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@nadadeimportante
machismo é como derivados de petróleo
Primeiro você acha que só a gasolina que tem.
Depois você descobre que asfalto também tem, depois você descobre que plásticos (na maioria) também...
E então quanto mais você aprende sobre o assunto, mais você descobre que está em toda parte, até mesmo nas coisas mais banais e mais improváveis.
Sim, machismo é assim.
Reflexões sobre como poliamamos
Desde o momento que nascemos, somos cercados por inúmeros exemplos de como as pessoas se relacionam, pelas pessoas à nossa volta, por televisão, livros, cinema, teatro, etc.
Se não pararmos para refletir e questionar, a tendência é que a forma de nos relacionar com outras pessoas seja da mesma forma que observamos. Mesmo quando se pensa em relações não monogâmicas, a tendência é pensar no relacionamento da mesma forma que os monogâmicos são hoje apenas com a diferença de ser vários.
É-nos cobrado o que chamo de pacote completo: apaixonar-se, namorar, construir patrimônio, casar, fazer sexo, ter filhos... E quando qualquer parte desse pacote não está presente, é dito que o relacionamento não é completo e se você não tiver esse pacote na sua vida, então sua vida não é completa também.
Entretanto não é assim como vejo. Quando se fala em poliamor, para mim não é apenas a possibilidade de vivenciar múltiplos amores, mas também de vivenciar múltiplas formas de se amar e esse grande pacote completo não precisa existir.
Uma citação traduz bem o que penso sobre isso:
“When you're a kid, they tell you it's all... grow up. Get a job. Get married. Get a house. Have a kid, and that's it. But the truth is, the world is so much stranger than that. It's so much darker. And so much madder. And so much better.” – Elton Pope, Doctor Who 2x10 Love & Monsters
Swype-dadaismo
Alguns celulares possuem uma forma de inserir texto chamado swype. Então tive essa ideia. Poesia dadaísta usando o swype. Vamos ver como fica? ............. Arco CTG Odin Edit deve outsourcing Arlen nervosos Decidi iene Ozzy anos Erich kWh Século Erick Dortmund fervor Self sob tergo FG IFC acho Sergipe membro sela crise keV STJD NTV divinos menos bem Servir menos odus bem os em Del isto artilhar védica begin Greenburg Verdun fé UV sub Articulo Archimedes faltavam Com USB keV Ellen lagoeiro Vudu SBT IDH IDH beth Reich Suco fugiriam Chuck custeio Dyck Osmond essivo algum
Lembrei
Depois de tanto tempo.
Lembrei.
Lembrei de algo tão simples
tão importante
tão presente
e tão facilmente esquecido.
Lembrei.
Lembrei de viver.
Agora, não quero esquecer nunca mais.
O que a palmada fez de bom para mim
Recentemente com a aprovação da "lei da palmada", pipocaram discussões a respeito. E vi também muitas pessoas defendendo que palmada não faz mal usando como argumento a própria experiência. Então gostaria de compartilhar também a minha experiência.
Dizendo coisas que a palmada fez para mim:
Uma vez eu estava brincando com meu pai, e ele começou a fazer cócegas em mim, começou a incomodar muito e eu pedi para que ele parasse, mas ele não parou, continuou. Depois de um tempo tentando fugir enquanto ele me segurava para continuar a brincadeira, eu tentei me defender e o arranhei. Ele ficou furioso comigo. E ele me deu muitos tapas nas minhas nádegas.
o que aprendi: aprendi que é errado me defender, que se alguém me faz algo incômodo, eu tenho que suportar.
Uma vez, novamente com brincadeira de cócegas, ao tentar me encolher durante essas tais cócegas, meu joelho sem querer pegou no queixo do meu irmão mais velho, e ele me bateu.
O que aprendi: que além de tentar se defender ser errado, se sem querer eu causar incômodo a culpa também será minha e eu tenho que aceitar o que a outra pessoa quiser fazer comigo.
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Tenho muitas outras histórias, mas seria difícil contar tudo aqui.
Em nenhum momento da minha infância alguém me deu além de uma palmada dolorida, o máximo que aconteceu foi ficar vermelho e ardido. Dizem que esse é o limite. Só seria violência se houvesse roxo, sangue ou algo quebrado.
Demorei um longo tempo para perceber, mas hoje vejo que as palmadas me fizeram muito mal na minha vida. Moldaram meu comportamento, me fizeram a aceitar a violência contra mim. Pessoas que eu amava e confiava me batiam então esse é o normal não é? Afirmavam que me amavam, então pessoas que amam fazem essas coisas.
Muitas vezes sofri violência (já tentaram me estrangular, já me bateram, já me estupraram) e achei que fosse culpa minha, como me foi ensinado quando eu era criança.
Me ensinaram que se eu apanhava, era pq eu tinha feito algo errado então eu merecia e não tinha direito a fazer nada a respeito a não ser aceitar.
E essa é minha experiência,
o que a palmada fez para mim? Merda.
it always disappointed me that Monster Girls are an anime porn thing rather than something used to explore the way society and the media dehumanises women, but oh well
shout out to all my fellow monsters
O último verso
"Toda vida é uma poesia.
Não é diferente a de suicida.
Se cada verso fosse uma carta.
o último verso seria a carta de suicídio
.
A vida, essa cheia de dor.
Cada dia uma luta para continuar.
Respirar já é tão difícil.
Tantas lágrimas derramadas
que agora já não tenho olhar.
.
Dói existir
Dói.
Só me resta essa luta.
.
É uma luta intensa e difícil,
não chegar no último verso.
Mas cada momento eu sinto
que ele está realmente perto
.
Dor, dor, dor..
E depois de tanto sofrer.
Aqui está.
O último verso"
.
Cally W.
não se preocupe se a troca de mensagens é demorada, pense que você está fazendo roleplay de ent
Gêneros
até 2 anos - gênero: bebê
2 a 12 anos - gênero: criança
12 a 18 anos - gênero: adolescente
Em qualquer momento, a pessoa poderá decidir que gênero ela é, e em qualquer momento ela poderá mudar novamente, quantas vezes quiser.
Seria bom se o mundo fosse assim
cupcake de banana, fiz agora há pouco. Será que ficou bom?
Mini desabafo
não estou bem, estou bem mal aliás
quero ajuda, mas cansei de procurar
quero conversar a respeito, mas não tenho com quem conversar (ofertas eu tenho, mas não confio, não me sinto à vontade)
digo que estou cansada, pois é verdade, e ninguém pergunta do que estou cansada. Acho ótimo, pois prefiro que não perguntem mesmo.
E assim vou levando a vida, com muita dor, sozinha.
Talvez eu pire um dia, como já pirei antes. Todo dia é uma intensa luta contra isso.
Cada dia é uma luta para permanecer viva, permanecer sã. Sinto que estou perdendo.
Festival de Hambúrgueres Veganos do Anna Prem, eu fui
http://www.menuvegano.com.br/article/show/1571/sao-paulosp-festival-de-hamburgueres-veganos-no-anna-prem
Como pode-se ver no link acima, no Anna Prem (www.annaprem.com.br) ocorreu um festival de hambúrgueres veganos.
Os sabores eram muito atrativos, fiquei especialmente curiosa com o de Shiitake (eu adoro).
Então vou aproveitar e compartilhar minha experiência:
1 - sem qualquer sinalização sobre o festival: não havia nenhum cartaz que confirmava a existência do festival
2 - atendimento ruim: funcionários trabalhando sem vontade, sem qualquer acolhimento e pareciam medir cada pessoa de cima até embaixo.
3 - demora: os lanches demoraram muito tempo para ficarem prontos (> 30 min)
4 - não eram ruins, mas não eram tudo isso também: provamos 4 sabores (quinua, shiitake, berinjela e tofu).
pequeno, e não eram gostosos e minha amiga passou mal depois
Hambúrguer de shimeji
Hoje fui num festival de hambúrgueres veganos, sinceramente fiquei muito decepcionada.
Comprei shimeji e resolvi testar minha própria versão.
a foto não ficou muito boa, mas olha, eu achei uma delícia.
Receita:
100 g de shimeji branco
cerca de 1 colher de sobremesa de shoyu
1 colher de sobremesa de alho picado
1 colher de sobremesa de cebolinha picada
1 colher de sopa de polvilho doce
2 colheres de sopa de farinha de trigo (pode colocar mais se achar que está muito mole a massa)
passei o shimeji no processador, misturei o restante dos ingredientes com uma colher, fritei em frigideira mesmo só que com margarina.
Rende uns 3 hambúrgueres (varia com o tamanho do hambúrguer que você fizer)
Veganrula
Estava pensando no site chubbyvegan e pensei em fazer um chamado “drunkvegan” kkkkk
enfim, viajando nas minhas idéias tive essa (eu amo amarula)
então fiz uma versão Vegan:
1/3 copo de conhaque
4 colheres de sopa de leite de soja em pó
3 colheres de sopa de açúcar
1 pitada de café solúvel
1 pitada de canela
1 pitada de cacau em pó
água até completar um copo
bata tudo no liquidificador e pronto
(acho que se eu tivesse noz moscada iria ficar bom também, quando eu testar eu conto pra vocês)
chega de ser besta e de auto slutshaming
aquelas pessoas que eu super curto, que eu to afim de chamar pra sair, eu vou chamar e foda-se...
sempre tive muita certeza de que ninguém me quer então eu nunca chamo ninguém pra nada, besta eu não?
e fora que eu estava fazendo slutshaming comigo mesma, que idiota que eu sou
mas o importante, é que estou conseguindo mudar, estou conseguindo gostar mais de mim