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"L'intimità è una questione di anima."
Você assiste vídeo pra aprender, mas alguém já te perguntou SE você sabe aprender com vídeo?
Para, respira! e me responde uma coisa, a última vez que você abriu um vídeo "pra estudar", você realmente estudou ou só ficou com o vídeo aberto enquanto fazia outra coisa em outra aba?
Não precisa mentir, nós já sabemos a resposta.
Chagas, Linhares e Barroso (2019), chegaram armados com dados: mais de 65% dos alunos são aprendizes visuais, podendo chegar a 80%. E ainda assim, a aula média ainda acontece no modo "alguém falando enquanto a turma finge prestar atenção".
A proposta deles é usar o Edpuzzle — um aplicativo que transforma vídeos em experiências interativas com questões, notas de áudio e gestão de desempenho — como dispositivo de aprendizagem significativa. A lógica é simples e desconcertante: se o aluno percebe que o conteúdo é relevante para atingir o seu objetivo, aprende mais rápido. Interesse não é detalhe, é o motor.
Mas tem um porém, o professor precisa parar de achar que jogar um vídeo na tela é o suficiente. A responsabilidade pela seleção, organização e disposição dos materiais de aprendizagem ainda é dele!
A tecnologia não substitui a intencionalidade docente, ela amplifica.
E por falar em pensar sobre o que se consome...
Chagas, Linhares e Mota (2019) foram ainda mais fundo e trouxeram a curadoria de conteúdo digital como prática pedagógica. A ideia? Transformar o aluno de consumidor passivo de informação em curador ativo do próprio conhecimento. Num mundo em que a principal habilidade deixou de ser "saber a informação" e passou a ser "saber onde encontrá-la", essa virada muda tudo.
E o que a pesquisa revelou? Que os alunos já fazem curadoria sem saber que fazem. Eles pesquisam, filtram, organizam e compartilham, às vezes de forma mais sofisticada do que imaginam. O problema é que fazem isso no automático, sem consciência crítica do processo. Dar nome ao que já se faz é o que transforma um hábito solto em competência real.
Agora, saindo da sala de aula e indo pra uma questão maior…
Porto, Chagas e Alves (2021) chegam com a pergunta que ninguém estava fazendo em voz alta: o que exatamente os ciberdispositivos estão fazendo com a educação?
A Cibercultura exige práticas cada vez mais personalizadas, interativas e colaborativas, e a escola que finge que isso não existe, não está sendo mais séria, está sendo menos relevante.
Meme como ferramenta pedagógica? Podcast como objeto de aprendizagem? Blog como divulgação científica? Tudo isso funciona meu bem, mas quando há intencionalidade por trás.
E é exatamente aí que mora o ponto central de tudo isso: não é sobre qual ferramenta você usa, é sobre o que você faz com ela! Vídeo, curadoria, ciberdispositivo, aplicativo, todos são apenas meios.
O que transforma aprendizagem de verdade é a consciência de quem aprende e a intencionalidade de quem ensina.
Você pode ter o melhor aplicativo do mundo na mão e continuar aprendendo nada. Ou pode abrir uma aba qualquer com intenção, método e curiosidade e sair de lá diferente.
A escolha, como sempre, é sua!
E quem sou eu? esse segredo eu não conto pra ninguém. vocês sabem que me adoram... xoxo ;*
" L'educazione socialista, come quella antiautoritaria, intende evitare il destino borghese delle pulsioni. A questo fine essa deve iniziare in ambiti educativi distaccati dalla famiglia e dalla società. Essa non si arresta tuttavia al fatto che un ambiente diverso crea bambini diversi, ma vuole rendere questi bambini capaci di modificare autonomamente l'ambiente secondo gli interessi sociali. Ciò presuppone che il bambino nel confronto con gli altri bambini (esterni al collettivo), cioè nel suo specifico ambito sociale di conflitto, impari a far valere le « norme » acquisite nel collettivo di. bambini e mediate praticamente nel collettivo dei genitori. Il bambino si prepara così alla lotta nella scuola, al confronto con gli scolari educati autoritariamente e con gli insegnanti repressivi. L'educazione socialista dovrebbe abolire il tabú borghese della apoliticità dei bambini, mettendoli in grado, attraverso la chiarificazione sessuale e la divulgazione della informazione politica, di sostenere il confronto con le « masse infantili » negli asili statali, nei campi da gioco per l'infanzia e nei cortili. La comune infantile non dovrebbe essere un'isola pedagogica, ma servire quale base in cui i bambini esercitano un comportamento collettivo e combattivo nel confronto con le persone di riferimento (collettivo dei genitori). Nel collettivo infantile socialista il bambino deve imparare attraverso il lavoro con materiale di agitazione e di informazione, attraverso il teatro e il gioco infantile politico, « forme di lotta » socialiste che si dimostrino modificabili dall'Io nelle mutevoli fasi della lotta. "
Chiara Saraceno, Dall'educazione antiautoritaria all'educazione socialista, De Donato editore (collana Temi e problemi), 1972¹, pp. 195-196.
Otoño en mis raíces, en mis ojos y en mi corazón.
1493- La tarea del educador moderno no es podar las selvas, sino regar los desiertos.