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Escrevo, apago. Escrevo apago. Já nem sei mais O que dizer.
-Do Poeta Cicatriz (Poesia em Atos #7)
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Escrevo, apago. Escrevo apago. Já nem sei mais O que dizer.
-Do Poeta Cicatriz (Poesia em Atos #7)
Marca de uso erosivo
Escrevi seco pois não havia regador que me molhasse as mãos enquanto a tinta sibilava e gritava no papel. Não havia tópico frasal forte e temerário que me afastasse da tristeza da suposta insuficiência, diante da planta carnívora que me devorava as unhas aos poucos. Dificilmente chamei teclado de amigo, paisagem de teatro, e murro de conselho.
Tenho tentado ficar em paz com as pichações que fiz nesse patrimônio, tenho tentado usar mais o grafite na pele, tenho tentado sentir mais para ver se me animo.
-Do Poeta Cicatriz
44.
Na ponte chuvosa, Ir pescar é se perder. Ah, mar, também é...
-Do Poeta Cicatriz
43.
Maré está alta... A juventude, confusa. O oceano, cinza.
-Do Poeta Cicatriz
42
É final de tarde, eu pego meu catavento, você venta em mim.
-Do Poeta Cicatriz
41.
Com seu indicador, me toque sorrindo como bolhas de sabão.
-Do Poeta Cicatriz
40.
Chuva corriqueira. sim, respire lentamente… te beijo escondido.
-Do Poeta Cicatriz
39.
Gatos agarrados, noite clara. Sob os astros sem nuvens, roncamos.
-Do Poeta Cicatriz
38.
Aqui, um brinde a nós. Ah… suco de três sabores, me refrescou a vida.
-Do Poeta Cicatriz
37.
Sem folhagens tenras… me mostre seu coração tão verde, frutífero.
-Do Poeta Cicatriz
36.
Cantiga infantil com pétalas ao vento digo: bem te quero.
-Do Poeta Cicatriz
35.
A água está morna, cheirando a seu sabonete: descanso há, enfim.
-Do Poeta Cicatriz
Tornado não fura trânsito nublado
O orvalho cai na folha já úmida, meus braços já se arrepiam gélidos. Não se há um trovão rodoviário nessa baldeação pensativa.
-Do Poeta Cicatriz
(Poesia em Atos #51)
34.
Água no capô, arco-íris infinito reflete, ti, em mim.
-Do Poeta Cicatriz
33.
Posso não ser monge, mas, sonhei muito contigo – doce borboleta.
-Do Poeta Cicatriz
32.
Colina queimada salvo por sua umidez, meu nariz se afoga.
-Do Poeta Cicatriz
31.
Ah solzinho meu… você sempre me derrete, mesmo assim tão longe…
-Do Poeta Cicatriz