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— Nicholas from Gangsta. Ele é o personagem mais sexy do mundo.
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liyun.
— Nicholas from Gangsta. Ele é o personagem mais sexy do mundo.
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— não o conheço, é de alguma série ou filme? posso procurar depois.
hana.
* ♡ ˙ ˖ + ◜sua mão passou em seus cabelos em uma pedida para ajeita-los e também livrar-se da expressão embaraçada que tinha entre ambas, jamais teria deixado sua curiosidade guia-la daquela maneira se soubesse que a outra se sentiria daquela maneira, e ela surpreendentemente acabasse um pouco arrependida também. tinha um sorriso em seu rosto ainda, apesar do sentimento, queria conforta–la antes que pudesse se sentir ainda mais culpada.— se isso foi uma tentativa, aguardo ansiosamente pra ver o projeto final então.— brincou mais uma vez, tentando deixar o ambiente descontraído com seu humor, talvez um de seus maiores poderes. se a garota tinha tanta insegurança quanto ao que hana viu, então ela poderia só imaginar o que era ela confiante.— isso é porque não foi ao contrário. imagina se você me pegasse dançando, céus, é um show de horrores, pode ter certeza.— riu enquanto apontava para si mesma. já havia sido pega dançando por alguns amigos antes e não sentido um pingo de vergonha, o que deveria ser fruto de sua personalidade descarada, entretanto se algum de seus amigos fossem idols como a garota, ela não poderia dizer o mesmo. suas palmas já não estavam mais suando como antes, talvez suas piadas realmente haviam lhe acalmado e esperava que estivessem tendo o mesmo efeito na outra.— é a verdade, ao meu ver não tem problema nenhum tentar coisas diferentes pra descontrair um pouco. por exemplo eu sou modelo, mas ninguém acredita quando digo que morro de vontade de largar tudo pra ser professora do jardim de infância… claro, são situações diferentes, but you get it, certo?!
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— não vai ter um projeto final. digo, meu grupo não faz esse tipo de coreografia, normalmente. — poderia completar contando os motivos pelos quais a levaram a estar ali, em uma das salas de prática ensaiando uma coreografia que nunca seria vista por ninguém, mas optou por calar-se. talvez a outra não fosse compreendê-la. nem a própria kwon estava sendo capaz de fazê-lo, afinal. não queria parecer ingrata ou desgostosa com o que fazia. o grupo a qual fazia parte era tão importante quanto o oxigênio que inspirava e expirava. yehwa era mais do que grata a tudo o que tinha, no entanto, a frustração sobre seu próprio trabalho estava a dilacerando por dentro. queria muito saber se era a única a se sentir dessa forma, ou os outros também se sentiam de tal maneira. —— bem, eu não sei se posso acreditar no que você está me dizendo. — enrugou o nariz, contrariada. as garotas mais bonitas eram as mais modestas, yehwa sabia bem disso. só não disse mais nada a respeito. não conhecia a menina o bastante para questioná-la sobre. se pegou pensativa, distraída e avulsa ao que a alheia dizia. se sentiu um pouco distante, pensando em seus próprios conflitos mas ainda mantinha um sorriso aéreo na boca, sua expressão usual. —— certo. mas é um pouco extrema a sua situação, não? quer dizer, você gosta tanto assim de criança? tudo bem que eles são adoráveis, mas não deve ser nada fácil. — riu. —— eu queria muito ser compositora. nunca sonhei tão alto em me tornar idol. acho que é porque nunca me achei boa o bastante.
aris.
・‥ 🌙 ━ você esta coberta de razão, não posso argumentar. acho que só sou demasiada teimosa, o que dificulta as coisas quando o assunto é opiniões, mas prometo que estou trabalhando nisso. é pra se lisonjear mesmo, elogios fazem bem ainda mais quando você reconhece a sinceridade neles.
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— quem sou eu pra dizer alguma coisa. certo que nunca dou opinião em geral por ser uma pessoa pacifica e odiar conflitos. as pessoas não conseguem aceitar que algumas coisas pessoais, então guardo pra mim. mas no seu caso, fui sincera. combinou muito com você, até mesmo na cor. sim, é ótimo. aprecio a sinceridade sempre.
“eu não sou pago pra isso.”
@miso-oct
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— qual o problema em sair comigo? a minha companhia é tão ruim assim? vamos lá, eu pago. não me faça essa desfeita.
aris.
・‥ 🌙 ━ that’s right, baby… mas, você sabe, eu gosto de ter opiniões as vezes, mesmo que algumas delas me irritem um pouco. talvez eu levasse a sua também, não sei, é meio difícil não tem levar em consideração com toda essa beleza envolvida. fico lisonjeada, obrigada.
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— não dá pra esperar que todas as opiniões sejam positivas. mesmo que tenha algumas que nós nem ao menos solicitamos. acho nesses casos é plausível que fique irritada, também ficaria. oh, obrigada. sou eu quem fico lisonjeada. você está sempre muito bonita, é bom ouvir um elogio vindo de você.
nahyun.
Despretensiosamente, Nahyun interrompeu a sua leitura e caminhou até a cozinha, fingindo que apenas queria um copo d’água, quando na verdade o seu real intuito era ver o que Yehwa estava fazendo. Logo se arrependeu, quando a outra pediu pela sua ajuda, por mais que ela tenha olhado para trás algumas vezes em relutância acabou aceitando. “Tudo bem, você já está nesse estado e ainda nem começou a receita, temo com o que possa acontecer com a cozinha se eu te deixar nessa sozinha.” Respondeu, enquanto procurava o seu avental em uma das gavetas sob a pia, lavando as mãos logo em seguida. “Só biscoitos de chocolate se fizermos os brownies também, tenha dó dos quilos que acabei de perder.” A mais nova realmente gostava de cozinhar então não seria um problema ajudar uma sorridente Miso, pegou a margarina e o açúcar na geladeira e os colocou ao lado dos ingredientes que já estavam no balcão. “Por que você decidiu fazer isso de repente? Alguma ocasião especial?”
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— falando assim eu sinto que a unnie aqui é você. — brincou, sorridente. não se incomodava tanto com a hierarquia quanto alguns da sua idade, apenas achava divertido ver nahyun falando daquela forma uma vez que yehwa era mesmo extremamente desastrada e sempre bagunçava a cozinha em suas receitas. portanto, existia base no que a outra dizia. não estava em posição de discordar. bateu uma mão contra a outra, tentando se livrar da farinha que sujava suas palmas para a cozinha parecer assim, no mínimo, mais limpa. não queria nem imaginar a bronca que levaria de gayoon por toda àquela bagunça. —— ah, é verdade, eu me esqueci. também preciso manter o peso e chocolate não ajuda. — riu, pensando vagamente em sua dieta. odiava seguir aquele protocolo, mas era um mal necessário. —— estou fazendo isso para uma pessoa especial, sim. mas é para vocês também. faz tempo que não faço nada pra vocês e eu pensei que seria legal. foi uma ideia ruim?
apollo.
──────“você sabe que minha desenvoltura na cozinha é equivalente a um de dez.” enquanto estava crescendo e estava nos dias bons onde sua saúde não era um problema, sua mãe o levava para a cozinha e lhe ensinava um prato ou outro, e mesmo sob a supervisão paciente da mulher, ele não se dava muito bem. as mãos de apollo são para tocar instrumentos, não cortar legumes, logo chegaram a conclusão, mas ele acabou aprendendo um prato ou outro que conseguia fazer de forma que ficassem gostosos caso seguisse à risca os passos da mãe. a voz de miso preenchendo o ambiente era como um calmante para ele, e o fez sorrir. “eu poderia me acostumar com isso,” sorriu, referindo-se à atmosfera na cozinha antes de se juntar a ela e começar a cantar, ainda preparando o jantar dos dois.
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— sei e, inclusive, é o que me deixa mais feliz em saber que não sou um total fracasso na cozinha. — jogou para trás uma mecha da franja que caía sobre seus olhos e riu, uma risada descontraída e divertida. miso gostava muito de cozinhar justamente porque viveu bons anos se enfiando na cozinha do restaurante onde sua mãe trabalhava em busan. mas ela sabia que não tinha o menor talento para a causa, o que a deixava bastante frustrada. apesar de nunca desistir e sempre tentar se superar e preparar alguma coisa. continuou a cantarolar e sorrir vez ou outra, aumentando o tom quando o amigo lhe acompanhou no refrão. se levantou de onde estava e se aproximou para bisbilhotar o que o outro fazia, abraçando-o por trás com delicadeza. —— poderia me acostumar com isso também. — confessou, baixinho. —— eu já disse que gosto de te ver assim? sinto que alguém ainda cuida de mim além dos meus pais. isso me deixa feliz.
liyun.
— Oh god, i feel you. Só que eu prefiro coisas com aventura. Ainda quero o meu pedaço de Angelina Jolie.
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— gosto também, dava pra falar mais um monte de personagens. mas qual é o seu? fiquei curiosa.
yoonseok.
“Hm, você já bebeu o bastante para saber? Você me parece bem responsável e alguém que não ia exagerar tanto no álcool e ter cuidado com suas ações.” Jogou um pouco a cabeça para o lado, tentando analisar as possibilidades. Um pequeno sorriso quase maldoso surgiu em seu rosto quando a próxima opção veio até a mente de Yoonseok. “Mas o álcool também tira suas inibições e te dá uma certa coragem. Se você está tão preocupada de fazer besteiras enquanto bêbada, significa que você tem vontade de fazer muita besteira enquanto sóbria, não é?” O tom não era exatamente de pergunta, e sim mais como uma provocação. Ninguém poderia ser realmente tão santo e não ter vontade de fazer algumas loucuras de vez em quando. Talvez seja por isso que as pessoas recorrem a bebida, no fim das contas. Para ter coragem de fazer bêbadas o que não têm sóbrias. “Coragem é relativo. No dia que você resolver dar a louca, pode me chamar que eu vou estar aqui para te apoiar.” Riu, jogando um dos braços por cima dos ombros da garota e a puxando para mais perto enquanto caminhavam. “Prazo de validade? Nah, o que a gente tem mesmo é uma vida inteira pra fazer idiotices. Não se prende a isso e faça o que você tiver vontade. A vida é mais legal quando a gente faz o que quer ao invés de seguir um padrão e regras idiotas. Não estou falando só de fazer loucuras, mas sim num geral. A gente tem que fazer o que nos deixa feliz e foda-se todo o resto.” Hwang sabia o que era viver uma vida cheia de regras e comportamentos padrões, ser o cara mais certinho do mundo para agradar os outros. Nunca podia pisar na bola ou cometer nenhum deslize, se não era severamente punido por uma família dura e fechada que só se importa com dinheiro e com sua imagem. Depois que foi expulso de casa e resolveu fazer tudo do jeito que sempre quis, Yoonseok percebeu que era mais feliz daquele jeito. As coisas eram mais complicadas, não tinha mais o dinheiro da sua família para se apoiar, mas ele se sentia bem consigo mesmo e não tinha mais o peso da obrigação em seus ombros. Era bom ser livre e fazer o que lhe desse na telha. “Okay, sem dar pt, não quero ter que lavar vômito de ninguém também não.” Fez uma careta, lembrando-se de várias situações em que aquilo acontecia e não era de fato agradável. “Mas…?” Incentivou para que a menina continuasse. “Nada disso, só ganha sorvetão quem fala o que tinha em mente. C’mon, eu sei que você quer.”
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— na verdade, não. — riu, sem graça. passando para trás da orelha uma parte da franja que incomodamente caia sobre seus olhos. —— é que eu não sei como eu agiria quando fico bêbada e, na verdade, tenho medo de descobrir. justamente por isso, eu raramente bebo. se existe alguma loucura que eu possa ou queira fazer quando estou alcoolizada, não quero descobrir. — parecia um pensamento extremista, mas era somente a verdade. yehwa não fora o tipo de garota que teve oportunidade em agir espontaneamente ou fazer loucuras. querendo ou não, de alguma forma, seus pais a mantinham em rédia curta. fazendo-a pensar que ser ou não cautelosa era algo de sua personalidade. —— oppa, esse é o problema! eu não quero dar a louca! ou talvez eu queira... mas tenha meda da repercussão disso. — ficou aérea por alguns minutos, pensando na responsabilidade enorme que existia em seus ombros. vivenciar seu sonho era como flutuar nas nuvens todos os dias, ainda que, se sentisse muito sufocada ao extremo em ser uma pessoa pública. —— mas eu estou fazendo o que me deixa feliz! ser uma das integrantes do meow é algo que me faz muito feliz. eu só sinto que... — se calou por um tempo, pensando na melhor forma de usar as palavras. —— eu só sinto que não vivo a minha vida totalmente. é como se eu estivesse presa em uma rotina. não sei explicar. mas você tem razão, tem toda razão, na verdade. — sorriu com doçura, falando sinceramente. não era como se fosse uma garota infeliz, pelo contrário. miso estava realizada, mas parecia que nada nunca a deixaria totalmente satisfeita. ninguém nunca está, afinal. —— ew, nem fala isso! — fez uma careta engraçada, meio enojada, meio cômica. —— não me obrigue a falar essas coisas! eu... eu não sei como dizer isso. nunca falei sobre isso com ninguém. — mordeu o lábio inferior, e apertou o braço entrelaçado ao seu. buscou as palavras que a expressassem melhor. queria verbalizar tudo o que guardava pra si, mas sem parecer ingrata com tudo o que conquistou. —— eu... acho quero ir à festas, mas não pra viver momentos. eu não quero beber só pra parecer mais legal e também não faço questão de usar nenhum tipo de entorpecente. — riu. —— quero viver. quero sentir que não sou uma massa de manobra nem que estou presa nessa pseudo vida perfeita. quero dançar e conhecer os meu lado espontâneo e selvagem. eu sei que tenho minhas restrições como uma pessoa pública e não reclamo disso porque foi o que eu escolhi. eu aceito isso e gosto, só quero me sentir mais feliz com o meu momento e comigo. não sei se você me entende.
apollo.
──────“não, claro que não,” foi rápido em responder, não querendo que houvesse nenhum mal entendido entre os dois. o desconforto dele quando aquele assunto era citado vinha porque ele detestava preocupar as pessoas e ter consciência disso, mas nunca poderia ficar bravo com alguém por isso pois mostrava que se importavam, e ele era muito grato por isso. segurou o rosto de miso, e já tinha um tom de voz mais calmo e leve quando finalmente falou: “não posso ficar bravo com você, nem se eu quisesse.” talvez houvesse uma pontada de exagero em suas palavras, mas adorava tanto aquela garota que duvidava ser capaz de ficar bravo com ela algum dia. começou a andar pela cozinha, pegando temperos e condimentos que geralmente usava para comer com aquele prato, começando a prepará-los. “você pode se se sentar se quiser, mas acho que não vai demorar muito bem.”
‹ ‘ 🌷 ˙ . uma pequena curvatura surgiu em seus lábios em forma de um sorriso, deixando a expressão mais suave e menos entristecida. piscou em concordância, sabendo que, se ele a dizia que não estava chateado era porque, de fato, não estava. logo, miso não disse nada mais sobre, apenas tratou de observa-lo em silêncio. embora a relação dos dois fosse totalmente mútua, onde ambos cuidavam um do outro, ainda achava engraçado vê-lo cuidar de si daquela forma. —— certo então, quero ver sua desenvoltura na cozinha.— em seu tom de voz existia uma pontada de deboche, assim como em sua boca surgiu um sorriso maior. era brincadeira, é claro. até porque o rapaz não teria que fazer muitas coisas. então sentou-se, apoiando um dos braços e passou a cantar baixinho enquanto esperava.
yoonseok:
Arqueou as sobrancelhas, um pouco surpreso com a informação, mas nem de longe estava julgando ou achando graça naquilo. Yoonseok não estava na posição de julgar ninguém seja pelo que for. “Eu gosto muito de soju, e dá pra ficar bem louco só com isso, na verdade.” Brincou, entrelaçando os braços com os de Miso. Estava tão acostumado a andar com suas amigas na rua daquele jeito, que nem ligava se as pessoas estavam encarando ou não. E sendo abertamente gay, nem se passava pela cabeça de Seok que alguém poderia pensar que estavam juntos, mas também não é como se cada pessoa que cruzasse com eles na rua soubesse sobre a carreira do solista. “Não fez por falta de coragem ou por falta de tempo?” Pergunta, curioso sobre a tal lista. Nunca teve paciência para fazer uma lista daquelas, mas achava interessante quem fazia. Deve ser legal colocar seus desejos no papel e ir riscando um por um. “Não acho. Cada um tem seu tempo de fazer as coisas, apenas quando quer, e se está a vontade para fazer. Antes ou depois, quem se importa?” Deu de ombros. “Mas se você quiser, eu vou ser sua fada madrinha do mal caminho. Vamos reviver essa lista e acrescentar umas coisas que você já pode fazer depois que é maior de idade, tipo dar PT e vomitar no meio da rua.” Riu, demonstrando que estava brincando. Dar PT não era uma das melhores coisas do mundo e não ia indicar de verdade para Miso fazê-lo, mas ainda eram experiências e rendiam boas histórias no fim das contas.
‹ ‘ 🌷 ˙ . os olhos seguiram em direção yoonseok, esperando ver uma mínima expressão de espanto ou surpresa, e miso jurou ter visto, apesar dele não ter dito nada sobre o seu caso. já esperava isso, afinal. —— acho que eu sou muito intolerante a álcool, sempre tive medo de tomar muito soju e acabar fazendo alguma besteira ou algo assim.— soou sincera, uma vez que estava falando a verdade. desconhecia aquele seu lado e não tinha muito curiosidade em conhecê-lo. miso sempre foi uma menina que andou muito na linha e que desde muito nova era extremamente responsável e correta. qualquer coisa que fugisse disso, ainda era assustador para si. —— um pouco dos dois. na época que somos mais irresponsáveis eu estava muito ocupada trabalhando para ajudar meus pais que nem pensei em fazer loucuras. mas mesmo que eu tivesse tempo, acho que não tenho coragem pra isso. — confessou, certificando-se de que havia feito em voz alta quando se virou para yoonseok. nunca havia dito aquelas coisas a ninguém muito embora sempre tivesse vontade de conversar sobre o assunto. —— pode até ser, eu só acho que tem meio que um prazo de validade para algumas coisas. não dá para eu querer agir feito adolescente agora que sou adulta. queria ter tido tempo e coragem de ter sido louca naquela época. — riu, escutando as palavras do outro com um sorriso meio torto nos lábios. —— bom, não sei se toparia dar pt, porque não me parece muito agradável, mas... — se interrompeu mais uma vez, ponderando as palavras antes de se calar. não iria se permitir propor aquele tipo de coisa. —— esquece, ainda podemos tomar aquele sorvetão, né? ele é o mais próximo de perigo que eu vou chegar hoje.
・‥ 🌙 ━ e ai? o que você acha? my shade’s are gucci. brincadeira isso nem gucci é, ainda. enfim sério, não que sua opinião seja precisa, mas ela será com certeza agradecida. e não adianta dizer que esta muito curto, é verão e as vezes um pouco de atenção também não mata ninguém, right?!
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— não parece curto pra mim, na verdade. e mesmo que estivesse, você não ia levar minha opinião em consideração tanto assim. está muito bonito, se quer saber. eu gostei.
— If you… desculpe, o que eu quis dizer, é se você pudesse fazer qualquer personagem ficcional virar realidade, qual seria e porque? Pode ser um crush de um livro, ou de um filme, todo mundo tem um, vai. Don’t even think about hiding this from me.
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— essa é muito fácil, seria o johnny castle de dirty dancing. foi a melhor época do patrick swayze, ele estava tão lindo que eu sinto que poderia ter um avc. perdi as contas de quantas vezes já assisti aquele filme ou sonhei com o johnny. além de que eu sempre quis viver aquele romance. acho que... sempre quis ter um par pra dançar, na verdade. omo, não acredito que estou falando isso em voz alta.
serena:
*゚· ˚ ♡ fora difícil conter as gargalhadas enquanto mastigava, de forma que serena realmente ficou com medo de acabar engasgando com a comida. não sabia bem o motivo mas a amiga parecia especialmente engraçada naquele dia. — hwaiting, unnie! — falou, interrompendo a própria refeição para segurar as mãos da outra e encarar os seus olhos, numa expressão confiante. — um dia ele vai te notar, você vai ver. o meow está cada dia mais famoso! ele com certeza pelo menos já sabe da sua existência. quanto a mim, eu… — parou para tomar um gole d’água antes de prosseguir. — hoje eu treinei dança, depois desse almoço vou para as aulas vocais, aish, às vezes eu acho que estou de novo internada no japão. com a diferença de que aqui eles me fazem perder alguns quilinhos.
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— será? eu tenho minhas dúvidas sobre isso. acho que mesmo que o meow se torne bastante popular, sempre serei invisível para ele. — forçou uma expressão triste, logo passando o indicador abaixo dos olhos para secar suas pseudo lágrimas. apesar de estar em uma completa encenação, não deixava de ser verdade o fato de se sentir invisível. parecia que nunca conseguiria se destacar, afinal. —— mas você não precisa emagrecer. você já tem um rosto tão fino. — não conteve-se em dizer, crispando os lábios na sequência. ——de qualquer forma, se precisar de ajuda com os vocais, pode me avisar. eu estou sempre disposta pra esse tipo de atividade, você sabe.
kanya.
“Eu posso te levar, só não vou pagar nada pra você” disse com um sorriso largo, no fundo sabendo que aquilo o que estava falando não era uma brincadeira. Kanya tinha dinheiro o suficiente para pagar o jantar para várias pessoas, mas apenas não se sentia na necessidade daquilo. “Pode variar. Eu quero mostrar a minha roupa, então seria bom algumas de corpo inteiro” concluiu, apontando para a saia de couro que usava como se fosse óbvio o fato de querer mostrá-la por aí. Fez a sua primeira pose, com os olhos fixos para o celular e uma mão sobre o cabelo, aguardando a primeira foto.
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— não esperava que o fizesse, de qualquer maneira. — uniu os lábios em um dos seus sorrisos, dando de ombros. não se importava de ouvir tais coisas, afinal, também não se importava de pagar sua própria comida. até preferia, na verdade. —— certo. — balançou a cabeça em concordância e se afastou um pouco para tirar as fotos de corpo inteiro. já sabia que a outra era exigente, portanto, tratou de tirar as melhores fotos que conseguiu. —— não sou nenhuma fotógrafa, mas acho que ficaram muito boas.
anurak.
ㅤ “Como…. O que…” parou de falar, apenas por não conseguir formular a próxima frase que viria com exatidão. Para o tailandês, falar algo como aquilo era quase um pecado. Frozen era um de seus filmes preferidos desde o seu lançamento e o garoto não conseguia imaginar como alguém não gostava daquilo que, para ele, era como uma obra prima das animações. “Eu juro que meu coração tá batendo mais forte que o normal. E não é de amor” pegou a destra da garota e colocou sobre o seu peito, suspirando pesadamente para que pudesse confirmar o que havia dito. “Não sei se agora assistimos Mulan por termos isso em comum ou se eu coloco Frozen e te faço gostar” pensou, ainda chocado com a sentença que havia acabado de ouvir “Vamos ver Frozen e eu vou te dar todos os motivos para você apreciar essa arte!”
‹ ‘ 🌷 ˙ . —— eu sabia que você iria fazer essa cara quando eu dissesse isso. — riu, era a mesma cara que os outros faziam quando dizia aquelas palavras. por que parecia tão absurdo não gostar de uma das animações mais populares dos últimos tempos? talvez porque fosse uma das animações mais populares dos últimos tempos. sorriu com seus pensamentos e não o interrompeu quando este pareceu chocado com o que havia dito. muito pelo contrário, conteve a vontade de rir justamente para não fazê-lo. —— nós podemos até assistir frozen mas não sei se isso vai mudar a minha visão sobre o filme. já deixo avisado. então não fique chateado comigo por causa disso — disse de antemão, mantendo nos lábios um sorriso que esperava que pudesse servir como uma forma de persuasão.
hana:
* ♡ ˙ ˖ + ◜ seus olhos piscavam diversas vezes para dar conta da situação, talvez ela também estivesse um pouco nervosa por ter encontrado a outra e ainda mais pela reação que obteve ao ser pega fazendo algo que não deveria. hana não era do tipo que se envergonhava com facilidade, mas detestava deixar as pessoas desconfortáveis por qualquer motivo que fosse, desta maneira só desejava que aquilo não se tornasse ainda pior quando na verdade não deixava de ser um simples ocorrido do acaso. suspirou um pouco entre a fala alheia, secando uma das palmas que ela nem percebeu que suavam no jeans que usava.— não… eu quis dizer… por favor não foi sua culpa, eu não deveria ser tão xereta também, sinto muito.— ainda se atrapalhava com as palavras, colocando uma mecha do cabelo para trás com cautela enquanto observava-a movimentar-se para guardar seus pertences. era um momento muito estranho para a morena, já que não sabia direito o que dizer para amenizar o embaraçamento de ambas, apesar de estar realmente impressionada com a dança da menina sentia que se dissesse aquilo um milhão de vezes ainda não seria o suficiente para faze-la acreditar.— oh, por favor, não fique com vergonha, eu que deveria estar por não ter metade do talento que você tem.— mencionou enquanto cruzava os braços, fazendo um movimento com os olhos em uma careta rápida.— você pediria para alguém fingir que não viu afrodite dançando também? aposto que não, então será difícil de esquecer.
‹ ‘ 🌷 ˙ . apertou a alça da bolsa entre os dedos da palma direita sentindo sua circulação se interromper naquela parte do corpo por causa disso. a situação poderia ser cômica se não fosse trágica. para kwon era normal se sentir envergonhada pelas coisas mais pequenas. suas bochechas estavam acostumadas a possuir aquele tom corado, embora especificamente naquele momento estivessem mais para o tom vermelho escarlate. —— talento? ah, não, eu só estava tentando... — se interrompeu porque sequer sabia o que estava fazendo. como poderia explicar a cena que a garota presenciou? talvez estivesse cansada da imagem que tinha ou, só estivesse cansada de seguir um padrão. queria saber até onde conseguia ir. —— eu só estava tentando uma coisa diferente. eu gosto dessa música e... sei lá, deu vontade, eu acho. — riu, ainda bastante sem graça mas estava se esforçando para parecer mais relaxada quanto aquele assunto. não queria deixar a menina ainda mais constrangida do que ela parecia. afinal, miso notara o desconforto alheio quanto a situação. quem não ficaria, afinal? —— afrodite? omo, não precisa exagerar. eu nem sei mexer tão bem a minha cintura ou fazer aquelas expressões mais... sensuais. acho que preciso treinar um pouco mais. mas agradeço os elogios. isso me incentivou um pouco.