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@missjennierkim
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JENNIE x TAMBURINS
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“Eu não sei o que eu quero!” Vivienne tinha tudo o que desejava: uma família amorosa, que dava suporte em tudo, felicidade, talento. Tudo bem que não gostava da doença que tinha, mas era bom se livrar de algumas aulas de vez em quando. O que ela queria? Felicidade incondicional? Paz no reino eternamente? Mas sem a tristeza, não valorizamos os sentimentos positivos. Um estoque interminável de todas as cores de tintas possíveis para suas futuras pinturas? Tinha tanta coisa, mas tudo parecia fútil. Voltou-se para a pessoa ao seu lado, um sorriso no rosto. “O que você vai pedir? Prometo que não vou roubar a ideia, só preciso de inspiração.”
“ Eu vou pedir por uma das coisas mais valiosas que podemos conquistar nesse mundo...acesso irrestrito a todas as fontes de conhecimento do reino. Eu quero a chave mestra para livros como esses daqui. Ou pelo menos uma chave mestra júnior.”
˙ ˖ ※ Eram poucas as coisas que poderiam quebrar a máscara de imparcialidade que Wang Lei criava para si. Era quase impossível ficar inabalável quando se estava na Ordem de Merlin. Como alguém que queria ser o futuro chefe dos defensores da Távora Redonda, só estar na presença do Rei Arthur já era uma grande honra e estar naquele lugar deixava o Li extasiado. Viu tudo que precisava ver, absorvendo todos os detalhes e todos os livros que lhe interessavam, mas sua parada mais prolongada foi na Excalibur. Encarava a lâmina como se fosse algo irreal e sagrado que havia acabado por se materializado na sua frente. Por certos momentos teve um breve deslumbre do seu futuro, jurando para aquela mesma espada e para o rei sua lealdade a coroa. Isso logo foi interrompido por passos ao seu lado, que fez o dragão dos Li abrir os olhos em um suspiro. “O que você vai pedir?” Questionou com um sorriso simpático. O que normalmente usava em interações públicas e sociais como aquela, poupando as pessoas do seu humor péssimo.
“Na verdade, eu já pedi.” Respondeu com um sorriso no rosto ao lembrar do que desejou. “Pedi conhecimento basicamente. Foi um bom pedido. E você?”
isso é um starter pra @você! – NAS PORTAS DA ORDEM
Cailín era um ponto caótico em toda e qualquer festa, não importasse o tamanho – e naquela que parecia ser tão única e diferente das outras? Hah, é claro que ela iria encontrar alguma maneira de se divertir e arrastar alguém junto consigo; era sempre mais divertido quando chegava em alguém de surpresa. MUSE estava de costas, olhando para as portas que levariam a qualquer lugar do mundo mortal, provavelmente conversando com uma terceira pessoa à respeito da história delas. Chato. Como a raposa que era, Cailín se aproximou por detrás de MUSE, e foi só se aproximar um pouco de uma das portas para que ela corresse em disparada, segurasse a pessoa pelo pulso e a roubasse de sua outra companhia para que fossem eles dois juntos até um novo destino. Quando estavam com os pés firmes no chão, soltou MUSE e deu risada. ❛❛ —- Não me olha assim, qual é. Tu já tava pensando em ir, mesmo. Só dei um empurrãozinho. Agora já tamo aqui, aproveita. ❜❜ abriu um sorriso ladino, e depois olhou ao redor, curiosa. ❛❛ —- Pô, que maneiro. Onde é que a gente tá? ❜❜
“EI!” Protestou ao sentir alguém a puxando em direção a uma das portas. Nova estava mais focada nas prateleiras lotadas de livros ocultos e em desvendar o que de fato estava acontecendo ali. Livros e Quebra-Cabeças, duas de suas paixões, então era de se imaginar que Nova não iria dar muita atenção as portas para o mundo sem magia. Nova olhou perplexa com as mãos na cintura para Cailin esperando uma explicação. “Não tem outra opção mesmo.” Suspirou antes de voltar o olhar ao seu redor. Já tinha lido sobre lá e ouvido algumas histórias, então por isso que acabou reconhecendo o local pelo monumento a sua frente. Torre Eiffel. O clichê do mundo sem magia. Pensou. “É a torre Eiffel.” Falou apontando para o monumento de ferro, também percebeu que estavam em uma espécie de jardim. “As pessoas do mundo sem magia são obcecadas com essa torre por algum motivo, claro que deve ter uma importância histórica mas ...” Nova interrompeu seu monologo digno de guia turística amargurada quando a torre começou a brilhar. Ninguém tinha dito que ela brilhava. “Wow”
𝙽𝙾𝚅𝙰 𝙵𝙰𝙽𝚃𝙰𝚂𝚃𝙸𝙲 𝚗𝚘 𝚎𝚟𝚎𝚗𝚝𝚘 "𝚘 𝚙𝚛𝚒𝚖𝚎𝚒𝚛𝚘 𝚜𝚒𝚗𝚊𝚕".
" The only straight i am is straight A+ (student). " FANTASTIC, Nova.
Nova Fantastic no processo seletivo de estagiário para MagiTech.
“Eu não vou tocar na Excalibur!” Afirmou de forma categórica para a pessoa ao seu lado, a cabeça indo de um lado ao outro em negativa. “Você sabia que trinta e cinco pessoas já foram hospitalizadas por tocar nela? Acho que precisa ter algum tipo de preparo, ritual, sei lá! Não só chegar e encostar.” Falou de forma rápida, querendo exterminar qualquer ideia que a outra pessoa tivesse de tocar no objetivo sagrado. “Além disso, somos dignos de tocar nessa espada? Conheço poucas pessoas que poderiam ser dignas disso. Talvez seja isso, a magia de luz reconhece aqueles que são dignos…” Parecia uma boa justificativa para Aaliyah. “Não que eu ache que eu não seja digna, porque eu sou, mas…” Olhou para as próprias mãos, incerta. “Não parece certo, mesmo que não haja nada indicando se podemos ou não tocar. Acho que não vale a pena correr esse risco, certo?” Ainda tagarelava, um quase um monólogo, sem muita atenção ao chance de resposta a quem quer que estivesse ao seu lado observando a espada.
“Mas o Rei Arthur só não fez chegar e pegar a excalibur?” Questionou com um tom cômico em resposta, mas entendia o raciocínio da amiga. Nova não tinha medo de tomar riscos mas gostava de ter uma certa segurança dos cálculos e da lógica antes de se jogar em algo do tipo. Mas ali ela não tinha nada. “Isso é algum tipo de teste? Espero que não.” Seus circuitos estavam fritando assim como os da Ali.
De um lado para o outro, podia-se ver a cabeleira ruiva andando por aí, explorando tudo, vendo tudo, falando com todo mundo. Audrey estava no seu ápice de sociabilidade, por mais que convites inesperados e em cima da hora a deixassem ansiosa, a beleza e perfeição daquele evento e da própria Excalibur anulava quaisquer sentimento negativo que a Darling viesse a sentir. Como sempre, ela perambulava pela localidade com alguma comida na mão, tentando puxar assunto com quem quer que fosse, então, parou ao lado de MUSE e começou a tagarelar. “Já tem alguma ideia do que vai querer pedir?” apontou sorrindo para a Excalibur. “Ah! Eu estava pensando em ir me aventurar em algum lugar, quer ir junto? Prometo ser uma companhia divertida para você. Vamos, vai ser divertido!” tentou convencer MUSE a todo custo.
“ Ah, já sei sim. Só preciso pensar na melhor maneira de pedir.” Nova era esperta e filha de um Gênio, não arriscaria desperdiçar um desejo, por mais que tudo aquilo fosse suspeito. “Ih, tá querendo me levar para onde, hein?”
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