Apresentando o príncipe herdeiro Miguel Eduardo García Martinez De Castro, 27 anos. Realeza convidada vindo da Venezuela.
— antes da coroa.
O apelido Miguelito pelo qual prefere ser chamado, é como seu pai lhe chamava quando bebê, segundo sua mãe.
Crescer longe da realeza sem saber que o sangue que corria em suas veias era considerado real, para Miguelito, foi um presente. Teve a chance de aproveitar sua vida da maneira mais simples e livre possível. Dono de suas escolhas e desejos, devendo obediência apenas à sua mãe.
Sua mãe lhe criou com algumas dificuldades, então Miguel trabalhava limpando jardins, piscinas, vendendo jornais, de tudo fazia antes mesmo de entrar na adolescência.
Estudou em escolas públicas mas sua mãe sempre lhe matriculou em cursos de línguas, embora não fizesse ideia do porquê precisava disso. Logo, Miguel é fluente em inglês, português e italiano. Consegue se virar com o francês e sempre quis aprender árabe, mas esse último ainda não conseguiu.
Tem um gato chamado Pablito.
Na adolescência começou a questionar o porquê dos Soberanos não se voltarem para prestar atenção nas questões ambientes; as Calamidades já haviam mostrado o quão importante o tópico é, então por que as pessoas não aprenderam? Participava de protestos, até os organizava. Sempre foi uma voz ativa na questão ambiental.
Sua movimentação social não parava apenas para gestos ao meio ambiente, mas também para a questão da diversidade cultural e os direitos das minorias. Evitava conflitos, seus protestos costumavam ser pacíficos.
— depois da coroa.
Escusado seria dizer que Miguelito ficou surpreso com a mudança em sua vida. Num dia não passava de um rapaz comum, formado em Letras por uma universidade comunitário, ensinando em uma escola perto de sua casa... No outro, descobria ser um príncipe. Não apenas isso, mas o herdeiro do trono. Não lidou muito bem. Miguel preza sua liberdade, mesmo que passasse algumas dificuldades, gostava de sua vida.
Só parou de resistir ao trono quando sua avó explicou o porquê de não querer que o país caísse nas mãos do primo Henrique, o que estava se preparando para assumir o controle. O homem não iria olhar pelo povo, era ambicioso e iria destruir os esforços dos avanços sociais alcançados até então.
Avisando ser um bom líder para o país, se submeteu a aulas de etiquetas, economia e está atualmente aprendendo melhor sobre como um rei deve se portar. Está tendo dificuldades principalmente com as questões de lidar com pessoas tão ricas e poderosas. Encaixar-se na realeza é realmente mais difícil do que Miguelito deu crédito.
Para informações oficiais e mais completas, leia a ficha de Miguelito.
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