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Just finished migrating all my 26 posts to paulotwain.blogspot.com and will be posting there from now on.
Since my posts usually has 50 pics each, Tumblr was never a good home for them. In a blog I can find each photoshoot easily and I don't need to reupload my pics anywhere, since I'm using Google Photos albums to organize them, and all my pics are already backed up there. It just feels a lot better!
I'm thinking about to post here everytime I update my blog, so you guys get to know about it. I got still so much to post! 😍
I'm migrating my photos to paulotwain.blogspot.com, with some new pictures for old posts. I'm gonna post there from now, since Tumblr is banning adult content. So, see you there! 😁💁🏾♀️
Byebye Tumblr!
Me @paulotwain on October 23, 2018. Part 3 of 5. Shoot on a OnePlus 5T and edited on Snapseed. Very fun to edit these pics!
como eu faço pra sentar em você?
Só depois do casamento, rs
Oii Jonas! Já fiz uma pergunta aqui a algum tempo e realmente segui teu conselho, porém não acabou muito bem... mas eu respeito e confio muito na sua vivência e por isso queria te trazer outra dúvida. Quais foram as pequenas coisas que te fizeram ter certeza que você é um homem trans e queria fazer o tratamento hormonal? Eu acredito que eu seja sabe, mas as vezes me pego questionando se vou ser feliz, se eu aguento, se é uma fase, se quero mesmo. Muito obrigado, você é uma inspiração para mim.
Poxa, anon, lamento muito se o que eu te falei tenha lhe causado algum mal! Me desculpe por isso. Caso se sinta confortável, me fale o que foi, pois da próxima vez tento ser mais cauteloso ao passar para outra pessoa, huh? Agradeço também pela consideração e confiança mesmo após esse incidente.Em relação à sua pergunta, o que me impulsou a dar meus passos para a cirurgia e os hormônios foi mais os estudos que eu fazia. Eu passei 2 anos só refletindo se eu era trans ou não, se eu era homem ou não. Ficava tentando encontrar esse “homem” dentro de mim, eu não tinha tanta certeza como os caras que eu via pareciam ter. Foi lendo que eu desconstruir muito das ideias que eu tinha sobre o que era ser trans e o que era ser homem e mulher. Na época, eu decidi que eu construiria eu. Eu não tinha a necessidade de seguir a narrativa clássica trans. Eu não precisava me entender homem para fazer a cirurgia que eu queria. Eu queria mudanças no corpo, eu visava o estético, não o “ser homem”. Pensava comigo: “se ter seios não me faz mulher, não ter seios não me fará automaticamente ser homem”. Eu abri minha mente radicalmente. Não só abri, como precisei silenciar minha mente também. Eu pensava demais e não fazia nada. Embora o pensar me ajudou muito, há um momento que a gente se esgota de tanto pensar, chega um momento em que o pensar não traz as soluções, é preciso fazer. Eu só saberia se a cirurgia era o que eu queria fazendo-a. Pensar teoricamente sobre ter um peito reto não é o mesmo que ter um peito reto.Hoje em dia eu compreendo que sou lido como homem e me responsabilizo por essa leitura e pelos privilégios que tenho por isso, mas eu mesmo não me entendo dessa forma. Eu não assinei nenhum contrato social. Eu fiz a cirurgia e tomo hormônios, mas se amanhã eu quiser por silicone ou parar com os hormônios eu paro. Não tenho obrigação nenhuma com ninguém e não me sinto na necessidade de explicar nada. Eu to focado em mim e nas maneiras que eu posso ser e estar no mundo. Penso em como eu posso me expressar melhor e não tenho compromisso com nenhum ideia fixa. É uma construção de si. É isso que me moveu e é assim que eu faço tudo o que faço. Identidades são muito instáveis nos tempos de hoje. A noção da época do Iluminismo de um sujeito conhecedor de si e com uma identidade fixa é coisa do passado. Tendo isso em mente, tudo se torna mais simples e fácil. Ser trans pode ser uma fase. Qual é o problema disso? Claro, a gente precisa estar consciente e responsável das consequências sociais e físicas que a transexualidade traz, mas eu sempre levo comigo essa frase: “não importa o que aconteça, eu confio em mim e na minha capacidade de lidar com os problemas”. Não há nada que não possa ser resolvido. Talvez ficar pensando se você é homem ou não, e só depois dessa resposta decidir o que quer fazer com seu corpo, pode não ser tão frutífero, parça. Inverta a ordem. Pense no que você realmente gostaria de fazer com seu corpo. O resultado final vai te levar a algum dos gênero, queira você ou não. De todo modo, você já está em um. Abra sua mente e pense nas diversas possibilidades que existem, pense como se não houvessem regras. A modificação corporal vai muito além só do mundo trans. Expanda radicalmente sua visão. Vai te levar a outros lugares mentais, te garanto isso.Por fim, para além do que eu fale aquii, essas três perguntas que eu respondi talvez lhe sejam úteis! Dê uma olhada se achar que te interessa:1. https://jonasdoravante.tumblr.com/post/172966263063/oi-fiquei-bastante-feliz-de-te-conhecer-estou2.https://jonasdoravante.tumblr.com/post/168200305143/oi-jonas-meu-nome-%C3%A9-z%C3%A9-tenho-me-descoberto3.https://jonasdoravante.tumblr.com/post/160229212838/jonas-blz-cara-ando-com-uma-duvida-dentro-deBoa sorte pra ti, parça! Mais uma vez agradeço sua consideração! Tudo de bom. Precisando estou aqui.
Uma leitura que me faz bem!
Me identifico cmo homem trans, mas a um tempo venho me questionando, o mundo lésbico tem me atraído, ñ sei se to a tanto tempo no armário que me acostumei a fingir ser qem ñ sou, ou cmo as pessoas sempre me vêem cmo lésbica pela maneira q me visto q to pegando a intentidade sem ter mt opção, mas isso tem me atormentado, ñ quero fazer a transição ao reverso onde já contei pros meus amigos que sou trans, falo no masculino e me sinto tão bem, vejo as lésbicas e me sinto bem tbm, to confuso me ajuda
Com todo respeito à sua situação, eu adorei sua mensagem, parça. Tenho refletido sobre ela desde que me enviou. Inclusive desculpe pela demora.Teve um período, que não necessariamente acabou, em que eu lamentava ter perdido minha identidade lésbica. Curiosamente, quando eu era sapatão, eu não tinha essa consciência. Hoje em dia a comunidade LGBT está muito mais consciente de si e do seu valor. Não era assim até alguns anos atrás, onde a maioria ficava envergonhada e tentava disfarçar. Hoje em dia, ao menos no nosso círculo, isso é legal e descolado. Ninguém quer ser o padrãzinho.Hoje eu compreendo que esse luto vem do orgulho que conquistei ao longos dos anos e da passabilidade cis-hetero que acabei adquirindo com os hormônios.Eu acredito que esse conflito de não saber direito o que somos ou o que queremos vem da nossa obsessão em queremos um termo para chamar de nosso. Não é sobre ser lésbica ou ser homem trans. Isso são conceitos, são papeis sociais. Nos apegarmos a uma terminologia e ao que ela significa socialmente não nos ajuda em nada. Como você mesmo tem experienciado, a identidade muda o tempo todo, varia conforme o momento em que tem vivo às pessoas com quem se relaciona, o que leio e consumo etc etc. Não existe mais uma identidade fixa e imutável como se acreditava na época do Renascimento. Isso é passado. Estamos cada vez mais fluídos. Não estou dizendo com isso que nossos gêneros são fluídos, mas que nós, indivíduos, somos. Não há mais certezas absolutas.Desse modo, o que eu te aconselho a fazer, é parar de buscar um conceito pra si, parar de se questionar se é homem trans ou lésbica, se tem que usar x pronome ou anunciar que não quer mais ser entendido de x formas. Você não tem controle de como as pessoas te verão ou te entenderão. Deixe isso por conta delas. Não há necessidade de se explicar caso você mesmo não consiga ou não queira. Esteja em contato com você mesmo. Você pode gostar e se identificar com isso tudo ao mesmo tempo, uma não exclui a outra. Também não se precipite em fazer nada. Deixa as coisas fluírem e se dê algum tempo para processar esses sentimentos, a gente quando tá vivendo a questão e ta ansioso por respostas nunca conseguimos fazer nada que presta. Não haja sob essas circunstâncias. Deixa seus sentimentos e pensamentos se acalmarem e só depois reflita se você realmente quer fazer algo. Não tenha pressa. É a sua vida e viver ela é viver esse momento.Forte abraço pra ti, parça! Se quiser ir papeando sobre estou aqui à disposição.
Não consigo não compartilhar, é um pensamento com o qual eu me identifico com tanta força! E me conforta tanto!!! Espero que faça bem pra quem ler também.
Amigxs, tenho uma notícia para compartilhar com vocês!
Vocês sabem que eu gosto bastante de escrever e para além desse blog e dos textículos do meu Instagram, eu também escrevo contos. Já algum tempo eu me inscrevo em concursos literários e nunca ganho.
No começo do ano eu me inscrevi para mais um concurso em parceria com a plataforma Sweek e a Rico Editora. Eles selecionariam 3 escritores para ajudarem a compor a antologia de contos que estavam organizando. E ADIVINHEM??? Não fiquei nem entre os 10 finalistas, rsrsrsrsrs.
Mas o mundo da voltas.
2 meses depois entraram em contato comigo me convidando para fazer parte do livro! Eu obviamente aceitei. Que honra, oras! Orgulho é um sentimento que me orgulho de não ter rsrsrsrs.
Portanto aqui estou eu com meu primeiro conto sendo publicado!
O livro é uma antologia de contos organizada pela @machadothati onde todas as histórias são protagonizadas por personagens LGBTs, uma homenagem a todas às vítimas de LGBTfobia no Brasil. O livro está realmente belíssimo pessoal e eu me sinto verdadeiramente grato e honrado por ter tido essa segunda chance de participar.
A pré-venda do livro já está acontecendo! Caso possam e queiram honrar meu trabalho e dos outros escritores, é possível comprá-lo online no site do Eu Leio Brasil, NESSE LINK. O valor é R$ 29,90 e virá com brindes (ecobag + marcador + frete grátis).
Por outro lado, se preferirem, o lançamento oficial ocorrerá na Bienal do Livro de SP desse ano. Eu estarei lá caso queiram comprar presencialmente e me cumprimentar! O endereço está abaixo. Para comprar ingresso para Bienal (eu não sabia que pagava para entrar, achei um absurdo, mas nunca fui em uma e desconheço, deve haver uma justificativa pra ser paga), vocês podem acessar ESSE LINK. O valor é R$ 25,00 e a meia R$ 12,50.
Espero poder encontrar algum de vocês lá! Será um prazer imenso pra mim! Isso não é um livro, é uma emoção e espero compartilhá-la com vocês. Até!
INFORMAÇÕES SOBRE EU NA BIENAL:
Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1.209, Santana - SP. Data que estarei presente: 05/08 (domingo) Onde eu vou estar: Estande da editora Rico, rua K92. Horário: a partir das 12:00.
Dia 27/01 completei 1 ano e 9 meses em T! Vou postar uma atualização da voz e do corpo no geral, mas tem que ser mais tarde, pois preciso do Photoshop da Ná pra editar.
Aliás, pessoal, alguém conhece algum programa que tenha a mesma ferramenta do Photoshop chamada PLACE ou REPLACE (não me recordo bem)? Essa ferramenta serve para eu criar uma “quadro” do tamanho que eu quiser e encaixar a foto dentro desse quadro, de modo que eu consigo aumentá-la e diminui-la sem comprometer a imagem. Não é simplesmente diminuir a imagem ou redimensionar o tamanho dela, com essa ferramenta eu consigo manipular a foto e colocá-la do tamanho que eu quiser pra se encaixar no quadro que criei.
Essa é a única ferramenta do Photoshop que uso e toda vez é uma luta pra consegui-la, ia ser uma benção ter um programa gratuito que tivesse essa mesma função. Alguém sabe???
@jonasdoravante O programa Gimp tem a opção Canvas Size (Tamanho da tela de pintura), no menu Image, que faz isso. https://docs.gimp.org/2.8/pt_BR/gimp-image-resize.html No celular eu uso o app Snapseed da Google, usando as ferramentas “Expand” e depois Crop.
Oi, Jonas, tudo bem? Desculpe se você já respondeu isso antes, mas estou muito curiosa: você está acompanhando a novela Força do Querer? Se sim, o que está achando sobre a maneira como a transsexualidade está sendo retratada? Desde já agradeço pela atenção. :D
Olá! Eu só a assisto uma vez por semana, o que é muito pouco, mas a novela tem me surpreendido em alguns pontos. Pela primeira vez temos uma novela em horário nobre abordando a questão das pessoas trans masculinas, além disso, ela também aborda a questão drag, com o Nonato, e ainda tem uma atriz transsexual fazendo papel de uma mulher cisgênera. É uma migalha, mas tendo em vista o horário e a emissora é um movimento interessante.A história das personagens eu não sei bem já que não acompanho sempre, mas vejo que a questão do trabalho é abordada com o Nonato, que não se revela como transformista com medo de perder o emprego. Também há a questão familiar com a Joyce e a Ivana sendo trabalhada, a pressão da sociedade, e ainda a diferenciação entre gênero e sexualidade, pois a Ivana já disse que não era lésbica, inclusive parece ter um caso com um cara. Isso é um avanço inegável. Por outro lado, não gosto como a transexualidade em si é abordada, que é por um viés mais biológico. Fala-se em corpos de homens e mulheres, em ter nascido em um corpo errado, em se odiar etc. Esse é o discurso popular que de fato circula, mas a transexualidade é uma questão social.
O último parágrafo me veio num momento ótimo! Preciso pesquisar mais sobre isso!