mbobbin:
“Se os bolos não forem bons, nós vamos até a barraquinha de doces em forma de varinhas e compramos um, ué. Eu passei a perna em metade dos bruxos daqui, meu bolso tá é cheio de sicles! Mas ainda assim eu prefiro ganhar de graça.” Bobbi não precisava de dinheiro e isso era fato; sua mãe é de uma das famílias mais poderosas da China, sendo as fundadoras do branco chinês. E, se não bastasse, a linha de boutiques e boticas que seus pais tinham era conhecida em todo o mundo, logo, sem ter falsa modéstia alguma: ela era podre de rica. Mas Melinda tinha um gênio forte, e embora gostasse bastante da vida que levava, gostava ainda mais do jeito trambiqueiro que sempre teve - o que herdou de seu pai. “Ora Orthdag, já estamos a tanto tempo aqui que se você sair eu juro que quebro sua varinha; ai não precisa mais fazer manunteção. Já, já é nossa vez, calma-lá.
“Sim, porque você pode e tem o direito, quem não pode tem de esperar essas filas todas pra conseguir um bolinho de graça. Mas sendo assim você me paga um ou então você distrai aquele bruxo e eu pego um pra gente” Pegou nos ombros da garota novamente para ela pudesse ver o bruxo de que Devkite falava. “Deve ser fácil em tirar um bolinho dele, não acha?” O sorriso de Devkite não deixa sombra de dúvidas que aquilo era uma das mais simples coisas que ele na sua fazia. Não que ele quisesse ser um ladrão mas que tinha necessidade de algumas coisas. “Graças a deus que está quase a nossa vez”













