LILI REINHART? não! é apenas MOLLY MAYFAIR, ela é filha de CIRCE e CONSELHEIRA do chalé QUINZE e tem VINTE E DOIS ANOS. a tv hefesto informa no guia de programação que ela está no NÍVEL 3 por estar no acampamento há 10 anos, sabia? e se lá estiver certo, MOLLY é bastante ENERGÉTICA mas também dizem que ela é OBSESSIVA. mas você sabe como hefesto é, sempre inventando fake news pra atrair audiência.
QUER SABER MAIS? bom, a MOLLY também faz parte dos FILHOS DA MAGIA, é membro da EQUIPE VERMELHA de QUEIMADO e além disso, é INSTRUTORA de PODERES ESPECIFICOS.
PODERES. [ TRANSFIGURAÇÃO ] — Molly herdou de sua mãe, Circe, a habilidade mágica de transformar qualquer coisa em animais. Além de transformar criaturas vivas em animais, também pode dar vida a objetos inanimados ao fazer com que se transformem bichinhos pequenos. Quando ela transforma as criaturas, Molly possui um certo controle sobre suas ações e sua mente, mas precisa bastante força para manter esse controle, menos quando ela transforma objetivos inanimados.
HABILIDADES.
Fator de cura acima do normal e vigor sobre-humano.
ARMA.[ SHAPESHADE ] — Uma adaga feita de bronze celestial. Ela possui a habilidade de se transformar em uma varinha azulada de bruxa clássica, mas que não é capaz de realizar magias, apenas serve como condutora de seus poderes.
HISTÓRIA.
BIOGRAFIA.
Circe, a deusa da magia e filha imortal de Hécate, conhecida por ser a dona do C.C.'s Spa & Resort em sua Ilha de Aiaia. A deusa tinha um ódio em especial por homens, então todas as suas filhas foram criadas através de sua própria magia, sem nenhum auxílio masculino. Foi assim que Mary Margaret nasceu, em um dia que Circe estava especialmente inspirada. Mary Margaret tornou-se uma bruxa muito promissora desde muito nova, demonstrando talento para transformar seres vivos em animais igual a sua mãe divina fazia com poções, mas sem precisar desse auxílio. Ao perceber esse poder, a deusa começou a lhe usar para proteger a Ilha de Aiaia e cuidar dos invasores homens.
Entretanto, ainda com cincos anos de idade, Mary Margaret estava indo enfeitiçar os homens de um cruzeiro que acabou naufragando na ilha. Porém, esses homens eram nada mais nada menos do que bruxos, assim como as mulheres ali presentes. Eram todos parte da mesma família nobre e lendária de bruxos, os Mayfair. E sem entender bem o que estava acontecendo ali, decidiram resgatar a pequena bruxinha da ilha e a adotar como filha. Todos usavam sua magia para sair de Aiaia e levaram Mary Margaret junto.
Os Mayfair, eram devotos seguidores de Hécate, mãe de Circe e teoricamente avó de Molly, deusa da bruxaria e encruzilhadas. Eles perceberam a afinidade natural de Mary Margaret, que foi rebatizada como Molly Mayfair, e ela se tornou uma das integrantes mais notáveis da família. Existiam rumores estranhos sobre a família, mas nada que fosse comprovado.
Todos os integrantes da família Mayfair se tornaram mais poderosos em sua magia depois da adoção de Molly, pois Hécate aprovou o "resgate" da garota. Ela queria ver sua neta viver sua vida longe da Ilha, para que ela pudesse ver o mundo e descobrir mais sobre sua magia, além de ser uma serva do spa e resort de sua mãe. Obviamente que Circe não concordou com isso, mas ainda estava tentando encontrar a garota pelo mundo, sem muito sucesso.
Foi apenas quando Molly completou 12 anos de idade que a deusa conseguiu lhe encontrar, enviando criaturas de névoa para lhe resgatar da família Mayfair. Ironicamente, tanto a família quanto Molly viram aquilo como um ataque de monstro e como a prova necessária para que eles entendessem que Molly era uma semideusa. Depois do ataque, que conseguiu ser parado com a magia conjunta da família, Molly foi enviada para o Acampamento Meio-Sangue.
Ao chegar no acampamento foi reclamada assim que seus pés pisaram no solo do local. Era quase como se Circe estivesse lhe chamando de volta, mas Molly já havia se encontrado na família Mayfair a aquele ponto. Isso se tornou um problema muito grande entre ela e sua mãe, além do fato de Hécate também ter se envolvido na situação. E isso acabou nunca sendo resolvido da melhor maneira, apesar de Circe deixar muito claro seu amor pela sua filha. Graças a tudo isso, Molly encontrou consolo em uma paixão que cultivou desde jovem: a adivinhação. Fascinada pelo místico e encantador poder das profecias, ela se tornou uma ávida estudante da arte. Seus olhos brilhavam ao ouvir sobre o Oráculo, e ela passava horas tentando desvendar os segredos por trás das previsões e visões.
Quando não estava no acampamento, Molly teve o privilégio de frequentar a Clarion Ladies Academy, onde se esbarrou com Rachel Elizabeth Dare. Admiradora dos talentos artísticos de Rachel, Molly encontrou nela uma fonte de inspiração. A amizade, um pouco superficial, entre as duas floresceu ao longo dos anos, e quando Rachel se tornou a Oráculo de Delfi, Molly viu nela uma figura a ser venerada ainda mais, uma mulher capaz de interpretar os enigmas do destino igual ela mesma gostaria de conseguir.
Muito do motivo pelo qual Molly fez questão de se juntar aos Filhos da Magia foi para poder estudar mais sobre o Oráculo, ter acesso a Rachel e estar sempre tendo um certo privilégio ao escutar as profecias. Além de sua paixão inegável por magia. Era uma bruxa nata, sempre que podia estava encantando coisas, transformando objetos em animais para fazer truques bestas em festas, transformando outros campistas em animais como "forma de demonstração" ou qualquer coisa do gênero. Não foi à toa que acabou se tornando uma instrutora, seu talento era admirável e era poderosa até mesmo para uma filha de Circe.
HEADCANONS.
Molly foi adotada pela família Mayfair durante um naufrágio da mesma na Ilha de Aiaia.
Os Mayfairs se orgulham de serem uma família de bruxos muito poderosa, sendo devotos de Hécate desde 1910.
A atual matriarca da família é Royal Mayfair, uma bruxa de 60 anos. Ela é bem severa com as regras do coven, sendo um poço de elegância e a bruxa mais poderosa entre eles. Tirando Molly, é claro. Ela tem uma afinidade em especial por feitiços de cura e segue bem a religião Wicca. Entre os membros da família, Molly considera Royal a sua avó, pois foi adotada oficialmente como filha pelo seu filho do meio.
O primogênito de Royal se chama Roland Mayfair, que sonha em ser o herdeiro do coven. Ele é um bruxo bem mediano, mas é um dos mais bonitos e mais charmosos de toda família, se não for o primeiro em ambos os quesitos. Quando Molly foi resgatada, Roland foi contra levar a garota para a Mansão Mayfair, mas após ver seu potencial mágico se tornou o que mais lhe desejava como filha. Felizmente não conseguiu isso.
O segundo filho, e pai de Molly, se chama Royce Mayfair. Ele se casou com Paloma, uma bruxa destreinada, que acabou se tornando mais poderosa ao se juntar ao coven. Ele é o filho mais bondoso, sendo a pessoa que encontrou Molly na ilha e também quem convenceu os outros a lhe resgatar. Não que precisasse se esforçar muito para isso, todos queriam salvar a garota, com exceção apenas de Roland.
Seu pai tinha afinidade com magia que envolvia auras, mas era considerado o bruxo mais fraco do coven. Enquanto sua mãe tinha afinidade com cristais, se tornando bem mais poderosa que seu marido com o passar dos anos. Os dois têm um ótimo relacionamento, felizmente, Royce apoia sua esposa totalmente.
O terceiro e último filho se chama Remington Mayfair. Dentre os três irmãos ele é o mais poderoso, com sua magia sendo focada nos elementos. Ele até mesmo já adicionou novos feitiços no Livro da Família, algo que apenas os melhores bruxos da dinastia tinham permissão de fazer. Ele também é o favorito de Royal, o que cria uma intriga enorme na família.
Além de Royal e seus três filhos, também existem os inúmeros primos da família. Mais notavelmente as três irmãs esquisitas: Lana, Emilia & Celia Mayfair.
Lana Mayfair é uma bruxa poderosa que foca em feitiços de amor. Isso faz com que a família a considere bem perigosa e há boatos de que ela já recebeu uma bênção de Eros por suas ações, se metendo na vida amorosa dos outros. Molly não sabe dizer se isso é verdade ou não, ainda mais considerando que a família tende a aumentar muitas coisas.
Emilia Mayfair é uma bruxa que focava em poções, e também o motivo pelo qual Molly descobriu sua alergia. Os Mayfair preferiam se curar totalmente com magia, mas uma vez que a garota ficou machucada e colocaram uma poção básica na sua ferida… Bem, não foi nenhum pouco bonito. Entretanto, naqueles que não possuem alergia suas poções são bem poderosas.
E por último, Celia Mayfair é uma bruxa que foca em combate. Sua habilidade favorita é telecinese, algo que quase nenhum dos bruxos da família conseguia dominar. Essa sim tinha uma bênção, lhe concedida diretamente por Hécate. A única bruxa que podia rivalizar a magia pura de Molly era ela, e por isso sempre faziam feitiços juntas.
Molly e Celia se tornaram o mais próximo de melhores amigas que podiam, sendo de lados opostos da família. A mãe de Celia, Rena Mayfair, a irmã de Royal, fazia muita questão de anunciar em todas as reuniões de família que acreditava que sua filha mais nova deveria se tornar a nova líder do coven e isso tornava as coisas mais complicadas.
Molly, apesar de poderosa, deixou de ser considerada para o cargo após a descoberta de que ela era uma semideusa. Infelizmente não tinha como a garota viver no mundo mortal, fazendo magia e ajudando a família, então continuou fazendo parte do coven de maneira não-oficial, mas não tinha nem mesmo como colocar seu nome para o processo seletivo de novo líder.
— minha mana mollyyyy!! — retribuiu o cumprimento enquanto abria os braços para recebê-la em um abraço, dando um giro com ela no ar quando a filha de circe pulou em seus braços. — obrigado, perfeita! mas você sabe que o cabelo mais sedoso de verdade é o seu! — riu junto com ela, colocando-a no chão, logo sorrindo com a sugestão alheia. — você quem manda, chefia! — respondeu um pouco mais animado do que deveria estar com a perspectiva de dar um backflip capengando de bêbado, o álcool realmente nos dá um tipo de coragem cega, uma falta de medo da morte. e, assim, o filho de hermes deu seu backflip, perdendo um pouquinho de equilíbrio no final, mas conseguindo se manter de pé sem estabacar a cara no chão. — uêpa! foi! gostou?
FLASHBACK.
Molly gritou, torceu e até mesmo derramou seu copo de bebida em cima do garoto quando ele fez o backflip com sucesso moderado. "SIM, ARRASOU!" respondeu, rindo e colocando seus braços pelos seus ombros novamente. "Você é o melhor com essas coisas meio marciais ou sei lá… Backflip é considerado algo marcial? Por que se chama marcial, inclusive? Por conta de Marte? Uau, tudo realmente volta para os deuses, né? Impressionante" tagarelou, porque havia bebido demais e já estava mais do que animada. Olhou ao redor, ainda agarrada no filho de Hermes. "Agora nós somos conselheiros, Gilly, devíamos dar exemplo e tudo mais, né? Será que essa é a nossa última festa? Se sim, acho que vou desistir do cargo. Eu não tinha pensado tão a frente assim."
Bishop era a introvertida para a extrovertida de Molly, o que, às vezes, era o equilíbrio perfeito, mas, outras vezes, rendia algumas situações constrangedoras para a sempre socialmente desengonçada filha de Fobos. Ela não era boa se soltando, deixando-se levar nem qualquer outra coisa que exigisse abrir mão da mania controladora, o que incluía ficar bêbada. Sempre que se sentia indo longe demais, parava e se auto regulava. Então, quando Mayfair encontrou-a de pé em um canto, sem copo na mão, Bishop estava esperando o álcool sair de seu sistema para não ficar totalmente embriagada.
“Eu acho que sou fisicamente incapaz disso, Molly.” Brincou ela, oferecendo-lhe um sorriso singelo. “Você sabe que ser conselheira não é isso, né? Espero que sim, considerando que você também é uma agora.” A filha de Fobos deu uma risada, incerta, porém, se Molly estava falando sério ou não (nunca dava para saber com ela). Ainda assim, deu o braço a torcer e aceitou o copo com um revirar de olhos e um sorriso. “Só porque eu te amo. Que isso fique bem claro.” Junto à amiga, ela virou a bebida e imediatamente retorceu o rosto, o álcool, depois de tantas horas sendo o único líquido que havia ingerido, descendo afiado pela garganta. “Acho que eu nunca mais vou querer beber vinho depois de hoje.” Resmungou ela. “E aí, como está se sentindo como conselheira recém-coroada?”
FLASHBACK.
Molly revirou seus olhos "Ser conselheira significa o que o seu coração quiser que signifique, Bibi. Não seja boba." Não iria se explicar, pois era mais engraçado deixar a outra garota confusa e se perguntando se estava falando sério ou não. Levou sua mão até a bochecha alheia para apertar, talvez um pouco forte demais, quando ela aceitou o copo de bebida. "Claro que ama, eu sou extremamente amável" riu baixinho, olhando ao redor enquanto Bishop bebia. A festa poderia ser pior, mas também não era a melhor de todas. "Que isso, a bebida dos deuses? Não pode falar uma coisa dessas." Não sabia do que estava falando, mas vinho era a bebida que Cristo havia feito, não era? Cristo era o equivalente a Zeus… Ou seria Atena? De qualquer maneira, fazia sentido em sua cabeça. "Eu estou me sentindo ótima. Não que eu já não esperasse, mas né? É bom ser validada por seus irmãos. E eu já tenho planos de pintar o chalé, de mudar algumas regrinhas e fazer tudo melhorar."
“Puta que pariu, viu.” Resmungou Stevie. Não bastasse a leve tontura causada pelo álcool, o frio da madrugada, o susto pelo show de horrores performado pelo moleque novo — quem chamava o filho de Petrus, pelo amor da deusa? — e a rachadura enorme que atravessava o Acampamento, ela ainda precisava perambular por aí à procura de pégasos fujões. O celular iluminava o caminho à frente, um pouco depois dos estábulos, enquanto ela procurava pegadas de cavalo no chão lamacento. Isso ou asas enormes voando por cima de suas cabeças.
Ao menos tinha companhia, e ela tomava a forma de Molly Mayfair, conselheira do chalé de Circe e outra vítima do mau humor de Quíron. Caminhava ao lado dela, vez ou outra pendendo mais para um lado do que para o outro (cortesia dos sabe-se lá quantos copos de vinho que empurrara goela abaixo aquela noite), mas rapidamente endireitando-se para não esbarrar na garota.
“Se você fosse um pégaso assustado, para onde iria?” Perguntou a ela, sem esperar respostas coerentes. Só queria quebrar o silêncio daquela tarefa humilhante.
Molly estava querendo um momento sozinha com a Stevie naquela festa desde que havia chegado, não iria mentir, mas realmente não imaginava que seria daquele jeito. De preferência seria muito bem escondidas fazendo coisas que poderia ser presas se fossem feitas em público, mas, querer claramente não era poder. Seu poder naquele momento era ser uma conselheira de chalé que foi punida por Quíron somente e apenas por respirar. Muito bom.
"Pra puta que pariu, de preferência" respondeu, com um mau humor que combinava bastante com o da outra. Ainda estava tonta, e já tinha ficado sabendo por seus colegas de equipe que após juntar os animais alados teria que fazer um feitiço. Novamente, muito bom. "Sério, que merda. Eu tô tonta igual barata depois de jogarem veneno em spray e aquele corno mal comido ainda me faz vir atrás desses bichos? Por Circe!" levantou os braços em frustração. "E se eu só transformar várias pedras em pégasos e a gente fingir que pegou todos? Tá todo mundo tão louco nas drogas que nem vão perceber, e quando forem perceber, já voltaram a ser pedras e vão apenas achar que eles fugiram de novo."
Duncan estava de frente à barreira mágica que separava o lado em que estava da fenda no chão, cortando o Acampamento ao meio como uma enorme cicatriz. A memória do que havia acontecido na noite anterior ainda estava fresca, mesmo que ela não estivesse completamente sóbria quando o recém-chegado filho de Hades abriu aquele buraco no solo. Não conseguia chegar perto demais, obviamente, a magia da barreira e os avisos sobre a fenda impedindo os semideuses de se aproximarem, mas, mesmo dali, a visão era perturbadora. Como um único garoto fora responsável por um estrago tão grande?
Ao seu lado, uma figura familiar: Molly, uma dos Filhos da Magia e, portanto, uma das pessoas a levantarem aquela barreira. Deixando as divagações em pausa, ela virou-se para a loira e pôs um sorriso ao falar: “Vocês fizeram um belo trabalho. Deve ter sido cansativo criar isso aí.” Ela apontou com o queixo para a muralha mágica. “Ainda por cima de ressaca.” Acrescentou depois, junto a uma risadinha sem humor. “Vocês também ouviram as… vozes? E-eu não ouvi, mas o pessoal tava comentando...”
Normalmente, Molly tentaria agir como se não tivesse tido trabalho algum ao fazer aquela proteção. Era uma grande feiticeira, conseguia fazer absolutamente tudo com muita facilidade e ainda ser uma gostosa enquanto fazia, mas considerando tudo, não tinha energia para aquilo. Não tinha energia para nada, se fosse totalmente honesta. Aidan havia morrido e aquilo havia lhe feito mudar tudo em sua cabeça, não conseguia pensar em mais nada além do fato de que foi totalmente injusto. Como o mundo poderia ser tão injusto? Então, quando ouviu a outra comentar sobre o seu feito mágico, junto dos outros Filhos da Magia, ela apenas assentiu e respirou fundo. "Foi bastante cansativo, ainda mais considerando que, pelo menos eu, tive muita dificuldade de me concentrar no feitiço."
Ela não sabia bem como agir. Não podia se jogar em uma depressão eterna, mas também não tinha energia para fingir ou tentar seguir em frente. E o pior, não tinha como, naquele momento, encontrar um meio-termo. "Honestamente, não lembro, Duny. Foi tudo tão... Bizarro," respondeu, colocando a mão em sua cabeça apenas ao lembrar. "O que estavam comentando?" perguntou, finalmente se virando totalmente para encarar a amiga. "Você está bem? Tanta coisa aconteceu, eu nem tive tempo de checar. Você precisa de ajuda, ou o Gilly?" Estava tendo mais contato com o outro Rockbell, agora que compartilhavam a responsabilidade de serem conselheiros. "Estou aqui se precisar de qualquer coisa."
"Eu sempre sorrio para você, bobão" respondeu, sentindo suas bochechas corarem um pouco. Era bem raro fazer com que Molly ficasse envergonhada, mas nada conseguia fazer aquilo melhor do que: ACOTAR. Estava lendo sua série favorita quando Gilbert se aproximou, lhe zoando e imitando o grande Rhysand. Era impossível não sorrir ao ver aquilo, mas também sentir um tico de vergonha. Não vergonha de gostar de ACOTAR, mas vergonha de ver o seu amigo imitar o seu crush tão perfeitamente. "Você seria um ótimo ator para interpretar ele na adaptação. Só precisaria criar um pouco mais de corpo."
@rxckbellz: You just ran into the wall. It's time to lie down.
Lack of Sleep Starters!
"Você que bateu em uma arvore, Gilly!" respondeu a garota, rindo alto e segurando o maior pela cintura. Os dois haviam bebido tanto que era muito complicado dizer quem estava certo naquela discussão. Talvez os dois. "Quer se deitar na beira da cachoeira? Talvez uma ninfa aparece e canta para a gente. Seria lindo, não seria? Ah, eu adoraria escutar música agora!" e então a garota se movimentou para abraçar o outro como se estivessem prestes a dançar um Waltz. O que foi exatamente o que ela começou a fazer em seguida. "Eu sou a fera e você é a bela, o que acha? Ou deveria se o contrário? Ah, mas o meu cabelo é mais o cabelo da fera e o seu da Bela, acho que certo assim mesmo."
[THE MAGICIAN] - Are they resourceful? What skills do they possess that help them navigate the world around them?
Molly sempre dependeu bastante de magia para fazer tudo. Ela vem de uma família que se orgulha em praticar o oculto, e como sempre foi um prodígio, ela tende a ter um feitiço até mesmo para trocar de roupa. Então, quando se trata de ter conhecimento e habilidades mágicas, ela é a melhor. Só que, quando se trata de qualquer coisa não-mágica, ela se torna apenas uma garotinha muito burrinha e peitudinha.
[THE LOVERS] - What do they consider to be the "perfect partner", be it romantic, platonic, alterous, etc.? Is there someone like that in their life?
O parceiro perfeito é exatamente o que ela tanto procura. Ela não sabe bem o que considera o parceiro perfeito, meio que fugindo da ideia de ter um "tipo". É totalmente aberta a tentar qualquer coisa desde que a outra pessoa lhe faça ficar atraída, seja fisicamente, emocionalmente ou intelectualmente. Entretanto, ela acredita que o parceiro perfeito precisa ser alguém que a conhece, que ela consegue conversar, e que o relacionamento deles não seja somente namorar. Que as conversas deles não sejam apenas sobre o namoro e sobre como eles se amam tanto. Ela precisa conversar e ter uma amizade verdadeira, que possa falar sobre seus interesses e escutar sobre os interesses alheios também.
[THE MOON] - If they had to choose one trait to describe themselves, what would it be? Is it a genuine answer, or the illusion/persona they put on for others?
Ela provavelmente se descreveria como linda e talentosa, o que não deixa de ser verdade. Entretanto, a Molly é uma garota um tanto quanto perdida. Ela se esconde em confiança e animação, mas sem a magia e sem o acampamento, ela não sabe tão bem assim quem ela é e nem muito menos o que fazer. Obviamente possui seus interesses, principalmente o ativismo ambiental, mas ela ainda sente que não se encontrou totalmente e que nunca teve a chance de fazer isso, pois passou de ser a Assistente da Circe para ser a Bruxa do Coven Mayfair. Ela servia de muleta mágica para seus parentes desde que se conhecia por gente.
@rockabells: but some guy said my aura’s moonstone.
taylor swift // midnights rp meme.
"Moonstone?" Molly olhou confusa para a amiga, espremendo seus olhinhos azuis para tentar enxergar a aura. Era díficil quando estava bêbada, mas ainda conseguia ver uma corzinha leve ou outra. "Não acho que sua aura é Moonstone, eu acho que é Gold Amber" levantou sua mão na direção da outra, da mesma maneira que alguém faria para espantar mosquitos, mas Duncan já deveria saber que a filha de Circe estava simplesmente limpando sua aura. "Quem foi que disse isso? Claramente essa pessoa não sabe ler auras. Não acredite em tudo que ouve, Duny"
Estava dançando igual uma maluca quando viu sua melhor amiga parada em um canto da festa. Não teve como não ir até ela, pegando a bebida de uma das mesas enquanto chegava lá e já estendendo para oferecer. “— Você tem que se soltar mais, Bibi” falou, então pegando a mão da outra para lhe fazer segurar o copo. “— Vamos lá, você é uma conselheira agora. Vai poder mandar nos outros e ninguém vai poder reclamar disso, não é legal? Eu acho muito legal!” riu, olhando ao redor. “— Se você beber o copo posso te mostrar um feitiço novo que aprendi que é basicamente invocação de sombras. Vai ser divertido!” e então ela mesma desceu a bebida que segurava após falar aquilo.
“— Meu mano Gillyyyyyyy” gritou a garota, correndo na direção do recém-eleito conselheiro. Não perdeu tempo em simplesmente pular em seus braços. “— Você mereceu demais, lindão. Você é lindo e seu cabelo é o mais sedoso de todos!” riu alto, devido ao fato de que já se encontrava mais para lá do que pra cá. Estava bem acostumada a beber, mas havia passado um pouco do limite ali. O lado bom era que ficava sóbria em tempo recorde, então aquilo duraria por no máximo uns vinte minutinhos. “— Você tem que me mostrar uns movimentos legais de conselheiro agora. Faz um backflip, vai. Eu confio em você. Vai, vai, faz um backflip agora mesmo!”
Estava no meio da festa, já havia bebido e dançando e até mesmo feito um feiticinho aqui e ali, por isso se sentou e acabou se deparando com ninguém mais ninguém menos que ele. O ilustre. O mais requisitado. José Vinicius. Riu ao vê-lo, colocando o cabelo para o lado por puro instinto. “— Curtiu muito da festa, Vini?” perguntou já se aproximando um pouco mais. Agora que encontrou o garoto imaginava que poderiam fazer mais merda para se divertir pelo restante da noite. “— Eu já dancei tanto que nem estou sentindo minhas pernas direito.” comentou, seus olhos então indo para a cachoeira. “— O que acha de dar uns pulos? Acho que ganho de você em uma corrida até lá!”
“— Jules, você acha que pedras têm sentimentos?” perguntou a garota, que se encontrava deitada em uma rocha enorme e a fazendo carinho com suas mãos. “— Desde que eu assisti Pocahontas e escutei Colors of the Wind eu penso bastante sobre isso, sabe? Mas o que você acha? Seja honesto.” suspirou fundo, nenhum momento olhando para o filho de Apolo. Ela estava triste, pois havia passado do estado maníaco de estar bêbado para o estado melancólico e agora estava pensando como deveria ser muito ruim ser uma pedra que ninguém levava os sentimentos em conta. “— Talvez eu devesse transformar essa rocha em um mini elefante, para que ela possa se movimentar e fazer o que seu coração deseja, Jules!”
Nome completo: Mary Margaret / Molly Mayfair
Apelidos: Mol, Mare ou Maggie
Idade: 22 anos
Signo: Peixes
Ocupação: Campista do Chalé #15 de Circe, Integrante dos Filhos da Magia e Instrutora de Transfiguração
Pai Divino: Circe
Arma(s): Adaga/Varinha
Status: Viva
Traços:
(+) Confiante, energética, apaixonada e bondosa
(-) Obsessiva, avoada, curiosa e distraída
Interesses:
Namoro, roupas, arrumar o cabelo, feitiços, livros de magia, poções para intolerantes à poções (isso nem existe ainda), livros românticos de fadas, tudo que começa com a letra ‘M’, astrologia, pessoas do signo de escorpião, capricórnio e áries (oof), Rachel Elizabeth Dare, profecias, magia elemental, ativismo ambiental, proteção da natureza, transformações mágicas e bruxos.
Desinteresses:
Pessoas caretas, preconceitos, pensamentos da vanguarda mortal, ciência até certo ponto, matemática, questões filosóficas que a fazem querer morrer, roupas cinzas/bege, a estética sem cor no estilo de abnegação do universo de Divergente, o universo de Divergente, pessoas maldosas, falta de empatia com o próximo, batalhas e monstros.
RESUMO: Molly nasceu na Ilha de Aiaia, com o nome de Mary Margaret, filha de Circe. Ela nasceu com o dom de transformar qualquer coisa em animais, algo que sua mãe só conseguia fazer a partir de poções mágicas. Graças a isso, Mary Margaret se tornou sua ‘protetora’ mais requisitada, estando sempre na beira da ilha para enfeitiçar invasores. Só que um desses invasores, uma vez, foi uma família de bruxos que sequer tinham ideia de que estavam em Aiaia e ao encontrar uma pequena garotinha perdida, resolveram lhe resgatar e adotar. E então Mary Margaret se tornou Molly. E passou anos com a família Mayfair, que eram seguidores de Hécate. Foi somente quando completou 12 anos e a garota foi forçada a ir para o Acampamento, porque sua família foi atacada por monstros (ironicamente enviados por Circe, que acreditava que a garota havia sido sequestrada). Quando chegou foi reclamada automaticamente, mas se tornou uma situação porque ela não queria exatamente voltar para a Ilha e sua mãe acabou ficando um pouco ressentida. O relacionamento das duas é um pouco conturbado, mas elas se amam muito e Circe está sempre ali para proteger sua bebê.
Seu nome de nascimento é Mary Margaret, e ironicamente “Molly” é um apelido para ambos.
Ela ama a letra ‘M’, pois todos os seus nomes começam com ela.
Ela é alérgica a poções. Ela não pode tomar poção mágica de nenhum tipo senão seu rosto explode e sua garganta fecha, não é nada bonito. Entretanto, a medicina mortal funciona perfeitamente na garota. Não é engraçado? A filha da Deusa das Poções Mágicas não pode tomar poções.
Sendo uma bruxinha, claro que a Molly ama astrologia. Ela está sempre fazendo o mapa astral de geral, querendo saber qual o ascendente, qual a vênus e qual o marte, é mais incomum ver ela interagindo com alguém sem pedir isso antes do que o contrário.
Ela é uma ativista em relação aos direitos animais e ao meio ambiente, trabalhando com isso em ONGs quando não está no Acampamento Meio-Sangue.
Ela foi inspirada a se tornar uma ativista pela atitude de Rachel E. Dare durante o ensino médio.
Entretanto, apesar de amar os animais e lutar pelos seus direitos, Molly não possui vontade nenhuma de fazer medicina veterinária. Ela acha que não teria o estômago necessário, pois sofre ao ver os bichinhos em dor, mesmo que ela estivesse ali para ajudar aquilo. A verdade é que tinha medo de não conseguir fazer nada, pois a culpa e o luto lhe matariam.
Seu tipo favorito de feitiço é de makeover, geralmente com roupas e com cabelo, mas também já fez muitos feitiços com maquiagem. O melhor feitiço que já fez foi em si mesma, fazendo com que seu cabelo tenha mechas rosa ou azul claro, que mudam de tom de acordo com sua aura e com o que está sentindo.
Suas cores favoritas são rosa, azul e lilás, mas em furtacor. Talvez porque sua magia toma o aspecto totalmente de furtacor e glitter, até mesmo quando não está mexendo com feitiços de cores.
Molly era muito fã de Digimon, se inspirando desde pequenininha na Mimi Tachikawa para tudo. O fato de que ela também tem um nome com inicial ‘M’ só fazia a semideusa lhe idolatrar mais.
Molly se refere a relacionamentos românticos como “sonhos” e nunca “pesadelos”. Ela acha que namorar é sonhar, então está sempre com essa mentalidade quando entra em um novo relacionamento.
Apesar de se considerar uma “bruxa do amor”, Molly jamais faria algum feitiço com isso. Primeiro porque respeita muito o Chalé de Afrodite e segundo que ela acredita que não se deve influenciar as emoções de alguém com magia, porque amor é algo lindo e que deve surgir com naturalidade.
Ela tem uma admiração especial grande pelos chalés de filhos de deuses conectados com a natureza. Ela sempre tenta se tornar amiga de alguém que é conectado com plantas, flores ou animais.
Ela é fã de livros sobre fadas, principalmente ACOTAR. Ela gosta de ler as partes eróticas, mas também porque acha muito engraçado como as fadas passaram de mulherzinhas com asas de borboleta para homens sarados que são selvagens e transam de forma animalesca.
Seu verdadeiro sonho é um dia formar o seu próprio Coven de Bruxas.
Enquanto não tem seu coven, tem o seu Mirror Club, que se trata de uma organização de semideuses que gostam do bizarro. Eles se encontram para conversas sobre histórias de fantasmas, compartilhar gore que aconteceu durante suas missões e muito mais.
━━━━━━━━━━━━ Reegan largou alguns pacotes de salgadinhos em cima da mesa de guloseimas; não era o mais saudável de todos no quesito alimentação, principalmente agora. Festas normalmente divertiam o filho de Hefesto e ele sorriu, olhando para a mesa de beer pong, uma taça de vinho na mão. Então virou-se para MUSE, riso entre os lábios. “E aí, ‘bora jogar? O perdedor entra de roupa e tudo na cachoeira”, sugeriu. Definitivamente, havia deixado de lado a figura de capitão por alguns momentos.
"— Nossa, só se for agora!" respondeu, sem pensar duas vezes e já indo pegar a bolinha de ping pong. Era uma mestre naquele jogo, já sabia que ia ganhar do outro, que nem mesmo parecia ser tão acostumado com aquilo. Ou apenas estava sendo um pouco arrogante, mas arrogante de um jeito adorável e fofo, afinal estava totalmente cor-de-rosa ali. "— Ok, que tal... O perdedor também precisa gritar que ama o vencedor bem alto quando pular na cachoeira, hein? Vamos animar mais."