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Desejos de Colégio – Capítulo 7 – Ressaca
Minha primeira vez com Matheus. O beijo com Rodrigo. Se não era pra ficar complicado eu não sabia mais o que esperar. Cheguei em casa e fiquei remoendo tudo que aconteceu naquela noite. Não sabia de onde surgiu esse interesse do Matheus, será que eu estava tão distraído com Rodrigo que não percebi? E o que Rodrigo queria ficando com aquela menina e depois vindo atrás de mim? Quando meus devaneios estava indo longe o meu celular apitou com duas mensagens.
A primeira dizia:
“Ei, ber, espero te ver amanhã. Beijo, Matheus”
E na segunda tinha o endereço dele e a hora que eu poderia ir. Realmente não sabia o que pensar. Foi inexplicável o quão bom foi o sexo com ele, mas a história ia mais fundo que isso. No início do ano eles ainda eram os 6 muchachos, e agora, nem metade do ano era ainda e eu já tinha ficado com um e transado com o outro. “Acho que é verdade aquilo que dizem de que em um grupo hetero sempre tem gays no meio” pensei para mim mesmo.
Tirei a gravata azul de Matheus, relembrando de cada pedacinho das horas atrás, enquanto tirava o resto da minha roupa. Deitei só de cueca e dormi um sono pesado.
Acordei as 10h da manhã com uma ressaca, primeira bebedeira, estava difícil de levantar. Lembrei do compromisso com Matheus e fui tomar um banho. Logo coloquei uma roupa, almocei e já eram 13h. Chamei um táxi e fui para o endereço que ele escreveu.
A CAVERNA DO BATMAN
Chegando no endereço dei de cara com um prédio bonito perto do centro. Não muito longe da minha casa, poderia ter caminhado. Apertei no apartamento indicado e logo ouvi a voz (um pouco rouca) de Matheus “Opa, quem?”, respondi que era eu e ele falou “Estou indo!”
A entrada do prédio era uma descida longa com alguns lances de escada, Matheus saiu do último bloco e veio meio correndo. O sol batia em seu cabelo, deixando-o mais loiro. Ele estava usando uma calça de moletom (aparentemente sem nada por baixo pelo volume) e chinelos de dedo apenas. Aquele corpo já despertou lembranças, memórias recentes da noite anterior. Meu cu já piscou.
-Ei, be, tudo bem? – disse ele corando um pouco
-Oi, tudo sim e voce? – respondi enquanto ele abria o portão
Nenhum de nós fez menção a noite anterior até chegarmos na entrada do apartamento. Quando estávamos na sala ele começou a explicar:
-Esse ap é da minha irmã, mas ela tá fazendo doutorado na espanha.. Daí como é comprado convenci minha mãe a me deixar morar aqui pelos próximos 4 anos. Mais privacidade, sabe? – disse ele dando um sorriso muito grande
-É muito bonito – respondi olhando em volta
-É sim, ela levou muita coisa, já decorei um pouco com a minha cara.
-Percebi, sr. Batman – brinquei apontando pro quadro enorme do símbolo do batman na parede
Ele riu, olhando pra baixo e deixando as covinhas na bochecha bem a mostra. Quase fui abraçá-lo, mas não sabia o que esperar. Até que ele disse:
-Vamos estudar? Eu já separei uma mesa pra gente com os livros e as paradas todas.
-Claro – respondi, meio pra baixo
Passamos as próximas duas horas estudando conteúdos de Física. As vezes a perna dele encostava na minha por baixo da perna, seus olhos ficavam me observando por mais tempo que o necessário e ele estava bem perto também. Estávamos terminando uma lista de exercícios quando eu perguntei:
-Você sabe fazer esses exercícios de Movimento Uniforme? Eu sempre me enrolo…
-Eu sei sim, sou meio perdido nas fórmulas só, mas depois que tenho elas eu consigo – ele respondeu
-Ah, então estamos com sorte. Decorei todas já!
-Somos uma boa dupla – ele falou, sorrindo
E foi colocando sua mão no meu braço, seguindo para o meu ombro e parando em meu rosto. “Ontem foi demais, né?” ele meio que perguntou, meio afirmou. Só consegui concordar com a cabeça pois quando ia falar ele me beijou. Não foi o beijo de ontem, nervoso e tímido. Foi um beijo de vontade, de excitado, de carinho. Matheus me beijou com vontade, passando suas mãos do meu rosto pelo meu corpo. Ele levantou e me deu a mão, me puxando para o quarto.
Entramos e ele fechou a janela e ligou um abajur que fez o sinal do Batman no teto. Escapou uma risada de mim e ele me olhou, tímido, perguntando:
-Muito infantil?
-Não, só querido. – respondi, puxando-o
Nos beijamos de novo, ele tirando minha camiseta aos poucos, aproveitando cada pedacinho do meu corpo com os dedos e depois com a boca. Ele beijava meu corpo enquanto eu arranhava suas costas de leve, o fazendo gemer baixinho.
-Ce sabe me deixar louco, garoto lindo.
Tirei sua calça deixando para fora seu pau duro como pedra. Ele realmente estava sem nada por baixo. Ele tirou minha bermuda e cueca, dando um tapa na minha bunda de leve. Pegou meu pau e começou a bater pra mim, falando “nossa, tu baba bastante hein? que gostoso”. Gemi enquanto ele me tocava e deitei na cama, ficando de frente. Ele logo se abaixou e começou a lamber meu corpo, começou pelos mamilos, descendo pra minha barriga, chupou meu pau com vontade me fazendo gemer muito e então chegou no meu cu, que já estava piscando por ele.
-Quer que eu te coma, hein gostoso? Pede então. – ele disse num tom autoritário
-Me come, safado, come bem gostoso – respondi, piscando mais
Então ele lubrificou meu cu, colocou uma camisinha no seu pau e começou a entrar em mim. A dor foi bem menor que no dia anterior, mas ainda estava ali. Ele começou lento para depois começar a acelerar. Meu pau estava todo babado de tesão olhando aquele homem me comendo.
Então ele me pegou no colo (pra minha surpresa) e me levou até a parede, me comendo com vontade em pé. Seu braço flexionado e o suor das suas costas onde eu as segurava estava me deixando com muito tesão. Seu pau entrando quase todo em mim, pulsando lá dentro, era uma delícia.
Agora que já estávamos mais soltos e íntimos as coisas só melhoraram. Matheus me dominou totalmente, me colocando de quatro na cama, batendo na minha bunda com força e enfiando o pau dele todinho me fazendo gemer. Parecia que ele tinha 8 mãos pois eu sentia ele em todo o meu corpo, me apertando e arranhando.
“Era hora de dominá-lo” pensei. Quando consegui escapar deitei ele na cama, com o pau pra cima. Fui até a sala o deixando com uma cara de confuso. Voltei com a gravata azul que tinha ficado em minha mochila. Amarrei em seus olhos enquanto ele falava “hmm, seu safado”.
Ele começou a ficar arrepiado enquanto eu mordia cada pedacinho de seu corpo. Quando mordiscava seu mamilo então, ele parecia ir para as nuvens. Subi nele, encaixando a cabecinha de seu pau no meu cu e tirando a venda dele. Ele me olhava com uma cara de tesão completa. Usei a gravata para amarrar suas mãos acima de sua cabeça, enquanto sentava nele com vontade. Ele gemia e me comia ao mesmo tempo que eu rebolava em seu pau e beijava seu corpo.
-Eu vou gozar, vou gozar, aahhhhhhhhh -ele gemeu, gozando dentro de mim – goza em mim, goza no meu corpo – ele disse, em meio a suspiros e gemidos
Peguei meu pau e comecei a bater, ainda rebolando nele. Logo gozei, gemendo alto e lambuzando seu corpo e até seu rosto. Um pedaço voou para perto da sua boca, que o fez lamber e me puxar para um beijo.
-Voce é muito bom. – ele disse
-Nós somos uma boa dupla – repeti o que ele havia falado antes, sorrindo
Tomamos um banho juntos e voltamos a estudar mais um pouco. A mãe dele ligou avisando de uma janta que ele não poderia faltar, então ele me devolveu a gravata vermelha e nos despedimos.
O clima foi muito bom com Matheus, mas eu não conseguia parar de me perguntar o que era tudo isso que a gente estava fazendo. Eu não sabia como seria segunda-feira na aula, não sabia como ele iria me tratar, não sabia o que a gente era. Não estava paranoico e nem queria um namorado, mas a gente não conversou sobre o que aconteceu ainda. Não sabia o que iria acontecer com Rodrigo, o que será que deu nele para me beijar nem se ele percebeu as gravatas trocadas.
SANTA MEIA NA PORTA
Fui pra casa pensando nisso, lembrando também que no dia seguinte teria Xadrez com Leandro e o professor Fábio. Convidei uma de minhas amigas para jantar, comemos e olhamos filme juntos. Ela foi para a casa do namorado e fiquei sozinho vendo seriados.
Logo que acordei fui para a casa de Leandro, que morava bem perto de Fábio, então poderíamos ir juntos. Fiquei feliz que poderia me distrair dos dramas de Rodrigo e Matheus, eu sabia que segunda seria complicado. Chegando na casa de Leandro, sua mãe abriu para mim, oferecendo mil e uma comidas. Recusei, educadamente, então ela me apontou onde ficava o quarto de Leandro.
Subi as escadas e segui as orientações de sua mãe. O quarto de Leandro era o mais longe da sala/cozinha da casa. Chegando perto do quarto ouvi uns barulhos estranhos. A porta estava meio aberta então espiei para dentro.
Lá estava ele, Leandro, deitado na cama com o pau duro e batendo uma punheta um pouco descoordenada. Ele estava pelado, passando uma das mãos por seu corpo, preenchido por pelos ruivos, seu pau era enorme e as bolas também. Ele fazia uma cara de prazer enquanto batia com os olhos bem fechados, gemendo baixinho. “Será que ele esqueceu de fechar a porta?” Então olhei para o chão, que tinha uma meia impedindo-a de fechar completamente.
Não sabia o que fazer, se voltava para baixo e fingia que não achei o quarto, mas isso poderia ocasionar a mãe dele achar ele batendo uma. Meu pau estava ficando duro de observar aquilo, o que parecia errado por sermos amigos, mas o que eu poderia fazer? Ele estava gostoso, o cabelo estava ótimo, a pele estava ótima, e eu sempre gostei muito de sardas.
Continuei olhando a cena deliciosa. Leandro passava a mão por seu corpo e apertava seu pau com a outra mão. Ele apertava seu mamilo e batia mais forte. Foi descendo com a mão até a barriga, até suas bolas e então parecia ter enfiado um dedo no cu. Eu não sabia se estava imaginando ou se era real, mas ele estava se comendo com os dedos. Ele gemeu um pouquinho mais alto e então gozou. Nessa hora voltei uns 5 passos, esperando meu pau baixar um pouco e fiz barulhos de passos.
-Léo? Onde é seu quarto? Sua mãe me deixou entrar.. -falei meio alto
-Bernardo? – ele disse assustado- Ah, perai, to me trocando! – disse meio alto demais, empurrando a porta novamente
Ela fechou por 2 segundos e então, por causa da meia, abriu de novo. Resolvi me aproveitar da situação, já que estava parado na frente dela e ela abriu, falei:
-Opa! Alguém estava brincando? -falei rindo
O ruivo dele saiu da cabeça e foi para a cara toda! Ficou todo vermelho e se desculpou, sem jeito. Disse que iria tomar um banho rápido e que já poderíamos ir para o Fábio. Ele passou por mim enrolado em uma toalha e sorriu, tímido. Logo ele voltou e conversamos normalmente.
MELHOR NO XADREZ
O domingo na casa do professor Fabio foi mais divertido que eu achei que seria. Eu estava ficando bom no Xadrez, ganhei de Leandro duas vezes e de Fábio quatro! A namorada dele, muito educada, fez panquecas de chocolate e ainda conversamos bastante sobre a viagem que ela faria para a Buenos Aires.
Não queria que o dia acabasse, pois logo seria segunda, logo teria que encarar Rodrigo. Logo teria que resolver as coisas com Matheus. Logo teria que voltar para a realidade das provas, aulas e trabalhos.
Quando o dia estava acabando, o professor Fabio nos levou pra casa de carro.
Eu sabia que amanhã seria complicado, estava com medo e apreensivo.
Mas alguma hora teria que ver no que tudo isso iria dar…
FONTE: http://gayson.com.br/desejos-de-colegio-capitulo-7-ressaca/
Desejos de Colégio - Capítulo 4 Um tesão e outras coisas
Não tinha escapatória. Eu estava ali com meu pau duro deitado no sofá da sala do Rodrigo. Ele tava me olhando de um jeito estranho, mas não parecia com nojo nem nada, porém pelo sonho que eu tinha acabado de ter não queria presumir nada. Decidi então ignorar o estado do meu pau e falar sobre outra coisa:
-Nossa, acabei cochilando aqui. Passou quanto tempo? Você tá de bem? -perguntei
-Tudo beleza sim, passaram 2h e pouco. Daqui a pouco podemos dar uma olhada nas frutas, principalmente nas bananas. – ele falou dando risada
Eu acabei rindo. Se vamos levar isso para a brincadeira.. melhor ainda. Não precisa ficar um clima tenso. O problema é que meu pau ainda tava duro e o sonho que eu tinha acabado de ter tava muito fresco na memória, além de todo o material criativo que eu tinha na minha mente depois de ver ele pelado no outro dia.
No fim das contas terminamos o projeto e meu pau finalmente descansou. Estava arrumando minhas coisas para ir pra casa quando Rodrigo perguntou se eu não queria assistir One Tree Hill ali mesmo. Iria começar em alguns minutos. Óbvio que aceitei.
Olhamos o seriado, comentamos bastante (o que me deixou muito feliz pois gostávamos dos mesmos personagens) e então peguei meu celular para chamar o táxi, daí ele disse:
-Ei, estava pensando em dar uma caminhada, quem sabe não te levo pra casa? Já economiza, fico me sentindo mal de ter te feito vir aqui duas vezes sem pagar nada.
-Pode ser, mas sem problemas, no fim das contas foi divertido..
-Foi mesmo. – ele respondeu
O caminho até a minha casa era um pouco mais longe que ele esperava. Comentei que morava bem perto do colégio, mas ele não pareceu aborrecido de ter que ir até lá. Conversamos sobre muitas coisas e parecíamos em sincronia. Quando estávamos chegando ele agradeceu pela ajuda em química e que fazer o trabalho comigo foi muito melhor que com qualquer um dos amigos dele. Estava me sentindo nas nuvens.
Ao mesmo tempo que ele estendeu a mão pra me dar tchau eu abri os braços para um abraço, ele deu uma risada tímida e então me abraçou. O tempo que ficamos entrelaçados durou mais tempo que provavelmente deveria.Eu tinha abraçado ele por cima, com os braços em volta de sua nuca e ele nem tentou fazer papel de machão, estava com os braços em volta da minha cintura quase.
Quando estávamos nos soltando ficamos no angulo perfeito, olhando um no olho do outro. Foi então quando sem nem pensar eu avancei e ele ficou sem reação. Meus lábios tocaram os dele em um selinho que se transformou no meu primeiro beijo gay. Nossas línguas se tocaram e o gosto dele era melhor do que eu imaginava. Só que durou menos do que deveria. Ele me empurrou um pouco forte e saiu correndo sem olhar para trás. Fiquei nervoso com o que aquilo significaria nos próximos dias, mas algo que eu sempre havia sonhado aconteceu, na verdade mais que sonho (pois esses eram geralmente bem sexuais).. Um ato de carinho aconteceu entre a gente.
TRANSFORMAÇÃO
No outro dia era domingo, faltava 24h para que eu pudesse ver Rodrigo de novo na aula. Não conseguia pensar em outra coisa, estava ficando louco já. Então vi na TV que uma feira de roupas com preços de fábrica iria ficar aberta a tarde toda no centro da cidade, logo pensei em Leandro. Decidi chamá-lo para começar a prometida transformação, talvez isso conseguisse me distrair dos últimos acontecimentos com o Rodrigo.
Liguei e ele topou na hora, disse que poderia jogar outra hora. Acho que para um nerd isso é um grande ato. Como eu moro praticamente sozinho (pais sempre viajando a negócios) não preciso avisar ninguém do meu paradeiro, então mandei uma mensagem para a minha mãe que faria algumas compras com o cartão dela e fui para o centro.
Quando cheguei Leandro já estava lá. Sempre que vejo ele de pé levo um susto com seus 1,85 de altura. Percebi que tínhamos muito o que fazer quando ele apareceu usando uma calça boca de sino e uma camiseta laranja, tipo Dragon Ball mesmo. O cabelo dele era bem irritante também. Um estilo meio chitãozinho misturado com desenhos japoneses, sem corte e muito seco, nem parecia que era ruivo de tão feio que estava.. Ele realmente precisaria de ajuda.
-Oi Ber, obrigado por fazer isso man, precisava mesmo de ajuda. – ele disse quando cheguei mais perto
-Claro Léo, trouxe dinheiro né? Qual seu limite para compras hoje?
-Eu trouxe 900 reais, podemos torrar tudo! – disse ele animado
– Ótimo! Acho que não precisamos de tanto assim, vai dar pra fazer algo legal. Podemos começar pelo cabelo?
Então fomos direto para o salão do centro que estava aberto. O cabeleireiro quase teve um surto quando entramos. Ele realmente precisava de ajuda. O meu cabelo estava com um corte baixo dos lados e em cima usava um tipo de franja jogada para trás, mas não achava que isso ia funcionar pra ele. Então sugeri que se fosse para transformar, deveríamos mudarradicalmente. O cabeleireiro achou que uma progressiva, deixar bem liso, cortar um pouco as pontas seria o suficiente, mas eu achei que passar uma máquina 3 era a melhor solução e partir daí ele poderia cuidar desde sempre o cabelo.
O resultado foi melhor que eu esperava. Com as laterais com máquina 2 e em cima mais comprido, tipo máquina 3, ele já nem parecia o mesmo de antes, até as sardas do seu rosto que nunca tinha percebido estavam aparentes e muito fofas. Estava gato até. Ele pareceu animado com o resultado e então fomos as compras.
-Já estou me sentindo outra pessoa. – comentou ele animado
-Você já está bem diferente! – exclamei
– Cê me pegaria? -ele comentou rindo
– Ainda não, faltam as roupas – respondi rindo.
Mas no fundo fiquei pensativo sobre, mas o Rodrigo não saia da minha mente então nem dei bola, afinal, Leandro sabia que eu era gay pois já tínhamos conversado sobre no telefone. Ele não tinha preconceito algum, então levei na brincadeira e ele também.
Entramos no pavilhão que estava acontecendo a feira de roupas e realmente tinha de tudo! Era um sacrifício arrancar ele de umas lojas com animes estampados em camisetas laranjas, verdes (marca-texto) e azul céu. Andamos mais um pouco e achei uma loja meio rock, meio geek, com muitas opções.
-É essa mesmo que vamos – apontei pra loja
Os olhos dele já brilharam por ter muitos personagens que ele gostava em camisetas pretas e brancas e com um corte bonito. Não queria tirar a essência de Leandro, mas precisava que ele parasse de misturar tanto as cores. Escolhemos umas 30 camisetas diferentes (quase todas pretas ou brancas, algumas cinzas) estampadas com detalhes de séries e animes que ele assiste e algumas também lisas. Pegamos umas 8 calças bonitas e umas 3 bermudas para ele provar. Até eu achei umas camisetas legais de séries que assisto.
Quando fomos aos provadores, todos estavam cheios, uma bagunça de tanta gente que tinha. Estava perdendo a paciência ao esperar que nem vi ele me puxar pra um provador enorme que provavelmente era para deficientes.
-Léo, não podemos usar esse, é para deficientes. – comentei
-Eu sei, eu sei, mas olha o quanto de coisas eu tenho, além disso tem mais dois provadores para deficientes vazios.. Vamos ficar nesse até alguém nos expulsar.. Afinal, eu não sei escolher sozinho, preciso da sua ajuda. – pediu ele
-Tudo bem então, quer que eu saia para provar?
Ele respondeu que não precisava já tirando a camiseta que estava. Não tinha parado pra observar Leandro nesse sentido, mas seu corpo era muito bonito. Todo natural, ele já tinha pelos por todo o peitoral e aquela linha que eu tanto gosto da barriga até o volume. Como o cabelo dele era meio ruivo, seus pelos eram ruivos/loiros e seus ombros eram cheios de sardas assim como o rosto. Com o cabelo curto e sem aquelas roupas horríveis, ver Leandro só de cueca, com aquelas pernas peludas com pelos ruivos começou a me deixar sem jeito.
Acho que ele não percebeu, pois continuou se vestindo. Aproveitei para provar uma das camisetas que tinha pego pra mim enquanto ele terminava. Ficou perfeito nele. Realmente nem parecia a mesma pessoa. Ele estava sem óculos então não poderia reclamar de quase nada.
-Tá perfeito Léo, só precisamos trocar sua armação do óculos e fazer aquele tratamento pra espinhas com roacutan, acredita em mim, tá lindo! – comentei animado
Ele me puxou pro abraço sem pensar muito, fiquei surpreso mas abracei de volta.
-Muito obrigado mesmo. -ele falou
E continuou provando as roupas e eu com aquela visão privilegiada do seu corpo de 1,85 de altura. Meu pau já estava dando sinais de vida quando ele estava no final das roupas. Estava ficando tímico de ficar alí, não podia pensar assim, ele é meu amigo. Tecnicamente meu único amigo homem. Não posso estragar isso que nem fiz com o Rodrigo.
Rodrigo! Nossa, por alguns minutos esqueci completamente da situação que tinha acontecido ontem. Estava muito curioso para saber como seria amanhã na aula.
NAQUELA NOITE
Depois de passar esses dias com Rodrigo e hoje com o Léo, chegar em casa sozinho foi quase depressivo. Decidi ir deitar logo, já que talvez se dormisse não demoraria muito pro outro dia chegar.
A noite foi turbulenta, com pedaços de sonhos confusos.
“Rodrigo passava as mãos pelo meu rosto, pela minha boca, colocava o dedo dele nela me fazendo chupá-lo, enquanto falava meu nome baixinho no meu ouvido, sussurrando “me chupa Bernardo, meu pau tá prontinho pra tí, todo duro”
“Em outro lugar, “o novo” Leandro tirava a roupa dele no provador e chegava perto de mim com um volume na cueca e falava “eu sei que tá me olhando, me secando, eu sei que quer me tocar, pega aqui” e pegava na minha mão, levando ela até seu pau e depois pra sua bunda.
“Eu me ajoelhava e tirava o pau enorme do Rodrigo da sua cueca, chupando a cabecinha. Fazia movimentos circulares com a língua no pau dele enquanto ouvia ele gemer”
“Leandro então se virava de costas e tirava a cueca, cuspindo na mão e passando na bunda. Com seus 1,85 de altura ficava de quatro no chão, me olhando com cara de safado, gemendo “me come Bernardo, come esse cuzinho ruivo, quero sentir teu pau aqui dentro”, meu pau babando pra caralho na cueca estava pulsando. Tirei ele pra fora, cuspi nele e enfiei de uma vez só naquele cu cheio de pelos ruivos. Que tesão de bunda.”
“Do nada Rodrigo chegava no provador e dizia “tá me traindo Bernardo? foi por ele que quebrou meu coração em mil pedaços?”
E então acordei com o despertador tocando a toda a altura, suado.
Que sonhos confusos, mas não havia mais tempo para pensar, tomei um banho gelado para me acalmar, me vesti e fui correndo para o colégio.
REALIDADE
Cheguei no colégio e vi os 6 muchachos conversando entre si. Quando entrei Rodrigo estava de costas pra mim. Como minhas amigas não haviam chego ainda fui lá enfrentar de vez essa situação. Cutuquei-o nas costas e ele se virou, me olhando com a maior indiferença que poderia.
-Ah, oi, quer o trabalho? Já revelei as fotos, nem precisa me pagar. Toma aí – ele falou
E me entregou uma pasta com tudo que produzimos na semana anterior e se virou de novo.
-Finalmente não vou precisar mais conviver com esse frouxo. -ele comentou pros amigos, que deram risada. O único que não riu foi o Matheus, que me olhou com uma cara de pena.
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*Continua. tadinho do Ber né? Todos odiando Rodrigo já ou ele tá em negação? E o Leandro.. alguém gosta?*
FONTE: http://gayson.com.br/desejos-de-colegio-capitulo-4-um-tesao-e-outras-coisas/
Desejos de Colégio - Capítulo 3 Missão Impossível
O que eu fiz depois só pode ter sido ninja, pois quando Rodrigo abriu a porta eu já estava com a cueca dele no bolso e sentado. O único problema era a minha bermuda, não deu tempo de fechar e eu tava com o pau duro ainda. Tive que ficar disfarçando de um jeito ou de outro.
Ele saiu meio pingando com a toalha enrolada da cintura pra baixo marcando bastante aqueles volumes, tanto o pau quanto a bunda que também era muito deliciosa. Fiquei meio sem reação pensando no que fazer e tentando fechar a bermuda sem chamar a atenção enquanto ele colocava uma roupa. Quando ele abriu o armário pra pegar uma bermuda perguntei se podia usar o banheiro já levantando e entrando pela porta. Só ouvi um “beleza” quando já estava lá dentro.
Não sabia o que fazia, como ia me livrar daquela cueca?
Primeira coisa que fiz foi lavar as mãos, afinal, estava toda gozada. Respirei um pouco e me acalmei. Eu tinha que colocar a cueca de volta no cesto, poderia colocar enquanto ele usasse o banheiro alguma outra vez, só não sabia como esconder ela enquanto isso. Pensei mais um pouco e por fim coloquei ela de volta no bolso, dessa vez de um jeito melhor e que não fizesse um grande volume. Era minha única solução.
Voltei e ele já estava sentado na mesa com os computadores, ele olhava meu plano de fundo, com uma cara curiosa. Cheguei rápido na cadeira e sentei, olhando pra ele.
-Já viu One Tree Hill? perguntei (a foto da série estava no meu plano de fundo)
-Eu vejo, na verdade tenho todos os DVDs que saíram -disse ele, meio incrédulo- não sabia que alguém mais via..
-É, também não conhecia.. gosto bastante -comentei, surpreso por ter algo em comum com ele
Conversamos durante um bom tempo sobre a série. Foi tão estranho, mas divertido. Sempre olhei pra ele em dois aspectos: 1) como um corpo e um rosto maravilhoso 2) como um dos meninos héteros chatos da minha sala. Nunca pensei realmente que ele poderia ser uma pessoa legal. Acho que ele nunca parou para pensar que existiam meninos legais fora daquele círculo de amigos dele, tanto que a última frase dele no assunto foi “nenhum dos muchachos gosta de seriados, então nem comento com ninguém”. Logo começamos a falar do trabalho.
Passaram 3 horas voando, produzimos quase tudo que a professora de química havia proposto, menos a atividade prática com análise. Que marcamos de fazer no final de semana. Fiquei animado de novo, mais uma chance de sair com o Rodrigo. Como a análise era de mutações físicas e demoraria 6 horas todo o experimento marcamos no sábado às 13h, então poderíamos acabar antes do próximo episódio de One Tree Hill que passaria na CW.
Rodrigo perguntou se eu não queria algo para comer ou uma água, se sentiu mal por não me oferecer nada. Logo aceitei, lembrando da cueca no meu bolso. Assim que ele saiu do quarto levantei e joguei-a dentro do cesto. Então me peguei olhando os DVDs dele na prateleira. Eram tantos que já tinha visto! O gosto dele não era o que aparentava de maneira alguma. Tinham tantos filmes sensíveis, bonitos e inspiradores ali. Filmes que já chorei e me emocionei. Comecei a pensar que havia julgado ele demais, colocado-o em uma caixinha de rótulos junto com todos os tipinhos do grupo.
AQUELE ABRAÇO
Quando ele voltou estava com dois hambúrgueres daqueles de micro e duas garrafas de Coca-Cola na mão. Ajudei ele a levar pra mesa e comecei a desligar meu material.
-Nossa, já são 10h da noite! comentei, enquanto tentava abrir a garrafa de Coca
-Sim! Fizemos bastante coisa né? – ele comentou sorrindo
Nunca tinha percebido como o sorriso dele era bonito. Não sei como aconteceu mas fui me inclinando pra frente e consegui cair da cadeira batendo a cabeça na mesa e no joelho dele.
-Cara! Você tá bem? Nossa! Deixa eu te ajudar!
Fiquei tonto, bastante. Ele tentou me ajudar a levantar mas eu não conseguia me equilibrar. Então ele me pegou no colo e me deitou na cama. Aquele cheiro de Rodrigo que eu sentia as vezes estava impregnado na cama, em seu travesseiro, nas cobertas e agora eu estava deitado ali com ele sentado do meu lado me olhando preocupado.
“Quando isso iria acontecer? Quando? Só pode ser um sonho, eu estava alucinando? Ou dormindo?”.
Estava esperando eu acordar como sempre acontecia em meus sonhos mas não. Eu fechava os olhos e abria e ele ainda estava ali, com um olhar preocupado e carinhoso no rosto como eu nunca havia visto.
-Vou pegar um gelo pra sua cabeça, acho que pode ajudar. – ele comentou, preocupado
-Não sai daqui
Peguei na mão dele e ficamos assim por um breve minuto.
Então ele levantou e falou “logo passa mano, relaxa aí, vou pegar um gelo falou?”. O jeito dele já havia mudado de novo, eu não conseguia entender o que era o Rodrigo e o que era mentira ou personagem criado. Eu achava que tínhamos tido um momento ali, mas eu bati a cabeça com muita força né? Comecei a me sentir ridículo. Enquanto ele estava buscando um gelo peguei meu celular e chamei um táxi.
Eu estava um pouco tonto quando levantei. Tentava arrumar minhas coisas mas a cabeça não estava muito bem ainda. Quando ele voltou com o gelo avisei que estava indo. Ele perguntou se tinha certeza, que poderia ficar ali até melhorar. Respondi que não e então fomos lá para baixo. Ainda um pouco tonto, mas já bem melhor, vi o táxi se aproximando da casa dele. Rodrigo me levou até a porta de casa e disse “vou abrir o portão daqui quando estiver lá, tudo bem pra ir sozinho?” Respondi que sim. Estava quase saindo quando ele fez um movimento de meio abraço, tipo abraço de hétero mesmo. Como eu estava tonto e meio fora de mim abracei ele, mesmo. Foi por poucos segundos, mas quando estava indo soltar ele me segurou mais um pouco. Eu não sabia se havia acontecido mesmo ou se eu estava confuso. Fui pro táxi, cheguei em casa e fiquei com o gelo que ele me deu na testa por um bom tempo repassando o dia que eu tive.
O SÁBADO
O restante da semana continuou como se nada tivesse acontecido. Não sei se para minha felicidade ou tristeza, mas Rodrigo não se dirigiu a mim até sexta quando perguntou se estava tudo certo pra sábado. Eu disse que sim e foi isso.
Quem me ligou duas vezes para conversar foi o Leandro. Começamos a ficar bem amigos, mesmo. Decidi eleger ele meu projeto oficial desse ano letivo. Aquele cabelo estava comprido demais, precisava urgente de um corte, uma hidratação, um cabeleireiro decente. As roupas dele também precisavam de uma renovada. Assim como um tratamento pra espinhas urgente. Conhecia alguns nerds que eram bem bonitinhos, nenhum do meu colégio, não tenho tanta sorte. Talvez o Léo fosse ser o primeiro.
Chegou o sábado. Acordei cedo, pois estava acostumado com a rotina da escola, então fui direto ler o conteúdo de química que usaríamos no projeto mais tarde. Nem vi o tempo passar estudando e logo era hora de ir pra casa do Rodrigo. Chegando lá fui recebido como se nunca tivesse pisado naquela casa. Ele estava mais seco que antes. Essas seriam longas 6 horas de trabalho.
A análise estava um saco, tínhamos que observar a mudança de cores das frutas que injetamos produtos diferentes, anotar todas as reações existentes e ainda fotografar para provar que fizemos tudo. O próximo passo do exercício dizia “deixar as frutas na geladeira por 3h e depois retomar o experimento” e então chegou a parte que ficaríamos juntos sem fazer nada por 3 horas.
Colocamos tudo na geladeira e Rodrigo sumiu pela escada me deixando sozinho. Não sabia o que fazer então decidi ficar no sofá e ouvir música.
“” Estava ouvindo música bem tranquilo quando senti o perfume de Rodrigo pelo ar, quando abri os olhos ele estava me olhando bem de perto. Ele tirou meus fones e disse bem pertinho do meu ouvido “não consigo mais ficar longe de ti” e começou a beijar meu pescoço. Com isso meu pau começou a ficar muito duro, estava sentindo o corpo dele pressionando o meu contra o sofá. Abri minhas pernas pra fazer ele encaixar bem certinho em mim. Conseguia sentir o caralho dele ficando duro contra minha bunda, procurando meu cuzinho que estava piscando dentro da calça. Ele começou a tirar minha blusa e beijar meu corpo todo enquanto eu sentia o pau dele ficar mais e mais duro. Tirei a blusa dele e então empurrei e fiz ele deitar. Fui tirando a minha bermuda enquanto ele tirava a dele, ambos ficando só de cueca. Nossos volumes estavam enormes e muito duros, o dele estava com a cabecinha pra fora da cueca. Comecei a beijar pelo pé dele, subindo pela perna, lambendo a coxa, subindo e ouvindo ele gemer com os olhos fechados e falar “isso gostoso, vai”. Enquanto lambia sua barriga e subia para os mamilos tirei a cueca dele. O pau dele era cabeçudo, grosso e grande, provavelmente mais de 20cm. Coloquei a língua bem na pontinha do caralho dele e o olhei com cara de safado, o que fez ele revirar os olhos de prazer. Lambi as bolas dele, coloquei uma delas inteira na boca e soltei, babando todos os pelos dele. Comecei a chupar ele enquanto gemia com aquela voz de macho. Quando estava bem babado já tirei a minha cueca e comecei a ir em direção a ele para sentar. Ele levantou e me pegou pela nuca, me deixando de quatro no sofá e dando um tapa bem forte na minha bunda, me fazendo gemer de prazer e de dor ao mesmo tempo. Então abriu bem as minhas nádegas e cuspiu lá dentro, depois colocando a língua bem fundo no meu cu que piscava. “Não vou te comer só com esse pau aqui não” ele falava quando ia pegar um ar. Quando estava bem molhadinho e o pau dele babando mais do que já vi um pau babar ele ficou de joelhos no sofá e começou a colocar a cabecinha na entradinha do meu cu… então ele disse:””
-Bernardo, desculpa cara, me senti um pouco mal, tive que ir procurar um remédio mas acabei cochilando e esquecendo de tudo. Bernardo? Tá dormindo cara? Ce tá de pau duro?
Acordei assustado. “O que estava acontecendo? Eu cochilei? Por quanto tempo? E pior ainda… Rodrigo me pegou de pau duro na sala dele, é isso mesmo? Puta que pariu.” pensei. “E agora?”
FONTE: http://gayson.com.br/desejos-de-colegio-capitulo-3-missao-impossivel/
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Desejos de Colégio - Capítulo 2 Primeiras Semanas
As primeiras 3 semanas de aula correram sem grandes acontecimentos. Consegui pegar uns vestígios de colegas se trocando no vestiário, aprendi finalmente todas as regras do Xadrez (mesmo não conseguindo ganhar uma de Leandro) e estava me acostumado com minha rotina. O Professor Fábio estava bem contente com nosso desempenho no Xadrez, desejava que no próximo semestre tivesse mais gente para competir em torneios e tudo mais (um sonho bem grande né, convenhamos).
Na quarta semana de aula já estavam começando os trabalhos avaliativos. O primeiro ano é bem diferente da oitava série, as coisas já começam a ficar mais sérias. Principalmente na minha cidade onde tinha um vestibular seriado, ou seja, cada ano tem uma prova ao invés de ter uma prova única. Isso faz com que tenham mais chances de passar se o candidato se dedicar para cada ano ao invés de se matar em um ano estudando o conteúdo de enorme de 3.
Não posso me chamar de “o mais inteligente da sala”, mas de todos os meninos da turma sou de longe o com as maiores notas, tudo acima de 8, sendo a média 7. Por isso na hora dos trabalhos em grupo eu era uma boa escolha, mas sempre fazia com minhas amigas. Aparentemente nesse ano as coisas mudaram. Os professores pareciam muito mais exigentes e explicaram desde o primeiro dia que os trabalhos em grupo nunca serão por afinidade, dizem que isso atrapalha o rendimento acadêmico e a habilidade de trabalhar em equipe.
Era terça-feira e estávamos na aula de Química. Uma das mais exigentes professoras que já tivemos dava aula pra gente. Logo que entrou na sala preencheu o quadro com mil problemas de pesquisa, análise e objetos de estudo. Depois disso deu bom dia e começou a falar o nome das duplas que fariam esse trabalho junto. Estava torcendo para ser milagrosamente colocado com minhas amigas, mas ela me colocou com……….. isso mesmo, o Rodrigo!
Eu já estava nervoso ao olhar pro lado, quando vi a expressão de desanimado em seu rosto, foi pior ainda. Não vou dizer que eu estava felizão em fazer trabalho com ele também, mas que seria legal poder observar mais de perto esse menino que foi protagonista de muitas das minhas fantasias sexuais, isso sim seria.
Quando ele virou pro lado e me viu fez um gesto com a mão para que eu levasse a mesa pra lá, os amigos dele todos foram colocados com meninas e ele foi o único a ficar com um menino. Deve ser por isso que estava com uma cara de cu enorme. Cheguei lá com a cadeira e decidi fazer o mesmo que ele e não ser simpático como sempre sou.
-Eaí, como quer fazer esse trabalho? – perguntei pra ele
– ah cara, sei lá, pra quando que é mesmo?
– Pra semana que vem. -falei bem seco
– Bah, to cheio de coisa…- ele respondeu, já querendo fugir
– Podemos dividir os tópicos meio a meio, posso fazer a parte de análise que é maior e mais difícil..
– Tá me chamando de burro meu? -falou já se irritando
– Não, estava te deixando com a parte menor já que falou que está “cheio de coisa” – imitei ele falando
– Ah, não curto essas paradas de se dividir de qualquer maneira, depois não aprendo algo importante e meus pais já tão pirando nessa história de vestibular seriado, que tenho que estudar e tal…
“nunca tinha visto ele falar tanto e tão de boa, foi interessante já. E me deu ideias na hora então eu disse:
– quem sabe nos reunimos amanhã depois da educação física? tenho nada quarta de noite, podemos terminar o que pudermos já… -falei como quem não quer nada
– beleza, quanto antes terminarmos melhor, pode ser lá em casa.. meus pais tem uma janta e não vão ficar incomodando – respondeu ele
CURIOSO
Fui pra casa ansioso, primeiro teria a Educação Física, onde eu poderia observar os meninos todos jogando e depois eu iria pra casa do Rodrigo. Não conseguia ACREDITAR NISSO!!! Achei que a tarde e a manhã seguinte não passariam nunca! Enquanto estava em casa pesquisei o que pude sobre o trabalho de química, pra poder focar em outras coisas de noite e ao mesmo tempo parecer dentro do assunto. Não era difícil o trabalho, mas tinham muitos detalhes.
Finalmente deu 16h da quarta-feira no relógio e fui para o colégio ouvindo música nos fones. Cheguei e Leandro já estava lá com o tabuleiro todo montado. Sentei do lado dele, larguei a mochila com livros e notebook no banco do ginásio e dei oi. Logo ele falou se poderia me perguntar uma coisa, já estranhei, nossas conversas eram sempre focadas em aula ou Xadrez. O fato dele querer perguntar algo fora disso era estranho. Falei que poderia perguntar sim.
– Então, fico meio sem jeito, mas você tem estilo e tudo… Queria saber se não podia me ajudar, sabe? Os meninos da minha sala ficam sempre me zoando e eu to cansado disso já, tenho cada apelido chato – ele falou com uma carinha que deu pena
Ouvir isso de um menino hétero com 1,84 de altura e totalmente sem noção de como se vestia foi tão lindo! Eu adorava transformações, fiz em todas as minhas amigas e elas melhoraram muito desde que conheci elas. Com o Leandro seria difícil, provavelmente complicado, mas valeria a pena e eu finalmente poderia ter um amigo menino! Milagres!
– Claro Léo, nem esquenta! Que legal da sua parte querer melhorar.. Não que esteja ruim. -falei meio me enrolando
– Eu sei que está ruim. – ele falou rindo- semana que vem marcamos de comprar algumas coisas e tal então, pode ser?
– Aham, combinamos! Salva meu número no seu celular, podemos nos falar por lá e tal… “e dei meu número”
O resto da aula foi eterna, só queria ir pra casa com o Rodrigo e conhecer onde ele morava, dormia, batia punheta, etc.. Quando o sinal bateu quase derrubei todo o tabuleiro de Xadrez e assustei Leandro, que riu de mim (de uma maneira amigável).
Achei estranho (mas muito excitante) quando, segundos depois do sinal, Rodrigo chegou todo suado e com uniforme do jogo perguntando se podemos ir. Quando viu minha cara, explicou que o vestiário estava sem água, algo sobre limpeza na caixa d’água ou algo assim. Dei tchau pro Leandro e fomos pra fora do ginásio e em direção a casa dele.
CASA DO RODRIGO
Chegando na casa de Rodrigo fiquei chocado. Era enorme e linda. Entramos e encontramos os pais dele, bem arrumados, em direção a porta. Eu me apresentei (já que ele não o fez) e expliquei que iríamos fazer um trabalho (já que ele já estava na ponta da escada pra subir, fazendo sinal com a mão para eu acompanhá-lo, bem impaciente).
Subimos e entrei atrás dele em seu quarto (que era também uma suíte) bem decorado. Nada como eu achei que seria. Todo em tons de azul forte e bege, era um quarto bem adulto. A única coisa que se destacava no quarto todo era uma prateleira cheia de DVDs de filmes e séries, o resto da adolescência dele deveria estar guardada em gavetas.
“Pais exigentes, provavelmente?” logo pensei
Rodrigo comentou que tomaria um banho rápido enquanto tirava a camiseta e o short, ficando só de cueca na minha frente. Eu não sabia pra onde olhar. Falei que tudo bem, fui abrindo minhas coisas e colocando na mesa (fingindo não secar aquele corpo que tanto olhei no vestiário e imaginei na mente). Não sei se ele esqueceu que eu estava ali ou se se sentia muito confortável com estranhos, mas tirou a cueca ali mesmo e jogou tudo no cesto de roupas perto da porta do banheiro. Olhar aquele homem de 1,80 de altura pelado na minha frente foi um sonho realizado. A linha de pelos que eu sempre seguia até a faixa das cuecas dele agora pude seguir até um pau perfeito, mesmo mole era enorme e com pelos aparados e bem cuidados. O que me fez ficar num tesão enorme. Tentava não olhar muito e não ficar excitado, mas nenhuma das coisas estava dando muito certo. Ainda bem que ele falou “eu já venho, só vou tirar o suor do corpo, pode ir ligando suas coisas aí” e foi pro banheiro.
Ouvi ele trancar a porta e ligar o chuveiro. Estava nervoso, mas tinha que fazer uma coisa. Deixei meu computador ligando e fui direto pro cesto de roupas. Ele provavelmente demoraria um pouco no banho e não tinha ninguém em casa… Peguei a cueca de dentro do cesto, já duro que nem pedra, abri minha bermuda e tirei o meu pau da cueca e coloquei ela envolvida nele e comecei a bater uma. Eu conseguia ser rápido quando queria, ainda mais com o tesão que eu tava sentindo. Comecei a me imaginar com ele e sentindo aquele cheiro de homem suado enquanto batia pra cima e pra baixo. Meu pau pulsando muito e babando toda a cueca dele. Imaginava que estava babando sua boca.
Estava quase gozando, batendo cada vez mais rápido, lembrando de como vi ele pelado. Aqueles poucos pelos em seu peitoral, a linha de pelos do umbigo descendo até o seu pau volumoso. Só de pensar nisso meu cuzinho já estava piscando de tesão. Gozei por toda a cueca dele e só aí percebi que o chuveiro não fazia mais barulho. Então ouvi barulho da maçaneta e Rodrigo abriu a porta.
* Mais por vir na parte 3 *
FONTE - http://gayson.com.br/desejos-de-colegio-capitulo-2-primeiras-semanas/
Conto - Desejos de Colégio Capítulo 1
Eu sempre fui o mais baixo da turma. Com meus 1,67 de altura e total desequilíbrio a Educação Física (E.F) sempre foi um saco. Mesmo assim eu poderia ser considerado muito bonito. Não me importava de ser baixo… Eu tinha cabelo castanho, olhos verdes e um corpo normal, nada musculoso, apesar de ter ombros largos, além de uma bunda grande e redonda. Sobre a altura, o problema foi que sofri durante todo o Ensino Fundamental com a professora, esperava que no Ensino Médio fosse só piorar. Para a minha sorte o professor que dava aula para o Ensino Médio não era igual aos outros, sua diferença? Ele deu opções variadas de esportes (inclusive Xadrez estava nessa lista).
Obviamente escolhi Xadrez. Eu e um outro menino da outra turma do Colégio assinamos a lista. Seu nome era Leandro, porém nunca tinha notado ele nem conhecido, ambos tínhamos 15 anos mas essa era a nossa única coisa em comum. Pelo menos eu não sofreria tanto com o bullying nos esportes pelo próximo ano e estava muito aliviado.
Eu não tinha muitos amigos meninos, talvez por ter questionado e descoberto minha sexualidade desde cedo (com 9 anos já sabia diferenciar que não me interessavam namoradinhas), ainda assim tinha muitas amigas. Porém nenhuma delas pode fazer essa aula de E.F. comigo já que no Ensino Médio tinha separação por genero, já que os ginásios eram separados e com vestiários únicos. Nesse momento agradeci por Leandro ter decidido se juntar ao Xadrez.
Eu ainda era virgem (acredito que todos da turma eram, 15 anos recém feitos, a única que aconteceu comigo – além das punhetas- fora algumas brincadeirinhas com primos, mas nada além disso) porém estava sempre de olho nos meus colegas “héteros”. Essa aula de Xadrez era perfeita pois era no mesmo horário do Futebol Masculino – todas as quartas-feiras as 16:30 até 18:00 no ginásio masculino – além de não ter que correr e estragar o jogo deles (evitando o bullying) eu poderia vê-los jogar com aqueles shorts apertados e depois ainda espiar seu banho no vestiário que guardávamos nossas coisas.
PRIMEIRO AULA DE E.F
Na primeira semana de aula tudo ocorreu normal. A turma estava com as mesmas pessoas e a sala (apesar de um andar pra cima) continuava todo mundo nos mesmos lugares. Eu sempre fui da turma do fundão, mas a minha turma tinham 2 fundões. Na verdade ela era dividida bem direitinho… Vou explicar.
As meninas que “sabiam de tudo” sentavam na frente, seguido pelas patricinhas/riquinhas logo atrás. No meio da sala ficavam as meninas de boa com a vida. Em um dos cantos um grupo de meninos/meninas nerds e no lado oposto outro de meninas rockeiras (iam em show e tudo). Enfim o fundão: no lado direito sentava eu e minhas 3 amigas e no lado esquerdo, nas 6 mesas restantes sentavam os 6 meninos “populares” e héteros da sala.
Os 6 muchachos, como se chamavam, eram o grupinho de meninos que era sempre o mesmo desde praticamente minha vida inteira escolar, porém eu nunca fui do grupo deles. Eu sentava estrategicamente bem no canto para poder ficar observando de canto, 5 deles eram muito bonitinhos, só 1 era feinho.
Os dias foram passando e enfim chegou a primeira quarta-feira, ou seja, primeira aula de Educação Física. Por morar pertinho do colégio cheguei as 16h. Estava quase na hora da grande E.F. então já desci em direção ao ginásio. Lá encontrei o Professor Fábio, resolvi me apresentar e fazer um pouco a linha puxa-saco, já que seria 1 dos únicos a jogar Xadrez.
– Olá professor! Sou o Bernardo, temos E.F. daqui a pouco certo?
– Isso mesmo! Quer esperar aqui no ginásio? respondeu ele
– Se não for incomodo, gostaria sim!
– Você é um dos meninos que se matriculou em Xadrez? Sempre é ofertado mas ninguém quer. Achei muito legal alguém se interessar! disse ele animado
– Sou sim! Eu adorei a iniciativa!
– Finalmente alguém! Haha, vou pegar o tabuleiro!
Então ele foi para os vestiários (onde ficavam os materiais das aulas). Foi passando o tempo e fui montando o tabuleiro enquanto o meu suposto colega de Xadrez não chegava. Enquanto isso foram chegando os meninos das duas turmas que haviam se matriculado em Futebol, todos indo em direção ao vestiário. Fiquei curioso, afinal, essa seria a primeira vez que estaríamos treinando no ginásio do Ensino Médio, com vestiários, banhos, fora do horário de aula e longe das meninas. Fui para a área dos armários do vestiário para fingir guardar minhas coisas enquanto observava eles se trocarem. Os 6 muchachos, o grupinho de meninos da minha sala, estava lá dentro junto com outros meninos da outra turma. Eles conversavam e riam enquanto tiravam o uniforme do colégio colocando o short e a blusa do time de Futebol da E.F.
Poucos eram tímidos e foram se trocar nos banheiros fechados, pra minha sorte, nenhum dos 6 da minha turma eram acanhados. Rodrigo e Matheus eram os mais bonitos dos 6. Rodrigo tinha cabelo preto, era alto (1,80) e tinha um corpo já bem definido para sua idade, principalmente os braços fortes, além disso, meus pensamentos deliravam naquela linha de pelos pretos que desciam do umbigo dele até o volume grande que tinha na sua cueca. Matheus tinha um tipo diferente de beleza, era loiro, olhos azuis, e era mais baixo (mas ainda mais alto que eu, com seus 1,72).. Seus pelos eram loiros, assim como seu cabelo. Seu volume que mais chamava atenção era a bunda, talvez tão grande quanto a minha, mas o da frente também parecia muito interessante. Muito minha mente já tinha imaginado esses dois, desde que comecei a bater punheta muitos anos antes. Além deles, estavam Gabriel, Lucas e Vinícius, muito bonitinhos também. Além do sexto muchacho, o Douglas, que não era tanto.
Decidi que era hora de voltar pro ginásio pois já havia ficado tempo demais “guardando minhas coisas” e não queria ser percebido ali espionando. Quando voltei dei de cara com um menino sentado perto do tabuleiro de Xadrez. De costas ele parecia muito alto, talvez mais que os 1,80 de Rodrigo. Quando cheguei mais perto me apresentei, disse que meu nome era Bernardo e agradeci por ele ter escolhido esse “esporte”.
Leandro sorriu pra mim, muito simpático, além de me agradecer também. Comentou que a coisa que mais odiava na vida era correr e esportes, fora a natação que era viciado. Talvez seja por isso que tinha ombros largos e um corpo legal. Ele usava óculos, tinha cabelos compridos demais e meio seco e um corte bem estranho, mas no geral parecia aturável. Com uma camiseta daqueles desenhos japoneses que não entendo nada.
– Então, prefere as brancas ou as pretas? ele perguntou, educadamente
– Eu tenho que confessar uma coisa, eu só me inscrevi em Xadrez pra não ter que correr. Na verdade eu não sei jogar…
– Vish! Tudo bem carinha, temos o ano todo, posso te ensinar. É um dos meus jogos preferidos, além dos onlines. Voce joga algum?
– Nossa, não também, eu gosto de pac-man, serve?
Leandro soltou uma risada rápida e começou a me explicar pacientemente as 1001 regras do Xadrez. Enquanto isso eu tentava me concentrar nelas, mas não conseguia 100%. Logo ali do lado estava acontecendo um jogo com muitos volumes e malas pra lá e pra cá nos shorts. Tinham vários meninos gatos da outra turma também para aproveitar. 1 hora e 30 de Educação Física mais o banho no vestiário depois da aula seriam meu paraíso o ano inteiro.
Mal sabia eu tudo que aconteceria dentro e fora daquele ginásio…
FONTE - http://gayson.com.br/desejos-de-colegio-capitulo-1-introducao/
Não há inocência mais doce do que nosso suave pecado.
“Eu quero um beijo que me dê saudade quando estiver longe, mas, quando estiver por perto, me dê a proteção de um amanhã. Então, me beija onde for e como quiser, mas, por favor, me beija com vontade, me dá o teu melhor beijo, pois de beijos murchos, já me basta os da vida” .
Amor é isso a eterna busca pelo equilíbrio, pois quando as coisas não estão dando certo um abraço, um sorriso ou uma conversa pode ser a solução.
Somos uma brisa leve de verão.
Em todo caso, se tiver uma chance de ser gentil, seja gentil.
Se tiver uma chance de mostra compaixão, mostre compaixão.
Se tiver uma chance de só ser, seja.
Mas nunca se esqueça, se tiver uma chance de conhecer o amor, conheça o amor.