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@mxtya
| max irons being ridiculous / not my gifs @chloehuntsâ |
new photo of max irons as joe turner in Condor (vĂa Condoratt instagram stories)
â   âĄÂ  â   ⩠  i do. ido. đČ đđžđž!  â
â  ⧠     A festa se estendia madrugada a dentro sem qualquer sinal de se aproximar do fim â pelo menos nĂŁo se dependesse de NicolĂĄs, que, jĂĄ bĂȘbado, havia decretado por cima da mesa dos illyrians que ela duraria por mais uma semana. Em um salĂŁo aberto criado entre as areias e a ĂĄgua do mar quintista, feĂ©ricos de diferentes cortes e status sociais celebravam com animação e harmonia, senĂŁo por compartilharem a felicidade do casal, entĂŁo pela enorme quantidade de vinho que jĂĄ haviam consumido. O cĂ©u estrelado de Hela poderia ser reconhecido como o mais bonito, mas o da quinta corte tambĂ©m nĂŁo ficava para trĂĄs, e parecia que Thor havia caprichado naquela noite como um presente aos recĂ©m casados. Quem quer que estivesse vendo de fora poderia atĂ© pensar que se tratava de uma festa para algum deus, e nĂŁo um casamento, no entanto, era fĂĄcil de se entender o motivo pelo qual tamanha alegria preenchia o ambiente quando se olhava para os noivos.
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ââââ THE DONNDUBHĂN SIBLINGS ( part 2/2 )
ââââ THE DONNDUBHĂN SIBLINGS ( part œ )
â  â§Â  the Aehorn-DonndubhĂĄnâs name meanings â
â Â â§ â Â Dmitri&Lyra;; I look into your eyes and the skyâs the limit! â
âVocĂȘ sabe que temos tinta o suficiente nesse colĂ©gio para eu colorir todos os seus arco Ăris, nĂ©?â âEu tenho certeza que tem tinta o suficiente, sunshine. Principalmente tinta pretaâÂ
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L y r a, I donât have a ( dollar ) to my name An acre of land, a troop to command, a dollop of fame All I haveâs my honor, a tolerance for ( pain ) A couple of college credits and my top-notch brain ( Insane ), your family brings out a different side of me Nick confides in me, Kai tried to take a piece of me No stress, my love for you is never in doubt Weâll get a little place in Sixth Court and weâll ( figure it out ) Iâve been livinâ without a family since I was a child My father left, my mother forsaked, I grew up buckwild But Iâll never forget my motherâs face, that was real And long as Iâm alive, sunshine, swear to Hela Youâll never feel soâŠ
( my life is gonnâ be fine cause Lyra is in it )
        â â â§Â * âŸÂ A DMITRI DONNDUBHĂN + CARTOON â
Toothless
mxtya:
Maldito fosse Tyr! Durante anos, todas as noites, era aquele verdadeiro Hellheim; Dmitri fora queimado de novo. Quando estava prestes a acontecer, o illyrian seguia caminho atĂ© um local isolado na floresta, onde ninguĂ©m o ouviria gritar se ele o fizesse. Mas nĂŁo o fazia. Dmitri se recusava a abrir a boca para expressar dor; orgulhoso como era, o alado se recusava a dar ao deus esse deleite. Chegou no seu quarto depois de mais ou menos meia hora. As asas negras voltaram ao normal, e Dmitri estava despido na parte de cima ââ e pretendia manter-se assim o resto da madrugada. JĂĄ movia os lençóis escuros para dormir, quando ouviu uma batida na porta; seria inesperada, se nĂŁo fossem os sentidos aguçados do sĂ©timo DonndubhĂĄn: ele reconheceu os passos de Lyra Aehorn. PorĂ©m, nĂŁo eram os saltos alegres⊠eram melancĂłlicos. â ââ Lyra.â Ronronou ao abrir a porta, olhando para baixo, graças a diferença de tamanho dos dois. â ââ Estou aqui, sunshine.â E deu espaço para Aehorn entrar. Claramente o quarto de Dmitri estava longe de proporcionar o conforto do de Lyra, todavia, era tudo o que podia oferecer agora: madeira antiga e a prĂłpria presença. â ââ Vai me dizer o que aconteceu?â
â  â§Â          Um sorriso aliviado surgiu, ainda que fracamente, nos lĂĄbios da morena quando a porta se abriu e suas Ăris azuladas encontraram as esverdeadas de Dmitri, tanto por tĂȘ-lo ali como por nĂŁo precisar mais ficar naquele corredor escuro sozinha. â â Eu nĂŁo te acordei, nĂŁo Ă©? â, questionou conforme adentrava no quarto; ele nĂŁo parecia que estava dormindo, mas nĂŁo custava ter certeza. Por mais que os dois jĂĄ fossem amigos hĂĄ anos, Lyra jamais havia estado no quarto do DonndubhĂĄn antes â afinal, por mais que a luminosa as vezes ignorasse as regras de etiqueta que haviam lhe sido ensinadas, atĂ© ela sabia que nĂŁo era prĂłprio ficar frequentar o quarto de um rapaz â e talvez por isso que nĂŁo tenha conseguido evitar que os olhos vagassem pelo cĂŽmodo com certa curiosidade, o pequeno sorriso que exibia aumentando ligeiramente ao enxergar traços da personalidade do illyrian em alguns detalhes da decoração simples. â â NĂŁo sabia que vocĂȘ tinha um colega de quarto â, comentou de forma distraĂda ao notar a segunda cama, que por sorte se encontrava vazia, consequentemente, seus ombros se encolheram quando ela notou tambĂ©m que sequer se lembrara de vestir um manto por cima da fina camisola de algodĂŁo que usava. â â E eu preciso? â, tentou rebater em humor, contudo, antes mesmo que ele pudesse responder, a Aehorn soltou o ar que retinha nos pulmĂ”es em um longo suspiro cansado, â â Eu tive um pesadelo e, bem, nĂŁo quis voltar a dormir ou ficar sozinha â, admitiu meio sem jeito e sem fitĂĄ-lo diretamente nos olhos, os ombros se erguendo por breves segundos como se nĂŁo fosse grande coisa, ainda que sua linguagem corporal dissesse o contrĂĄrio.
" ââ Todos nĂłs temos, sunshine. Mas ele vai ficar fora essa noite." Ronronou, dando de ombros, o olhar engatinhado ainda repousado em Aehorn. Se um dia os illyrians tivessem a sorte dos nobres de terem um quarto exclusivamente para si, seria por uma bĂȘnção de Hela. Dmitri havia acabado de chegar no seu quarto, e estava claramente cansado. Ainda podia sentir a ardĂȘncia nas asas, e o grito que continha durante quase oito anos que sofria com a maldição ââ e nunca era proferido; afinal, ele jamais daria esse gosto a Tyr. As pĂĄlpebras pesavam, e tudo o que o illyrian queria fazer era deitar e ter uma boa noite de sono ââ na medida do possĂvel. Mas era Lyra Aehorn, sua melhor amiga e companheira de todas as horas hĂĄ mais de seis anos. Se Lyra quisesse alguma coisa, Dmitri faria; se ela precisasse de qualquer ajuda, Dmitri viraria o mundo de cabeça para baixo para ajudar; e se precisasse enfrentar todos os deuses por ela, ele enfrentaria. De alguma forma, ambos tinham uma ligação que o illyrian nĂŁo conseguia explicar em palavras. Ouviu o proferir de Aehorn, e apenas assentiu. " ââ VocĂȘ nunca estĂĄ ou estarĂĄ sozinha, sunshine." Alegou, enquanto segurava a amiga pela mĂŁo e a conduzia para mais perto de si, onde jĂĄ estava para se deitar. " ââ E muito menos precisa dormir sozinha; fique comigo hoje a noite. Deixe que eu expulse seus pesadelos."
@mxtya (( ⥠)) for a starter !!
â  â§Â          Lyra, essa nĂŁo Ă© vocĂȘ!, o sussurro fraco e sem ar ecoava por sua mente conforme a garota em questĂŁo despertava do pesadelo em um pulo brusco. As mĂŁos foram imediatamente levadas atĂ© a altura do rosto e a morena soltou um um sonoro suspiro de alĂvio ao ver que elas estavam limpas â um pouco trĂȘmulas, sim, mas sem nenhum traço do sangue que as cobria momentos atrĂĄs. Aquilo nĂŁo foi real, foi apenas outro sonho, repetia para si mesma como um mantra, inspirando e expirando profundamente, numa tentativa de acalmar as batidas frenĂ©ticas de seu coração. Se fosse honesta, nĂŁo havia muito do que se lembrasse de fato da invasĂŁo, contudo, os detalhes daquela noite pareciam ficar mais vĂvidos em seus sonhos. Naquela altura, jĂĄ deveria estar atĂ© acostumada com eles, a acordar daquela forma, mas era exatamente o contrĂĄrio; cada vez os pesadelos pareciam ficar mais terrĂveis, o que jĂĄ lhe deixava apavorada com a perspectiva de ter que dormir. Instintivamente, virou o rosto em direção a outra extremidade do quarto, onde a cama de Laena costumava ficar, e a morena pĂŽde apenas se encolher ainda mais ao lembrar que as duas jĂĄ nĂŁo dividiam mais o quarto. Era a prima que costumava lhe ajudar em noites como aquela, mas, apĂłs o que fizera, sabia que nĂŁo tinha mais o direito de procurĂĄ-la. E, bem, nĂŁo desejava de forma alguma se aventurar pelos mesmos corredores escuros que haviam servido de cenĂĄrio para pesadelos como o que acabara de ter, contudo, a Ășltima coisa que queria naquele momento era ficar ali sozinha. Tal qual uma criança, Lyra precisava de alguĂ©m ao seu lado para lhe confortar e lhe garantir que nada daquilo era real, que tudo ficaria bem; e foi por isso que, quando deu por si, jĂĄ caminhava com passos hesitantes e silenciosos pelas sombras, atĂ© que enfim chegasse aos aposentos de uma das poucas pessoas que se recordava de ter encontrado naquela noite. Por alguns segundos, a Aehorn apenas fitou a madeira escura da porta, incerta se deveria mesmo incomodĂĄ-lo tĂŁo tarde da noite, no entanto, nĂŁo teria problema se fosse apenas daquela vez, nĂŁo? â â Mitya? â, o chamou apĂłs trĂȘs batidas quase silenciosas, em um sussurro tĂŁo baixo quanto, â â VocĂȘ estĂĄ acordado? â
Maldito fosse Tyr! Durante anos, todas as noites, era aquele verdadeiro Hellheim; Dmitri fora queimado de novo. Quando estava prestes a acontecer, o illyrian seguia caminho atĂ© um local isolado na floresta, onde ninguĂ©m o ouviria gritar se ele o fizesse. Mas nĂŁo o fazia. Dmitri se recusava a abrir a boca para expressar dor; orgulhoso como era, o alado se recusava a dar ao deus esse deleite. Chegou no seu quarto depois de mais ou menos meia hora. As asas negras voltaram ao normal, e Dmitri estava despido na parte de cima ââ e pretendia manter-se assim o resto da madrugada. JĂĄ movia os lençóis escuros para dormir, quando ouviu uma batida na porta; seria inesperada, se nĂŁo fossem os sentidos aguçados do sĂ©timo DonndubhĂĄn: ele reconheceu os passos de Lyra Aehorn. PorĂ©m, nĂŁo eram os saltos alegres... eram melancĂłlicos. " ââ Lyra." Ronronou ao abrir a porta, olhando para baixo, graças a diferença de tamanho dos dois. " ââ Estou aqui, sunshine." E deu espaço para Aehorn entrar. Claramente o quarto de Dmitri estava longe de proporcionar o conforto do de Lyra, todavia, era tudo o que podia oferecer agora: madeira antiga e a prĂłpria presença. " ââ Vai me dizer o que aconteceu?"
mxtya.
Os dedos de Dmitri tamborilavam ritmicamente na capa do livro que trazia em mĂŁos. As pernas estavam cruzadas e o illyrian estavam preguiçosamente sentado, as costas apoiadas na parede, enquanto os olhos verdes analisavam as palavras. PorĂ©m, foi interrompido ao ouvir a voz de Gweyr, e desviou as orbes do papel para Whitethorn; um pequeno sorriso felino brotou nos lĂĄbios do sĂ©timo DonndubhĂĄn, e ele fechou o livro. â ââ Pequena GweyrâŠâ Ronronou, o tom de voz baixo, mas num volume alto o suficiente para que a outra escutasse. Ele claramente nĂŁo estava disposto a cuidar de outra luminosa hiperativa depois de Lyra Aehorn ââ que havia dado uma baita dor de cabeça a DonndubhĂĄn atĂ© mesmo depois dele atira-la aos naga (sabendo que ela iria sobreviver), porĂ©m, depois do ataque dos elfos negros, quem era Dmitri para negar um comando no GrĂŁo Senhor da Quarta Corte. â ââ Ah, perdeu? Bem, isso Ă© uma pena, darling. Esse ano jĂĄ se foramâŠâ Mexeu os dedos, como se estivesse contando. â ââ Sete fadinhas e cinco sereias. Cada vez que uma garota perde um amuleto, uma fadinha morre. NĂŁo sabia disso?â
A verdade era que Gweyr possuĂa uma facilidade tĂŁo grande para perder as coisas porque simplesmente nĂŁo se importava em cuidar de nada. Desde criança recebia tudo de mĂŁo beijada, portanto, nĂŁo precisa se preocupar em como arranjaria um substituto para o que que quer que perdesse, bastava comunicar aos seus pais que ganharia um novo, era simples. Todavia, a informação que acabara de receber mudava tudo. Fadinhas morreriam se perdesse o amuleto?! NĂŁo era justo com os seres mĂĄgicos! Mediante a surpresa, os olhos foram arregalados e a sua boca fora entreaberta, a destra sendo elevada para que pudesse cobri-la. â âEu nĂŁo sabia! Por que vocĂȘ nunca me disse isso? â perguntou alto, a indignação evidente em sua voz enquanto um pĂ© era batido contra o chĂŁo, fazendo com que o salto causasse um alto barulho. Ainda teria tempo de salvar alguma pobre fadinha? EntĂŁo, ela se aproximou do alado, passando a puxar a manga de sua blusa conforme falava. â â VocĂȘ nĂŁo pode deixar a fadinha morrer! Vamos, levante! NĂłs vamos procurar o amuleto. â
Dmitri precisou comprimir os lĂĄbios numa linha fina para nĂŁo deixar um riso escapar. Se havia algo realmente divertido, era brincar com Whitethorn ââ principalmente pelo fato dela levar a sĂ©rio quando ele falava sobre o falecimento de criaturas mĂĄgicas. " ââ Eu achei que vocĂȘ sabia, Gweyr. Pobres fadinhas..." E estalou a lĂngua em um som de desaprovação, e o olhar engatinhado se dirigiu a morena quando o barulho do seu salto no piso ecoou pela sala, numa mistura de preguiça e divertimento; todavia, a frase seguinte fez com que ele repensasse sobre o assunto... Procurar um amuleto que ela havia perdido? Ele? E onde, por Hela, encontraria isso? " ââ Sabe Gweyr, acho que as fadinhas vĂŁo ficar bem felizes se for vocĂȘ quem avistar o amuleto. VocĂȘ vai ser a heroĂna delas! Vai aparecer nos livros de histĂłria delas, que sĂŁo bem pequenininhos e fofos." Mas se levantou da mesma forma, cedendo os vĂĄrios puxĂ”es da sua camisa por parte da outra. Esperava que os Whitethorn dessem uma boa recompensa por ele virar babĂĄ de Gweyr. " ââ Vamos lĂĄ, querida. Eu sou todo seu, nĂŁo?"
O ataque dos elfos negros havia feito com que a super proteção do senhor Whitethorn, em relação a sua filha, voltasse a aflorar com tudo. O conselheiro real da quarta corte nĂŁo tinha medido esforços para garantir a proteção da caçula da famĂlia em um caso de uma nova invasĂŁo e uma dessas medidas incluĂa a contratação de um guarda-costas. Gweyr nĂŁo fazia ideia de como ele havia conseguido convencer @mxtya do serviço, mas, agora, sempre que tinha oportunidade o alado estava perto de si. â â Eu jĂĄ disse que nĂŁo tenho ideia de onde deixei o meu amuleto contra possessĂŁo, Dmitri! â resmungou, controlando-se ao mĂĄximo para nĂŁo revirar os olhos enquanto soltava o ar retido em seus pulmĂ”es pelas narinas numa demonstração clara de impaciĂȘncia. â â NinguĂ©m mandou o papai me dar uma pulseira! Essas coisas se perdem fĂĄcil demais, se quer saber. â
Os dedos de Dmitri tamborilavam ritmicamente na capa do livro que trazia em mĂŁos. As pernas estavam cruzadas e o illyrian estavam preguiçosamente sentado, as costas apoiadas na parede, enquanto os olhos verdes analisavam as palavras. PorĂ©m, foi interrompido ao ouvir a voz de Gweyr, e desviou as orbes do papel para Whitethorn; um pequeno sorriso felino brotou nos lĂĄbios do sĂ©timo DonndubhĂĄn, e ele fechou o livro. " ââ Pequena Gweyr..." Ronronou, o tom de voz baixo, mas num volume alto o suficiente para que a outra escutasse. Ele claramente nĂŁo estava disposto a cuidar de outra luminosa hiperativa depois de Lyra Aehorn ââ que havia dado uma baita dor de cabeça a DonndubhĂĄn atĂ© mesmo depois dele atira-la aos naga (sabendo que ela iria sobreviver), porĂ©m, depois do ataque dos elfos negros, quem era Dmitri para negar um comando no GrĂŁo Senhor da Quarta Corte. " ââ Ah, perdeu? Bem, isso Ă© uma pena, darling. Esse ano jĂĄ se foram..." Mexeu os dedos, como se estivesse contando. " ââ Sete fadinhas e cinco sereias. Cada vez que uma garota perde um amuleto, uma fadinha morre. NĂŁo sabia disso?"