please, take me from here; scorbelle
yourenotalone-belle:
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Scorpius não esperava que Isabelle Depardieu tomasse o controle daquela situação. Não porque achasse que ela não era capaz, ele sabia que ela era e que bastava que ela acreditasse nisso. Mas ele não sentia como se fosse o papel dela naquela noite. Sentia que era seu dever fazer com que ela se sentisse confortável para sentir o melhor prazer que ele podia lhe proporcionar. Não seria tão simples. Malfoy era dotado de um membro considerado bem acima da média e Isabelle era virgem. Quando perdera a virgindade -- e tirara a virgindade de sua primeira namorada, no mesmo ato -- não fora nenhum mar de rosas. Ele considerou que tinha sido bom, mas isso porque não tinha nada com o que comparar. Não fora uma noite completamente desastrosa, longe disso. Ele estava imensamente feliz e ambos tiveram prazer. Mas se Scorpius tivesse a mesma destreza com o ato que tinha agora, a garota não teria sofrido como sofrera para receber seu membro duro dentro de si.
Nem que quisesse o garoto poderia repetir o ato da mesma maneira. Agora ele sabia de coisas que antes sequer passavam pela sua cabeça. Sabia que em algumas posições, Isabelle teria mais controle do próprio corpo, algo que ele queria que ela tivesse. Por isso a colocara sobre si. Provavelmente não era a melhor posição para ele gozar ou mesmo ela, mas certamente daquela maneira ela controlaria o quanto ele poderia adentrar seu corpo. Queria que ela sentisse que aquela noite era para ela e faria o possível para dar o seu melhor. Recebeu os lábios calorosos de Isabelle nos seus, quando a garota se inclinou sobre ele e o beijou. Sentiu a maciez dos lábios alheios enquanto os saboreava, deixando sua língua buscar a dela. A excitação subiu de seu membro e se espalhou por todo o corpo em um calor que o fazia enlouquecer. Isabelle, montada sobre Scorpius, movendo-se sobre seu pau duro e beijando-o, quase o fazia esquecer que o momento ali não era dele, e sim dela.
Envolveu seus dedos longos nas madeixas escuras da Depardieu e acelerou o beijo, se permitindo encontrar as carnes da bunda da garota com a mão livre. A comprimia contra si, ajudando-a a esfregar-se nele e fincando os dedos levemente na pele lisa de Isabelle. O arfar foi natural e de alívio quando a morena o livrou da pressão de sua calça e cueca, deixando o pau duro de Scorpius escapar e bater contra as carnes molhadas de Isabelle Depardieu. Não precisou fazer esforço para se livrar totalmente das vestes que lhe sobravam, utilizando apenas as pernas para empurrá-la por suas pernas e chutá-la para longe, caindo no chão do quarto. Fitava Isabelle com um olhar intenso, ainda que sua fala tivesse sido descontraída. Seu desejo por ela falava mais alto que qualquer inibição pudesse esconder. E não conteve em roubar os lábios da morena para si quando ela disse que lhe queria, beijando-os e mordiscando-os. Ficava cada vez mais difícil conter o desejo que lhe assolava de excitação por todo o corpo.
Largou rapidamente a boca doce e molhada de Isabelle Depardieu e esticou-se para alcançar a mesa de cabeceira. Não precisou muito visto que Scorpius tinha membros compridos e um corpo alto. Da gaveta, ele puxou um pequeno pacote, antes de fechá-la. Levou-o até os dentes e o rasgou num ato rápido e certo, jogando o pacote para o lado e cuspindo o pedaço que arrancara nos dentes. Com a camisinha em mãos, o Malfoy suspendeu Isabelle pela coxa e com facilidade encaixou a boca do latex na cabeça de seu membro duro, deslizando por ele facilmente. Estava pronto para ela. Tocou os lábios baixos da morena, verificando que chupá-la até ela gozar a deixara molhada o suficiente para sequer precisar da lubrificação da camisinha, mesmo que esse não fosse o motivo de seu uso.
Scorpius Malfoy encaixou a mão livre no pescoço alheio e a puxou em mais um beijo. Dessa vez um beijo confortável, que o tranquilizava ao mesmo tempo que ele tentava ir com calma. Encaixou a cabeça de seu membro pulsante na entrada molhada de Isabelle Depardieu e o deixou ali, sem mover nenhum centímetro, sem sequer empurrá-lo para dentro. Ela estava sobre ele e o faria em seu próprio tempo. Apenas manteve o pau ereto encostado nela. Então, deslizou os dedos da mão que se encontrava no pescoço da morena por seu braço até encaixar-se nos dedos dela. A mão que a sustentava sobre o seu membro a soltou, acariciando-a nas costas antes de buscar pela mão livre de Isabelle. Entrelaçou seus dedos nos dela com as duas mãos e sorriu com uma intensa malícia. --- Se precisar apertar alguma coisa. --- ofereceu, indicando as mãos entrelaçadas sobre a cama, e deixou o pau duro pulsar sob os lábios quentes da garota, mantendo o controle para não invadi-la no ato. Manteve o olhar preso ao dela e aguardou que ela estivesse pronta para sentar-se sobre seu membro.













