Monterey Bay Aquarium
Show & Tell
h

Kiana Khansmith
NASA
tumblr dot com
Sade Olutola

ellievsbear

No title available

Origami Around
trying on a metaphor
hello vonnie

No title available
styofa doing anything
sheepfilms
YOU ARE THE REASON
KIROKAZE
Today's Document

titsay

JBB: An Artblog!
seen from France

seen from United States
seen from Germany

seen from Czechia
seen from Mexico
seen from Germany
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Singapore
seen from United States
seen from Ireland
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Singapore
seen from Australia
seen from Canada

seen from United Kingdom
@metafrasta
3 words, 8 letters
O amor, o sono, as drogas e intoxicantes são formas elementares da arte, ou, antes, de produzir o mesmo efeito que ela. Mas amor, sono e drogas têm cada um a sua desilusão. O amor farta ou desilude. Do sono desperta-se, e, quando se dormiu, não se viveu. As drogas pagam-se com a ruína de aquele mesmo físico que serviram de estimular. Mas na arte não há desilusão porque a ilusão foi admitida desde o princípio. Da arte não há despertar, porque nela não dormimos, embora sonhássemos. Na arte não há tributo ou multa que paguemos por ter gozado dela.
Fernando Pessoa, como Bernardo Soares, em “O Livro do Desassossego”. (via oxigenio-dapalavra)
" Vê de longe a vida. Nunca a interrogues. Ela nada pode Dizer-te. A resposta Está além dos deuses. Mas serenamente Imita o Olimpo No teu coração. Os deuses são deuses Porque não pensam.”
Ricardo Reis, um dos quatro heterónimos mais conhecidos de Fernando Pessoa (via adrahasis-library)
O Tempo, que envelhece as faces e os cabelos, envelhece também, mas mais depressa ainda, as afeições violentas. A maioria da gente, porque é estúpida, consegue não dar por isso, e julga que ainda ama porque contraiu o hábito de se sentir a amar. Se assim não fosse, não havia gente feliz no mundo. As criaturas superiores, porém, são privadas da possibilidade dessa ilusão, porque nem podem crer que o amor dure, nem, quando o sentem acabado, se enganam tomando por ele a estima, ou a gratidão, que ele deixou. Estas coisas fazem sofrer, mas o sofrimento passa. Se a vida, que é tudo, passa por fim, como não hão de passar o amor e a dor, e todas as mais coisas, que não são mais que partes da vida?
Fernando Pessoa - Carta a Ophélia de Queiroz. (via oxigenio-dapalavra)
.
(via indubio)
Acho que depois de imposições familiares frustrações artísticas tristeza ao se sentir incapaz e decisão de ir embora sem deixar cartas [ou fazer promessas continuando o que já havia] é compreensível mostrar frieza e querer ser autosuficiente mas sinto dizer: voce não é. te vejo resiliente e tudo...