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@patricinhanonima
Girlboss
Mas eu gosto dela. Na verdade, a amo.
Lana Del Rey. (via aprendizdepoeta)
O mundo gira. Nenhuma tristeza é tão eterna que não deixa um espacinho para a felicidade.
Não se apega, não. (via adesejar)
Gosto de abraços que duram mais de 30 minutos, ou pode ser mais que isso, não tem problema. Sou carinhoso que chega até dar raiva, mas sei ser na hora certa. Sou ciumento pra caralho, doente e psicopata. Tenho que ser. Se a pessoa é minha, ninguém pode chegar com intimidades, assim como outras pessoas não pode vir pra cima de mim. Sou orgulhoso, pior coisa da minha vida. O orgulho acaba comigo, mas quando eu amo, passo por cima do orgulho. Sou insuportável e sou daqueles que briga por atenção. Resumindo: Eu sou um desastre emocional.
João Fontinelly. (via suplicavel)
Quantas vezes um coração aguenta ser partido?
Escriturias (via escriturias)
Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podíamos esperar por crescer?
Odeio Rótulos. (via subtraido)
Por favor. Não desanime por causa dos problemas que você está enfrentando hoje. Saiba que o mundo dá voltas e, com certeza, chegará o dia em que as coisas vão melhorar. Você só precisa ser forte até que este dia chegue.
A Última Carta de Amor. (via inverbos)
@wickedtides
Eu admiro demais os detalhes. O detalhe de um sorriso tímido, da forma como os olhos se movem. Tudo revela algo.
Bob Marley. (via dedilhar)
Escrevo porque te amo
Eu escrevo porque a dor é grande. Porque a alegria é imensa e porque eu prefiro as mulheres morenas. Eu escrevo porque me embriago, porque passo mal, porque pratico corridas matinais, porque gostaria de aprender um novo idioma. Escrevo porque gosto das luzes do teu rosto, das cores castanhas dos teus olhos e do formato do teu dente.
Eu escrevo tal como respiro. Meu pulmão está nas pontas dos meus dedos. Se, por ventura, o dia amanhece nublado, eu tomo um café e leio trechos de um jornal - e, assim sendo, escrevo. Prefiro quando há dias de sol e as mulheres saem ao trabalho com seus vestidos. A literatura mora em cada canto que observo - e eu sou sabedor desses acontecimentos. Eu escrevo porque um dia sem sol é suportável, mas uma vida sem poesia, não.
Escrevo porque não tenho nada contra segundas-feiras. Tenho, sim, contra os domingos. Escrevo porque tenho saudades, porque sinto dores, porque sou feliz e triste ao mesmo tempo. Tenho medo do escuro. Tenho poucos amigos. Não sou fã de baratas voadoras. Gosto de mulheres com lingeries brancas.
Escrevo porque me perco, porque sou um universo, porque sou infinito. Porque escrever é vocacional. Porque a literatura te convida a entrar e você vai. E você se depara com assassinos, pedófilos e prostitutas que são universos à parte. Iguais a você. Eu escrevo porque sou o escravo preto do Navio Negreiro de Castro Alves, mas também o preto que afundou com a embarcação em Mar Morto, do Jorge Amado. Escrevo porque são tristes os olhos das mulheres à espera dos seus homens, que não voltam nunca. Porque é triste o conto do Caio Fernando Abreu batendo à porta na chuva e essa porta não se abrindo nunca.
Escrevo porque vivo vários sempre e nunca. Porque ao passo que a Cecília canta - eu canto porque o instante existe - eu escrevo. Eu sou poeta! Escrevo porque é aniversário de um amigo, presente inesperado da vida. Porque algum dia eu lerei minhas memórias e precisarei me lembrar de quem fui. Escrevo para que eu não me esqueça de mim. No mais, sou música. Teatro, sopro de criança em velas de aniversário.
Escrevo porque sou, em carne viva, coração pulsante, ferida aberta, o amor que outros dizem ser. Escrevo porque sorrio e porque sei ser silêncio. Porque eu gosto das cores do teu corpo e sendo impossível descrever o teu cheiro, eu chego ao fim e trago em meu pulmão, nas pontas dos meus dedos - a descrição que nos fez sorrir em certa noite primaveril - eu escrevo, e só tão bem escrevo, porque eu te amo.
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Heitor Henrique.