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@odetosle-ep
Entrevistadora: — Qual sua definição de amor? Bukowski: — Amor? É como quando você vê a névoa de manhã, quando você acorda antes do sol nascer. É como um breve instante que depois desaparece. Entrevistadora: — Sério? Bukowski: — Absolutamente. Entrevistadora: — Desaparece? Bukowski: — Sim. Rapidamente. Apenas isso, o amor é uma névoa que queima com a primeira luz de realidade.
Charles Bukowski - em uma entrevista no Documentário Born Into This do diretor John Dullaghan.
“Pessoas vão embora de todas as formas: vão embora da nossa vida, do nosso coração, do nosso abraço, da nossa amizade, da nossa admiração, do nosso país. E, muitas a quem dedicamos um profundo amor, morrem. E continuam imortais dentro da gente. A vida segue: doendo, rasgando, enchendo de saudade… Depois nos dá aceitação, ameniza a falta trazendo apenas a lembrança que não machuca mais: uma frase engraçada, uma filosofia de vida, um jeito tão característico, aquela peculiaridade da pessoa. Mas pessoas vão embora. As coisas acabam. Relações se esvaem, paixonites escorrem pelo ralo, adeuses começam a fazer sentido. E se a gente sente com estas idas e também vindas, é porque estamos vivos. Cuidemos deste agora. Muitos já se foram para nos ensinar que a vida é só um bocado de momento que pode durar cem anos ou cinco minutos. E não importa quanto tempo você teve para amar alguém, mas o amor que você investiu durante aquele tempo. Segundos podem ser eternidades… ou não. Depende da ocasião.”
— Marla de Queiroz.
Adeus Esteban
Você foi a coisa mais bonita que me aconteceu em 20 anos de existência.
Não sei o que o futuro me reserva, mas sei que fui feliz ao teu lado.
Espero, de coração, que pare com essa mania de achar que você não merece o mundo.
É ele que não te merece.
Ah, Ana, o amor é arte, artesanato de corpos.
Inofensivo aos ocupados e invasivo aos distraídos. Tão tênue que dá tontura quando arromba as portas e janelas, quando sai trôpego pelas ruas e vielas e veias e vãos que a alma cria de propósito. Ana, o amor é aquela cena depois dos créditos do filme, onde tudo sugere uma continuação.
A música mais triste do ano.
Amor, quando nosso vinho amargar ou perder o sabor Quando a maquiagem borrar e as fotos perderem a cor Tu ainda vai querer me aquecer quando não me restar nem calor? E quando o cigarro apagar vai ter valido a pena as cinzas e o frescor? Quando a nossa música tocar, tu ainda vai lembrar do ritmo? Quando o mundo me machucar, tu ainda vai querer curar minha dor? Tua voz e tua respiração são meus sons preferidos Mas quando eu esquecer de viver teu olhar ainda vai me lembrar quem eu sou Ainda vai querer acordar com meu toque e minha voz no ouvido? Tua vida ainda vai ter sentido se a nossa for tudo o que te sobrou? Quando chegar o cansaço meu abraço ainda vai ser teu abrigo Mas quando a vida acabar ainda vai querer ir pro mesmo lugar onde eu vou? Ainda vai sorrir quando eu for teu único motivo? Ainda vai ouvir o que eu digo mesmo quando eu só quiser falar de amor? Ainda vai tentar me entender quando eu não fizer mais sentido E ficar comigo quando tiver visto o pior lado de quem eu sou?
Luiz Lins.
“Seja você mesmo. Admire cada detalhe seu, se enamore, se ame, se cuide. Se olhe no espelho e repita pra si: “Eu me amo”. Dance sozinho, invente passos novos, ria da sua loucura. Cante, mesmo que seja desafinado. Elogie você mesmo, vista roupas que você gosta e se sente bem. Viva sem se importar com o que o outros vão pensar, afinal, ninguém vive de opinião alheia. Você nasceu para brilhar, não deixe seu brilho ser ofuscado por palavras desnecessárias. Sabemos que a vida não é um conto de fadas, mas tente sempre enxergar o lado bom das coisas, aproveite cada momento, seja feliz. Vai lá e brilha, o mundo é seu.”
— Aline Sales.
Não peça desculpas por ser você mesma.