
祝日 / Permanent Vacation
Not today Justin

No title available

blake kathryn
he wasn't even looking at me and he found me
Xuebing Du
occasionally subtle

★
trying on a metaphor
Cosimo Galluzzi

izzy's playlists!

⁂
Sade Olutola
almost home

@theartofmadeline
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
h
Peter Solarz
No title available

shark vs the universe

seen from Malaysia

seen from Malaysia

seen from United States
seen from Latvia
seen from Canada
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Chile

seen from Malaysia
seen from Argentina
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Netherlands
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Norway
@mypuzzleworld
Às vezes já não dá mais, e não precisa ter muito motivo pra isso, talvez só não encaixa. E é curioso a dificuldade em deixar ir aquilo que tá há tanto tempo com a gente. Como se antigo fosse sinônimo de bom. Mas não é. Pode ser só comodismo. Falta de coragem. Preguiça. E vai ficando pra depois. Até lotar. Até ficar cheio e pesado. Até não existir espaço para nada novo. E vamos deixando passar, convertendo os dias em comuns, como se não fossemos responsáveis. Como se o inédito não estivesse também nas nossas mãos.
Nina Benavídez (via floratizando)
Death Has No Face
By Me
Eu tenho transbordado demais. Palavras, sentimentos e opiniões para pessoas que sabem de menos e são desprovidas de emoções. Mas é nos momentos de silêncio quando a única companhia é a solidão que percebo não sentir falta, pois eles querem ser estrelas, eu constelação.
B.R.M.
I Heard A Star, I Spoke To God. by Madeline Hutchinson
by Ivana Besevic
Tenho morrido muitas vezes. Depois, respiro fundo, lavo o rosto, sigo em frente. Não é fácil morrer, difícil é renascer, fingir-se de sol, cegar a lua, beber o mar. Detestável seria ter a covardia dos que me mataram. Eu sigo renascendo, eles seguem covardes.
Pedro Munhoz (Morrer)
Jake.
by: Jack Atherton
heads will roll
Me deixe em paz, eu não quero conversar agora. Todas essas suposições me fazem querer gritar. Eu tenho questões que não param de me assombrar. Continuo preenchedo o vazio com coisas que me fazem morrer. Não consigo dormir, não quero estar aqui. Tantos pensamentos que me deixam cada vez pior. Sorrio enquanto o álcool habita em mim, mas os problemas aparecem novamente quando estou triste. "Faz parte da vida", é o que todos dizem. Entendo que não é fácil e não quero sua simpatia. Tentando fazer sentido no meio dessa existência. Mas ninguém sabe como é lutar com demônios diariamente.
Todos os meus sonhos foram cancelados.
Dia a dia, todo dia a última vez. Copo meio cheio, copo meio vazio. Pouco a pouco a retina falha, o corpo amolece, os demônios adormecem. Paz turbulenta que faz tudo girar. Riso fácil, "solidão que nada" fantasia com hora pra acabar. Últimas gotas, a saideira. Então ao deitar a cabeça no travesseiro choro, vergonha, dor, confusão... Os problemas ainda estão aqui e os demônios acordaram. Fecho os olhos e pouco a pouco morro mais um dia. Morro todo dia em pequenas doses. Doses letais, o suficiente para fugir O necessário para desaparecer.
É aquilo, né. Quando Pedro me fala sobre Paulo sei mais de Pedro do que de Paulo.