Tentado o suficiente pela provocação em sua região da pélvis, Paul soltou a mão para apoiá-la no colchão. A outra mão, ferida, foi até o centro das costas de Alanna espalmada e o engenheiro despreocupava-se com qualquer fagulha de dor causada pelo movimento. Não a respondia, apenas fazia sons de apreciação ou de aprovação na medida em que ela seguia com aquela provocação. O que sucedeu foi o homem colar ainda mais o seu corpo no da loira, num movimento impetuoso, girou os corpos no colchão de modo que o seu ficou por cima e o dela rente ao mesmo. Retirou a mão ferida de trás de suas costas e usou-a para apoiar-se no colchão, assim como seus joelho faziam no espaço livre abaixo das pernas erguidas da loira que prenderam-se em seus quadris masculinos. Era um movimento ousado, prova de que começava a se sentir um pouco mais a vontade com a mulher que era um pouco menos desconhecida – até mesmo a veria em outras situações, o que o deixou pouco mais tranquilo. Tirando isso de mente, voltou a aproximar seus lábios para o canto dos delas, beijando suavemente a região. Descia os lábios sorrateiramente deixando beijos e leves mordiscadas na região da mandíbula, pescoço, clavícula... e por fim, sua língua saiu dos lábios para deslizar-se pela região do colo, ávida, buscou pela mama oposta a que tocava anteriormente e deslizou-se por volta da aureola clara. "Seus seios... são lindos." Tinha certeza que já tinha dito isso antes, mas não poderia evitar de elogiá-la mais uma vez – ainda mais por saber que ela gostava de ouvir durante o sexo, então, que fossem coisas genuínas de si e não o que ela queria de resposta, como antes. Como dito, passou levemente seus dentes na região, antes de sua boca tomar toda a extensão que conseguia com calmaria. Suavemente, chupou-a e fora afastando-se aos poucos. Para que, mais uma vez, repetisse os movimentos.