Presos a liberdade do viver e vistos em tribunais enfastiando serem donos de suas próprias audiências, enquanto julgam-se pelo julgar do outro sem justamente entender que se há a declarar; Todos, sem quaisquer minuciosas exceções, declaro-os culpados. Julgados, por culpar a culpa do outro por não amenizar a sua culpabilização, apenas sua. Sentenciados por serem vazios diante o que vocês mesmos diziam ser o que precisavam para se preencher e se transbordar, mais uma vez, sim, culpados, e digo pois sabem que são seres enormes e irradiam em se colocarem em tantos pequenos pedaços. Culpados ao serem inteiros e não acionar-se por menos tanto que um terço à si próprios, e embora eu diga isso, seria então a culpa, o exato motivo de tantas e tantas infrações? Ou a seria a falta dela; da culpa, o que fazem-nos continuar assim, dono e sujeitos aos atos dolosos.
A absolvição foram tantas vezes declaradas sem notar, que notemos que nem se quer propusera- se á se declarar.
Mas me diga, embora vocês sejam os réus, vocês seriam julgados pelas consequências desastrosas a si mesmos ou as que proporcionaram a outro? Qual punição lhe cabem, se são transgressores até mesmo para si próprio? Ao lado da vítima, teriam seu reflexo junto à imagem revogando todos seus fazeres?
E vocês se tornam em estalares instantes para um novo denominar, deixariam então os acusados e os colocariam em posicionamento de sacrificados. Cômico de dizer que agora são sofredores de outros pecadores deliquentes, pois é, ainda há quem diz não precisar de uma terceira pessoa… vocês foram moldados, construídos pelo fracasso de outros sujeitos, e mesmo assim não saberiam justificar o que os fizeram ser grandes alunos do fracasso, e não.. aqui não vou os considerarem fortes, não importa a casca que enrijeceram, razão que os levaram, nem menos importaria a mim a trilha que os foram apedrejados, não há grandeza na mediocridade, não darei louvor a omissão, não se importaram com o próprio sofrer, aindam vão dizer por aí que estes breves trechos estão á serem melancólicos e talvez aí sim teriam razão, concordo, e no meu concordar sobressai a minha afirmação que agora tenha uma brecha para visualizarem a falta de vontade em fechar as próprias cicatrizes, em pegarem a pedra e construírem um muro ao invés de simplesmente tacarem de volta para o mundo.
Não digo que por não serem ambíguos com o outro estejam ali as suas ocorrência, mas estão em conseguiram desfrutar o peso de tirarem elas do chão no que entanto seria o mesmo que tirá-las debaixo dos pés para usá-las afim de se formar um escudo, um muro a se criar.
A verdade é que não suportam a consequência, mesmo que não premeditada ou procurada, não entende o motivo da dor beneficiada, mas claro cegados pelo que só o olho deslumbra, se vendam para a alma, a necessidade da protuberância não se faz conjunta se você ver lá por um só ângulo, duas faces e dois lados, criminoso e inocente, bom e ruim, bem e mal, antônimos que podem ser encontrados em uma só palavra, e qualquer uma digo com certeza. Não vê? Toda pedregulho atirado, te ergueu uma proteção, veja novamente, a beleza que criou.
Somos presos no final a nossa falta de virtude, falta de atenção ao levar da vida quando criamos nos mesmos a resposta para tudo, se te cabe um segredo guardastes este; nenhuma vale; e completo que apenas uma não será suficiente pois constantemente estamos a contá-las de uma forma, mesmo que seja seguindo a mesma linha equatorial.
Se permita deslizar sobre elas, enrolaras, deste um nó, soltastes, ela ainda estaria ali, mas com sentidos mais vividos, menos moldados e mais abrangentes, mas vocês preferem o reto, o igual, por isso desbravam só o que lhe ofertado devolvendo apenas o que se recebe. Não recuam, retribuem, notoriamente sem se importarem no que define o importantíssimo, nem estudo para saber qual aprendizado vai aderir em estarem emanando de volta.
Portanto não me peçam para entendê-los, não vou, e ninguém vai, nem mesmo vocês iram. É dato veredito meus caros, declaro os culpados pela culpa que se encarregaram. Foram vocês que se nomearam, deram a si mesmos as sentenças, inevitavelmente culpados em fazer o seu próprio julgamento, e sem perceberem foram os autores da sua própria prisão.
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