Como um vitral em eterna construção, cada vivência é um novo fragmento de vidro que se agrega ao grande mosaico da nossa jornada, pintando com poesia os dias que vivemos.
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@miofrode
Como um vitral em eterna construção, cada vivência é um novo fragmento de vidro que se agrega ao grande mosaico da nossa jornada, pintando com poesia os dias que vivemos.
— Se eu e você fôssemos pássaros... poderíamos levantar voo e sair voando... E poderíamos mergulhar nesse céu azul... Mas não somos pássaros. — Mas podemos criar asas — retruquei. — Como? — Viva e verá. Há sentimentos que nos tiram do chão. Não se preocupe, ainda terá asas. — Já as teve? — Não sei dizer... Acho que até agora ainda não voei.
Ivan Turguêniev em “Ássia”, 1872, cap. IX, p.42.
Baguncinha de domingo.
"Já não sofri o bastante para que você busque agravar minha infelicidade? A vida, embora possa ser apenas um acúmulo de angústia, me é cara, e irei defendê-la."
Mary Shelley em “Frankenstein”, 1818, cap.X, p.137.
"Sinto certa tranquilidade. Não existe segurança no meio do perigo. Como seria a vida se nós não tivéssemos coragem de tentar coisa alguma? Será uma difícil partida para mim; a maré sobe alto, quase até os lábios e talvez ainda mais alto, como posso saber? Mas eu devo lutar minha batalha, vender caro a minha vida, e tentar ganhar e tirar o melhor dela."
Loving Vincent, 2017. Dorota Kobiela, Hugh Welchman.
"Há verdades e verdades. Embora o mundo esteja cheio de pessoas que andam por aí achando que sabem perfeitamente tudo a respeito de nós, o fato é que nunca se chega ao fundo daquilo que se desconhece. A verdade a nosso respeito é infinita. Tal como as mentiras."
Trechos de “A Marca Humana”, 2000. Por Philip Roth.
Livro: “Antologia Poética” de Carlos Drummond de Andrade.
"Para viver na confusão do mundo com um mínimo de sofrimento, o segredo é conseguir fazer com que o maior número de pessoas possível embarque nas suas ilusões; para viver sozinho aqui na montanha, longe de todos os envolvimentos, todas as atrações e expectativas que nos perturbam a paz, longe, sobretudo, de nossa própria intensidade, o segredo é organizar o silêncio, pensar na plenitude da montanha como capital, encarar o silêncio como uma riqueza que está se multiplicando constantemente. O silêncio que nos cerca é a vantagem que escolhemos, e é só com ele que temos intimidade. O segredo é encontrar sustento nas (Hawthorne mais uma vez) “comunicações de uma mente solidária consigo mesma”. O segredo é encontrar sustento em pessoas como Hawthorne, na sabedoria dos mortos geniais. Eu precisava de tempo para enfrentar as dificuldades impostas por essa opção, tempo e uma paciência de garça para conter os anseios por tudo aquilo que desaparecera, mas depois de cinco anos eu já havia me tornado perito em recortar cirurgicamente meus dias de tal modo que cada hora daquela minha existência em que nada acontecia tivesse sua importância para mim. Sua necessidade. Até mesmo sua animação. Eu não me permitia mais o hábito pernicioso de desejar uma coisa, e a última coisa que eu queria voltar a ter, pensava eu, era a companhia constante de uma pessoa. A música que ouço após o jantar não tem o propósito de me aliviar do silêncio, porém representa uma espécie de concretização do próprio silêncio: ouvir música durante uma ou duas horas todas as noites não me priva do silêncio — a música é a própria realização do silêncio." Trechos de “A Marca Humana”, 2000. Por Philip Roth.
“Nada dura, e no entanto nada passa, tampouco. E nada passa justamente porque nada dura”. Trechos de "A Marca Humana", 2000. Por Philip Roth.
“I think I need to face what I could have been in order to understand and accept what I am. Life is funny isn’t it? Just when you think you’ve got it all figured out, just when you finally begin to plan something, get excited about something, and feel like you know what direction you’re heading in, the paths change, the signs change, the wind blows the other way, north is suddenly south, and east is west, and you’re lost. It is so easy to lose your way, to lose direction. And that’s with following all the signposts.” Love, Rosie, 2014. Christian Ditter.
“Our life is made up of time; our days are measured in hours, our pay measured by those hours, our knowledge is measured by years. We grab a few quick minutes in our busy day to have a coffee break. We rush back to our desks, we watch the clock, we live by appointments. And yet your time eventually runs out and you wonder in your heart of hearts if those seconds, minutes, hours, days, weeks, months, years and decades were being spent the best way they possibly could. In other words, if you could change anything, would you?” Love, Rosie, 2014. Christian Ditter.
- Como vai a vida? - Igual água. - Limpa e transparente? - Não! Sem gosto mesmo.
Caio Augusto Leite. (via abismadora)
— Mas... mas isso me parece fraqueza — comentou Josephine, abalada.
— Mas por que não ser fraca ao menos uma vez? — retrucou Constantia, sussurrando, porém em tom firme. — Se isso for fraqueza... Por que não sermos fracas uma vez na vida, Jug? É bastante compreensível. Sejamos fracas... fracas, Jug. É tão mais bonito ser fraca que ser forte.
E, então, ela fez uma daquelas coisas extraordinariamente corajosas que já havia feito, talvez, outras duas vezes na vida.
Katherine Mansfield em “Êxtase e outros contos”, 1918, p. 235-236.
"𝗧𝗛𝗘 𝗬𝗢𝗨 𝗣𝗨𝗧 𝗧𝗛𝗘 𝗙𝗜𝗥𝗘 𝗢𝗨𝗧." Marcus: ― I won't make a mistake again. Carmy: ― Yeah, you will. But not 'cause you're you, just 'cause shit happens. I started a fryer fire the night after I won Food & Wine's Best New Chef; nearly burned the place down. Marcus: ― For real? Carmy: ― For real. This weird thing happens too; you have this minute where you're watching the fire and you're thinking, "If I don't do anything, this place will burn down and all of my anxiety will go away with it." Marcus: ― And then you put the fire out. Carmy: ― Then you put the fire out. The Bear ― Season 01, Episode 08: "Braciole".
Carmy: — And that kind of confidence, you know, like I was finally - I was good at something, that was so new, and that was so exciting and I just wanted him to know that and, fuck, I just wanted him to be like, "Good job!" And the more he wouldn't respond, and the more our relationship kinda strained, the deeper into this I went and the better I got. And the more people I cut out, the quieter my life got. And the routine of the kitchen was so consistent and exacting and busy and hard and alive, and I lost track of time and he died. And he left me his restaurant. And over the last couple months I-I've been trying to fix it 'cause it was in rough shape, and I think it's very clear that me trying to fix the restaurant was me trying to fix whatever was happening with my brother. And I don't know, maybe fix the whole family because that restaurant, it has and it, it does mean a lot to people. It means a lot to me. I just don't know if it ever meant anything to him. The Bear ― Season 01, Episode 08: "Braciole".