SATURDAY MORNING

izzy's playlists!
I'd rather be in outer space 🛸

PR's Tumblrdome

if i look back, i am lost

roma★

⁂
h
d e v o n
Cosmic Funnies
Misplaced Lens Cap
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

❣ Chile in a Photography ❣

blake kathryn
occasionally subtle

Andulka
Show & Tell
we're not kids anymore.
hello vonnie

ellievsbear
Sade Olutola

seen from Austria
seen from Ukraine
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United Kingdom

seen from Greece
seen from United States
seen from Portugal
seen from Malaysia

seen from Malaysia

seen from Colombia
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Uzbekistan
@minhafitacassete
SATURDAY MORNING
BELEZINHA DO DIA: NOVO DISCO DO BLOOD ORANGE <3
Can’t bottle you up…but I can’t keep it bottled up either
SOUND OF TUESDAY: DAN AND DRUM
Quando ouvimos o termo girl-bands, logo pensamos em Spice Girls, Destinys Child, TLC ou, até mesmo, no Rouge. Este formato está presente no mercado da música desde 1930, quando mulheres se reuniam para cantar em apresentações intimistas em lugares como coretos, igrejas e rádios. Hoje um dos maiores nomes deste segmento é o Fifth Harmony, …
Mais uma coluna no Papel Pop, turma!
“Frankie Sinatra (feat. Danny Brown & M.F. Doom)” by The Avalanches.
Earl Sweatshirt
TheUnderGod.com
mondays
“The Voice Kids” foi um dos grandes fenômenos de audiência da TV brasileira neste ano. O programa mirim chegou a bater o Fantástico e trouxe bons patrocinadores para a emissora do plimplim. A Rede Bandeirantes está em mais uma temporada do “Masterchef Kids” e estão gerando o mesmo frenesi do programa de gente grande. O …
Fala turma! Vão completar dois meses que estou escrevendo no Papel Pop, sempre às terças-feiras. Eu ainda posto algumas coisas aleatórias por aqui, mas se você quiser ler algo do Fita Cassete, anote em sua agenda o dia certinho. Tá fechado?
From M83 to Frankie Cosmos, check out Pitchfork’s guide to the albums, singles, EPs, reissues, and more arriving in the coming months.
Watch Adele attempt her best onstage twerk during her London concert.
DOPE NIGGA
Meu primeiro contato com o feminismo
Quando eu era um guri, costumava ouvir muito hardcore, punk e afins, foi assim que descobri bandas de gurias que falavam sobre feminismo de forma direta, com riffs certeiros e sem rodeios. Normalmente, antes de rolarem os shows, tinham algumas palestras e as bandas tinham o merch com zines, camisetas ou adesivos e trocavam uma ideia sobre o que queriam dizer com aquelas músicas.
Foi aí que conheci nomes importantes da cena paulistana como Biggs, Lava, Biônica, Hats, Menstruação Anárquica, Okotô e mais algumas que eu sempre via nos arredores da Consolação, no centro de SP. A partir daí, eu comecei a pesquisar algumas bandas que influenciaram estas que eu estava vendo ao vivo, e desemboquei no Mercenárias e Pin Ups.
O álbum vazou horas do lançamento oficial, teve download de graça numa plataforma que pouca gente conhece, tem o registro de uma cultuada banda australiana e a cada faixa de 'Anti' que tu ouves, uma vibe diferente é anunciada. Bem vindos ao mundo particular de Rihanna. Ela poderia ficar conhecida eternamente como one-hit-wonder por Umbrella, mas a cada trabalho, a danada sabe como dar um nó na cabeça dos fãs, cenário pop e da própria gravadora.
O que tudo indicava? Um baita disco pop com pegada rap gangster de mentirinha como ouvimos em 'Bitch, Better Have My Money' (Putinha, melhor devolver a minha bufunfa). Refrão pegajoso, grave no talo e aquela voz inebriante que ela tem. Mas ela pegou este roteiro pré-definido e jogou para o espaço. O old-fashioned nunca sai de moda, certo? Então volte alguns anos no tempo e FAÇA O DOWNLOAD deste DISCO. Recomendamos!
É terça-feira pra você, pra mim e também para o Mac Demarco e Father John Misty.
10 anos de Whatever People Say I Am That What I’m Not
Hoje os meninos andam com gel no cabelo, sapatos lustrados e camisas finas. Cantam e toca de forma cadenciada, sem alguma urgência. Estar no palco é algo natural, parece que estão tocando para poucas pessoas em algum pub. O papo era outro quando os macacos do ártico estouraram há dez anos. As cantigas de Alex Turner eram rápidas quando saiam do estúdio e ganhavam mais velocidade quando tocavam para alguma plateia. Em entrevistas, eles se escondiam no sotaque de menino de interior da Inglaterra e mexiam em seus cabelos desgrenhados, cheios de vergonha. Na época, as revistas britânicas elegiam uma banda por semana que podiam salvar rock, pois achavam que ele estava mortinho da Silva.
Os meninos não queriam salvar a alma de ninguém, e sim, fazer o máximo de barulho que podiam fazer. Parece meio idiota que vou falar agora, mas eles provaram que dava para bombar muito através da internet. Os serviços de streaming não existiam e as gravadoras ficavam (e continuam) putas com download comer solto pela world wide web. Neste cenário caótico, o AM ganhou notoriedade por fazer músicas (que em pouco se tornaram hinos indies) que falavam de uma vida pacata em Sheffield. Coisas bobas como falar de desastres amorosos ou se acabar na pista de dança até a sola do All Star ficar gasta.
A banda é bem boa. Alex Turner é compositor de mão cheia e virtuoso com a sua Fender. Matt Helders é um baterista dos sonhos para qualquer conjunto musical. Jamie Cook segura as pontas na outra guitarra. O peso morto no grupo durou apenas um disco, Andy Nicholson.
Lá se foram dez anos e Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not ainda tem fôlego e figura entre as melhores/maiores estreias da história da música. Cravar uma explicação para este feito é algo impossível. Eles apareceram na hora certa com as músicas que precisavam ser feitas para incendiar os inferninhos.
Em ‘No More Parties in LA’, Kanye West chamou o pupilo Kendrick Lamar e a produção foi assinada por Madlib A.K.A Quasimoto. Que pedrada nesta segunda-feira, amigos!
BELEZINHA DO DIA: HINDS, LEAVE ME ALONE
O ano mal começou e já temos bons lançamentos chegando para os seus ouvidos. Um deles é o primeiro álbum do Hinds, quarteto da Espanha formado por gurias que cresceram ouvindo Velvet Underground, Mac DeMarco, Pastels e Strokes. O burburinho com o grupo começou em 2014, quando elas chamaram atenção de publicações como NME e Guardian com as músicas lançadas na raça em seu BandCamp. A ideia principal da banda é falar sobre amores correspondidos (e não correspondidos), farras com bebericos e fatos comuns desta vida bandida. A produção ficou por conta Arni Arnasom, baixista dos Vaccines.
Hinds é um garage rock, tocado de forma simples e com refrão gritado, do jeito que a gente gosta. Pra quem quer saber um pouco mais sobre estas gurias, deem uma olhada num tosco documnetário sobre o começo da banda: