Tu és bem mais que os teus erros do passado.
Pe. Fábio de Melo. (via romanteios)
Claire Keane

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let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
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Cosimo Galluzzi
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Tu és bem mais que os teus erros do passado.
Pe. Fábio de Melo. (via romanteios)
Ele faz o meu tipo. Tem uma alma bonita e um sorriso extremamente encantador.
Stephanie Lisboa (via romanteios)
Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação. Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Temos o costume de confundir amizade com presença e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão. Amizade não é dependência, submissão. Não se têm amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente. Se o amigo desaparece por semanas, imediatamente se conclui que ele ficou chateado por alguma coisa. Diante de ausências mais longas e severas, cobramos telefonemas e visitas. E já se está falando mal dele por falta de notícias. Logo dele que nunca fez nada de errado! O que é mais importante: a proximidade física ou afetiva? A proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo pode ser um álibi ou cúmplice ou um bajulador ou um oportunista, ambicionando interesses que não o da simples troca e convívio. Amigo mesmo demora a ser descoberto. É a permanência de seus conselhos e apoio que dirão de sua perenidade. Amigo mesmo modifica a nossa história, chega a nos combater pela verdade e discernimento, supera condicionamentos e conluios. São capazes de brigar com a gente pelo nosso bem-estar. Assim como há os amigos imaginários da infância, há os amigos invisíveis na maturidade. Aqueles que não estão perto podem estar dentro. Tenho amigos que nunca mais vi, que nunca mais recebi novidades e os valorizo com o frescor de um encontro recente. Não vou mentir a eles, “vamos nos ligar?”, num esbarrão de rua. Muito menos dar desculpas esfarrapadas ao distanciamento. Eles me ajudaram e não necessitam atualizar o cadastro para que sejam lembrados. Ou passar em casa todo o final de semana e me convidar para ser padrinho de casamento, dos filhos, dos netos, dos bisnetos. Caso encontrá-los, haverá a empatia da primeira vez, a empatia da última vez, a empatia incessante de identificação. Amigos me salvaram da fossa, amigos me salvaram das drogas, amigos me salvaram da inveja, amigos me salvaram da precipitação, amigos me salvaram das brigas, amigos me salvaram de mim. Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia, do blog. Significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível, as nossas atitudes. Quantas juras foram feitas em bares a amigos, bêbados e trôpegos? Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade.
Fabrício Carpinejar. (via romanteios)
Eu nunca escrevi um poema sequer para querer ser lido. Sempre escrevi para voar. Quando aprendi a escrever, na verdade, me foi ensinado a voar. E voar aos seis anos se faz sem rotas, sem fronteiras, sem medo. Bater asas aos 29 é mais perigoso. A gente sente tanta ânsia, tanta vertigem, contanto com uma pequena vantagem: os desenhos nas nuvens fazem mais sentido. Vemos nossa vida projetada em full-HD nessa imensa tela de algodão. Admiro um dragão. Será que ele vai engolir meu orgulho? Mergulho em outra imagem: quem aparece é seu rosto. Como você mudou! Agora é seu sorriso que se mostra. Sorrio de volta. Seu adeus entra em cena e acena. Recuso-me a devolver o gesto de despedida. Gosto quando você vive em mim. Se eu chorar, vai chover.
Eu me chamo Antônio. (via deprimentes)
Daqui a pouco o ano termina. Com a ida dele, chega a expectativa. O desejo de fazer diferente, a vontade de modificar o que não está legal, a ânsia de crescer e abraçar todos os planos do mundo. Finais de ano servem de balanço, de balança. A gente vai e vem, o pensamento viaja, o coração faz retrospectiva, a memória guarda o que foi bom e tenta passar a perna na parte amarga.
Clarissa Corrêa. (via distanciarei)
“E existem aquelas pessoas que por mais distantes que estejam, ainda continuam perto. Aquelas que, passe o tempo que passar, serão sempre lembradas por algo que fizeram, falaram, mostraram, pelo que nos fizeram sentir. É isso… As pessoas são lembradas pelos sentimentos que despertaram em nós… E quanto maior o sentimento, maior se torna a pessoa.”
Caio Fernando Abreu. (via versificar)
Ela gostava de tulipas, mas era alérgica a elas. E por mais que houvesse tantas outras flores em seu jardim, não adiantava, ela sempre se pegava observando e tocando naquele mal que a fazia tão bem.
Desconhecido. (via orquestrando)
Fazia muito tempo que a gente não se via depois que tudo deu errado.
Gabito Nunes. (via recontador)
Ficar seria tolerar suas mancadas. Você precisa perder pra entender onde errou, que isso que você faz é um erro, um dos feios. Que evitar e não tocar mais no assunto não é perdão ou esquecimento. É sufocar. E eu estava sufocando… Partes de mim querem ir embora, partes de mim querem ficar. Ainda não terminei de gostar de você. Mas consegui. Agora fui. Porque comecei isso querendo ser sua companheira, passei a cúmplice das suas maldades, e ficar dessa vez vai me fazer sua comparsa. Não é um ‘até amanhã’ nem ‘até breve’ e nem ‘até mais’. É um ‘até você mudar’ ou ‘até você não ser mais quem você é’. Até nunca, então.
Gabito Nunes. (via tajmahhal)
Mas é que… É tão bom olhar para o lado e ver alguém. Mais do que isso até. Ver que alguém se preocupa com você, se preocupa se você está bem, se comeu, se dormiu direito, o que vai fazer a tarde, ou simplesmente alguém que te escute. É que, às vezes, não é necessário nada mais que isso.
Aghata Paredes. (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)
Veja bem, meu bem, sinto te informar que arranjei alguém pra me confortar. Este alguém está quando você sai e eu só posso crer, pois sem ter você nestes braços tais. Veja bem, amor, onde está você? Somos no papel, mas não no viver. Viajar sem mim, me deixar assim. Tive que arranjar alguém pra passar os dias ruins. Enquanto isso, navegando vou sem paz. Sem ter um porto, quase morto, sem um cais. E eu nunca vou te esquecer amor, mas a solidão deixa o coração neste leva e traz. Veja bem além destes fatos vis. Saiba, traições são bem mais sutis. Se eu te troquei não foi por maldade. Amor, veja bem, arranjei alguém chamado Saudade.
Los Hermanos. (via acrescento)