“i can’t walk, just go on without me.”
“You know, being pregnant is not a disease ------ kind of is, but it isn’t. There’s just a parasite inside your body, no biggie.” Franziu o cenho ante as palavras de Seraphine. Não iria carregar uma mulher grávida até o refúgio, mas tampouco tinha tempo suficiente para discutir o assunto com a loira. Soltou um resmungo irritado; certamente não sentia falta do período no qual ficou preso à loira, ainda que tivesse sido divertido, em partes específicas, espaçadas e enlouquecedoras. Antes que a rainha voltasse a falar, entretanto, sabia como aquilo terminaria, e escutaria não só de seu conselheiro que era terrivelmente imoral deixar uma mulher grávida naquele estado, como Florence também não iria gostar de saber que o filho adotivo tinha adotado técnica tão escabrosamente cruel para com a princesa ------ ela ainda gostava da realeza de Illéa, mesmo sendo obrigada pelo filho a voltar à Romênia. Talvez fosse realmente mais seguro para Florence ------ ou Aglaya, como se chamava realmente ------, ficar no solo illeano, mas Maxim não permitiria isso, e ninguém contradizia as palavras de um rei, ainda que esse rei fosse o Comaneci. Tomou-a nos braços sem ao menos pedir permissão, estressado demais para fazê-lo, passando a dar passadas rápidas e decididas em direção a um dos refúgios dos quais se lembrava enquanto capitão da guarda; só esperava que não tivessem remodelado a planta original do palácio, ou estariam em perigo. “Pare de reclamar.”








