente com garotos diferentes de forma completamente aberta. O maior problema disso era a qualidade desses rapazes, mais velhos e sempre a guiando aos lugares mais perigosos da cidade, onde aos poucos, Marie experimentou coisas novas que afetavam diretamente sua personalidade. Os pais pouco se importavam com a situação, havia problemas maiores para que eles se preocupassem, mas quando notaram que as atitudes de sua caçula estavam atraindo uma atenção indesejada, já era tarde demais. Marie era uma pessoa completamente diferente, que pouco se importava com os estudos, com a família, com os amigos verdadeiros e com sua fama.
A mudança de personalidade de Marienne atraia mais e mais problemas a cada dia que se passava, problemas que pareciam ser ainda maiores do que já eram por ela ser filha de alguém como seu pai. Após causar tumultos em sua vida e na da maioria, livrar-se diversas vezes da polícia francesa e estampar capas de revistas completamente fora de si, a solução encontrada pelo sr. e sra. Russeau foi enviar a garota para o Instituto de Ensino Mont Blanc. Diferentemente do esperado, os problemas no internado não diminuíram e menos ainda, terminaram. Por um descuido em uma viagem do colégio, Marie engravidou de Luke Richards, um aluno um ano mais velho com quem mantinha um relacionamento não muito amigável. No nono mês de gravidez, a garota sofreu um acidente de carro que lhe fez perder a criança e adquirir amnésia dissociativa, que foi superada no fim daquele mesmo ano letivo com ajuda de profissionais.
Sem aguentar as memórias recém-recuperadas que o internato lhe trazia, Marie resolveu fazer seu último ano em casa com professores particulares. A garota perdeu contato com todas as pessoas do Mont Blanc, inclusive Benjamin King, amigo de infância que tinha reencontrado no instituto depois de sua perda de memória.
PRESENTE:
Depois de um ano afastada de qualquer pessoa que não fosse da sua família ou um professor, Marie decidiu que cursaria Arquitetura e Urbanismo na faculdade. Coincidentemente, no primeiro ano, ela acabou reencontrando Benjamin King, com quem namora desde então. O relacionamento dos dois nunca teve nenhum problema em quatro longos anos, e depois de muito tempo, a vida parece estar em paz plena para a garota, que já faz o último período na faculdade, estagia em uma construtora famosa de Paris e mora sozinha em um pequeno apartamento na parte central parisiense.
Diferentemente de em sua adolescência, Marienne é bastante frequente na casa dos pais, com quem mantém um relacionamento tão agradável que parece apagar toda a falta de apoio dos maiores na parte mais difícil de sua vida até então. Os pais de seu namorado são bastante amigos do sr. e sra. Russeau, e felizmente nunca souberam da gravidez precoce de Marie. O único problema da família é a primogênita, Angelique, que costuma estar bastante distante dos outros três. Não é como fizesse falta para os pais, mas vez ou outra, Marie lembra dela e de seu suporte durante sua gravidez, ciente de que aquilo foi real apesar de mais parecer um sonho.
Atualmente, Marienne é bastante calma, não frequentando festas ou clubes noturnos. Prefere ficar em casa assistindo um filme ou lendo um livro a sair nem que seja para comer uma pizza com os colegas da faculdade, que não sabem quase nada sobre ela. Saber que de todas as pessoas que lhe rodeiam, apenas a que mais ama – Benjamin – e seus pais sabem de seu passado difícil lhe trás um pouco de segurança para enfrentar as situações do dia-a-dia com um pouco mais de confiança. Mas se pudesse, simplesmente esqueceria tudo de novo.
[fc] skyler samuels
namorada de benjamin king
irmã de angelique russeau
[hanna west, 23 anos, homossexual, historiadora, aberto]
PASSADO:
Nascida e criada em uma pequena cidade conservadora no sul da Austrália, Hanna nunca teve muitas esperanças quando criança. Era a mais velha de cinco filhos, assim assumindo muitas vezes o papel de babá e segunda mãe, já que não tinham nenhuma avó e seus pais sempre passavam a maioria do tempo no trabalho. Os irmãos e a irmã sempre chamavam muito a atenção, todos muito agitados e bagunceiros, enquanto Hanna, sempre muito quieta e obediente, nunca fez questão de atenção, tinha suas amigas e gostava muito de passar seu tempo na escola, mesmo que não pudesse, tendo sempre que buscar os irmãos e a irmã em suas respectivas escolas, o que lhe dava pouco tempo para se divertir de verdade, mas já estava acostumada, cuidava deles na parte da tarde, e de noite quando sua mãe e pai chegavam, eles corriam para seus braços, finalmente dando algum tempo para a menina descansar, pois ao contrário do resto, que tinham que dividir um quarto, os pais sempre a deixaram ter seu próprio espaço. Era uma casa relativamente grande para uma família de classe média, mas com a adolescente e as quatro crianças, tudo sempre pareceu muito apertado.
Em sua adolescência, nunca teve amigos meninos na escola, talvez pelo trauma que tivesse com três pestes em casa, mas sua preferencia sempre foi pelas meninas, claro, falava com alguns meninos, chegou a ter seu primeiro beijo com um, mas não era a mesma coisa que passar seu tempo com suas amigas, mesmo se fosse somente para assistir TV e conversar a tarde. Até que chegou um momento em que todas as suas amigas se encontravam atraídas por meninos de sua classe, e ela não conseguia ver nada de especial em nenhum deles, se forçando a namorar um por algumas semanas apenas para ter assunto com as meninas. E assim foi até seu último ano, quando ganhou uma bolsa de estudos para uma universidade no Canadá, o que aliviou o bolso dos pais e lhe deu a sensação de liberdade que procurou sua vida inteira.
Lá, descobriu que não adiantava tentar, nunca se sentiria atraída por meninos, mas em compensação, também descobriu que não era a única a se sentir assim, conhecendo diversas meninas que confiou seu segredo, se revelando atraída por algumas delas, um sentimento recíproco, o que a aliviou muito, ao descobrir que podia sim sentir alguma coisa quando beijava alguém. O homossexualismo foi a melhor e mais surpreendente descoberta que fez na faculdade, dando graças por ter ganho a bolsa de estudos e também por ser considerada bonita o suficiente para ter quantas meninas quisesse, já que agora que tinha certeza do que queria, faria questão de aproveitar tudo. O maior problema veio quando recebeu seu diploma e voltou para a Austrália, com o cabelo, outrora comprido, cortado o mais curto possível e uma oferta de emprego na França que não tinha certeza se aceitaria. Contou para os pais de sua nova opção sexual, o que os fez sentirem repulsa pela filha, coisa que não a afetou, somente a deu mais força para aceitar o emprego na Europa e provar para os pais que aquilo não a afetaria em sentido algum.
PRESENTE:
Se mudou para a França com um emprego garantido em um dos museus mais famosos de Paris, e em um dia que estava examinando um dos quadros, conheceu uma loira que se apresentou como Rhea. Manteve contato com ela até que as duas estavam oficialmente juntas em menos de um ano. Ela era o amor da vida de Hanna, por mais que fosse um pouco temperamental, não podia se ver sem ela mais. As duas tinham um relacionamento aparentemente perfeito, o que só ajudava na vida de Hanna, que amava seu trabalho, ganhando cada vez mais e provando a si mesma o quanto poderia ser independente. Depois que a namorada foi promovida, resolveram se mudar para o mesmo apartamento, onde percebeu que cada vez mais, a menina ficava mais distante, chegando até a passar algumas noites fora de casa e gerando brigas entre as duas. Em uma dessas, saiu de casa com raiva, parando em uma festa na cidade onde seus colegas de trabalho estavam, e bebendo o suficiente para ter um caso de uma noite com uma menina que mal conhecia, chamada Karin. Depois daquilo, passou a se sentir mal, achando que a culpa do relacionamento estar ruim era sua, passando agora a tomar muito cuidado com o que falava para a namorada para que ela não descobrisse seu erro, e também fazendo todas as vontades da mesma, sem saber que na verdade o "amor de sua vida" também tinha seus próprios segredos.
[fc] valorie curry
namorada de rhea young
teve um breve caso com karin franson
Olá. Como os personagens fazem para conversar sem ser por turno? Preciso mesmo mandar meu Facebook para ser colocado no grupo? Como funciona a moradia dos personagens? Todos moram no mesmo local ou em diversos locais na cidade? Se os chats forem utilizados, usa-se gifs e coisas do tipo: olá -sorri, para indicar suas ações enquanto falam? Obrigada.
Então, eles não conversam se não for por turno, já que não permitimos gifchat aqui, e o facebook não é obrigatório, mas é melhor já que temos um grupo lá onde é combinado a maioria, se não todos, os turnos, já que não temos blog ooc (e não dá pra te botar lá sem seu facebook, respondendo a pergunta); quanto a moradia dos personagens, eles moram cada um onde quer na cidade de Paris, não necessariamente juntos. Agora uma dica pra sua vida anon: se você estiver fazendo um gifchat, NUNCA bote alguma coisa como "Olá-sorri" porque se é um GIFchat, seu gif já indica a ação do seu personagem (juro que isso não foi grosseria, apenas uma dica)! De nada <3 /Ana
vão ter mais personagens?
Sim! Tem dois nos drafts e eu (ana) to enrolando com a Hanna hehehe
eu quero muito entrar, mas não sei, eu preciso ser antigo player?
Claro que não :) sempre aceitamos players novos (somos legais)
[calloway desole, 23 anos, heterossexual, fotógrafo profissional e estudante de artes, oc]
PASSADO:
Calloway DeSole nasceu na Itália, de um parto prematuro, aos 7 meses. Ele sempre fora o maior sonho da mãe, que fizera de tudo para engravidar, até finalmente conseguir, mesmo contra todas as propabilidades. Apesar de tudo, o menino sempre fora muito saudável desde o primeiro momento.
O garotinho era mimado pela mãe todos os momentos do dia. Sempre tinha o que queria, tudo o que o dinheiro pudesse comprar. Mas nada que fosse contra a vontade da sua mãe, que o superprotegia. Aos 12 anos, Calloway adotou a fotografia como hobbie, como uma maneira de sair de casa e ainda assim agradar os pais. Depois também pintou, embora fossem as fotos que sempre i cativaram.
Calloway descobriu o seu verdadeiro talento: O boxe. No mesmo dia chegou em casa pedindo à mão para participar da equipe da escola. Ela se negou a deixa-lo participar, alegando que era um esporte perigoso e brutal para um bom menino como ele. Ignorando a mãe, Calloway forjou sua assinatura e conseguiu entrar na equipe. Era realmente muito bom. Começou a passear por aí com os amigos da equipe – saindo para beber, praticando parkour, e dando em cima das meninas, não que elas lhe dessem atenção, já que ele era apenas um freshman.
A preocupação dos pais começou a partir do momento em que Calloway gritou com a mãe pela primeira vez. Por causa da influencia dos amigos, boxeadores sinceros que não tinham medo de se impor, de repente o menino quieto e introvertido sentiu vontade de colocar para fora tudo o que tinha guardado por tantos os anos. A mãe nada falou, se sentou no sofá e encarou a parede por longos segundos. O pai o mandou para o internato para que não magoasse a esposa que lhe dera tudo. O menino se manteve em silêncio, meneando a cabeça quando necessário e fazendo suas malas quando fora mandado.
No Instituto Mont Blanc, Calloway viveu uma das melhores épocas de sua vida. Sua liberdade fora finalmente conquistada! Suas fotos estavam mais brilhantes do que nunca, a carreira no boxe lhe abrindo portas universitárias para o futuro e ele até tinha uma namorada: Uma linda francesinha de Cannes, obcecada por filmes de romance.
E um dia, tudo virou de cabeça para baixo: A mãe o perdoou e implorou que ele voltasse para casa. Holly, sua namorada, deixou a escola com apenas uma carta lhe dizendo “adeus" e nada mais do que isso. Não havia mais nada o prendendo na França.
Ele conseguiu uma bolsa acadêmica para o Boxe em uma universidade muito conceituada da Itália, mas quando estava no segundo ano, uma lesão o forçou a deixar o esporte e consequentemente, a faculdade.
Em seu tempo prostrado, Calloway voltou à se dedicar à arte, algo que não fazia desde que a sua francesinha o deixara desamparado, sem qualquer explicação. Percebendo o que não quisera ver, ele enviou seus trabalhos para faculdades de todas as partes da Europa. A resposta não demorou nem ao menos 3 dias, e todos o queriam por perto. Com uma energia renovada, o italiano deixou a casa dos pais e escolheu Paris, uma das cidades mais inspiradora do mundo, para começar sua nova vida.
PRESENTE:
No segundo ano da faculdade de Artes, Calloway percebe o mundo se abrindo muito mais para ele agora do que quando era um atleta: Já está concorrendo a uma vaga para ser um curador no tão famoso museu do Louvre. Por enquanto, ele ganha a vida como fotógrafo, e parece ser muito bom. Apesar da pouca idade, já dirigiu sessões de foto para marcas famosas como Chanel e Gucci. Isso lhe garantiu um apartamento na parte nobre da cidade, a antiga e vibrante, com vista para o magnífico Louvre, onde vive com seu cachorro vira-lata, Rembrandt.
Na universidade, na Itália, Calloway costumava ter casos com uma ou duas meninas. Jamais era algo de mais de duas semanas. Quando as coisas começavam a ficar sérias, ele sentia um aperto no coração, como se tentasse começar uma tela nova quando outra ainda estava inacabada. Depois de sua lesão, ele fora obrigado a se arrastar por aí com uma bengala, o que o fazia parecer mais velho e menos atraente, embora ele não ache isso totalmente ruim.
Fotógrafos solitários ganham mais.
[fc] milo ventimiglia
ex namorado de holland monier
[riley ashford, 23 anos, homossexual, tradutor e escritor de meio período, oc]
PASSADO:
Riley nasceu numa família extremamente tradicional da Inglaterra, numa cidadezinha rural à 95 KM de Londres. O mais novo de oito irmãos, Riley sempre soube que era diferente. Enquanto os irmãos adoravam brincar na lama, brigar uns com os outros e aprontar com os irmãos, Riley preferia a companhia das irmãs, suas bonecas e seus livros de contos de fadas. Um problema de visão piorou ainda mais a relação de Riley com o pai e os irmãos. Seu óculos virou motivo de chacota, tanto na casa da fazenda quanto na escola.
E foi mais ou menos no seu ano de freshman que ele conheceu François, um aluno de intercâmbio que se mudara para a propriedade dos Kane no final da estrada 206. François tinha os cabelos castanhos mais incríveis que Riley já vira, e, como já vira a mãe e as irmãs dizerem milhares de vezes, elogiou-o para o garoto. Eles se tornaram grandes amigos. Um protegia o outro. Riley sentia que não havia nada que eles não podiam fazer. E não havia.
Eles deram início à um relacionamento. Costumavam se encontrar todas as noites no celeiro dos pais de Riley, onde as únicas testemunhas eram os cavalos… E seu pai. Em uma noite, o pai teve um mal pressentimento durante o sono e foi dar uma olhada em seus cavalos premiados. Ele ficou furioso, e bateu nos meninos.
Quando Riley acordou no hospital, todo o seu mundo havia mudado. François estava morto, seu pai estava na cadeia, e sua mãe estava machucada, depois de tentar proteger os meninos. Temendo pela segurança de seu filho, que ela sempre soubera que fora o mais frágil de todos, frente aos irmãos que o culpavam pela prisão do pai, a mãe usou suas economias para manda-lo ao Instituto Mont Blanc onde esperava que ele pudesse ficar seguro até que tudo se acalmasse.
E, pela primeira vez na sua vida, Riley estava sozinho e cercado de pessoas estranhas que falavam outras línguas, e tinham aprendido quais talheres se deve usar em cada ocasião. E para o tímido britânico, perder-se entre seus livros e os artigos para o jornal da escola parecia uma boa ideia. E foi mesmo. Pois foi entre estes caminhos que encontrou seu futuro marido, Adam.
E depois de um ano dividido entre o extremo terror da perseguição dos irmãos mais velhos e a felicidade de encontrar o grande amor, Riley conseguiu se provar merecedor da escola e ganhar uma bolsa de estudos para que não tivesse mais que depender da família.
PRESENTE:
Depois de se casarem e passarem por um longo debate sobre onde morar, os Ashford se mudaram para Paris, já que os dois haviam se conhecido na França. Riley conseguiu um bom emprego como tradutor em uma editora, embora o francês um pouco rudimentar da antiga escola e do pouco que aprendeu em Mont Blanc o deixe em maus lençóis com os patrões às vezes.
De qualquer forma, tudo vai bem, por enquanto. Em algum tempo, a sentença do pai acabará, então ele aproveita para a visitar a mãe enquanto pode, embora ela jure que ele está muito arrependido, que nada terá que mudar, e que ele e Adam sempre serão bem-vindos naquela casa. Ele não tem certeza.
[fc] keegan allen
casado com adam ashford
[alexis francis benetti, 23 anos, heterossexual, arquiteta, oc]
PASSADO:
Antes de ir para Mont Blanc, Alex mantinha uma vida em San Diego, que todos chamariam de perfeita, filha mais nova de um famoso empresário, tinha tudo que queria, seu boletim era impecável, tinha uma beleza incomum, e o relacionamento com o garoto desejado por todas que a tratava como um prêmio, só por ser, não que quisesse, a mais popular do colégio. Mantinha uma ótima relação com seus pais, recebendo altas mesadas que o pai dá querendo demonstrar seu amor aos filhos que pouco vê. Alex acaba sendo a queridinha do pai e seu irmão mais velho, o preferido da mãe, que juntos saem para fazer o que bem entenderem. Mesmo com a liberdade em excesso que se era permitida pelos pais na Califórnia, nunca se deixou levar ao mundo das drogas e álcool, ao contrário de seus amigos e do seu próprio irmão.
Mas sua vida virou um inferno quando seu namorado, rejeitado ao querer levá-la para cama, inventou uma mentira que a fez ser conhecida por fama de puta por todos na cidade, inclusive os seus proprios amigos. Isso a fez tornar-se pouco fria no sentido da vida amorosa e ter pavor de tirar sua virgindade. A ida ao Mont Blanc foi sua ideia, juntamente de seu pai e irmão, que tinha receio de que ela ficasse igual às suas amigas na Califórnia.
No tempo que passou lá, os dias intercalavam-se como os melhores e os piores de sua vida. Normalmente acabava sozinha, os amigos que fazia sempre saiam do colégio e tinha pouco contato com suas colegas de quarto. Acabou sendo amiga fiel de Luke Richards, homem que nunca poderia esquecer mesmo se tentasse ou quisesse.
O ultimo ano do colegial passou lentamente como Alexis desejava. Não queria ir embora, mas ao mesmo tempo, mal podia esperar para se ver livre do internato e começar a ver o mundo com os proprio olhos.
PRESENTE:
Com a ascenção da empresa de imoveis da familia nos negócios, Alexis não precisa necessariamente trabalhar. Para suceder o pai, seu irmão mais velho formou-se em administração. Já ela, formada há um ano e com muito merecimento do diploma, ajuda frequentemente nos projetos como arquiteta e decoradora secundária da empresa. Extremo oposto do que parece ser, Alexis é extrovertida e nada arrogante. Mora na frança desde que acabou a universidade, onde adora dar suas grandes festas e viver de seus caprichos.
[fc] barbara palvin
[aria carter, 28 anos, heterossexual, escultora, oc]
PASSADO:
Os Carter sempre foram só mais uma das famílias moradoras da cidade de Brampton, no Canadá. O típico casal tradicional, ambos vindos de famílias rígidas e católicas eram donos de uma imobiliária local, um negócio que era suficiente para pagar as contas e manter um estilo de vida confortável numa vizinhança de classe média alta. Mas apesar de ter uma vida estável e tranquila, Susan e Joseph sempre tiveram o sonho de poder ter filhos, mas, devido á um problema genético por parte da moça, as chances da mesma de poder gerar uma vida eram poucas. Então após anos sonhando com uma possível gravidez e adotando todos os métodos existentes para que a mesma ocorresse, um dia, durante uma consulta rotineira no médico geral, fora descoberto que a moça estava grávida de um menino. Oito meses se passaram desde então e faltando apenas algumas semanas para a vinda do bebê, fora dito que teria de ser feita uma cesária as pressas para que tudo desse certo. Após passar algum tempo sob trabalho de parto, fora dada a notícia, o bebê que deveria trazer alegria ao casal nascera morto. A tristeza foi tamanha que, ao receber a infeliz notícia, a mãe de Aria quase sofreu uma parada cardíaca.
Os anos se passaram e Susan acabou deixando sua vida totalmente de lado, dedicando-se apenas ao marido e a casa. Uma moça que sempre era vista pela área comercial do bairro e frequentando ás missas na igreja local, agora, ficava trancada dentro de casa. Durante o longo inverno, Susan começou a sentir fortes enjoos e decidiu procurar um médico. Ao chegar no consultório e realizar alguns exames, fora dito que a moça engravidara novamente desta vez de uma menina. Após anos de depressão, um sorriso finalmente se firmava ao rosto da mãe. A gravidez ocorrera de maneira mais tranquila possível, mas sempre era vista indo ao consultório de seu médico, morria de medo que algo desse errado novamente. E então, Susan deu a luz á uma linda garota chamada Aria.
A alegria do casal não poderia ser maior e junto a isso, até mesmo a pequena Aria que não entendia nada, também esboçava sempre um sorriso nos lábios. Fora criada com muito carinho e mimo pelos pais, sempre teve sua educação muito valorizada, sendo assim matriculada nas escolas mais tradicionais de Toronto. Frequentava junto aos pais e a irmã mais nova, a missa que sempre era realizada aos domingos… Quando atingira sua adolescência, Aria foi tirada da escola particular onde estudava e passou a frequentar uma instituição de ensino pública, devido á problemas financeiros. Lá, Aria foi apresentada á um novo mundo, onde as pessoas eram diferentes umas de si e não hava um padrão a ser seguido. Lá, durante uma visitação ao Museu de Arte Moderna de Toronto, foi onde a menian tomou gosto pela arte, algo que era estritamente proibido pelos pais. Foi então que começou a frequentar ás aulas de escultura no centro da cidade, escondida dos pais, é lógico. Já no fim do ensino médio, a garota fora descoberta pelos pais e proibida de continuar se interessando por aquele tipo de arte, como os próprios pais diziam “do demônio". Aria sabia muito bem que não seria a palavra de um padre que mudaria sua paixão pela arte de esculpir. Assim que terminou os estudos na cidade natal, a menina fez sua mala e pegou o dinheiro que lhe era de direito e mudou-se para a França, onde iria cursar Artes Plásticas na Universidade de Paris. Ao partir, deixou apenas uma carta para os pais, onde dizia que ela estava indo atrás daquilo que lhe fazia bem e que gostava. Finalizou a mesma dizendo que amava os pais, esses que lhe viraram a cara após sua partida.
PRESENTE:
Após ter terminado o curso de Artes Plásticas, Aria continuou a estudar afim de cada vez mais aprimorar seu talento. Atualmente, está finalizando sua faculdade de Artes Visuais com especialização em escultura. Continua morando no mesmo apartamento e divide um galpão com uma colega de faculdade, onde pode criar suas obras. O dinheiro para pagar as contas e a faculdade são frutos do trabalho que faz, está sempre vendendo suas obras e as levando para amostras. É sozinha, apesar de ainda falar muito pouco com a irmã mais nova, Aria não mantém nenhum tipo de relacionamento com o restante da família.
[fc] rachel mcadams
[scott holtby, 32 anos, heterossexual, professor de história da guerra na Université de Paris, oc]
PASSADO:
Nascido e criado nos Estados Unidos, Scott fora um garoto normal, apesar de provir de uma das famílias mais ricas do país; Sempre estudara em boas escolas, mas nunca fizera questão de destacar-se nas mesmas; Tivera tudo da melhor qualidade que o dinheiro podia comprar, mas nunca se exibia pelo mesmo motivo ao preferir manter a discrição de suas posses; Não lhe faltavam motivos e qualidades para ser um dos mais visados dentro do grupo social no qual vivia, mas a vontade de ocupar tão posto dominado por frivolidade lhe faltava. Por fim, Scott era o oposto do que sua família esperava de um garoto de alta classe, vivendo na área mais nobre de New York e com todos os recursos para se transformar num ser humano mesquinho e intragável. Crescendo sempre focado nos próprios ideais, o herdeiro dos Holtby tivera sempre uma visão diferente do mundo a sua volta e não era tomado pela vontade de fazer parte dele, tampouco tinha em si à necessidade de ser aceito pelos demais. Desde cedo sabia que seguiria os próprios passos, independente do que os que estavam a sua volta falariam.
Conforme avançava em sua adolescência, não compartilhava de todos os interesses dos rapazes de sua idade; Enquanto todos pensavam em suas futuras profissões com base no retorno financeiro das mesmas, Scott baseava-se primordialmente no que o faria feliz, independente se traria estabilidade ou não. E a resposta era sempre a mesma, colocada na ponta da língua quando lhe perguntavam qual seria sua primeira escolha. História. Fascinado desde jovem pelo caminho da humanidade até ali, acreditava que aquele seria o curso ideal para si, que o completaria mesmo sob os protestos de seus progenitores sobre como um curso de medicina ou direito se encaixaria mais a sua realidade. Mas o primogênito nunca tivera pretensões de agradar os pais e, levado por isso, não tivera duvida antes de se inscrever em faculdades de história por todo o mundo. Fora aceito na grande maioria delas e acabou escolhendo aquela que se lhe ofereceria maior suporte para a especialização que gostaria de fazer; Sua paixão não era só pela história do mundo, mas também pela história das guerras que haviam mudado o rumo da humanidade por completo, de modo que queria ser perito no assunto. Mudou-se para Alemanha apenas alguns meses depois, fazendo sua matricula na Freie Universität Berlin, onde concluiria sua graduação e pós-graduação.
Durante os anos em que se manteve no país germânico, Scott dedicara-se quase que inteiramente ao seu curso, usando o tempo livre para viajar por toda a Europa ao visitar pontos históricos importantes, como os campos de concentração da Segunda Guerra Mundial e os locais que sediaram as mais sangrentas batalhas já conhecidas. Nutria a cada novo dia a paixão pela história daquelas guerras já travadas e moldava-se de acordo com isso, montando pesquisas e teses sobre o assunto, criando os mais variados cenários e possibilidades caso uma decisão não fosse tomada pelos generais da época. Não era novidade para ninguém que Holtby mostrasse potencial para ser um dos maiores especialistas do assunto, fazendo com que até seus céticos pais passassem a cultivarem um orgulho pelo rumo seguido pelo único filho, mesmo que tal sentimento não durasse por muito tempo. Os pais de Holtby encontraram os pontos finais de suas vidas em um terrível acidente de carro, deixando o único filho como herdeiro direto da incontável fortuna construída através dos anos e uma lacuna na vida emocional do mesmo, que jamais poderia ser suprida.
PRESENTE:
Poucas semanas após a conclusão de sua pós-graduação e o inicio de seu mestrado em História da Guerra, Scott fora contatado pela Université de Paris, que se mostrava interessada em contratar seus serviços para lecionar sobre o assunto para algumas das várias classes de História, tal como oferecia também suporte para a continuação e conclusão de seu mestrado. A oferta era tentadora demais para se recusar e, após longos anos vivendo em solo alemão, Holtby viu-se mudando de país mais uma vez ao se estabelecer em Paris, em um apartamento simples mas igualmente confortável de um único quarto, próximo à faculdade, onde reside até hoje, anos depois, na companhia de seu cachorro adotado anos antes, ainda na Alemanha. Com seu mestrado concluído, ainda dá aulas para as turmas do mesmo curso – tomando essa como uma de suas paixões – e, apesar do pouco tempo disponível, ainda realiza diversas pesquisas nas quais a guerra é o assunto primordial. Por fim, limita-se a viver de forma simples e humilde, ignorando a quantia de dinheiro que molda sua conta bancária e ocultando tal detalhe da grande maioria que o cerca, para evitar ser até mesmo tratado diferente.
[fc] ryan gosling
[andrew "andy" davis, 25 anos, heterossexual, bartender, ocupado]
PASSADO:
Os Davis, naturais dos EUA, se mudaram para a Paris - a cidade do amor - logo após o casamento, realizando um de seus maiores sonhos. Meses depois, foi descoberta a gravidez do primeiro de seus dois filhos, Andrew. Durante toda a sua infância, o rapaz demonstrou ser um garoto exemplar, tirando as maiores notas de sua turma e se tornando popular em todo a sua escola, estando acima de outros, por mais velhos que estes fossem. Da escola para a faculdade foi um pulo. Andy se inscreveu em medicina na Peter & Marie Curie, onde durante os anos que estudou, tirava as maiores notas e tinha um ótimo desempenho nas aulas práticas, se tornando conhecido por todos na faculdade por ser um de seus melhores alunos. Apesar do reconhecimento, ele sentia que estava no lugar errado, e por várias vezes, pensou em desistir do curso para realizar um sonho: tornar-se ator.
Depois de alguns semestres, assim como fizeram os seus pais, ele largou a boa vida que tinha na universidade, mesmo com as dezenas de pedidos que não paravam de chegar de seus professores e coordenadores para que ele continuasse lá, mas já estava decidido, e graças a alguns amigos da área, ele conseguiu o seu primeiro papel como ator. Não era nada grandioso, na verdade, era um papel pequeno demais para ser notado, cinco minutos seriam muito, mas ele não se importava, acreditava que seria o primeiro de muitos. O primeiro filme foi um sucesso, Andrew recebeu um cachê pequeno, mas que foi o suficiente para ele guardar em uma poupança, onde juntaria o seu dinheiro até que ele fosse o bastante para comprar um apartamento, e por enquanto, se manteria num pequeno de apenas um quarto pagando aluguel.
No segundo filme, ele não teve tanta sorte. Apesar de ser um papel um pouco maior do que o anterior, também era curto como ele, dando a ele apenas vinte minutos, que seriam somados em uma cena de cinco e outra de quinze. Ao fim das gravações, quando o filme já estava sendo concluído, por intermediário de um paparazzi, foi descoberto o romance do rapaz com Ashley Greene, que atuava no mesmo filme que ele como personagem principal. Ao ser descoberto pelos diretores, Davis foi chamado e acabou sendo demitido, já que este havia assinado um contrato que dizia que qualquer relação com uma atriz do filme ainda durante as gravações implicaria o cancelamento de seu contrato, e foi o que aconteceu, somando o fato do romance dele com a atriz e o seu mal desempenho no filme.
Aquela foi a última vez que ele esteve trabalhando num estúdio, apesar de ter ganhado uma certa fama com aquelas notícias, nunca mais conseguiu assinar um contrato para trabalhar como ator. Mais rápido do que ele imaginara, a Peter & Marie Curie entrou em contato com ele, convidando-o para retornar à sala de aula, mas o rapaz não estava a fim, queria dinheiro fácil, e com os contatos que lhe restaram, conseguiu um emprego de bartender numa das maiores e mais bem frequentadas boates de paris, a Le Vip Room.
PRESENTE:
Diferente da situação em que se encontrou quando estava trabalhando como ator, nos primeiros meses de trabalho como bartender, conseguiu dinheiro para dar entrada num bom apartamento em Paris. O seu salário era de se admirar, e a gorjeta que ganhava nas noites em que estava à trabalho ia muito além do que havia imaginado. O Le Vip Room, frequentado pelas mais diversas celebridades, havia caído como uma luva no rapaz, que sempre tinha alguém conhecido lá dentro, pronto para ajudar-lhe no que quer que fosse, pagando mais do que o necessário em sua gorjeta. Como se isso não bastasse, era bastante assediado e conseguia satisfazer-se com as suas belas clientes, as quais vez ou outra, via em um filme em cartaz ou lançando um novo single.
Apesar destas boas pessoas que frequentavam o lugar, ainda haviam aqueles antigos colegas de sala, que sempre estavam presentes para argumentar o quanto seria melhor para o rapaz se ele voltasse para a sala de aula da Peter & Marie Curie para finalizar o seu curso, que no final das contas, pagaria melhor a ele do que a boate, mas Andrew estava bem o bastante para largar o local, e não pensava nessa possibilidade, ainda que fosse grande a insistência de alguns.
[fc] chace crawford
ex colega de turma de marjorie
[holland monier, 22 anos, heterossexual, modelo e estudante de artes cênicas, oc]
PASSADO:
Holland Monier, ou como preferia ser chamada, Holly, nascera num dos mais belos lugares da reviera Francesa, a famosa Cannes. Costumava a ser o que todos chamavam de “garota perfeita". Ela era a princesa de um reino que foi construído única e exclusivamente para o seu proveito. Cercada de roupas, sapatos e bolsas de marca, jóias caras e pessoas sendo gentis, sempre sorrindo para ela para que ela sorrisse para o mundo. Nada era negado a ela. Professores a adoravam, diretores a mimavam e os amigos a protegiam. Apesar de ter tudo de mais preciso na sua mão, como qualquer outro ser humano, Holly queria a única coisa que todo o jovem de sua idade necessitava, ela queria a liberdade a todo custo.
Aos 15 anos conheceu Arthur, um britânico mais velho, por quem se apaixonou. Ele a mostrara toda a liberdade que ela procurava. Cativou-a com palavras bonitas que escrevia. Envolveu-a num mundo de festas, drogas e álcool Era exatamente o que toda garota de sua idade precisava para se sentir livre. Estava cega de amores e infelizmente não abriu os olhos para ver que o rumo em que coisas tomaram era errado. O namorado se envolveu com drogas de cifre mais pesado, estava completamente dependente delas, e Holland dele. Em poucos meses de uso, Arthur se tornou agressivo e passava seus dias dormindo, se metendo em brigas de bar e dormindo com desconhecidas. Apesar de se tornar um monte de lixo em forma de pessoa, ainda tinha breves momentos de lucidez e, nesses momentos, Arthur pedia perdão e que ela nunca parasse de amá-lo. Fez Holly fugir de casa. Uma noite, ele a surrou. Não existia nenhuma outra opção se não voltar para casa.
Ao retornar, tudo havia mudado. Sua mãe estava se recuperando de um tumor cerebral e o pai tinha ganhado promoções gigantescas. Após ser recepcionada com lágrimas, Holly não demorou a perceber que não tinha mais lugar para ela naquela casa. Depois de ouvir uns amigos comentando de uma instituição de ensino muito reconhecida por toda a França, decidiu que era pra lá que ela deveria ser mandada e assim foi para se dar uma nova chance, sem porém que esquecesse quem era e o que fez. Antes, Holland era um furacão, mas em Mont Blanc ela não passava de uma brisa. Ela poderia ser o Sol, mas resolveu se tornar um grão de areia.
Deixou os estudos de lado e se focou na prática de esgrima que lhe fora oferecida na escola. Tudo parecia estar perdido, para a senhorita Monier, que ainda sofria com as cicatrizes de Arthur. Porém soube que elas não valiam a pena a partir do momento que se relacionou com Calloway De Sole, um italiano de Mont Blanc, o qual Holly nunca teve a chance de se despedir. Ele era um artista, talvez o menino mais apaixonante que ela conhecera. Call fez com que a morena esquecesse Arthur, ele a ajudara em seus piores momentos, tais como a morte de sua mãe. Eram bem opostos, mas só conseguiram provar ainda mais aquela teoria clichê.
Holly não passou muito tempo em Mont Blanc, seu pai, após a morte da mãe se tornou depressivo e desenvolveu algumas doenças neurológicas graves tais como Alzheimer. Holland não teve outra opção a não ser deixar o instituto do dia para a noite sem se despedir de ninguém, apenas deixando uma carta de “Ao Revoir" para o italiano que tanto amava.
PRESENTE:
Holland terminou os estudos em Cannes, com a ajuda dos tios. E então mudou-se para a capital do amor, Paris. Lá esqueceu da sua paixão por esgrima, porém continuou a frequentar os cursos de teatro. Hoje atua como modelo fotográfica enquanto termina o curso de Artes Cênicas na faculdade da cidade. Vive em um pequeno porém nada modesto, apartamento com vista à majestosa Torre Eiffel. Holly teve alguns relacionamentos após Calloway, mas nunca sentiu nada igual por outra pessoa. Se lamenta todos os dias por não ter tido a coragem de dize-lo “Adeus" pessoalmente. Porém sua vida profissional não poderia estar em maior ápice. Acabara de ser convidada para modelar para uma marca famosa de perfumes. Holland voltou a ser o furacão que estava guardado em si nos seus últimos anos na escola. Ás vezes é pouco esnobe e fresca. Sempre querendo chamar atenção e tornar sua presença perceptível Evita relacionamentos, uma vez que esta totalmente focada em sua carreira. Mas no fundo sabe que a antiga Holly ainda vive dentro dela.
[fc] shay mitchell
ex-namorada de calloway desole
[jessica kirk, 25 anos, heterossexual, chefe de cozinha, reservado]
PASSADO:
Conheçam Jessica Kirk, filha de um casal da arte, donos de uma das maiores galerias de arte da Áustria. O seu nascimento era algo esperado desde que o casal oficializara o relacionamento, e como quaisquer pais, os Kirk tinham esperança de que Jessica viria a ser uma artista plástica, decoradora ou qualquer profissional ligada a arte, mas nem tudo são flores, e infelizmente, o sonho de seus pais nunca viria a ser realizado. Foi nas terras da Austrália que ela conheceu a sua grande paixão. Desde os seus doze anos, a garota já tinha uma boa mão na cozinha e fazia por conta própria as suas receitas, sem que se fizesse necessário o auxílio de seus pais, e foi assim então que eles perceberam qual era a verdadeira vocação da garota.
Na escola onde estudou durante o ensino fundamental e médio, era bastante conhecida por tomar o tempo de seus companheiros de classe para degustar algumas receitas criadas por ela, para o delírio dos seus amigos, que se deliciavam com as comidas feitas pela garota. Ao fim dos anos escolares, já tinha bem definido o curso que faria na universidade: gastronomia. Talvez aqueles tenham sido os três anos mais bem aproveitados de sua vida, quando ela se deu conta de que aquilo definitivamente já não era mais um hobby e se dedicou de corpo e alma ao trabalho, que logo no primeiro ano de curso, adquirira. Localizado em Viena, o restaurante Mini a contratou como cozinheira, a promovendo no ano seguinte. Por durante quatro anos ela trabalhou no restaurante, que condisseram com os dois últimos do curso e dois após a sua conclusão, permanecendo nele até o momento em que foi convidada à França, para trabalhar como cozinheira do Le Ciel de Paris.
O simples fato de ter sido convidada para trabalhar em Paris já superava as expectativas de Jessica, que acreditava que até o fim de seus dias trabalharia como cozinheira e assistente no Mini. No instante em que o convite foi feito, ela decidiu que faria as malas e partiria para a França, país que ela sempre sonhou em conhecer. Como se não bastasse ter sido convidada para trabalhar em Paris, recebera um quarto provisório em um dos melhores hotéis da região, enquanto a documentação do kitnet em que moraria no prédio dos funcionários do restaurante fosse oficializada.
PRESENTE:
O emprego e o kitnet foram as suas primeiras aquisições em Paris, em seguida vieram um apartamento novo mobiliado e a promoção para tornar-se chefe de cozinha do restaurante, merecidamente concedido depois de dois anos de trabalho no restaurante. Apesar de ter tido um relacionamento com um empresário francês que trabalhava no mesmo prédio que ela, Jessica acredita que nunca teve alguém que amou de verdade, alguém que a fizesse sentir calafrios ao mínimo toque, mas não vê um relacionamento como esse impossível, já que conquistou as pessoas com o seu carisma e as suas brincadeiras, que por menos graça que tivessem, sempre são um motivo para algumas boas risadas. Não há ninguém em seu ambiente de trabalho que em algum dia, tenha tido uma queixa sobre ela.
[fc] mary elizabeth winstead