A DESCOBERTA DAS COISAS
Hoje descobri uma “coisa”, que gostaria de compartilhar com você. Mas tenho medo que a distância estrague a experiência. E é claro, o certo, sem dúvida, era deixar você descobrir sozinho. Afinal, o encantamento das “coisas” sempre morre um pouquinho quando a experimentação de qualquer “coisa”, é ruim. É como a primeira tragada de um bom cigarro, tudo depende da primeira degustação da maldita “coisa”. É claro que cada “coisa” é uma “coisa”, cada um é cada um, nada é igual.
Desculpe, tentei achar algum sinônimo para esconder o assunto, mas como pode perceber, não encontrei nada melhor que c-o-i-s-a. Talvez porque qualquer palavra entregasse de cara a minha descoberta. Mas, não, pera ai! Toda descoberta é primeiro “uma coisa”. Não?
Pense na primeira descoberta do homem, o fogo. Ele não deu nome ao feito, provavelmente tenha pirado, é claro. Mas poderia muito bem pensar em tudo aquilo como “coisa”. Imagine então uma criança descobrindo o mundo, são milhares de - “coisas”.
É isso, situações ou sensações sem explicação podem receber esta palavra como apelido. E cabe ao descobridor fazer “a coisa” se tornar de fato alguma coisa. Mas certas coisas ... É bom você descobrir sozinho. Boa sorte!













