23/03/2012 - 23/03/2019 - sim ela gosta de lançar álbuns no mês de março. São 7 anos de muito ódio, muita revolta, festa e luxúria. De Girl Gone Wild à Falling Free, passando por Beautiful Killer, I Fucked Up e Best Friend, Madonna se reiventava mais uma vez e fazia o mundo dançar ao som de um dos seus álbuns mais bem elaborados e produzidos. William Orbit, Martin Solveig, Benny Benassi, Demolition Crew e até Mika fizeram com que MDNA nascesse com um propósito: devolver Madonna aos holofotes depois do famigerado (e não menos ótimo) Hard Candy de 2008 e provar que na era pós surgimento Lady Gaga e Katy Perry, ela ainda tinha fôlego o bastante para sentar no topo e mostrar às novatas como é que se faz. MDNA é um disco pesado (em sua essência) e traz letras confessionais pós divórcio com o cineasta Guy Ritchie. Mas existem também seus momentos solares e menos obscuros. A própria Madonna classificou o disco como a mistura entre Ray Of Light e Music (com pitadas de Erotica). Eu não concordo. MDNA é um disco com identidade própria e possui um lado já explorado por Madonna (sexo x religião), mas de forma ressignificada. É um dos melhores álbuns dela - na minha humilde opinião - e existem ali algumas mensagens ainda incompreendidas. Sem contar que foi MDNA quem ofertou a tour homônima ao álbum a qual tive o prazer inenarrável em ir, pela primeira vez, a um espetáculo de Madonna. A viagem das trevas à luz (tudo perfeito!). Tamanha e indescritível foi minha emoção ao vê-la ao vivo. Vida longa à rainha da música. Pois, como ela não há igual! #Madonna #MDNA #7ThAniversary https://www.instagram.com/p/BvWVzIFF4vkwsRVoJJ6-XCAj_DXe_uSkKd88rk0/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=s81k20307p1x