Não são as opiniões divididas, mas é o exagero que mina ou mata as relações e amizades, seja dentro ou fora das mídias sociais.
Não são as opiniões divididas, mas é o exagero que mina ou mata as relações e amizades, seja dentro ou fora das mídias sociais.
O que entristece não é apenas o levante cego de bandeiras pró ou contra ideais quais forem, mas também essa bizarra certeza unilateral e doentia que muita gente vem demonstrando sem dar margem para duvidar do próprio erro, de acreditar que todos os outros estão errados.
O mundo anda doido por que nós o deixamos assim - enquanto agirmos como esse vírus, destrutivo, o tempo todo, tudo o que a gente como sociedade vem tentando construir irá por água abaixo em pouquíssimo tempo.
Se ao menos a gente pudesse manter nossas línguas e dedos calmos para não disseminarmos palavras de medo e desinformação uns contra os outros; se ao menos a gente tentasse filtrar mais e melhor esse tanto de informação mal trabalhada e digerida de maneira conjunta, ajudando uns aos outros a enteder e respeitar tanto nossos próprios pontos de vista quanto os alheios; se ao menos a gente entendesse e acreditasse que NENHUM político tem poder para criar um país comunista ou uma ditadura pelo seu bel-prazer, simplesmente por que nós, o povo, unido e organizado, temos o direito, o real poder e a obrigação moral de impedir e depor qualquer representante eleito que usurpe o poder em benefício próprio, por promessas vagas ou mentiras sujas, às custas do nosso suor e sangue e que sequer admita os próprios erros se achando na qualidade de perfeito como um deus, acima da lei.
Se todos nós focarmos essa força de ódio separatista pré-eleição em uma força-tarefa com um mesmo objetivo, com intenção (vontade), energia (fé) e atitude (ação) de duvidar, questionar e cobrar o tempo todo, SEJAM ELES OU ELAS QUAIS FOREM ELEITOS DE QUALQUER INSTÂNCIA OU PARTIDO, nenhum deles conseguirá se valer da crença cega, da influência e manipulação financeira, de políticas de pão, circo, a ladainha de sempre de promessas infundadas, copas ou olimpíadas sem nexo que jamais deveriam sequer ser cogitados diante dos inúmeros problemas básicos de educação, saúde e segurança.
Em nossa história já tivemos dois presidentes impedidos por faltas de diversos tipos, envolvidos com pessoas corrompidas, deturpadas, condenadas o suficiente para aprender que, mais do que nunca, essa corja não consegue mais esconder a sujeira debaixo do tapete - e mesmo o atual sistema, a mais recente tecnologia e o povo ainda que não tão preparado conseguem mais deixar passar incólume qualquer falcatrua desses que deveriam merecer o cargo pela honraria de servir ao povo, pela esperança depositada neles por dias melhores e não com a finalidade egoísta de mera estabilidade e crescimento financeiro que camuflam para não serem descobertos.
O povo precisa passar a agir como predadores à espreita de sua presas, a classe política - não apenas por meio de passeatas, mas presença física nas votações de projetos e leis nas assembléias e câmaras de modo preventivo ou por meio de ações populares que corrijam e combatam leis indevidas e ineficientes - que temerosa deverá responder de acordo com o que sempre deveria ter sido a ordem natural das coisas: eleitos transparentes que sirvam com deferência e submissão às reais necessidades do povo, podendo ser questionados a todo tempo, sem privilégios que os tornem inalcançáveis e inatingíveis.
Temos que ter olhos de rapina para ficar de olho e observarmos qualquer movimento inadequado. Temos que rugir como leões para denunciar qualquer infração, delito ou crime tratando-os com a mesma seriedade e severidade, ao passo que esses políticos devem passar a temer o povo caso não nos respeitem como merecemos. Temos que ficar no cangote deles como um onça à espreita do bote. Saiu da linha? Será deposto, penalizado e nunca mais terá direito a exercer cargo público algum.
Paremos de nos engalfinhar por indiretas, humor sádico, depreciativo e desnecessário uns com os outros e fiquemos juntos, unidos, no pescoço de quem deveria defender os nossos próprios, com unhas e dentes para que nós, o povo, não sejamos mais usados e abusados.
Alertemo-nos; assumamos a responsabilidade por nossas línguas desmedidas e impetuosas que agridem nossos amigos; baixemos a bola e acalmemos nossos ânimos; e mantenhamos essa fúria e renovado foco direcionados à única classe que ainda precisa provar seu real valor servindo DEVIDAMENTE ao povo - essa ainda maldita classe política parasita e predadora, independente de partido, cor, gênero, fé, posição social etc.
Só assim conseguiremos começar a limpar de fato a enorme montanha de desrespeitosa sujeira e insegurança que se instauraram debaixo do nosso tapete, desse nosso sagrado chão que penamos diariamente e pelo qual exigimos ordem, progresso, respeito e organização, antes que mais pessoas se machuquem desnecessariamente.
O mundo anda doido por que nós o deixamos assim - enquanto agirmos como esse vírus, destrutivo, o tempo todo, tudo o que a gente como sociedade vem tentando construir irá por água abaixo em pouquíssimo tempo.
Se ao menos a gente pudesse manter nossas línguas e dedos calmos para não disseminarmos palavras de medo e desinformação uns contra os outros; se ao menos a gente tentasse filtrar mais e melhor esse tanto de informação mal trabalhada e digerida de maneira conjunta, ajudando uns aos outros a enteder e respeitar tanto seus pontos de vista quanto os alheios; se ao menos a gente entendesse e acreditasse que nenhum político tem poder para criar um país comunista ou uma ditadura pelo seu bel-prazer, simplesmente por que nós, o povo, unido e organizado, temos o direito, o real poder e a obrigação moral de impedir e depor qualquer representante eleito que usurpe o poder em benefício próprio, por promessas vagas ou mentiras sujas, às custas do nosso suor e sangue.
Se todos nós focarmos essa força de ódio separatista pré-eleição em uma força-tarefa com um mesmo objetivo, com intenção (vontade), energia (fé) e atitude (ação) de duvidar, questionar e cobrar o tempo todo, SEJAM ELES OU ELAS QUAIS FOREM ELEITOS DE QUALQUER INSTÂNCIA OU PARTIDO, nenhum deles conseguirá se valer da crença cega, da influência e manipulação financeira, de políticas de pão, circo, promessas, copas ou olimpíadas sem nexo que jamais deveriam sequer ser cogitados diante dos inúmeros problemas básicos de educação, saúde e segurança.
Em nossa história já tivemos dois presidentes impedidos por faltas de diversos tipos, envolvidos com pessoas corrompidas, deturpadas, condenadas o suficiente para aprender que, mais do que nunca, essa corja não consegue mais esconder a sujeira debaixo do tapete - e mesmo o atual sistema, a mais recente tecnologia e o povo ainda que não tão preparado conseguem mais deixar passar incólume qualquer falcatrua desses que deveriam merecer o cargo pela honraria de servir ao povo e não com a finalidade egoísta de mera estabilidade e crescimento financeiro que camuflam para não serem descobertos.
O povo precisa passar a agir como predadores à espreita de sua presas, a classe política, que temerosa deverá responder de acordo com o que sempre deveria ter sido a ordem natural das coisas: eleitos transparentes que sirvam com deferência e submissão às reais necessidades do povo, podendo ser questionados a todo tempo, sem privilégios que os tornem inalcançáveis e inatingíveis.
Temos que ter olhos de rapina para ficar de olho e observarmos qualquer movimento inadequado. Temos que rugir como leões para denunciar qualquer infração, delito ou crime tratando-os com a mesma seriedade, ao passo que os políticos devem passar a temer o povo caso eles não nos respeitem como merecemos. Temos que ficar no cangote deles como um onça à espreita do bote. Saiu da linha? Será deposto, penalizado e nunca mais terá direito a exercer cargo público algum.
Paremos de nos engalfinhar por indiretas, humor sádico, depreciativo e desnecessário uns com os outros e fiquemos juntos, unidos, no pescoço de quem deveria defender os nossos próprios, com unhas e dentes para que nós, o povo, não sejamos mais usados.
Alertemo-nos; assumamos a responsabilidade por nossas línguas desmedidas e impetuosas que agridem nossos amigos; baixemos a bola e acalmemos nossos ânimos; e mantenhamos essa fúria e renovado foco direcionados à única classe que ainda precisa provar seu real valor servindo DEVIDAMENTE ao povo - essa ainda maldita classe política, independente de partido, cor, gênero, fé, posição social etc.
Só assim conseguiremos começar a limpar de fato a enorme montanha de desrespeitosa sujeira e insegurança que se instauraram debaixo do nosso tapete, desse nosso sagrado chão que penamos diariamente e pelo qual exigimos ordem, progresso, respeito e organização, antes que mais pessoas se machuquem desnecessariamente.