⠀⠀⠀ ⠀⠀ ㅤㅤㅤㅤㅤ𐙚 ׅ ⁺ ∿ 𝖿𝗈𝗋𝗲𝘃𝗲𝗿ꓹ⠀⠀⠀ᛡ⠀⠀⠀𝖻𝖺𝖻𝖾?
Claire Keane

Game Changer & Make Some Noise
almost home
Today's Document

No title available
Cookie Run:Kingdom Official!
Fai_Ryy
d e v o n
Misplaced Lens Cap

No title available

blake kathryn
Game of Thrones Daily

❣ Chile in a Photography ❣

Love Begins
The Bowery Presents
tumblr dot com
NASA

Kiana Khansmith
No title available

if i look back, i am lost
seen from United States
seen from Bangladesh
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Germany
seen from United States
seen from United States

seen from Germany
seen from United Kingdom

seen from Malaysia

seen from T1
@mistylist
⠀⠀⠀ ⠀⠀ ㅤㅤㅤㅤㅤ𐙚 ׅ ⁺ ∿ 𝖿𝗈𝗋𝗲𝘃𝗲𝗿ꓹ⠀⠀⠀ᛡ⠀⠀⠀𝖻𝖺𝖻𝖾?
miga então você poderia escrever algo em que tipo, o jobe e a pp estão sozinhos em casa e estão nos seus momentos que tu sabe🤒 aí ou o jude, ou a Denise, ou o mark chega e meio que escuta e fico tipo um clima constrangedor (não sei se deu pra entender mas tipo um flagra)
jobe + handjob 𝜗ৎ
as noites de filme na casa de jobe eram bem tranquilas.
faziam isso todo fim de semana. você ia para lá de tarde, ficavam de dengo no quarto dele até enjoar. quando escurecia, jantavam com o pai de jobe. jogavam conversa fora enquanto cuidavam da louça (mark lavava, você enxugava e jobe guardava), botavam o papo em dia sobre a semana e riam juntos de piadas internas ou histórias engraçadas. amava esses momentos porque amava a família do jobe — o pai, a mãe, o irmão mais velho. sentia-se bem ali, como se fosse o seu lugar.
mais tarde, com a meia-noite já dobrando a esquina, mark ia dormir e vocês dois se jogavam no sofá pra ver um filme — um filme que vocês com certeza não passaram horas escolhendo, discutindo, trocando e pesquisando até achar algo que os dois gostassem. não, vocês não são nada assim, né?
hoje, tudo correu como de costume.
só não contavam com uma coisa.
saudade.
o filme de terror slasher do início dos anos 2010 passando na televisão já estava sendo lentamente esquecido. agarradinhos do jeito mais natural do mundo naquele sofá grande, jobe usando nada além do maldito calção vermelho folgado que não deixava absolutamente nada para a imaginação. o teu rosto escondido no pescoço dele, o braço forte envolvido sem preensão na tua cintura.
não consegue impedir seus dedos de deslizarem até o cós do tal calção. não quando o pau duro dele tá bem ali, praticamente roçando em ti.
o calor sobe para o teu olhar. jobe solta uma respiração entrecortada, um risinho de canto surgindo nos lábios dele sem nem olhar para você.
— parou de prestar atenção no filme, vida?
ele engole um palavrão no segundo em que sua mão escorrega para dentro do cós, se moldando curiosa ao redor do pau grosso dele e esticando o elástico da cueca. ele está pulsando de tesão, as veias salientes pressionando firmes contra a sua palma.
— parece que você também não tá — murmura, seu nariz roçando no vão do pescoço dele bem em cima do pulso acelerado, suave como um beijo. — olha pra você... e eu nem fiz nada ainda.
— fez nada? — o quadril de bellingham dá um tranco involuntário, pressionando todo o comprimento contra o seu punho enquanto apoia a cabeça na sua. — tá se esfregando toda manhosa em mim desde que eu dei o play.
ele mal cabe mais dentro da cueca. você roda o polegar pela cabecinha inchada, espalhando a excitação transparente que pinga do topo.
— tira pra fora... quer me fazer gozar na cueca que nem um adolescente, é?
— eu tenho essa moral? — você praticamente ronrona no ouvido dele.
a mão grande de jobe envolve seu pulso, te guiando. ele te ajuda a botar o pau pra fora — aquele tipo de tamanho que te deixa sem ar. dá uma empurrada contra a tua mão, buscando o alívio e o prazer divino que só o teu toque proporciona nele.
— isso, assim... — a voz dele continua baixa, só para ti. um segredo íntimo pertencente aos teus ouvidos. — passei a semana toda esperando por isso. porra, tava com uma saudade desgraçada de você…
você aperta o pau dele toda vez que o quadril dele recua, fazendo círculos lentos e contínuos na cabeça com o polegar. jobe te espreme forte contra ele — a bochecha colada no topo da tua cabeça, soltando gemidos tímidos e trêmulos no teu ouvido que deixam a sua calcinha encharcada —, e franze a testa. é o momento em que a mente é dominada pelo prazer.
— porra, amor... eu–
pois é. esse fim de semana foi igual a qualquer outro, é verdade.
só que o som de chaves tintilando e a maçaneta da porta da frente girando do nada te lembram de um pequeno detalhe que fez o dia de hoje ser diferente de todos os outros.
um pequeno detalhe de um metro e oitenta e seis.
jude veio visitar o pai e o irmão essa semana, mas passou o dia todo fora. e a sua bolha de amor aparentemente impenetrável não levou em conta o fato de que ele podia voltar pra casa a qualquer segundo.
puta que pariu.
você solta jobe — o pobre jobe, todo carente, que tava tão, mas tão perto — numa velocidade absurda, e ele te imita no mesmo segundo, ajeitando o short e pegando uma almofada. se afasta dele como se não namorassem há anos. senta numa ponta do sofá e o bellingham mais novo na outra, e a cara de confuso do jude diz o que qualquer um pensaria: eles acabaram de... brigar?
— fala, gente — ele cumprimenta, jogando as chaves e o celular na mesa. — que filme é esse?
você encara a tela intensamente, parecendo concentrada demais. jobe finge se espreguiçar, dando de ombros.
— ah, nem lembro. dormi na metade.
jude pega o controle para checar.
— só passou vinte minutos.
vocês dois se olham. ops…?
— quer saber? — jobe se levanta, indo em direção ao quarto. você vai logo atrás. — termina de ver aí por nós. tô morto de cansado. boa noite!
vocês dois praticamente correm. jude fica encarando a porta do quarto, visivelmente confuso, de braços dados e boca meio aberta. por fim, se rendendo, ele senta no sofá, tira os tênis e joga os pés na mesa de centro. continua o filme de onde pararam. já que tá ali, né?
dez minutos depois, a ficha cai. ou quase.
— será que eu atrapalhei alguma coisa?
𝐚𝐣𝐮𝐝𝐚 — 𝐣𝐮𝐝𝐞 𝐛𝐞𝐥𝐥𝐢𝐧𝐠𝐡𝐚𝐦 ㅤ ೀ⠀
jude!namoradinho x leitora, smut!!!!, oral (f), jude meio pussy drunk, menção a choro, acho que é isso ⁘ wc: 800 ⁘ a/n: minha pequena contribuição a judemania, talvez teremos mais coisas depois :p
Jobe Bellingham as your cutie patootie bf! ⋆.˚ 18+ | part two
bf jobe! who stares at your photos he took of you when he’s away for training. he’s desperate to not be apart from you for a second but he’s patient (he swears he is) but he always ends up calling you just to hear your voice
bf jobe! who loooves to cuddle you literally everywhere. he’s a real hugger. Hugs you first before you can even initiate it. His strong and solid arms wrap themselves around your waist automatically and he treats your body like his second skin. He smothers you in kisses when you both hug and he’s not afraid of any pda. Though sometimes he has to limit touching you in public spaces due to the media and cameras :(
bf jobe! who picks you up slightly by your hips or under your pits to piss you off but you just giggle and that itself makes him smile. he sits you nicely on his lap and likes when you face him entirely so he can see your pretty face. he makes out with you in seconds. Does that thing where his warm hand cups your cheek and presses his lips on yours softly while holding you close.
bf jobe! who puts your needs before his ALWAYS. it’s nature to him and so naturally he gives first before receiving. especially when it comes to sex. he prepares you oh so sweetly with his skillful tongue and long fingers pumping into you before ever sticking his cock into you (unless you beg for it)
bf jobe! who engulfs you in his sweater when it’s freezing out. even though you wear layers of clothing he insists by wrapping you flush against his hard chest. he’s taller than you by a lot so he’s literally your personal human heater.
bf jobe! who tilts your face towards him so he can see you feel pleasure, cry or just in general. he loves your face so much and when you’re upset he’s immediately upset, “hey, hey.. c’mon pretty girl, look at me.” a thumb brushing away on your cheek as he kisses your forehead. he’ll comfort you for hours if you’re ever sad, he cannot stand seeing his girl cry.
bf jobe! who gets hard thinking about you. he really can’t keep it in his pants when all he can think about is your cute cunt wrapped snug around his dick. the way your face looks when he makes you cum and your small shy sounds when you try to tell him to speed up. he has all of those living rent free in his head and on his phone
bf jobe! when he senses you’re uncomfortable outside he does this thing where he hides your face into his chest when you’re overstimulated and rubs your back soothingly. whispering sweet words of encouragement as well as his daily kisses all over your face
bf jobe! gets all giddy when people online asks him about you. after he’s posted a picture subtly without your face showing they flood his comment section with “who’s that?? 👀” “jobe gf reveal” and he just posts another one with his lips on yours but his cap is covering your face.
bf jobe! has the prettiest fucking hands ever. a little calloused but they’re long and elegant. he loves caressing your cheeks with them and holds your hair up for you when you’re doing something like baking or doing skincare in the bathroom. either way, his hands are all yours as well— just like the rest of his body.
bf jobe! follows you around like a puppy. he doesn’t like being apart from you at all. so later he tells you that him clinging on you is the right way to make it up to him. don’t forget to give him a billion kisses too.
bf jobe! is the type to drape his body over yours when it’s bed time or when he’s bored. he nuzzles his face into your chest while telling you about his day. bonus points if you lightly massage his shoulders or back so he can practically melt onto you.
cheirando à paixão
sinopse 𓄼 você não podia dar mole perto do seu namorado em lugar nenhum.
nota 𓄼 alguém pode mandar o jobe parar de sorrir pra que eu possa continuar a minha vida normalmente? ele tá me adoecendo. obrigada.
namorar jobe bellingham não era eufórico. era algo mais constante do que isso, como estar sob a luz do sol sem nem perceber que sentia frio.
quente. algo permanente.
já fazia algum tempo, e nada nele havia perdido o encanto com o passar do tempo. se alguma coisa, floresceu. o que tinham crescia a cada pequena coisa que ele fazia.
ele continuava sendo o seu maior fã, sempre o primeiro a te apoiar, mesmo quando ninguém mais o fazia. ainda trazia suas flores favoritas mesmo sem ter alguma ocasião especial. ainda mandava mensagem de bom dia como se não tivesse passado a noite respirando lenta e firmemente contra teu peito, com os braços fortes em volta de ti como se fosse a única coisa segura no mundo. ainda lembrava cada coisinha sobre você que decorou lá no primeiro encontro.
o aprendizado acabou e nada mais era novidade, mas nunca deixou de ser agradável.
e, em troca, você esteve lá para ele em todos os sentidos que importavam.
nas arquibancadas para o primeiro treino dele. e para o segundo. e para o terceiro. fizesse chuva ou faça sol, vento ou calor — aparecia com uma bebida em uma mão e petiscos na outra, torcendo como se já fosse dia de jogo.
porque esses eram os principais mandamentos do seu relacionamento: esteja presente. ofereça seu espaço. tenha orgulho.
o treino de hoje foi um dos difíceis, daqueles que se estendem mais do que deveriam. treinador gritando jogadas, companheiros de equipe errando passes, vozes se perdendo. você permaneceu sentada durante todo o tempo. a saia pouco te protegia do frio da noite, e as arquibancadas de metal estavam geladas sob seu corpo.
em campo, jobe se movia como sempre. determinado, concentrado e implacável. não tirou os olhos dele um segundo. e entre os exercícios, quando ele corria para tomar água em pequenas pausas, você estava pronta com a garrafa na mão.
— obrigado, linda — ele ofegava, engolindo o líquido antes de se inclinar para beijar sua têmpora, bem rapidinho. você enxugava o suor da testa dele e ele encostava o nariz no seu antes de voltar para o campo.
após o treino, é um ritual, quase uma lei, todos irem direto para o chuveiro. enquanto o resto do campo se esvazia, você se senta no seu lugar de sempre no banco, bem em frente ao vestiário, já dentro da sua pequena rotina: celular na mão, às vezes um livro, às vezes só música no fone de ouvido. qualquer coisa que ajude a passar o tempo enquanto seu homem se recuperava do jogo.
um a um, os colegas de time vão saindo, com toalhas penduradas no pescoço e mochilas arrastando no chão. em noites como esta, quando jobe era o último que restava, você geralmente esperava alguns minutos a mais antes de bater. ás vezes ele gritava de volta um já saio! ou um tô terminando, prometo!
hoje não teve nenhuma resposta.
entra no vestiário silencioso e vazio, exceto pelo leve gotejar do chuveiro. acomoda-se no banco central em frente aos armários, esperando. é o seu lugar, a essa altura. então a porta entreabriu-se do outro lado, deixando um rastro de vapor.
jobe emerge, com a toalha na cintura e o peito molhado. seus olhos encontram os teus instantaneamente, um olhar caloroso e surpreso.
— e aí.
— e aí.
sem dizer uma palavra, você pega a toalha extra ao seu lado, aproximando-se o suficiente para pressioná-la contra o rosto dele, massageando-o suavemente em círculos, meio provocando, meio ajudando. o sorriso dele se alarga e, num movimento fácil, as mãos deslizaram até sua cintura, mantendo-a firme.
— foi mal pela demora — murmura ele, baixinho, te puxando um pouco mais para perto. — sentiu minha falta?
— demais — você responde no mesmo tom, e seus lábios colam nos dele num beijo que se prolonga, um pouco mais do que inocente.
a mão dele na sua cintura te puxa para mais perto, enquanto a outra, bem, definitivamente, não está onde tudo começou. você sente o calor da palma apertar sua bunda, num movimento brincalhão e ousado.
— jobe! — você exclama, meio rindo, meio avisando.
ele sorri — cheio de dentes, covinhas e beleza —, fingindo inocência, mas você consegue sentir como sua respiração intensifica por um instante.
— que foi?
— tá todo molhado… — empurra levemente o ombro úmido dele, com a toalha ainda na mão. — termina lá de se secar. não vou deixar você molhar o assento.
— mas você já me deixou… — ele rebate, com a voz mais baixa do que antes, num tom provocador, e aperta o seu quadril para você sentir a ereção escondida pela toalha. como se não tivesse percebido. — …assim.
você ergue uma sobrancelha.
— e de quem é a culpa? — você pergunta, afastando-se e passando a toalha pelos ombros dele. — não inventa não. se você tivesse terminado antes, eu já estaria resolvendo esse seu probleminha em casa.
ele te observa, meio emburrado, meio sorrindo de canto, antes de ceder e tirar a toalha das tuas mãos.
— tá bom. me espera lá fora, então.
você se vira, pronta para sair.
e é aí que dá mole.
antes mesmo de sua mão tocar a porta do vestiário, sente um puxão no pulso. depois, um beijo. suas costas encontram o metal frio dos armários com um baque suave, a respiração interrompida no meio de um pensamento. o corpo de bellingham pressiona contra o teu, quente e ainda um pouco úmido do banho. suas pernas se separam ligeiramente, instintivamente, dando-lhe espaço. um dos joelhos dele se encaixa entre os teus. ele é tão grande que praticamente te encurrala. o teu pulso ainda está em sua mão, agora acompanhado pelo outro, os dedos entrelaçados e delicadamente presos acima da sua cabeça.
— jobe…
— hm?
— e se alguém chegar? — você tenta avisar, mas a pergunta acaba em um gemido suave quando a boca dele desce, deixando um beijo lento e quente na curva do seu pescoço. — amor…
— acho que é aí que entra a emoção — a voz combina com o sorriso malicioso no canto da boca.
— você é doido.
a toalha cai, esquecida. as tuas mãos o encontram com facilidade, as palmas roçando o calor de sua pele, traçando as linhas que você memorizou em toques suaves e olhares furtivos. a de jobe desliza por baixo da sua saia, os dedos firmes ao afastar o tecido da sua calcinha.
suas costas se chocam contra as portas do armário com um baque suave quando ele encaixa justamente onde precisa. um pé ainda no chão, o outro envolve a coxa dele, o ângulo perfeito, desesperado, familiar. o ar entre vocês se torna denso, os batimentos cardíacos sincronizados.
ele tem a ponta do dedo na fenda, provocando, enquanto o polegar traçava círculos no seu clitóris que faziam sua respiração falhar. jobe geme baixinho, a boca encontrando a sua novamente. agora é mais intenso, mais profundo, embriagado pelo seu sabor, pelo cheiro da paixão e da lasciva. o aperto em seus quadris se intensifica. você o puxa para mais perto, ainda mais do que o normal.
sua mão aprofunda-se, os dedos deslizando cuidadosamente, explorando com reverência e desejo, arrancando-te um suspiro. os dentes dele afundam no teu pescoço, marcando-a como dele.
— jobe… — chama. ele sente a demanda na forma como as tuas unhas cravam em seu ombro, na forma como o teu corpo se inclinou como se não suportasse mais o espaço entre eles. — eu quero agora…
sente ele sorrir no teu pescoço.
— tão impaciente, a minha princesa…
sua perna se entrelaça com a dele, fazendo-a apoiar-se nele, o armário frio em suas costas em contraste com o calor que subia entre ambos. o vestiário desaparece. tudo que exite ali é o nome dele na tua boca, a pele de veludo marrom contra a tua e a forma como o teu corpo responde a cada movimento dele como se estivesse à espera deste exato momento.
— amor — você ofega, a cabeça caindo contra o metal atrás. — eu não consigo… eu preciso de mais…
— eu sei, meu bem, eu sei — diz ele, baixo, os dentes roçando seu maxilar. — é tão impaciente… quer o meu pau já, quer? ela me quer aqui dentro, alargando daquele jeitinho?
nem tenta negar. não com o jeito que treme.
ele encosta a testa na tua, as respirações se misturando.
— tá indo tão bem… tão bonitinha assim, amor.
as tuas unhas vão para as costas dele, agarrando, arranhando, qualquer coisa para impedir que você se deixasse levar pelo fogo que cresce. intenso, quase insuportável na sua buceta. fecha os olhos. seu corpo se contrai. o prazer a percorre como um choque.
— amor– — sua voz falhou, seus quadris se movendo instintivamente.
— assim, meu amor — sussurra — goza pra mim, hm? tá tudo bem, eu tô aqui.
e você o fez. tudo ardeu intensamente. seu corpo tensionou, a boca entreabriu com um som suave e entrecortado e a sensação a dominou. ele a segurou durante todo o processo, sem hesitar, um gemido baixo escapando de seus lábios.
o som da sua respiração é a única coisa que sobra no local. nenhum dos dois se mexeu a princípio. então, uma risada suave, ofegante e incrédula vem de ti.
— você tem que parar de me seduzir assim
— é mesmo? — jobe ainda está de olhos fechados. — mas se eu parar, como a gente vai acabar desse jeito?
ele estende a mão entre vocês, devagar e casualmente, como se não fosse nada, como se fosse tudo. um toque cuidadoso, recolhendo o teu mel. você ainda está recuperando o fôlego quando ele os leva à boca.
— safado.
ele sorri, despreocupado.
— quer provar?
ele estende a mão em sua direção, com anelar e médio abertos como que fazendo um convite. você abre a boca. jobe assiste como se fosse a única coisa que sempre quis ver.
— e é por isso que eu amo ser o último a sair.
miga solta mais com o jobe, ele é literalmente meu homem dos sonhos 😭😭
───── 𝑱𝑼𝑵𝑨
Bf!Jobe Bellingham x leitora𝜗ৎ
⊹ ࣪ ˖ ໒꒱ preview: Jobe não se importa em cuidar de você, mesmo nesses dias do mês..
⋆˚˖Ი𐑼⋆ᵎᵎavisos: smut, fluff, size kink, unprotected sex, apelidos, citação de sangue e after care𖹭˚.
Seu corpo está quente, aquela dor persistente se alojando na base da sua coluna enquanto você tenta e falha na sua missão de achar uma posição mais confortável pra tirar um cochilo.
Seus últimos ciclos têm sido intensos, suas cólicas têm efeito prolongado e seu fluxo aumentou significativamente.
Desde então, muitas coisas têm sido um incômodo: as pessoas, a luz, os sons e o clima, tudo elevando seu estresse para um nível estratosférico, e a única coisa que você pode fazer é odiar cada uma dessas coisas em silêncio, se afundando no rancor que esse período do mês te prende, as sobrancelhas permanentemente franzidas.
A menstruação não era exatamente a única causa da sua infelicidade, você não via seu namorado há semanas, sempre ocupado entre treinos, avaliações físicas, entrevistas e jogos, ficando longe de você, mas sempre se lembrando de te mandar mensagens perguntando como foi seu dia, fotos fofas do seu almoço e de coisas que o lembram de você, todas devidamente ignoradas desde ontem, quando ele disse que não poderia te visitar essa semana como o combinado, "Eu sinto muito, meu amor, os treinos pro próximo jogo se estenderam por alguns dias, você entende, né, princesa?", com aquela voz melodiosa que fazia seu útero idiota dar estrelinhas. Amar tanto alguém quando ele está longe é uma tortura.
Você e suas emoções estavam transbordando, sua impaciência chegando ao limite, sabendo que não podia fazer nada pra mudar isso.
Você funga levemente depois de ter chorado no sofá a tarde inteira, levando o corpinho dolorido e cansado escada acima, na esperança de que um banho quente e um analgésico melhorassem a dor no peito e as cólicas.
A água cai quentinha sobre a sua lombar maltratada, descendo pelo seu corpo lentamente, o vapor do box trazendo um alívio quase instantâneo pros seus pensamentos, algumas gotas de sangue se misturando à espiral de água que descia pelo ralo.
Você se encolhe profundamente, abraçando a si mesma enquanto deixa lágrimas de saudade escorrerem pelo seu rosto, o lábio inferior tremendo levemente e o peito doendo um pouco mais, dessa vez o motivo não é o seu ciclo.
Muito tempo se passa enquanto você continua debaixo do chuveiro, não exatamente tomando banho, mas apenas deixando que seus pensamentos e dores fluam por todo seu corpo, o choro se esvaindo aos poucos junto com as discussões ensaiadas pra Jobe, sua raiva e saudade se acumulando e misturando num mesmo lugar.
Fecha o registro, abre a porta de vidro lentamente enquanto sente o frio do mundo real invadir o seu corpo desconfortavelmente, as pontinhas das orelhas ficando geladas à medida que você se move com dificuldade até o closet, vestindo seu shortinho de dormir e um suéter de lã quentinho do seu namorado, o nariz se afundando no tecido, tentando absorver o cheiro dele, o perfume amadeirado e fresco se acomodando docemente no seu âmago.
O barulho da sua chaleira te desperta do torpor em que você se encontra, seguido de um tilintar de talheres, seu corpo se movendo com pressa até o andar de baixo, a mente tentando acompanhar o que está acontecendo.
O clique baixo da chaleira desligando enquanto Jobe se vira pra você, um sachê de chá pendurado na borda da sua caneca rosa favorita, o cheiro do chá de flor de cerejeira se espalhando por toda a cozinha.
Você se aproxima lentamente, os pés envoltos nas meias que você só usava quando estava menstruada, se arrastando pelo chão de madeira até chegar nele, sem forças pra formar passos de verdade, como uma criança emburrada.
Os dedos frios envolvendo a caneca e tocando rapidamente a pele quente do pulso de Jobe, enquanto a leva até os lábios rosados.
Seus olhinhos se enchendo de lágrimas salgadas que você não sabe dizer se são resultado do vapor do chá ou da presença dele no seu apartamento.
Você dá um gole no líquido doce e resmunga baixinho enquanto deixa a caneca de lado e cruza os braços. Você queria dizer tantas coisas: você é um filho da puta e eu não consigo te odiar, eu te amo tanto que dói, senti a sua falta e pensei que iria morrer de solidão, mas a única coisa que você consegue dizer é: "O que você tá fazendo aqui? Pensei que só viria semana que vem", você sussurra quase timidamente, evitando olhar diretamente pra ele.
Com um passo, Jobe já está pertinho de você, malditas pernas longas, envolvendo o seu rosto com as mãos grandes, sorrindo gentilmente, os olhinhos ficando menores conforme suas covinhas se formavam nas bochechas, puta merda, como ele consegue te deixar assim? Te fazendo perder a frágil linha de raciocínio e discurso que tinha se esforçado tanto pra tecer.
"Tudo bem, amor? Eu ouvi você no banho, não queria te incomodar, tá se sentindo melhor?", ele diz baixinho, se abaixando um pouco pra te dar beijinhos na sua testa, bochechas e lábios, os braços envolvendo sua cintura e te apertando contra o peitoral dele, "Eu fiz chá, o seu preferido, o que você achou?"
O silêncio se prolonga enquanto ele prossegue, "Eu sinto muito, princesa, eu queria ter vindo antes, mas o treinador não deixou, só consegui tempo agora, mas deveria estar no treino até a quinta", ele encaixa o rosto na curva do seu pescoço, as palavras doces vibrando por sua pele até chegarem no seu ouvido.
Você retribui o abraço, as mãos pequenas indo até o pescoço dele, seu corpo se afastando lentamente do chão gelado enquanto ele te levanta.
Você realmente não consegue sentir raiva do seu namorado, se esforçando pra te encontrar mesmo quando não deveria, saindo de fininho e inventando desculpas esfarrapadas pra passar essa noite com você. Seu corpo se moldando ao dele enquanto entrelaça suas pernas na sua cintura, ele sussurra palavras confusas que perdem o sentido na sua mente, te carregando até o quarto, as mãos grandes e calejadas espalmadas nas suas costas, afagando a sua saudade pegajosa, tentando acalmar os soluços que escapam sem que você nem perceba.
Ele te deita na cama, o peso do seu corpo sobre você sendo um alívio muito bem-vindo, tirando a própria camisa e o seu suéter devagar, as mãos apertando gentilmente o seu quadril, distribuindo beijos quentes e molhados pela sua clavícula se peito, pressionando sua ereção contra você, tentando encontrar algum alívio.
"Senti tanto a sua falta, eu dormia e acordava pensando em você, na minha princesa que tava em casa com dor e puta da vida comigo, me perdoa por não ter vindo antes?", você assente lentamente com a cabeça, os dedos tateando o metal frio no zíper dele, tentando livrá-lo o mais rápido possível da distância de você.
Você sente o seu corpo pesado, seus sentidos confusos enquanto retribui o beijo dele, a língua deslizando suavemente pra sua boca, ele pode sentir o gosto doce do chá nos seus lábios, engolindo cada um dos seus gemidos manhosos, os dedos se afundando na pele das suas coxas, te abrindo pra ele.
As suas cólicas esquecidas em algum lugar da sua mente entorpecida enquanto ele se liberta das últimas barreiras que te separam.
Jobe nunca se importava em te comer quando você estava assim, pelo contrário, ele se sentia mais disposto a fazer tudo com mais calma, mais atenção, fazendo movimentos lentos e parando pra apreciar cada um dos sons e expressões que você fazia, sempre te dizendo o quão apertada e macia você estava, o pau deslizando com mais facilidade no seu ventre.
Ele se alinha lentamente na sua entrada, a ponta do pau transbordando sua lubrificação enquanto ele desliza pela sua fenda, descansando no seu clitóris, provocando um pouco antes de você resmungar, pedindo pra ele te foder logo. Deixa uma risadinha abafada escapar, se divertindo com a sua ansiedade, antes de finalmente acomodá-lo no seu interior.
Os dois fecham os olhos com força, sua cabeça afundando contra o travesseiro embaixo de você,uma dor suave pressionando o seu útero, tentando se acostumar com o tamanho dele, as veias do seu pau pulsando dentro de você.
"Porra—você tá tão quente", o pau dele se enterra fundo dentro de você, ele se afasta pra poder te olhar melhor, verificando se você está bem antes de começar a se mover.
É a primeira vez desde o momento que ele chegou que você realmente o olha, você pode ver o quão cansado ele parece, pequenas linhas se formando nos cantos dos olhos, a barda começando a crescer, os olhos castanhos atentos em você, o seu peito subindo e descendo ritmicamente, aquela pequena pinta enfeitando o canto dos seus lábios.
Você sente seu peito se encolher em afeto, os olhinhos brilhando ao admirar cada pedacinho dele que você sentia tanta falta, o cheiro e calor dele te abraçando, tudo transbordando enquanto você agarra seu rosto, o trazendo pra perto, não exatamente num beijo, a única coisa que os dois conseguem fazer agora é encostar desajeitadamente os lábios, tentando suprir a fome que vocês sentem de alguma forma.
Ele geme contra você, as estocadas longas e profundas, estabelendo um ritmo que ele sabe ser mais confortável e gostoso pra você, ele encaixa os braços fortes ao lado da sua cabeça, o colchão afundando com o seu peso.
A pele morena ficando mais brilhante conforme gotículas brilhantes de suor se formavam sobre ela, você lambe a fina camada que cobria seus bíceps, sentindo o gosto do perfume dele se misturar ao salgado do suor no seu paladar, sem muita vontade ou forças pra lutar contra os seus desejos abstratos.
Ele pode sentir seu orgasmo se aproximar pela maneira que o aperta, sorrindo orgulhoso de como consegue fazer a sua namorada se sentir bem, os olhos fixados no seu pau entrando e saindo de você, o tom avermelhado tinge toda a sua extensão, deixando Jobe mais excitado, a calor da sua buceta transbordando, o recebendo tão bem.
Seu corpo parecia tão frágil assim, pequeno em comparação ao dele, que te cobria por inteiro sem esforço, o peitoral pressionando você, seus ombros largos servindo como uma âncora quando o prazer invade seu interior.
Você sussurra seu nome baixinho, esperando que aquilo faça algum sentido pra ele, e sempre faz, por que ele te conhece tão bem. As perninhas tremem enquanto ele faz círculos carinhosos sobre sua pele, te acalmando durante todo seu orgasmo, sua vagina pulsa ao redor do seu pau grosso a bagunça no meio das suas coxas crescendo a cada instante, uma mistura de sangue com seu próprio prazer despertando algo primitivo dentro de Jobe.
Seu pau te abre até às últimas ondas de orgasmo, os caninos, ligeiramente mais pontudos, se afundando na pele do seu pescoço enquanto ele goza dentro de você, seu esperma te preenchendo calorosamente, sua buceta guardando tudo tão bem, feita pra ele.
Ele se retira lentamente de você, o vazio acompanhado de uma dor surda no fundo do seu útero que te faz gemer, as pernas fechando como reflexo.
Ele pressiona a palma da mão quente na base da sua barriga, beijando sua maçã do rosto, os olhos te encarando e as sombrancelhas franzidas em uma ternura quase dolorosa.
Te levanta devagarinho da cama, te levando até o banheiro e tirando suas roupas silenciosamente, ligando a água do chuveiro enquanto ensaboa lentamente o interior das suas coxas, a água levando embora os resquícios de sangue e o esperma dele.
Depois que dele te dar um banho, trocou as roupas de cama e te ajudou a se vestir cuidadosamente com um conjunto de moletom, cobrindo o seu corpo com a colcha pesada e macia da cama, confortavelmente deitada enquanto buscava a sua caneca com o chá, agora morno, e um comprimido de ibuprofeno.
O calor do chá se instalou na sua barriga como um incentivo a mais pro seu sono, o corpo ficando molinho á medida que o líquido desaparecia da caneca, seu semblante ficando mais cansado, as pálpebras pesando e a costina de cílios longos nebulando sua visão.
Os próximos momentos você não consegue acompanhar muito bem, mas sente a cama afundando ao seu lado, Jobe te trazendo pra perto e apoiando sua cabeça no seu peito, os dedos acariciando os fios do seu cabelo. Ele tava tão quentinho, palavras confusas te incentivando a dormir.
Você adormeceu com a certeza de que ele estaria no mesmo lugar quando você acordasse, te admirando com o mesmo olhar afetuoso, perguntando se dormiu bem..
Notas: Deus...eu amo tanto ele...
( ✶. ) 𝘁𝗵𝗲 𝗽𝗿𝗶𝘇𝗲 ── “𝐂𝐎𝐍𝐒𝐎𝐋𝐀𝐓𝐈𝐎𝐍.”
𝒔𝒊𝒏𝒐𝒑𝒔𝒆. “Você já havia deixado 𝗝𝘂𝗱𝗲 derramar as próprias frustrações no seu ombro, então não teria problema com elas 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗿𝗿𝗲𝗻𝗱𝗼 na sua língua.”
─── 𝗻𝗮𝗺𝗼𝗿𝗮𝗱𝗼! 𝗷𝘂𝗱𝗲 𝗯𝗲𝗹𝗹𝗶𝗻𝗴𝗵𝗮𝗺 × 𝗹𝗲𝗶𝘁𝗼𝗿𝗮. 𝗖𝗔𝗧𝗘𝗚✷𝗥𝗜𝗔: smut. 𝗣𝗔𝗟𝗔𝗩𝗥𝗔𝗦: 1503. 𝗔𝗩𝗜𝗦✷𝗦: boquete de consolação, cum eating, mouth-fucking (he's a head pusher), jude um tantinho mais cruel e introspectivo. ─── 𝗡✷𝗧𝗔𝗦: eu avisei que ia entregar só dois parágrafos de mamada e ia dormir tranquila.
diva eu amo teu blog demais 😭 estou completamente viciada na sua escrita!!
ce conhece ou ja ouviu falar no irmão do jude bellingham?? o jobe eh tão gatinho :( e ele parece ser o oposto do jude pq ele parece mais quietinho e introvertido.
vc poderia escrever com ele?? um smutzinho bem fazendo amor vibes (ouuuu algo bem putifero pois eu sou a prova de que, sim, nós quietinhos somos os PIORES)
Obrigada pela ask! É um prazer escrever sobre esses irmãos saborosos🫦desculpa woo, não fiz eles de dengo mas prometo fazer com o Jude!! (ou algo putífero),eu gostei bastante de escrever esse (primeiro boquete literário??).
Revisado apenas uma vez...
Boa leitura!!
───── 𝑩𝑬𝑫 𝑪𝑯𝑬𝑴
[🍰] Bf!Jobe Bellingham x leitora
.𖥔 ݁ ˖ preview: Jobe é um cara quieto e tímido, às vezes sua namorada precisa dar um empurrãozinho pra que ele aceite receber o que realmente quer e precisa.
₊˚‧ ۶ৎ!!avisos: smut, oral (Jobe quem recebe), cum eating, apelidos, e amorr𖹭
Você apoia a bochecha em uma das coxas fortes dele, os olhos grandes e brilhantes fixados no seu namorado, tentando capturar cada uma das suas expressões quase contidas.
Morde o lábio inferior, encantada em como ele parece entregue a você, sussurrando elogios e súplicas entrecortadas. Puta merda, ele é perfeito.
Conseguir tê-lo, literalmente, na palma da sua mão, não foi exatamente uma tarefa fácil. Exigiu seu tempo e dedicação pra que seu namorado se acostumasse com o seu jeitinho lascivo e até mesmo um pouco obsceno.
Ao contrário de você, que sempre o mostrava o que e como gostava ou não na cama, Jobe não era exatamente alguém vocal no sexo, ele tinha dificuldades de se expressar, sendo tímido demais pra te pedir com jeitinho, precisava da sua ajuda e atenção pra mostrar o que realmente queria.
"Você tem essa mania de dizer 'tanto faz', mas eu quero saber o que você quer", você dizia tranquilamente, seus braços descansando em torno do pescoço dele, ele faz que não com a cabeça, o rosto enterrado no meio dos seus seios, como se tentasse se esconder, tão fofo.
"Vai amor... eu sei que você tá com vontade" levanta o queixo dele lentamente, fazendo com que te encare, "Só dessa vez, deixa eu cuidar de você um pouquinho, hm?", distribuindo beijinhos pelo rosto dele, que começava a ficar quente.
Como ele poderia dizer não com você pedindo com tanto jeitinho?
Você suspira docemente contra a sua pele quente, se sentindo tão necessitada com os sons que ele deixa escapar, as coxas se fechando com força, a umidade entre elas crescendo a cada segundo.
Suas mãos emitem barulhinhos molhados enquanto faz movimentos de vai e vem por toda a extensão do seu pau, os dedos encharcados com a sua saliva e a lubrificação dele, deixando tudo mais sujo.
"Caralho,amor— tão boa", ele sussurra rouco, as palavras saindo sem que ele nem perceba, acariciando seu rosto, o polegar traçando círculos carinhosos sob suas covinhas.
Você o envolve mais firmemente com as mãos pequenas, lenvantando o rostinho pra poder abrir a boca e recebê-lo.
Põe a língua pra fora, dando pequenas batidas com a glande rosada e molhadinha, sentindo seu gosto almiscarado invadir seu paladar, antes de finalmente acomodá-lo na sua boca.
"Puta merda", você sorri maliciosamente enquanto a cabeça dele pende pra trás, os dedos se fechando em torno no seu cabelo e os quadris indo de encontro a sua boca, tentando estabelecer um ritmo.
Você é tão boa pra ele, a putinha que ele precisava pra se soltar na cama, gemendo enquanto o chupava com afinco, a pontinha do seu nariz encosta no monte dele e sua garganta o recebe tão bem, acomodando cada centímetro com um abraço quente e molhado.
Seus olhos continuam nele, não conseguindo evitar admirá-lo, o calor cresce no seu ventre, ficando mais descarada a medida que seu tesão aumenta.
Você leva os dedinhos pro seu centro, abrindo os lábios e massageando suavemente seu clitóris negligenciado, indo um pouquinho mais pra baixo pra coletar seu mel e espalhá-lo por toda sua fenda.
Ele parecia mais sensível a cada minuto, a cabeça tocando o fundo da sua boca enquanto você massageava sua bolas com uma das mãos delicadas, a outra no meio das suas pernas, com dois dedos enfiados até a base na sua buceta.
Ele deixa escapar xigamentos desconexos e sussurrados, perdido do calor da sua boca, cada vez mais entorpecido pelo prazer que você proporciona.
Você o leva mais profundamente, seus dedos te aproximando de um orgasmo desajeitado. Ele levanta a cabeça das almofadas com dificuldade, as pálpebras pesadas se esforçando pra se abrirem.
Quando seus olhos encontram os seus, completamente atentos a ele, tudo dentro de Jobe se desfaz, gemendo silenciosamente seu nome enquanto goza em jatos quentes e espessos, você pode jurar que tem um gosto doce.
Abre a boca pra receber tudo o que ele tem pra te dar enquanto os dedos se enterram uma última vez na sua vagina sobrecarregada.
Você geme manhosa enquanto seu orgasmo te invade inesperadamente, seus pensamentos abstratos e confusos enquanto você engole até a última gota do que ele te dá.
Ele parece tão surpreso e confuso, as bochechas coradas em um tom lindo, você continua dando lambidinhas na ponta do seu pau que ainda pulsa,sobre o efeito das últimas ondas de prazer.
Você tira seus dedos do seu interior com um leve estalo molhado, levando a mão até os lábios dele, que os chupa lentamente e timidamente, saboreando seu gosto.
Depois que ele limpa suas digitais, seu corpo pende pra trás e suas perninhas se abrem naturalmente pra ele, mostrando a bagunça que ele deixou no meio delas.
"Certo, agora é a sua vez amor".
Notas finais: gatinhas que pediram do Jude, Kenan Yildiz, Olise e principalmente nossos queridos Erick Pulgar e Richard Rios.... Aguardem que a vitória de vocês vai chegar!!
ৎ୭ kiss me (and i might drop dead!)
no momento em que você colocou os olhos em jobe bellingham, soube que ele seria seu.
soube no exato segundo em que ele te seguiu no Instagram. quando stalkeou o perfil dele. quando ele curtiu uma das suas fotos. quando ele apareceu na sua dm, todo fofo e educado. quando vocês conversaram por semanas a fio e percebeu que aquele rostinho bonito vinha acompanhado de uma personalidade de verdade. e quando ele te convidou para sair, foi aí que teve a certeza absoluta: esse aqui já tem dona. é intuição feminina.
o pub que ele te levou fechava às onze, mas você não queria que ele terminasse aquela cerveja. você nunca tinha tido conversas como as que teve naquela noite, e nunca tinha gostado tanto de conhecer alguém. de memórias nostálgicas a lugares onde já tinham ido (ou queriam ir), bandas e filmes favoritos, elogios aleatórios e olhos cheios de admiração — você se perdeu completamente nele.
será que era o jeito adorável dele ser? ou talvez o fato de ele ser tão alto que se inclinava toda vez que não conseguia te ouvir, trazendo o ouvido perto da sua boca com um hm? suave (tão natural que ele nem notava). podia ser porque, enquanto outros caras cheiram ao mesmo perfume genérico de sempre, ele cheira a pimenta rosa, canela e algo único, só dele.
(ah, e ele sabe a letra toda de just like heaven… que droga!)
será que jobe era fruto da sua imaginação? sabe, bom demais para ser verdade. mãos grandes que não perdiam uma única chance de batucar na mesa (ou de segurar as suas). uma cintura estreita, ombros largos. o sorriso. os olhos dele. havia uma boa chance de ser esses olhos castanhos, vindos de outro planeta, encarando você como se fosse a coisa mais preciosa do universo.
eram tantas possibilidades do que tinha te encantado naquele garoto. e de todas elas…
— olha isso...
...esta era a mais surpreendente.
— puta que pariu — ele sussurra com a voz rouca embaixo de você. — nunca vi nada mais lindo.
você geme em resposta, seus quadris rebolando contra os dele cada vez mais rápido e forte a cada segundo que passa. está acumulando a pressão, buscando desesperadamente aquela fricção contra o seu clitóris. é tão gostoso que chega a ser frustrante, a sua buceta implorando por puro contato pele com pele.
jobe te olha com aqueles olhos que antes eram tão atentos. agora, eles estão turvos, exaustos e completamente consumidos pelo prazer e pela visão única de você. a cueca dele tinha escurecido nos últimos minutos, e a sua calcinha não estava muito atrás. cada fricção da ereção dele, ainda vestida, contra o seu clitóris carente faz você se pressionar ainda mais forte contra a virilha dele. suas unhas se cravam nos bíceps enormes dele, deixando marcas.
— jobe... — você sussurra. o rapaz agarra seus quadris, te guiando em um movimento controlado e preciso que te deixa tonta. muito mais zonza do que a cerveja do bar jamais conseguiria te deixar. — porra–
— me diz, linda — ele resmunga, a voz áspera, quase selvagem, enquanto leva uma mão ao seu rosto. — que que cê quer? quer mais? tô te dando. mem perguntou o que eu quero, amor. só tá me usando...
a pele vermelha da sua bunda diz o contrário. jobe é bom de papo e de pegada, beijos intensos e em jogar roupas no chão.
e é tão cínico. quem diria? o meio-campista golden retriever, risonho e meigo, controlando o jeito que você rebola nele e depois virando o jogo para te culpar por isso.
não é sua culpa que ele é gostoso para um caralho.
a mão no seu rosto não é suficiente para te fazer olhá-lo; está focada demais no que está sentindo. o pau dele é tão grande atrás daquela cueca, você consegue sentir. você quer sentir melhor.
— tô te fazendo sentir bem, bebê? tá gostoso? — os dedos dele dão leves tapinhas na sua bochecha, tentando fazê-la abrir os olhos. sem sucesso. — abre os olhos, quero olhar pra você.
você obedece. ele dá um sorriso de lado.
— olha ela aí... — o polegar dele passeia pelos seus lábios, contornando-os. a outra mão permanece firme, te guiando. — minha menina linda tá indo tão bem. gostoso pra caralho, amor. vai me fazer gozar assim que nem um otário.
o dedo dele escorrega para dentro da sua boca. você o chupa cheia de tesão, franzindo a testa, dando a ele um olhar que é metade patético, metade incrivelmente sexy. e surte efeito. jobe sente o pau pulsar, morrendo de vontade de te foder até perder o juízo e ver esse seu rostinho lindo se distorcer.
o polegar dele força sua boca a abrir. jobe cospe direto na sua língua, sem formalidade nenhuma. não que pudesse haver alguma.
— engole.
você engole, rebolando nele mais rápido e com ainda mais vontade. tudo o que ele faz te transforma em manteiga derretida sob o sol quente, como massinha de modelar naquelas mãos grandes e calejadas. sua calcinha está encharcada, molhando a cueca dele também. consegue sentir a cabeça do pau perfeitamente contra a sua entrada. encaixa tão bem, como se pertencesse ali. você bem que podia só afastar o tecido e colocar para dentro.
parece um sonho. ele é gostoso demais. você quer tanto gozar.
— tô quase…
— vai gozar pra mim, bebê? — ele sussurra bem no seu ouvido. ele agarra sua bunda, os dedos espalhados pela sua pele, apertando como um homem totalmente fissurado. te esfrega do jeito certo, acertando o ponto em cheio como se pudesse ler sua mente. — porra, amor... cê tá indo tão bem. quer gozar? quer gozar gostoso pra caralho pra mim? vai, linda.
acha que vai cair mortinha a qualquer segundo. antes que isso aconteça, você faz questão de segurar o rosto dele e beijá-lo. e você o beija, beija, beija, beija. é bagunçado, sem fôlego, pura dança de línguas e saliva. você quer chegar ao ápice exatamente assim, tentando se misturar completamente a ele.
sente-se tremer. seus membros fraquejam, seu corpo tem espasmos. mesmo enquanto o beija, seus sons manhosos escapam para a boca dele — gemidos baixos, gemidos de alívio. bellingham não a deixa parar; ele continua movendo seus quadris contra o pau dele, prolongando o seu prazer até se tornar uma tortura deliciosa, te deixando indefesa diante de tanta estimulação intensa.
ele se pega gemendo junto com você quando você finalmente despenca no ápice do orgasmo. você goza forte, os dedos dele instantaneamente se enroscando no seu cabelo, puxando seu couro cabeludo e dominando totalmente o beijo. quando seu corpo finalmente para de tremer, liberto da onda de prazer, finalmente se afastam, conseguindo respirar.
encaram-se por um segundo, olhos hipnotizados, pupilas totalmente dilatadas, sem nenhum som a não ser a respiração pesada e esbaforida de ambos enquanto tentam recuperar o fôlego.
você deita a cabeça no ombro dele, exausta. jobe acaricia suas costas de cima a baixo, pressionando beijos suaves nos seus fios e na sua bochecha. os corpos estão colados, grudentos e cobertos de suor.
— tudo bem, princesa? tudo certo? foi bom pra você?
solta uma risadinha fraca, genuinamente realizada.
acha que pode ter acabado de encontrar algo raro. talvez tenha encontrado exatamente o que estava procurando.
o melhor primeiro encontro da vida.
mételo, papi, mételo!
foi ingenuidade demais, com certeza.
tudo começou quando as suas amigas te chamaram para uma noite das meninas. e até aí, tudo bem, considerando que o seu namorado não é ciumento, possessivo nem nada disso. ele é seguro de si e sabe que você nunca faria nada pelas costas dele. então, sim, zero problemas em você sair com as suas amigas.
mas... com uma saia que era basicamente do tamanho de um cinto? sério mesmo?
no começo, você nem achou que fosse acontecer alguma coisa. toda produzida, maquiada e cheirosa, você foi dar um beijo de despedida nele.
— já vai? — sentado na frente do computador, todo encolhido numa calça de moletom e casaco com capuz, jobe deu um sorriso fraco — lindo como sempre. virou-se na sua direção, envolvendo a sua cintura com as mãos e te olhando com carinho. — tá linda, amor. dá nem vontade de te deixar sair assim.
— eu ficaria, mas já desmarquei com as meninas tantas vezes... — você passou os dedos pelo cabelo dele. sentiu as mãos grandes escorregarem da sua cintura para as suas coxas bem à mostra. — eu tô com saudade delas também.
— é, eu sei.
o rapaz acariciou suas coxas ainda mais, olhando para você com uma expressão inocente.
e com certeza devia ter previsto o que vinha a seguir.
— mas essa saia não tá curta demais, não? — ele te empurrou levemente para trás para ver melhor de longe. — meu deus, amor.
olhou para baixo, acompanhando-o. as mãos subiram pela saia, expondo sua calcinha de renda. não que precisasse de muito esforço para mostrar alguma coisa ali mesmo.
— jobe!
— que foi? — fazendo-se de sonso, te olhou como se estivesse desacreditado. — eu mal fiz nada. um puxãozinho e olha só... a calcinha inteira de fora. bonitinha, inclusive. eu que te dei.
os dedos dele deslizaram para cima, explorando a renda. nem sabia por que estava deixando (na verdade, sabia muito bem!), ainda mais estando atrasada.
— não quero nem imaginar o que esses tarados por aí vão pensar te vendo assim.
o polegar dele pressionou o seu centro, te massageando suavemente por cima do tecido. os olhos brilhantes não saíam da renda. você soltou um suspiro.
— amor, eu tenho que–
jobe não te deixou terminar. em um movimento rápido, puxou sua calcinha para baixo.
e foi assim que você acabou nessa situação. como é que ia explicar no grupo mais tarde o motivo do cano nas suas amigas?
seu rosto está afundado no travesseiro. uma das mãos dele te segura firme pela nuca enquanto a outra agarra seu quadril. sua coluna está arqueada, e o pau dele está te fodendo, bruto, enfiando fundo num ritmo inacreditável. seus gemidos ficam cada vez mais altos a cada estocada, acertando aquele seu pontinho com precisão total.
— a bonequinha achou mesmo que ia sair com essa saia, né?
— porra... ah, jobe–! — você choraminga, revirando os olhos. sente cada centímetro dele bem fundo dentro da bucetinha apertada, te destruindo, te puxando cada vez mais para o limite só com a penetração. puta merda, o ciúme fica gostoso demais nele. — desculpa, desculpa, desculpa–
— é bom mesmo — a resposta dele é tão ríspido quanto as estocadas. você choraminga mais alto ainda. — uma putinha. é isso que você é, né? a minha menina linda na verdade é só uma vadiazinha?
— não, eu–
— então por que cê ia sair vestida desse jeito, hm? queria outros caras olhando para o que é meu? perdeu a porra do juízo?
nem consegue processar o que ele fala quando te fode tão bem assim.
— amor, por favor...
— corta essa — ele solta um risinho fraco e debochado, parecendo um pouco frustrado. sai de dentro de você completamente e te vira na cama, te prendendo de costas. jobe tira um tempo para apreciar a bagunça completa que você está. tão linda quanto estava mais cedo. — vou te mostrar quem é a única pessoa autorizada a te ver desse jeito.
ele empurra suas coxas contra o seu peito, com um aperto firme o suficiente para deixar marcas na sua pele. desliza direto para dentro de novo, a buceta já sentindo falta do pau do seu homem.
— olha pra mim — ele rosna. com esforço, você ergue seus olhos lacrimejando para encontrar os dele. um sorriso ganha forma no canto da boca.
você solta um gemido fraco, mantendo-se fixa nele. nem consegue mais desviar o olhar, mesmo com uma pitada de vergonha misturada com a quantidade absurda de prazer que te dá vontade de fechar os olhos.
— tá tão gostoso, amor… — suas palavras saem chorosas e agudas. — você é tão bom, puta que pariu–
— fala que é minha — acelera —, me diz que é a minha putinha. só minha.
— eu sou sua, só sua, amor... — diz, e quis dizer cada palavra. a doçura nos seus olhos, misturada com puro tesão. porra, linda demais. — sua, só sua... sua putinha, seu brinquedinho– ah–!
— merda — bellingham se enfia em você com ainda mais precisão, grunhindo, o suor brilhando na testa dele.
— eu vou– não... não para!
— puta que pariu — ele murmura —, goza. goza comigo, por favor.
quando ele te pede desse jeito, não tem como resistir. o seu orgasmo te atinge com toda a força poucos segundos depois.
— boa garota. boa pra caralho — ele continua, prolongando a sua onda de prazer enquanto busca o próprio limite. — minha, só minha… gostosa do caralho.
jobe solta um gemido longo e rouco enquanto você se contrai apertada, e logo ordenha até a última gota dele, fazendo com que te preencha inteira, os sons mais lindos bem no seu ouvido. você o abraça, mantendo-o perto por mais um tempo. corpos grudentos, corpos suados, colados um no outro.
jobe sai devagar, deixando beijos suaves pelo seu rosto, peito, barriga... soltando um suspiro ao ver a porra dele escorrer da sua buceta trêmula e bem usada.
— foi tão bem, princesa… — ele dá um beijo bem no seu clitóris com uma risadinha baixa, e depois se empurra por cima de você de novo para dar um na sua boca. — desculpa pela noite das meninas.
HIS MUSE
⤷ 𝖽𝗈𝗐𝗇 𝖻𝖺𝖽 𝗍𝖾𝗑𝗍𝗌 𝗐𝗂𝗍𝗁 𝗒𝗈𝗎𝗋 𝗌𝗈𝗅𝗈𝗂𝗌𝗍 𝖾𝗑 𝖻𝗈𝗒𝖿𝗋𝗂𝖾𝗇𝖽
❤︎ ’ minors dni ! sexual texts …. don’t like it ? don’t read it. i ♡ evan ( stream ride or die & overflow )
SOAKED ! ゛ ᢉ𐭩 ⌞ lee heeseung ⌝
゛warnings - smut, squirting, pet names, bigdick!hee, rough asf, new relationship, unprotected sex (don’t do that pls)
now that you and your new boyfriend, heeseung, have ‘done it’ a couple times, you’re used to it all. like how gentle he normally is with it. not today, though. not after he came home angry from something that happened at work.
now, he was gripping your hair so hard it would 100% make your scalp sore later, throwing your head back and forth over his dick while his tip slammed into the back of your throat until it hurt. you’d never seen him like this— not that you didn’t like it.
abruptly, he stops. “get on the bed.” you listen immediately, getting up off your knees shakily and hopping onto the bed. he puts his hand over your mouth to muffle the cry you let out as he slides halfway into you. “take it — fuck.”
you’re a mess. a sweaty, moaning, shaking mess. only half of his dick is inside of you and you already feel full. pulling back, he thrusts forward as far as he can until he meets resistance. you dig your nails into heeseung’s shoulders, your back arching and your head thrown back. “oh my god.”
“you feel so fucking good sweetheart.” your boyfriends size fills you all the way up with every thrust, both of you panting hard.
“heeseung— god”
“shit, say that again” he heaves his words out, panting for air.
“heeseung?”
he nods throwing his head back, pulling his hand down to rub circles around your clit in hopes you two would finish at the same time. but a newfound feeling circles your stomach. a bubble builds up that makes your back arch as he finishes along with you and lets his thrusts slow down. but it’s weird— you just finished and the bubble in your stomach is still there.
“nngh— fuck!” you can’t stop the dam from breaking, clear liquid flying as the feeling clears. heeseung looks down confused as he gets covered.
“did you just—squirt?”
you can only imagine what he’ll do now.
© wonxee, all rights reserved
𝗔𝗖𝗖𝗜𝗗𝗘𝗡𝗧𝗔𝗟 𝗡𝗨𝗗𝗘𝗦 !
𝗪𝗛𝗘𝗥𝗘 𓈒 𓈒 u accidentally send them a nude ✶ 𝗉𝗋𝖾 𝗋𝖾𝗅𝖺𝗍𝗂𝗈𝗇𝗌𝗁𝗂𝗉 𝖾𝗇𝗁𝖺 x 𝖿! 𝗋𝖾𝖺 ≧ᗜ≦ 𝗆𝖽𝗇𝗂 ( ✉️ ) 𝗋𝖾𝗊 / 🐋
discovering you have an oral fixation but being wayy too shy to say anything about it :( the signs are definitely there, though! and heeseung being your sweet boyfriend is oh-so attentive that, of course, he notices; how could he not?
it starts off innocently, barely even noticeable, really!! he knows you hateee getting your hands dirty & sticky, claiming it “makes you feel icky”, and he wouldn’t want that, now does he? sooo, he places small candies and fruits in your mouth for you! >< it’s not unusual for you to lick up anything dripping down his hand, though sometimes you find your tongue lingering a lil too long on his fingers. it doesn’t phase him, not at all, he just brushes it off with a soft smile and picks up another piece to feed you.
one day you’re both on his bed watching a movie, or at least you were. now, a long-forgotten toy story 3’s being drowned out by the sounds of mingled breaths and soft pants. you both had such a busy day apart and now you just can’t get enough of each other; hands pawing at the other’s shirt, tugging on soft locks of hair. you even feel him grasp at your throat at some point with a needy whine. poor baby, he just gets soo needy when you’re on top of him!! you allow him to take what he needs, his hands grasping and grabbing at you; your waist, your tits, your face, you name it!
it’s not until you feel him squish your cheeks and slide his fingers into your mouth that you let out a pathetic whimper. you’re quick to stop, feeling soso embarrassed :( but the way the pads of his fingers press down on your tongue in encouragement turns your brain to mush, making you forget why you were even embarrassed in the first place.
“ small dick “
warnings ᯓ smut, mdni, bigdick!hoon, unprotected, foul language, enemies to… fuckers? nsfw link
you shouldn’t have said it. not to sunghoon. you were just bantering.
“bitch.”
you laughed. “small dick.”
“really?”
- - - ゛
“ahh-fuck!” you were a squirming mess, your knees pinned to your chest by sunghoon, who was slamming into you so hard that with every thrust, a loud, wet squelch filled your entire apartment. “sss’ too much—agh!” you cried out again from under him. you could barely think, you were too overwhelmed with the mixture of pleasure and pain he was bringing you.
“not so small huh?” he panted out, sweat beading on his temple as he wrapped his hand around himself and pumped what wouldn’t fit inside you.
you cried out with every thrust, his size making you feel full before it was even halfway in. “admit it,” he cooed, still keeping his speed as his grip on your ass tightened.
you couldn’t even focus on looking at sunghoon— your back arched and head thrown back. “y’r— gah-your too big—nggh,”
he pressed his thumb against your clit with enough pressure to get you screaming more than you already were. “ahh— hoon!”
“fuck,” he muttered, now rubbing circles around it as you both tipped over the edge.
your hand flew up to grab sunghoons bicep as you cried out and came around his cock. “mmph—fuck!”
sunghoon filled you up with more cum than you’d ever taken— it was spilling out of you far after he pulled out.
he fell down beside you, both still catching your breath from your orgasms.
“my god.”
hii can u write face sitting w ot7 plz<3
MDNI.
HEESEUNG The dorm was quiet except for the low hum of the city outside the window. Heeseung had pulled you into his room after midnight, eyes already dark with that lazy hunger. He didn’t waste time talking. He lay back on his bed, shirt rucked up, and tugged you over him with a slow, commanding grip on your hips.
“Sit,” he murmured, voice low and rough.
MIS-CLICK
𝗦𝗨𝗠𝗠𝗔𝗥𝗜𝓞 ──── in which, a very intoxicated jake accidentally sends his nudes to the groupchat, where his best friend’s sister happens to be.
﹙ 𝗦𝗠𝗔𝗨 ﹚ brothers bestfriend!jake x fem!r | 𝘴𝘶𝘨𝘨𝘦𝘴𝘵𝘪𝘷𝘦/𝑛𝑠𝖿𝑤 (𝗠𝗗𝗡𝗜) + swearing sexual jokes. nudes alcoholism photo creds to rightful owners ﹗
𝓁𝘢𝘯𝘪 speaks : yes there will eventually be a part 2