hello!! so, a minha personagem aqui no cos é a marie e, como eu criei a conta dela como um sideblog,ela não pode mandar asks e/ou postar no blog ooc ENTÃO a solução foi usar esse blog aqui pra
mandar ask e postar no blog ooc, yay!! então, toda vez que vocês verem esse blog no ooc ou na inbox
e clicarem, vão ser redirecionados pro blog da marie mesmo, onde eu interajo no rp. É ISSO, tks folks.
“Meu pai é historiador e também dá aulas na UCLA; um neném, né, eu sei, amo muito. Minha mãe é uma business woman maravilhosa. Dona de uma multinacional, sim senhor. Ela é a própria rainha da minha vida, às vezes eu tenho vontade de gritar e deixar todo mundo sabendo o quanto ela batalhou pra chegar onde ela ‘tá, que mulherão. Enfim, meus pais são o maior One True Pairing da minha vida.”
If you say it’s calm, you’re gonna jinx it. Era um mito conhecido dentre os residentes, mas até agora, de todas as vezes que as palavras rolaram de sua língua, nada aconteceu. Ashley se sentia quase como um Deus naqueles momentos, em que apesar do sangue pingando no chão e grudado nas luvas em suas mãos as coisas davam certo. Elas não deveriam toda vez, não sendo ele parte do programa cirúrgico do Cedars-Sinai, mas então, uma maré de boa sorte era comum, aquela era a sua.
Quando viu a agente de Levi passar a porta, contudo, e correr em sua direção, sabia que tinha chegado ao fim.
(trigger warning: overdose)
Continuar lendo
He never meant to fuck things up that bad. Quando saiu de casa naquela noite, Leviathan não pretendia fazer algo diferente. Apenas o de sempre. Havia acabado de sair de uma chamada de vídeo com sua mãe. Uma chamada rápida, entretanto, dada toda a situação que acontecia envolvendo Levi e seus pais. Há anos, a mãe era proibida pelo pai de falar com seu filho. Um dos maiores desejos do Walker era resolver todo esse problema, mas, como muitas outras coisas em sua vida, não fazia ideia de como.
O músico nem ao menos desejava sair de casa naquela noite. O fato era que aquela festa era uma chantagem feita por sua agente. Como odiava aquela mulher. Nunca gostou dela, desde o início, mas estava passando dos limites. Tudo ao redor do moreno, na verdade, estava passando dos limites. Ao sair de casa e ter seu rosto fortemente iluminado por flashes, reprimiu os palavrões e apenas passou pelos fotógrafos, como sempre fazia. Seria uma longa noite.
(daqui pra baixo tem menção de uso de bebidas/drogas e um começo de overdose(?), enfim, vou colocar um read more de qualquer forma, que não machuca ninguém, né não)
O caminho até a festa resultou em todas as cinco garrafas de vodka, que eram estocadas no carro do Walker, vazias. Era o único e melhor jeito que conhecia de aguentar algo ruim. Drink it off. Talvez não tenha sido uma boa ideia. Na metade da festa, era como se Leviathan não estivesse mais no controle de seu corpo. Talvez seu metabolismo estivesse ruim naquele dia. Ele nunca saberia com certeza o real motivo que fez a avalanche começar.
Era uma noite confusa. Não sabia o que estava fazendo ali, não sabia o que fazer, e muito menos o que estava bebendo ou usando. Poderia ser, literalmente, qualquer coisa. Tudo o que sabia é que nunca havia sentido efeitos tão fortes como aqueles. Havia alguma substância que provocava dores de cabeça tão fortes e a sensação de que seu corpo inteiro estivesse queimando? Leviathan, usando sua mente já afetada pelas mais variadas substâncias, teve uma brilhante ideia. Talvez um de seus baseados faria os sintomas estranhos desaparecerem. E, então, ele finalmente poderia relaxar. Certo?
Errado.
Logo que começou a sentir dores no peito e dificuldades para respirar, o Walker entendeu. Ou pensou que havia entendido. Foi até os fundos do local, certificando-se de que estava sozinho e mandou uma mensagem de áudio para a mulher que tanto odiava. “I think I’m having a heart attack.”
Depois disso, foram minutos excruciantes das piores dores que já sentira na vida. E, então, o mundo começou a tremer. Foi a última coisa que Leviathan viu antes de tudo ficar preto.
Dor. Em todos os lugares imagináveis. Dor era tudo o que sentia quando recobrou a consciência. O que caralhos aconteceu? Tentar abrir os olhos lhe causava dor, pensar em movimentar qualquer parte do corpo lhe causava dor, até a breve conversa mental que travava consigo mesmo lhe causava dor. Mas nada doía tanto quanto seu peito. Era uma dor constante , concentrada em dois pontos específicos.
Seus olhos demoraram para funcionar. A primeira coisa que viu fora um par de preocupadas íris azuis bem à sua frente. Piscou algumas vezes para formar uma figura completa. Ashley. Seu amigo, Ashley, que era médico. O que caralhos ele estava fazendo em um hospital?
“De nada. Que a inspiração bata em você, suas polêmicas são sempre melhores. Bem pelo menos melhores que a de uma socialite ser pega fumando.” Ivy riu e colocou uma mecha do cabelo atrás da orelha. “Yeah, I know. Eles deixaram uma tag sobre o meu cabelo ser falso em segundo lugar nos TT’s. Mal sabem que eu lucrei pra caramba com isso. Eu até queria xingar todo mundo, mas minha agente não deixou.”
“Yeah, eu preciso começar a pensar em algumas coisas.” Comentou, franzindo o nariz. “Oh, those are awful. As pessoas hoje em dia não sabem fazer algo interessante, for the love of God. O que? Uma fucking hashtag? Não acredito nisso, Ivy, da próxima vez você me manda uma mensagem, xinga todo mundo e fala que eu hackei suas redes sociais. Eu confirmo a história, já sou todo fodido mesmo.”
“Claro que iria, todo mundo gosta. Quero dizer, menos você mas isso não importa já que nem te considero como uma pessoa.” Um sorriso surgiu em seus lábios, mostrando a falsa simpatia. “É muito convencido da sua parte achar que vale mais que uma música, tive que trabalhar duro para transformar você em uma letra boa e não pretendo fazer isso de novo. E, ainda assim, aqui está você atrapalhando o meu dia.”
“Yeah, right.” Cuspiu as duas palavras sarcasticamente. “Thanks, you’re a doll.” O mesmo sorriso surgiu no rosto do homem, mas não permaneceu por muito tempo. Logo deu lugar ao sorriso zombeteiro que sempre aparecia em conversas com a loira. O sorriso Alaska, como Levi gostava de chamar. “Você devia estar bem compenetrada mesmo, inventando todas aquelas mentiras e tal. Darling, you made a song about me, that’s basically you asking me to stick around. You don’t really get to make complaints about the difficult little devil now.”
Zorya sabia que ela deveria estar prestando atenção no que o outro estava dizendo, parecia sério e ela não gostava de ser rude o bastante a ponto de não demonstrar interesse em algo por mais ínfima que fosse, no entanto após cinco anos sem comer carne estava finalmente provando o gostinho do canibalismo novamente e era só nisso que conseguia pensar. ❛ Desculpe, o que? Eu parei de ouvir na sua terceira sentença…Aliás, esse cordeiro está delicioso, eu nunca imaginei que sentia tanta falta de carne. ❜
Leviathan levantou as sobrancelhas, revirando os olhos levemente e recostando-se de volta na cadeira. Cruzou os braços e suspirou, observando a loira. “Don’t worry, I was just ranting. Na próxima vez que você for me convidar pra jantar e me trocar por, literalmente, um pedaço de carne, me avisa que eu mando mensagens ao invés de te encontrar pessoalmente, Z. Assim eu posso ficar menos puto da cara. Quanto tempo faz que você não come? E por que ficou tanto tempo sem comer carne? Você tava no meio do mato ou coisa parecida?”
Então ótimo, porque eu estava me achando extremamente estranha com meus pensamentos nada puros para com a pessoa. Uma vez mandei o cara falar aquilo entre minhas pernas, acho que assustei ele, mas ok, né?
“Você nunca é a única pessoa no mundo a fazer ou pensar algo, somos sete bilhões.” Respondeu, levemente entediado. Porém, logo riu com o que ela havia dito. “Oh, man, that’s great. You’re great, eu seria filho da puta o suficiente pra realmente repetir entre as suas pernas.”
Addison revirou os olhos, sem deixar de notar a súbita posição defensiva de Levi. “Tocar no assunto de peso com uma mulher grávida, how rude.” Dissera ironicmaente, utilizando seu melhor tom de Stephanie Tanner. “Não, eu não ligo. Na verdade se o tempo que estivermos juntos me ensinou qualquer coisa foi seus mecanismos de defesa. Whatever, you don’t have to tell me.“ Honestamente, ela nem mesmo sabia o por quê estava se incomodando em tentar. Conhecia Leviathan bem o suficiente para saber que ele certamente não se importava.
Franziu a testa, não conseguindo evitar uma breve risada. “Essa imitação foi péssima.” Conseguiu dizer, antes de cair na risada novamente. Aquele momento descrevia perfeitamente seu relacionamento com Addison, mesmo que este estivesse completamente quebrado e diferente de anos atrás. “Oh, so we’re taking a trip down memory lane now?” Provocou, sorrindo de canto. Era verdade, ele não se importava. Mas, obviamente, não perderia a oportunidade de provocar a Dawson, nem que fosse apenas para ficar mais tempo falando com ela. “You’re dying to know, Addie. C’mon, você é uma boa atriz, mas não tão boa assim.”
❝—– Ainda não, quer dizer eu ive, mas eu não tinha stalkers antes, então ao mesmo tempo não. …Eu ainda tenho 16 anos, tenho bastante traços de…Criança. ❞ Franziu o cenho de forma desconfortável e apertou o casaco contra o corpo. ❝—– Oh meu Deus! Me perdoe! Estava aberto e eu…Eu sinto muito pelo incomodo eu já estou de saída! ❞
Observou o comportamento dela e ficou parado onde estava, não querendo deixá-la desconfortável com qualquer aproximação. “Yeah, I can see that. O problema são eles, y’know, sempre eles. Hollywood é uma desgraça, especialmente com as crianças. Sorry.” Respondeu, apertando o botão do controle que estava em suas mãos, o que fez com que o portão se fechasse. “Eu acho que você deveria ficar um pouco. O cara pode estar por aí ainda. Não precisa ter medo de entrar na minha casa, não é como se você desse um passo e uma matéria falando mal de você fosse publicada, não é assim que acontece.”
Fãs são engraçados com essas coisas, eles fazem umas teorias que você para e pensa “Meu Deus, essa pessoa poderia ser do CSI” de tanto que criam teorias e as vezes acaba fazendo sentido, por mais que não seja verdade. É bem doido. Socorro! Adorei essa comparação com a professora do ensino médio, eu odiava interpretar textos assim.
“Yeah, I guess? Quer dizer, eu não fico muito tempo preso a essas merdas, tenho mais o que fazer. Nada contra quem gosta ou contra você, por esses comentários. People have an awful tendency to take the shit I say personally. É, todo mundo odeia. E é verdade, como um compositor, às vezes a gente só coloca palavras lá no meio porque elas se encaixam e dão uma boa sonoridade. Não tem nada dessas merdas de duplo sentido, significados profundos e etc.”
Se escondendo dos fãs, Levi? Coitados! Estão loucos pra te ver, dê um pouco de atenção.
“Ah, cara, eu não tenho paciência pra isso não. Eles vão me bombardear de perguntas, e vão querer abraços e que eu autografe os peitos de alguém. Você tem alguma solução pra me dar?”
“Imagino como deve ser, cara. Sinto falta daqueles tempos, parecia que a vida era mais simples. Não tinha tanta pressão, sabe? Ugh. Queria poder voltar para uma visita, nem que seja apenas de alguma semana. Todavia, se quiser conversar ou apenas desabafar sobre essa pressão, pode me chamar, ok? Você sabe que pode contar comigo.”
“Yeah, tell me about it. A gente pode ir visitar, you know. Quer dizer, eu ‘tô livre o tempo todo, já que não vou trabalhar no meu álbum por enquanto. É só você me avisar quando estiver disponível, a gente aluga um jatinho or something and London, baby!” Sugeriu, sorrindo de canto. “Thanks, dude, but I’m fine, really. Just a little pissed off.”
Podiam acusá-lo de várias coisas e o fizeram, realmente, ao longo daqueles anos. Interesseiro, ardiloso, duas caras, mentiroso, era uma lista beeem extensa e que incluía adjetivos bem piores; tolo, contudo, não fizera parte dela. Arlo, porém, bem sabia que era isso que lhe diriam se pudessem vê-lo agora, o sorriso mais do que generoso em sua boca enquanto mantinha-se abraçado ao rapaz que era seu primeiro contrato dentro da agência pela qual fora contratado e que, agora, também tinha conseguido um contrato gordo com uma gravadora que deveria lançá-lo ao estrelato.
Era por isso que estavam ali The Emperor, por sua conta, para garantir que Levi curtisse sua merecida noite de sucesso. A música tocava alta, os corpos moviam-se sinuosos na pista de dança, e Arlo? Arlo estava mais do que feliz, assistindo tudo isso enquanto em pé, a mão livre apoiada à grade e, com um sorriso lateral, seus pares azul acinzentado fitaram seu cliente pelo qual, por sinal, tinha uma pequena queda. Mas qual era o problema nisso, certo? Nenhum, ele considerava, não refreando-se em aproximar o rosto do alheio para lhe falar ao ouvido, aproveitando do momento para sentir o cheiro do perfume alheio sem culpa - o som era desculpa boa o suficiente. “You happy, kid?!” A diferença de idade entre os dois não era tão grande assim, é claro, mas ele gostava de provocá-lo amigavelmente.
Levi sempre tivera o pensamento de que nenhum sentimento no mundo se igualaria ao que sentira mais cedo naquele dia, o sentimento de assinar um contrato, seu contrato. Porém, o sentimento de entrar na The Emperor chegava bem perto. Afinal, estava ali como consequência da assinatura do contrato. Até um recém-chegado — mesmo que o Walker já morasse na cidade há alguns meses — em Los Angeles já ouvira falar na The Emperor. Mesmo em Londres, a casa noturna era mencionada em qualquer notícia sobre as celebridades mais famosas. Toda a animação de um jovem garoto transparecia nos olhos brilhantes do moreno, que não poderia estar em melhor companhia.
Tudo o que havia acontecido em sua vida naqueles poucos meses, principalmente o contrato, era feito de Arlo Blake e Levi não poderia estar mais agradecido. Talvez fosse inocente demais para perceber que tudo aquilo era demais para uma simples relação profissional; Arlo sempre fazia o possível e o impossível para colocar um sorriso no rosto de seu cliente. Ou talvez o Walker percebesse as coisas de uma outra maneira. Pensava em seu agente mais como um grande amigo, um companheiro para todas as horas. Uma figura protetora, que lhe serviria de apoio naquela cidade enorme onde estava completamente sozinho. Virou o rosto para encontrar os calorosos olhos azuis do Blake e sorrir em resposta. “Happy? I’m almost having a bloody heart attack, dude!” Exclamou,o forte sotaque britânico misturando-se com a música que tocava. Olhou em volta, ainda mal conseguindo acreditar. “Olha pra isso, Arlo. Minha mente ‘tá a mil por hora tentando processar como tudo isso aconteceu.”
Os olhos afiados da mulher percorriam o local com iluminação característica e um pouco confusa por conta das luzes e lasers coloridos em conjunto com a música monótona de uma balada eletrônica comercial. Não era bem o tipo de balada preferida de Alejandra, realmente, contudo, a mulher havia ganhado um convite e por não ter o que fazer naquela noite, acabou por aceitar o convite.
Alejandra estava usando um vestido preto e colado ao corpo, como um famoso ‘tubinho’ com detalhes no decote, este que não estava tão acentuado desta vez, em contraste com as pernas quase que totalmente expostas. A latina saiu da pista de dança por alguns minutos, ainda levemente ofegante, mas de certa forma bem animada levando em consideração que aquele não era sua primeira opção de músicas para dançar. Não demorou para localizar o bar que não estava muito longe e nem muito cheio, o que era bom no ponto de vista dela, logo, Ale sentou-se em um dos bancos para descansar antes de voltar para a pista, pediu um dos drinks do cardápio para o garçom, virando o banco de frente para as pessoas, de costa para o bar, a fim de ver a movimentação de pessoas, além de alimentar um pouco do ego a cada olhada diferente que recebia.
Animação era a palavra que menos poderia descrever Leviathan naquela noite. O motivo de estar ali, principalmente, era surreal. A lógica de sua agente era ridícula, assim como todo o mundo em que estava envolvido. Três meses depois de sua overdose, o homem estava completamente recuperado, podia-se dizer. Três meses sem fotos ou notícias do astro musical obviamente deixaram paparazzis ao redor de Los Angeles curiosos. E uma investigação guiada pela curiosidade preocupava a equipe do Walker. Por isso, foi indicado a Leviathan que fosse visto e fotografado fazendo coisas normais.
Coisas normais. O moreno sabia muito bem o que sua agente queria dizer, o que a mídia estava morrendo de vontade de conseguir. Um escândalo. O primeiro gole de álcool da noite fora uma ótima sensação, isso o britânico não conseguia negar. Mas não queria causar um tumulto ou algo que explodisse na mídia. Pela primeira vez, só queria aproveitar algo que gostava. Leviathan Walker estava cansado de ter pessoas lhe dizendo o que fazer. Suspirou, sendo tirado de seus pensamentos pela voz conhecida perto de si. Como estava virado para o bar, era esperado que a morena não tivesse se dado conta de sua presença. “Doesn’t it get boring, Ale?” Perguntou, a voz arrastada. Obviamente alguns drinks haviam seguido aquele primeiro gole. “All these people looking at you.”