Enquanto os Estados Unidos gastam centenas de bilhões de dólares financiando conflitos ao redor do mundo para preservar sua hegemonia decade

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Enquanto os Estados Unidos gastam centenas de bilhões de dólares financiando conflitos ao redor do mundo para preservar sua hegemonia decade
A futura nacionalização Não é Marx, não é Trump. Genealogia histórica do novo paradigma geoeconômico
Desde 2016, podemos ver que a santidade da propriedade privada, e o consenso criado em torno do livre comércio e da economia laissez-faire, desmoronaram.
por
Nicholas Mulder em
'O Grande Continente'
leia mais:
A próxima nacionalização | O Grande Continente
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A inteligência artificial é um fato consumado na tecnologia global. Em cúpula na cidade de Xangai nesta quinta-feira (17), a China liderou a
10 pontos sobre metais estratégicos
Nas tecnologias capazes de garantir a transição energética, materiais críticos desempenham um papel fundamental. Em um momento em que a Europa busca reduzir sua dependência das cadeias de valor estrangeiras, por que esses metais são um catalisador para todas as tensões?
Aqui está uma retrospectiva em 10 pontos de resumo sobre esses recursos no centro do confronto com os capitalismos políticos
.Autores:
Emmanuel Hache, Valérie Mignon
leia mais em
10 pontos sobre metais estratégicos | O Grande Continente
obs. 'O Grande Continente' é um periódico impresso e digital que se apresenta como 'o primeiro periódico europeu'
tradução Google
Com a presença confirmada do presidente Xi Jinping, o país consolida seu papel de liderança na governança, segurança e desenvolvimento ético
Após 14 dias no Irã como correspondente de guerra, relato o que vi entre bairros destruídos, famílias dilaceradas e uma população civil que
Prof. John Mearsheimer joins for the first time to evaluate the catastrophic impact of renewed US war on Iran and why Trump is caught is a s
John Mearsheimer: Irã causando danos MASSIVOS aos EUA, Trump e Israel PERDERAM a guerra
Neste vídeo, o professor de Ciência Política da Universidade de Chicago, John Mearsheimer, analisa a atual situação do conflito entre os Estados Unidos e o Irã, classificando o desfecho estratégico até o momento como um desastre para os EUA e Israel (0:00 - 3:45).
Principais pontos da análise de Mearsheimer:
Falha das estratégias militares: O professor argumenta que a campanha de bombardeio inicial (de 40 dias) e o bloqueio naval fracassaram em seus objetivos. Ele destaca que o Irã demonstrou ser um adversário formidável, capaz de infligir danos significativos a ativos americanos na região (12:00 - 16:50).
Acordo de 17 de junho: Mearsheimer descreve o memorando de entendimento assinado pelo governo Trump em junho como um documento de rendição, visto que não atingiu as metas de mudança de regime ou controle nuclear, e que o desafio americano subsequente ao Artigo 5 do acordo (sobre o controle do Estreito de Ormuz) reiniciou as hostilidades (3:45 - 6:00).
Alavancagem iraniana: Segundo o especialista, o tempo joga a favor do Irã, pois a interrupção no fluxo de energia e a possível colaboração iraniana com os Houthis para fechar o Estreito de Bab-el-Mandeb podem causar danos catastróficos à economia mundial, forçando Trump a buscar um novo acordo (7:10 - 20:30).
Papel de Israel e aliados: O professor aponta que Israel tem evitado participação direta no conflito EUA-Irã para não ser alvo de mísseis iranianos, preferindo focar suas ações no Líbano (contra o Hezbollah) e na Síria (34:37 - 38:00).
Implicações geopolíticas: Mearsheimer observa que o envolvimento dos EUA no Oriente Médio favorece estrategicamente a China, pois desvia a atenção e os recursos militares americanos do Leste Asiático (49:00 - 50:20).
Ao final, Mearsheimer conclui de forma pessimista, não vislumbrando soluções pacíficas imediatas nem para o conflito no Oriente Médio, nem para a guerra na Ucrânia, onde ele avalia que a Rússia mantém vantagem no campo de batalha (53:06 - 59:21).
Em uma mudança sísmica, mais de 100 democratas da Câmara votam para acabar com a ajuda a Israel
A emenda para bloquear a assistência militar falhou, mas a divisão partidária consolidou a visão cada vez mais polarizada do aliado dos EUA.
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Em mudança sísmica, mais de 100 democratas da Câmara votam para acabar com a ajuda a Israel - POLITICO
"A escolha europeia não é entre Washington e Pequim. É entre permanecer subordinada a um império em declínio ou participar soberanamente da construção de um mundo multipolar."
Miguel do Rosário em
Europa pode recuperar soberania ao se aproximar da China, da Rússia e do Sul Global em uma ordem multipolar
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Estudo publicado pelo Clube Valdai apresenta plano detalhado para criar uma moeda internacional dos países do Sul Global e um banco multilat
V. artigo na íntegra em
https://www.nogueirabatista.com.br/2026/04/16/geopolitics-and-international-money/
Presidente reafirmou a disposição do Brasil de contribuir para a reconstrução da Venezuela e apoiar a população diante da tragédia provocada
Muito antes de a primeira escavadeira entrar em operação, já está em curso uma disputa silenciosa para definir o lugar que o Brasil ocupará
O contra-ataque do Irã acabou de expor a armadilha brutal da culpa americana | Prof. Jiang Xueqin
Neste vídeo, o Prof. Jiang Xueqin analisa o rompimento do Memorando de Entendimento (MOU) entre os Estados Unidos e o Irã, assinado em 17 de junho de 2026, argumentando que a escalada do conflito não foi um evento caótico, mas uma estratégia deliberada.
Pontos principais da análise:
A "Armadilha de Saída" (Exit Trap): O autor argumenta que Donald Trump nunca teve a intenção de manter o acordo. Ele teria arquitetado uma sequência de eventos — incluindo a falta de diálogo diplomático durante 60 dias (04:36-04:55) e o direcionamento de navios para zonas de patrulha iranianas — para forçar uma violação por parte do Irã, obtendo assim uma justificativa para sair do acordo e realizar ataques aéreos (06:01-06:36).
O papel da Rússia: O vídeo afirma que a Rússia é a principal beneficiária silenciosa desta crise (12:10-14:04). Enquanto o mundo observa o Golfo Pérsico, a Rússia lucrou com o aumento de 6% nos preços do petróleo e utilizou o redirecionamento dos sistemas de defesa aérea Patriot dos EUA para o Oriente Médio como uma oportunidade para atacar a Ucrânia com maior eficácia (13:06-13:16).
A impossibilidade de controlar o Estreito de Hormuz: O autor sustenta que o controle americano sobre o Estreito de Hormuz é uma fantasia estratégica (16:38-17:07). Isso se deve a três fatores:
Guerra de minas: A capacidade do Irã de paralisar o tráfego marítimo com minas navais sofisticadas (17:21-18:27).
Doutrina de Defesa em Mosaico: A descentralização militar iraniana impede que o Irã seja derrotado por meio de um único ataque a um centro de comando (18:43-20:07).
Obsolescência Geopolítica: A construção de infraestruturas alternativas, como a ferrovia Irã-China e oleodutos que contornam o estreito por parte de aliados dos EUA como Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, tornam o controle daquela rota menos relevante (20:43-22:42).
O vídeo conclui questionando por que o governo russo manteve silêncio total sobre o Estreito de Hormuz enquanto escalava ataques na Ucrânia, sugerindo que essa omissão faz parte de uma estratégia de longo prazo (27:39-28:09).
Neste vídeo do Neutrality Studies, o historiador Dr. Vladimir Brovkin oferece uma análise profunda sobre a dinâmica entre a Rússia, a Europa e os Estados Unidos, discutindo a estratégia russa e a percepção geopolítica atual.
Pontos principais discutidos:
Relação Europa-Rússia: O Dr. Brovkin argumenta que, ao contrário do que sugerem algumas elites políticas, não existe um ódio enraizado nas populações europeias contra a Rússia (01:34 - 05:58). Ele acredita que a Rússia está apostando em uma mudança natural de regime na Europa através de ciclos eleitorais, evitando um confronto direto (07:52 - 10:20).
Dinâmica com os Estados Unidos: A relação com os EUA é considerada muito mais perigosa devido a um forte sentimento anti-Rússia no establishment americano e na política interna (11:55 - 13:37). Ele observa que, embora o Trump mantenha uma fachada de diálogo, a situação permanece imprevisível (14:53 - 15:07).
Poder Militar e Industrial: O especialista destaca que a Rússia subestimou suas capacidades em 2014, mas hoje possui força convencional suficiente para enfrentar a OTAN (19:52 - 20:12). Ele contrasta o modelo industrial russo, focado em produção em massa, com a ineficiência e os altos custos da indústria militar ocidental (41:15 - 44:00).
Estratégia na Ucrânia: A Rússia está avançando de forma mais enérgica como resposta a ataques de drones (33:06 - 33:53). A visão de Brovkin é que Moscou não pretende ocupar toda a Ucrânia, mas sim libertar a Novorossiya e transformar o restante do território em um estado neutro sob influência russa (48:46 - 50:00).
Guinada para a Ásia: A Rússia está virando as costas para a Europa, focando em fortalecer laços com a China, Índia e os países da ASEAN, tratando o futuro de seu desenvolvimento econômico como algo inerentemente ligado à Sibéria e ao Oriente (59:12 - 1:01:10).
Every few months, another Chinese artificial intelligence (AI) breakthrough makes global headlines. A Chinese AI model closes in on American
Bússolas, não mapas: a China está construindo um tipo diferente de IA
Enquanto o Vale do Silício persegue chatbots e AGI, a China está construindo sistemas de IA que percebem e se adaptam a um mundo dinâmico
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O que para muitos brasileiros parece comum costuma causar surpresa em turistas e imigrantes acostumados a modelos de saúde bem diferentes